História Animals - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Tags Fell, Fellcest, Foda, Fontcest, Incesto, Sadomasoquismo, Underfell, Undertale
Visualizações 242
Palavras 3.145
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Prometi e aqui está.
Lemon de fucking 3.000 palavras :,v

Mano, tem gente que fala que o lemon que ela escreveu ficou ruim...
Eu não sou assim, então pra mim, meu lemon tá uma delícia <3 -q

Boa leitura!

Obs: Só para avisar, a frase da capa, não estará na fanfic :v

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Animals - Capítulo 1 - Capítulo único

Era estranho, eu sei...

Mas mesmo assim, eu estava adorando, por mais que não passasse de apenas mordidas, estava extremamente gostoso, porra, e ainda por cima ele me comia com aquele olhar tão sedutor, eu já estava salivando, mal esperando quando o verdadeiro ‘show’ começar.

– Heh, você está muito... – um chupão em meu pescoço fez com que minha frase fosse cortada pelo meu próprio gemido, filha da puta... – Muito lento hoje, não Chefe? – Abri um sorriso malicioso, enquanto encarava-o, ele estava em cima de mim, nos encarávamos, ambos com o mesmo sorriso pervertido. Eu já encaminhava minha mão ao meu pênis, até ela ser segurada.

– Sabe... Hoje quero torturar um pouco você... – Viado, quase gozei com aquela frase. Ele dificilmente falava coisas assim do gênero, mas quando falava... Ele deixava de ser ele. Nem parece que é o mesmo cara que eu queria - mas não posso - matar, nesse quesito, ele era um bipolar para mim...

– Então me torture – Não podia deixar meu lado masoquista de lado, sem contar que eu também não poderia perder a chance de excita-lo ir assim tão facilmente – Só me prometa que vai me foder o mais forte que você puder quando a tortura acabar – Meu sorriso aumentou, igualmente como a coloração em minhas bochechas.

– Vou pensar no seu caso – Ele se aproximou da minha orelha, dando uma leve mordida, o que me fez dar um baixo gemido – Minha vadia masoquista – E novamente, eu quase gozei com a frase do meu irmão. Como já falei, era estranho, mas essa era nossa troca de carinho.

Ele não prendeu minhas mãos na cama, não prendeu a guia de minha coleira nem nada do gênero, sabe por quê? Porque eu sou uma cadela muito obediente. Um cachorro que apenas observa seu mestre fazer o que ele sabe fazer de melhor.

No meu caso, me dar prazer.

– Não se esqueça do seu combinado, Chefe – Eu dei uma risada muito sarcástica e ao mesmo tempo muito maliciosa, passando minha mão por seu peitoral por cima da blusa.

– Pode deixar minha putinha... – Mais uma vez mordeu minha orelha, porra, se tem um lugar que eu sou sensível, é a orelha.

Assim, ele me empurrou sem nenhuma delicadeza, me fazendo bater as costas na madeira da cama de tão forte que foi o impacto, eu apenas xinguei ele de algum nome que agora não importa, até porque, foi algo como um reflexo.

Papyrus foi descendo as lambidas, antes na orelha, agora em meu tórax. E parou por ali mesmo, lambendo e mordendo minha pele, deixando marcas avermelhadas, que logo depois, começaram a sangrar, e eu nada mais fiz, ao não ser gemer e xingar, vendo o líquido escarlate na boca de meu irmão.

Meu peito ardia com os ferimentos na minha pele, mas não era uma dor ruim, era até prazerosa em um certo ponto, não que eu tenha muita moral para falar, até porque, sou masoquista, mas mesmo assim, isso só fez eu me excitar mais.

Logo ele novamente subiu, me beijando.

Para mim já não era estranho sentir algo que vinha de meu próprio corpo, antes sêmen, agora sangue. Acredite, para mim havia se tornado algo - estranhamente - normal.

– Fique sentado – Ele me ordenou, e eu obviamente obedeci – Não toque em si mesmo – Já com essas ordens, meu pênis já latejava – E gema meu nome, o mais alto que puder – Acabou com um cochicho, o que fez minhas bochechas esquentarem de uma forma instantânea. Era difícil quando isso acontecia, eu dificilmente corava, mas em alguns momentos, era inevitável.

– A suas ordens senhor – Ri pervertido como sempre, mordendo meu lábio inferior.

Eu sei que ser tão submisso não era lá muito bom para a minha reputação, mas foda-se minha reputação, não é? Agora o caso era sexo, não reputação, e ambos não têm nada em comum, certo?

O importante agora era o prazer que eu estava sentindo, que por acaso apenas aumentava de acordo com o que eu via, que no caso era Papyrus descendo aos poucos até minha calça, puta que te pariu, ele queria me matar de excitação?

– Ora, ora... – Lá vinha ele com aquela provocação – Pelo visto não vai durar nem o primeiro oral... – Filha da puta, ele adorava me provocar assim...

– Então prove – Desafiei.

Com aquilo, eu havia despertado o lado 'animal', já que sem intervalos ele tirou minha cueca - e consequentemente minha calça -, então começou a ação, meu membro estava já bem excitado e duro, e provavelmente meu chefe havia gostado disso.

E sem aviso prévio, meu membro foi envolvido por sua boca quente e molhada, me fazendo gemer no ato, para tentar conter meus gemidos, acabei mordendo meus lábios com mais força, não estava a fim de gemer, apenas por provocação. Ele odiava quando eu segurava os gemidos.

Ele primeiro apenas lambia a ponta de meu pênis, logo depois, as lambidas foram espalhadas por todo meu membro, até virarem mordidas, até aí, eu já não estava conseguindo mais conter meus gemidos, mesmo tentando.

Porém do nada, ele cessou os movimentos, o que me fez soltar um gemido manhoso, porra, aquele boquete estava uma delícia, mesmo não tendo começado direito.

– Po-por que parou caralho? – Dei um pequeno gemido quando ele colocou o dedo na glande do meu pênis e ficou massageando aquela região, ele realmente havia acordado inspirado para me torturar, porque puta merda.

– Pensei em ter te dado à ordem de gemer o mais alto possível, vadia – Disse ele, enquanto se levantava e se despia, me encarando a todo minuto, assim que retirou sua blusa, senti um leve orgulho, vendo as marcas que eu já havia deixado nele.

A cueca foi-se junto com a calça para o chão, o que me fez sentir uma vontade enorme de me masturbar agora mesmo, o pau dele tinha um tamanho normal, nem pequeno, nem grande, mesmo assim, me excitava ‘pra caralho.

– Você ignorou uma ordem minha... Não acha melhor começar a pedir desculpas? – Ele se sentou na cama ao meu lado, apontando para seu membro, e eu já sabia exatamente o que ele estava querendo que eu fizesse.

Ou seja, um boquete.

Desci da cama e fiquei de joelhos no chão, segurando meu membro com uma mão, e com a minha outra mão, segurei a do meu chefe, que deu um baixo gemido.

Comecei os movimentos lentamente, tanto em mim, tanto nele - você não faz ideia do quão difícil é você fazer esse movimento em velocidades diferentes -, e ao longo do tempo, fui deixando mais e mais intenso, até eu não aguentar mais aquela rola na minha cara.

Coloquei seu pênis em minha boca de uma vez, o que o fez gemer alto - provavelmente pela surpresa -, depois disso, dava para o ver mordendo seu lábio para conter seu gemido. Eu também gemia pelos movimentos de minha mão, o que fazia minha garganta vibrar, trazendo mais prazer para ambos. Dei um sorriso sarcástico, e parei com todos os movimentos, inclusive em mim mesmo, encarando ele logo em seguida, o que fez Papyrus ficar irritado.

– Por que você pode conter o gemido e eu não? Assim não vale – Fiz um bico birrento, logo depois soltando um sorriso cínico, vendo meu chefe revirar olhos. Fui pego de surpresa quando do nada, ele me puxou pelo pescoço, me deixando sem ar e cara a cara com ele.

– É porque eu controlo as coisas aqui, não você – Ele falou sério, me deixando cada vez mais sem ar.

Logo juntei seus lábios com os meus a procura de oxigênio, e aos poucos fui conseguindo-o, até Papyrus me soltar, me fazendo ficar ofegante. Não nego que foi bom, mas também desesperador.

– Já entendi chefe – Revirei os olhos, voltando a ficar de joelhos no chão, já que eu ainda não havia me ‘desculpado’ o suficiente.

E novamente, coloquei todo seu membro em minha boca, fazendo movimentos de cima para baixo, ajudando com minha mão, enquanto a outra se ocupava com minha masturbação. Papyrus ainda tentava conter seus gemidos, até eu começar a chupa-lo.

Neste momento, ele não conseguia mais segurar seus gemidos, passou algum tempo até ele finalmente chegar ao ápice, derramando seu esperma em minha boca. Seu gosto não era um dos mais agradáveis, já que era amargo, mesmo assim era bom.

Fiz questão de engolir tudo - ou quase tudo -, deixei um pouco do fluído dele em meus lábios, assim, abri um sorriso pervertido – Hey maninho, não quer me ajudar a limpar a sujeira? – Perguntei malicioso, tirando a mão de meu pênis - agora bastante úmido pelo pré-gozo - e a estendendo na direção do mesmo.

Sem muita demora, ele levou minha mão em seus lábios, os lambendo e chupando, e aquilo havia apenas deixado meu pau mais molhado, porra, como ele podia ser tão sexy? Depois de um tempo me ‘limpando’, ele atacou minha boca. Pude sentir um leve gosto de meu pré-gozo, e ele certamente havia provado seu próprio esperma. Levantei-me quebrando brevemente o contato de nossas bocas, mas logo as juntei novamente, quando me joguei em cima dele.

Ele lambeu meus lábios tirando aquele líquido viscoso de minha boca, logo atacando meu pescoço novamente, foi quando comecei a sentir nossos pênis se roçando. Com esses movimentos, me veio uma vibração intensa em meu membro, eu queria gozar.

Como faltava pouco, levei minha mão em meu membro novamente e comecei os movimentos, Papyrus apenas me ouvia gemer, já que eu gemia em seu ouvido de propósito.

Mais um tempinho, eu cheguei ao ápice e gozei, sujando nossas barrigas e o pau de Papyrus, assim que olhei para ele, seus olhos possuíam uma luxúria que nem eu sabia que ele tinha. E pela segunda vez no dia, fui empurrado bruscamente, dessa vez para o chão.

O impacto foi muito doloroso, uma lágrima se acumulou em meus olhos, mas mesmo assim, Papyrus nem se importou. Belo irmão que eu tenho, não?

Nem deu tempo de reclamar da dor - que por acaso não era pouca -, quando eu senti sua mão descendo para meu ânus, logo, senti um incômodo quando um dedo adentrou no local. Essa sensação é bem estranha, e mesmo nós já termos feito isso várias vezes, ainda não me acostumei.

Eu sentia seu dedo entrando e saindo, e eu só conseguia gemer, foi aí que eu resolvi pedir por mais. Péssima ideia.

Meu irmão inseriu o segundo dedo, que era uma dor horrível, parecia que eu estava sendo desintegrado por dentro - ok, isso foi exagero -, mas que doía, doía muito. E tudo apenas piorou quando ele resolveu me tesourar, abrindo seus dedos dentro da porra do meu cu! Aquela merda doía ainda mais, fazendo uma lágrima rolar pelo meu rosto, e novamente, ele tacou o foda-se. Meu irmão é uma bosta.

Não muito tempo depois, o terceiro dedo foi inserido, e novamente gemi desconfortavelmente, sério, ter três fucking dedos no seu cu é extremamente desconfortável, pelo menos pra mim.

E ele ficou me penetrando com seus dedos por um bom tempo, até ele ver que eu já havia me acostumado com a sensação - talvez nem tanto -, foi aí que ele retirou seus dedos, colocando-os em minha boca, o que admito que foi uma surpresa. Mas assim que minha cabeça processou a informação, lambi seus dedos como se fosse um boquete.

– Vadia – Ele me xingou e me penetrou com tudo, nem esperando eu me recuperar da porra dos dedos. Provavelmente Papyrus havia ficado extremamente puto, já que para conter minha dor, acabei o mordendo com demasiada força, fazendo-o sangrar.

– Porra Papys – Depois da mordida, tentei me acostumar com seu membro em minha entrada – Pelo menos avisa né caralho. – Tentava segurar minhas lágrimas, que se acumulavam em meus olhos - na verdade, eu já estava chorando, só tentava engolir o choro -. Aliás, enquanto a camisinha? Camisinha meu caralho!

– Você devia estar preparado a todo o momento, até porque, você estava me provocando até agora, não? – Meu chefe lambeu o sangue de seus dedos, fazendo sons extremamente eróticos com a boca, me fazendo ficar duro.

E assim que ele viu que me animei com os sons, resolveu se movimentar bruscamente dentro de mim, me fazendo gritar de dor pelo movimento repentino em meu interior. E novamente uma lágrima desceu em minha face. Assim que senti o líquido descendo minha face, não pude deixar de lambe-lo - algo como uma mania -, e aquilo havia atiçado meu mestre, que começou a me penetrar mais rápido.

– Essa porra tá me machucando caralho! – Gritei em meio a gemidos de dor e prazer - se eu não fosse masoquista, apenas gemeria de dor, com certeza -. Em fim, pude ver um pouco de amor vindo dele, já que o mesmo diminuiu os movimentos e me beijou - talvez tentando me acalmar -.

Agora finalmente a sensação estava menos desconfortável, se tornando até mesmo muito gostosa. Agora sim, eu queria mais. Como um 'adulto responsável', já vi muito pornô, e como em muitos deles a forma de incentivar era rebolar, tentei fazer o mesmo, o que realmente funcionou.

O ritmo era intenso, e selvagem, minha respiração estava alta, assim como a de Papyrus, minha boca salivava ainda mais, e meus olhos ainda estavam úmidos - porque provavelmente eu havia quebrado algum osso quando fui jogado da cama -, e meus gemidos pareciam gritos.

Logo ele me beijou novamente, um beijo desajeitado 'pra caralho, já que estávamos nos movimentando realmente rápido. E logo ele passou a ser um beijo selvagem, assim como nossos movimentos.

Mesmo com meus gemidos parecendo gritos, de alguma maneira, consegui gritar ainda mais alto assim que ele alcançou minha próstata. Aquele ponto provavelmente era o mais sensível que eu tinha, então assim que ele acertou neste ponto, me encontrei nas nuvens. Era um tanto doloroso, porém, eu já estava tão acostumado com a dor que logo aquilo tudo virou puro prazer.

Como um exemplo de pessoa, ele nem se deu ao luxo de ver o motivo do grito, apenas continuou estocando no mesmo lugar, eu precisava de mais, aquela sensação estava boa demais.

– Me fode mais – Pedi ofegante. Meu irmão aumentou os movimentos e começou a me penetrar mais forte, transar certamente é uma das melhores coisas que tem para se fazer. Ao menos para mim.

Senti que eu finalmente estava quase gozando, assim como ele, já que seu pênis vibrava intensamente em meu ânus. Apenas mais uma estocada foi suficiente para eu liberar um jato de esperma, junto a um longo gemido. Com Papyrus não foi muito diferente, ele liberou seu gozo dentro de mim e também gemeu gostoso em minha orelha.

Ficamos um tempo assim, até seu líquido começar a escorrer de dentro de mim para o chão - para ser sincero, eu nem me lembrava de que estávamos fodendo no chão -, ele retirou seu membro de dentro de mim e me beijou.

Ambos estávamos cansados, quer dizer, eu estava, e pra caralho.

– O que está fazendo? – Perguntei quando o vi lambendo o sangue seco em minha barriga, ele olhou para mim e o filha da puta me ignorou completamente, descendo em direção ao meu membro. Puta merda, ele não cansa não? – Me dá... – Dei um longo suspiro quando ele passou o dedo pela minha glande – Me dá um pouco de sossego, porra!

– Não estou satisfeito ainda – Puta merda, é impossível saciar esse homem?

Depois disso, não falei nada - até porque não adiantaria -, a única coisa que eu podia fazer era ver ele mais uma vez indo me fazer uma punheta ou um boquete. Oh céus, meu irmão é foda em todos os sentidos...

Deitei minha cabeça no chão, eu estava cansado demais para protestar algo.

–  Não vai aproveitar, putinha? – Olha a audácia desse filha da puta!

– Papyrus – Boss, que seja, foda-se também – Eu 'tô morrendo de cansaço, como caralhos você quer que eu aproveite? – Perguntei rangendo os dentes, dando bastante ênfase nos verbos, porra, era tão difícil aceitar que eu me canso, ao contrário dele?

Ele revirou os olhos e sussurrou algo que eu não consegui ouvir, provavelmente ele havia me chamado de fraco, ou inútil ou qualquer coisa dessas. Meu chefe nem me deixou processar a informação que já começou uma masturbação em mim. Puta que pariu!

Eu só gemia baixo com os movimentos variando a velocidade, aquela sensação não era ruim, muito pelo contrário, era gostosa pra caralho! Só que eu estava cansado de mais para demonstrar isso, o que provavelmente havia sem querer - talvez não tão sem querer assim - irritado Papyrus.

No segundo seguinte de outro baixo gemido, senti uma dor extremamente agoniante em minha rola, puta que pariu, o que caralhos ele fez com a porra do meu pinto?! Dei um gemido sofrido, a dor era ruim, mas um tanto prazerosa também. Então me levantei - na verdade, o único movimento que fiz foi levantar a cabeça - para ver o que diabos estava acontecendo em minha virilha.

Quando vi, a ponta do dedo de meu irmão havia entrado - sim, entrado - no meu pênis, agora essa porra ‘tava explicada, dor do caralho! Apenas queria saber como ele fez isso, onde ele aprendeu isso e... Porra, por que aquela sensação era tão ruim e boa ao mesmo tempo? Um enorme “Fodeu” apareceu em minha mente no momento que eu senti que estava quase gozando. E ainda por cima, Papyrus ficava mexendo aquele caralho de dedo dentro de mim. Eu iria explodir!

– Filh... – Eu não consegui - infelizmente - completar meu xingamento, já que eu cheguei a meu limite, e a porra do dedo do meu irmão ainda 'tava na porra do meu pau, puta merda! Pensa em uma dor desgraçada, era essa porra! – Ti-tira, i-isso dó-ah! – Eu simplesmente não conseguia falar por mais desesperado que eu estivesse. Meu pênis formigava muito, e parecia que eu iria explodir se aquela caralha de dedo não saísse de lá.

Nunca senti um alívio tão enorme como no momento que ele tirou o dedo e me deixou gozar, puta merda, aquela sensação era maravilhosa - ou nem tanto -. Meu sêmen foi literalmente espirrado para fora de mim. Enquanto minha garganta doía e raspava de tanto eu tentar respirar pela boca.

Provavelmente não durei nem um minuto e desmaiei de sono. Ou seja, não sabia o que havia acontecido depois da transa. Ou seja, fodeu.

Eu realmente não queria saber o que Papyrus fazia comigo quando isso acontecia, sério. Eu só sabia que acordei em meu quarto - lugar onde não começou o sexo -, com minhas costas dilatando de dor, meu corpo extremamente pesado, e com minha roupa casual.

Se isso foi um sonho, eu me mato!

Por sorte, resolvi me levantar e ver o quarto de meu irmão.

O lençol todo desarrumado, o piso com algumas manchas, sangue pingado na cama, e o mais importante: O cheiro de sexo.

É, felizmente eu não iria me matar.


Notas Finais


Puta merda, já são quase 1 da manhã, e eu aqui, postando um fucking lemon :,v

É, isso :v

Obrigada por ler!

By: Nara


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