História Animals - Capítulo 29


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Visualizações 141
Palavras 2.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se ainda tiver alguém ai, olá!
Boa leitura!

Capítulo 29 - Sad and drunk


Allie’s POV

Os dias estavam passando cada vez mais devagar. Talvez por eu passar os dias inteiros no tédio, sem nenhuma companhia ou alguém para conversar. Ver séries já havia se tornado um saco, até mesmo para mim, que costumava amar assistir seriados o dia inteiro.

Sentia falta do meu irmão. Wren e eu éramos como melhores amigos. Apesar de toda a merda que tivemos que aguentar com John, nós tínhamos um ao outro e isso tornava a realidade de nosso pai abusivo bem mais suportável. Meu irmão era a minha salvação bem antes do Justin aparecer.

E agora, sozinha no apartamento do Justin, eu não conseguia me sentir bem. Antes, estar naquele ambiente era maravilhoso, afinal, eu sempre estava com o Justin. Mas desde que realmente vim morar aqui, as coisas não funcionavam da mesma forma. Na verdade, eu mal via o Justin. Não o culpo, claro que não. Mas, sozinha naquele apartamento, o silêncio era realmente agoniante.

Eu não podia me atrever a chamar aquele apartamento de “meu”. Algo dentro de mim gritava que a partir do momento em que Justin pegou minha guarda, eu havia passado a ser uma obrigação para ele. E esse sentimento me consumia, principalmente ultimamente, com toda a distância dele e com minha solidão naquele apartamento.

Havia tanta pressão na minha cabeça, mas eu já não conseguia nem mesmo chorar. Eu passei a semana me escondendo pelos corredores da escola. Tinha a sensação de que todo mundo sabia o que havia acontecido, mesmo sem saber realmente disso. Taylor estava andando com outras garotas, e Wren estava bem demais com a namorada, e eu não pretendia contar sobre minha total angústia.

A porta bate com força e eu olho imediatamente naquela direção. Justin adentra, respirando fundo e se despindo.

– Hey, Allie.

– Oi. – respondo com certo desânimo.

Eram quase 23h. Sentia o sono chegar aos poucos. Levanto do sofá e vou em direção à cama, me jogando nela. Justin se aproxima, se abaixa e me dá um longo selinho. Sorrio levemente o encarando.

– Você não faz ideia da loucura que está aquele departamento, sem ninguém no comando. Não posso parar um minuto sequer.

Ele respira fundo e se senta na cama, acariciando meu rosto.

– Como você está?

Eu não seria mais uma preocupação para ele. Depois de mais de uma semana fingindo que estava tudo bem, mais um dia não faria tanta diferença. Ele não precisava de mais um problema.

– Estou bem.

– Caramba, estou com saudade de você. – ele me dá mais um selinho e se levanta. – Vou tomar banho, estou precisando. – ele ri e eu solto uma risada fraca.

– Tudo bem.

Ele vai para o banheiro e eu fecho os olhos, tentando relaxar um pouco. Eu só queria conseguir ficar bem, em paz com tudo isso. Queria conseguir ver tudo que aconteceu como a coisa certa.

Mas não estava funcionando e eu estava ficando cansada disso. Estava cansada de ser a vítima.

Justin voltou depois de um tempo, demorou um pouco na cozinha e depois, senti ele deitar na cama. Mantive meus olhos fechados, eu já não queria conversar. Só queria que toda aquela tristeza que pareceu me abraçar na última semana passasse.

– Allie, está acordada?

Opto por não responder. Me sentia péssima. Sinto seu corpo se aproximar ainda mais do meu e um longo beijo em meu pescoço.

– Amo você.


 

A hora do intervalo era sempre a pior hora do dia. Era difícil me esconder naquele colégio. Não me sentia bem ali, muito menos estando sozinha. Coloco mais uma batata frita na boca e suspiro, checando a hora mais uma vez. Ainda faltavam dez minutos para acabar o intervalo.

– Amiga, finalmente eu te encontrei! – Taylor diz alto e eu me assusto, me virando para ela.

– Oi, Tay.

– O que acha de matar as últimas aulas? Estou de saco cheio daqui.

Eu sabia que não devia, mas no momento, eu não poderia me importar menos.

– Acho ótimo. Vamos. – digo, me levantando.

– Essa é a minha garota! – ela agarra meu braço e vai me puxando por um corredor. – Encontrei um galpão abandonado perto do Pub. É maravilhoso.

– Tudo bem, só quero sair daqui.

Nós saímos da escola e Tay chama um táxi.

– Tá tudo bem, Allie?

– Tá sim. Acho que estou um pouco sobrecarregada, só isso.

– Uhum.

Chegamos ao galpão, era basicamente por trás do Pub, mas era mais isolado. Ao entrar, pude perceber alguns objetos ali, inclusive garrafas de bebida e outras coisas.

Taylor se joga num velho sofá e rapidamente acende um cigarro de maconha. Ela dá uma tragada e me oferece. E apesar de achar que seria maravilhoso relaxar um pouco, eu não podia. Tracy aparecia às vezes para checar como eu estava e, não seria nada interessante se ela por acaso me visse chapada.

– Não posso. A assistente social está sempre aparecendo.

– Que merda. Pelo menos você saiu daquela prisão do seu pai.

– É. Mas, eu não negaria uma dose de vodka. – digo rindo.

– Ah, como eu senti sua falta, Allie!

Ela põe doses de vodka para nós duas e nós conversamos besteiras enquanto bebíamos. Assim, se passou  a tarde inteira. Contei a ela sobre como estava me sentindo e ela pediu desculpas por não estar presente para me ajudar. Eu também tinha sentido falta da minha melhor amiga.

Anoiteceu rapidamente, e eu já não estava tão sóbria assim. Apesar de por vezes lembrar de Tracy e do quanto eu estaria fodida se ela me visse bêbada, eu não conseguia parar de beber. Eu só queria continuar bebendo até esquecer completamente de tudo.

Já estava rolando uma festa no Pub e, depois de Taylor insistir pela milésima vez, eu aceitei ir. Afinal, eu já estava fodida mesmo. Só me restava aproveitar o resto da noite.

 

Justin’s POV

Allie não atendia a droga do celular de jeito nenhum, e eu estava ficando realmente preocupado. Tento mais uma vez enquanto dirijo em direção ao departamento novamente. Dessa vez, a ligação vai direto para a caixa postal. Sei que não devia estar tão preocupado, mas algo no comportamento de Allie me fazia acreditar que havia alguma coisa errada.

Adentro o departamento e me direciono até o balcão onde Chaz se encontra.

– E aí, Bieber?

– Chaz, você pode rastrear um número pra mim?

– A gatinha te deixou na mão, foi? Qual é o número?

– Aqui. – o entrego o celular com o número de Allie. – Tentei ligar e vai direto pra caixa postal. To preocupado, Chaz.

– Ah mano, se o celular tá desligado não vai dar pra rastrear.

– Porra. Espera.

Mando uma mensagem para Wren, perguntando se Allie está com ele. Enquanto espero, torço para que a resposta seja sim. Mas não. Ela não estava com ele.

Por Deus, onde Allie se meteu? Como ela some assim sem avisar nada?

Peço o número de Taylor a Wren.

– Aqui Chaz, tenta rastrear esse.

– Tá, espera um pouco… – ele encara a tela, digitando rapidamente.

– Porra, é pra hoje, Charles.

– Espera, porra. Cala a boca.

Bufo impaciente e ele finalmente me encara.

– Ela está naquele Pub.

– Qual Pub?

– Aquele em que você matou um cara.

– Ótimo. Valeu, Chaz.


 

Não podia acreditar que estava de volta naquele maldito Pub. Só esperava finalmente encontrar Allie, por que eu sinceramente não sabia mais onde procurá-la. Adentro o Pub. Parecia estar cheio como eu nunca tinha visto. Procuro por ela em toda aquela multidão, era quase impossível de enxergar no meio de toda aquela fumaça, e aquela gritaria e música alta estavam me deixando completamente surdo.  

Continuo a procurar. Se eu tivesse que procurar em cada quarto, eu procuraria.

– Justin? – reconheço a voz de Taylor e me viro.

– Por favor, me diga que ela está aqui.

– Sim, ela está. Mas escuta, você precisa dar mais atenção pra sua garota, Justin. Ela precisa de você.

– O que quer dizer com isso?

– Quero dizer que você precisa cuidar melhor da Allie. Ela não está nada bem. Inclusive agora. Mas, vê se não briga com ela, tá bom? É a última coisa que ela precisa.

– Tá, tá. Onde ela está?

– Vem comigo.

Taylor pega minha mão e me puxa pelo meio das pessoas, me levando em direção aos quartos. Minha audição agradece quando passamos para o vão dos quartos, pois o som fica abafado. Taylor abre uma das portas e encontro Allie jogada na cama. Me aproximo rapidamente da cama, olhando-a.

– Taylor, eu… – Allie diz com a voz totalmente embargada, mas para assim que me vê. – Justin, o que está fazendo aqui? – pergunta lentamente.

– Eu vim te buscar, eu estava tão preocupado!

Abraço-a com força e dou um selinho em seus lábios, percebendo o forte cheiro de álcool.

– Vamos pra casa? – pergunto calmo.

Só queria tirá-la dali. Estava extremamente aliviado por ter a encontrado.

– Tá, mas vou logo avisando que eu to bêbada.

Solto uma risada alta, encarando aquela garota tão linda. A minha garota.

– Quer que eu te leve nos braços?

Ela assente e estica os braços em minha direção. Pego-a nos braços e a aperto contra mim, Taylor já não estava lá e eu não iria procurá-la. Só queria levar Allie para casa. Ela enlaça os braços em meu pescoço e pousa a cabeça sobre meu ombro.

– Amo seu cheiro. – ela diz, fungando em meu pescoço.

– Eu te amo, Allie.

– Não parece.

Isso doeu pra caralho. Preferi me calar e apenas tirá-la dali.

O caminho até a saída foi mais rápido do que o de chegada até a boate.

– Justin, me põe no chão. – Allie diz rapidamente.

– O que foi? – pergunto, a encarando.

– Me coloca no chão agora! – ela diz alto.

Faço o que ela pediu e imediatamente ela começa a vomitar, perto da viatura. Me aproximo dela e seguro seus cabelos, enquanto ela continua a colocar tudo pra fora. Ela parece terminar e se dirige ao carro sem dizer mais nada. Entro também e dou partida sem dizer mais nada.

– Se precisar que eu pare, avisa, tá bem?

Ela assente, com a cabeça encostada na janela, sem sequer olhar para mim.

Cerca de meia hora depois, paro em frente ao prédio. Olho para Allie e percebo que ela estava dormindo.

– Allie, hey.

– Hm? – ela abre os olhos, me olhando.

– Chegamos, vem?

Ela assente e sai lentamente do carro.

Seguro firme em sua cintura enquanto subimos as escadas e entramos no apartamento. Ela cambaleava, murmurando coisas impossíveis de entender. Assim que entramos ela se direciona imediatamente até a cama e se joga ali, sem nem mesmo tirar os sapatos.

Checo a hora no celular, sabendo que ainda teria que levar a viatura para o departamento. Mas antes disso, eu precisava cuidar de Allie. Sabia que tinha estado distante, e mesmo a culpa não sendo necessariamente minha, isso a afetava. Eu não queria causá-la mais sofrimento. Quando a tirei do pai dela, a intenção era cuidar dela, e eu sabia que não estava fazendo isso direito.

Me sento na cama, onde Allie já estava toda esparramada, e começo a tirar seus tênis. Encaro-a. Tinha os olhos fechados e uma expressão tão pacífica que me fez sorrir. Se Allie apenas imaginasse o quanto eu a amo…

– Allie. – chamo baixo. – Allie.

– Deixa eu dormir, Justin. – murmura sonolenta.

– Você precisa de um banho. Deixa eu cuidar de você?

– Não quero.

– Amanhã você vai acordar com uma dor insuportável. Allie, vem. – dessa vez eu puxo seu corpo para cima, fazendo-a sentar.

– Justin!

– É sério, só me deixe cuidar de você. Vai dormir bem melhor depois de um banho.

Ela bufa, mas se levanta da cama e se dirige até o banheiro. Com a ajuda dela, ainda cambaleante, consegui tirar toda a sua roupa. Apenas faltava a calcinha.

Allie se abaixa rapidamente e abre o vaso, voltando a vomitar. Agarro seus cabelos mais uma vez e espero ela colocar tudo pra fora. Se eu bem a conhecia, ela não tinha bebido só duas doses. Ela sempre teve o hábito de beber demais.

Finalmente, ela se levanta, vai até a pia e começa a escovar os dentes. Lágrimas começam a correr desesperadamente pelo seu rosto, e nesse momento eu sinto meu peito doer. Abraço-a por trás e fico ali, beijando seus cabelos, enquanto ela termina.

– Me desculpa, Justin.

– Pelo que, Allie?

Ela se vira para mim e eu a abraço novamente, enquanto ela chora em meu ombro.

– Vem, deixa eu te dar banho.

Ela assente e segue até o chuveiro. Ela continua chorando, sem dizer mais nada. Ela me olha triste e balança a cabeça, enquanto eu a dou banho.

– Eu prometo que vou ajeitar a minha vida, Justin. – ela diz, soluçando.

– Eu não estou te cobrando nada, Allie. – suspiro, encarando-a. – Vem aqui.

Puxo-a para meus braços, molhando todo o meu uniforme. Não importava. Eu queria ela bem ali. E assim, acaba o banho. Ela chorando em meus braços e eu querendo tirar aquela dor dela.

Depois de vestida, ela se senta na cama e me encara.

– Sinto muito.

Me sento na cama, perto dela e balanço a cabeça.

Eu sinto muito, Allie. Sei que tenho trabalhado demais e não tenho tido tempo pra nós. Me desculpa. Eu disse que ia cuidar de você e em vez disso, te deixei sozinha.

– Eu só… – ela suspira.

– Você o que?

– Antes, quando eu vinha pra cá, nós ficávamos juntos a maior parte do tempo. E agora, estar aqui é sinônimo de estar sozinha. Eu só… Estou sentindo muita falta do Wren, de ter alguém para conversar.

– Amanhã, eu vou te buscar no colégio e nós vamos olhar umas casas, tá bem? – digo, encarando-a.

– Apartamentos, você quer dizer?

– Você prefere apartamento?

– Acho que sim. Apartamentos são menores e mais aconchegantes.

– Tudo bem.

Ela sorri fraco, me olhando. Pouso a mão sobre a sua e retribuo o sorriso.

– Escuta, Allie. Por favor, quando estiver mal, me fale. Não me deixa preocupado como deixou hoje.

– Me desculpa.

– Eu só quero que haja comunicação nesse relacionamento. Sua amiga precisou me dizer que você estava sofrendo.

– Eu sei, eu só não queria te dar mais preocupação. Você já é tão preocupado com as coisas do trabalho.

– Entendo que sua intenção foi boa, mas eu realmente preciso que você me fale quando algo estiver errado.

Ela suspira.

– Eu não escolhi isso, Justin. Sei que parece que estou sempre insatisfeita e que nada está bom o suficiente, mas, eu só me sinto perdida. Tudo ainda é muito recente. Estou me sentindo muito sozinha aqui. Quando eu voltar a conviver com o Wren as coisas devem melhorar.

– É o instinto natural do ser humano ser insatisfeito, Allie. Não é culpa sua. E, eu entendo.

Respiro fundo e checo a hora mais uma vez.

– Eu preciso deixar a viatura no departamento.

– Posso ir com você?

– Nem brinca com isso. Dorme, tá? Eu volto logo.

– Uhum. – ela diz, se deitando.

Ela se cobre completamente e respira fundo.

– Ei, Allie.

– Hum?

– Amo você.

– Eu também.


 

– Pensei que não fosse mais trazer o carro hoje, Bieber.

– Eu não queria, mas também não quero me aproveitar só por estarmos sem superior.

Entrego as chaves, a pistola e mais algumas coisas a Chaz.

– Que cara abatida é essa, mano?

– Nem sei por onde começar a falar.

– Diz aí. Problemas com a guarda da loirinha?

– Ela está sofrendo pra caralho, mano. Para piorar o irmão dela está na casa da namorada por que não cabe no meu apartamento. E eu não tenho tempo pra ir checar um novo apartamento. Eu prometi que a faria feliz e a falta de um chefe nesse departamento tá fodendo com tudo! – passo as mãos pelos cabelos, irritado e respiro fundo ao terminar de falar.

– Eu não sou a melhor pessoa para aconselhar em relação a garotas, mas pelo que eu entendi o principal problema é o apartamento. – ele pausa, colocando os braços sobre o balcão. – Bieber, você é o cara mais responsável desse departamento. Todos sabem disso. Você não tirou um dia sequer de folga desde que tiramos o Garrett. E permita-me dizer, você foi o único. Esse departamento já está de cabeça pra baixo, não vai piorar tanto assim se você tirar um dia de folga. Ok?

Assinto fraco e coço os olhos.

A porta de vidro é aberta e Ryan adentra o departamento.

– Bieber, o que faz aqui uma hora dessas? Não devia estar em casa? – ele se aproxima, dando um tapinha nas minhas costas.

– Eu estou indo agora.

– Aliás, eu também. Me dá uma carona, Bieber. – Chaz se manifesta.

– Vamos lá, mais uma longa noite de filmes pornô. – Ryan diz, indo para o balcão.

– Que detalhes mais desnecessários, Ryan. – diz Chaz. – Mas já que comentou, eu vou foder quando chegar em casa. Morra de inveja.

– Puta que pariu, vocês são dois moleques. – digo, rindo das besteiras. – Vamos embora logo, Chaz. Tchau, Ryan.

– Valeu, lindões.

Em cerca de quarenta minutos, cheguei ao prédio de Chaz.

– Valeu, cara. – ele diz, descendo da moto. – Ah, tire o dia de folga, pelo amor de Deus. Não aguento mais ver tua cara, bro.

Solto uma risada alta.

– Tá. Valeu, Chaz.

Então, eu finalmente teria um dia para ficar com a minha garota. E eu faria dele um dia maravilhoso.


Notas Finais


Gostaram? Comentem! xoxo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...