História Animals (Malec) - Capítulo 6


Escrita por: e AlineVilaca

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Malec
Visualizações 405
Palavras 1.136
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores,

Este capítulo contém cenas de tortura, ok?

Beijos, Manuca Ximenes.

Capítulo 6 - B.y.o.b


Fanfic / Fanfiction Animals (Malec) - Capítulo 6 - B.y.o.b

 

Desde o golpe contra Asmodeus que Magnus não se via reunido com seus aliados mais próximos para tratar de assuntos tão sérios, mas naquele momento estavam todos ali.

Magnus, Alec, Catarina e Lilith, que havia levado o namorado a tiracolo, que estava no andar de cima jogando vídeo game com Max, as idades não eram tão compatíveis Jonathan era 4 anos mais velho mas era ainda mais imaturo.

Naquele momento os quatro aguardavam o retorno de Ragnor, que seguindo instruções de Magnus que o mandou revirar cada canto até achara Ralf Scott, a espera era regada a chá de maçã com biscoitos de canela feitos por Alec e muita tensão.

- Filho... – Lilith iniciou. – Ralf é um idealista um bom homem, você tem certeza do que irá fazer. Alexander você concordou com isso? Você é sempre tão doce.

- Eu sou doce, mas sou prático, Lilith, na verdade o plano foi meu, não tinha outra forma de chamar a atenção de Woosley.

- Na verdade até tinha... – Disse Magnus com um sorriso zombeteiro fazendo Alec estreitar os olhos em sua direção. – Mas meu lindo maridinho não achou muito conveniente que Wosley tivesse meu corpo nu em sua cama então torturar Ralf foi a única saída que encontramos.

- Prioridades não é? – Disse Catarina rindo.

- Vocês não fazem ideia de como o Alexander é ciumento, e as coisas que passam nessa cabecinha diabólica quando ele perde a linha, dentre outros detalhes que ninguém precisa saber, mas que eu digo a vocês são uma delícia.

Antes que Alec ou outra pessoa pudesse responder Ragnor entrou, o olhar duro fixo em Magnus.

- Eu o encontrei! Está no subsolo da Bane’s.

- Ótimo! – Disse Magnus- O local tem isolamento acústico ninguém ouvirá os gritos. E Woosley?

- Fugiu e se escondeu em um esgoto qualquer como o rato que é.

- Não tem problema, nós vamos encontrá-lo. Mas agora tenho coisas a tratar.

- Cuidado, Magnus! – Disseram Lilith e Alec juntos.

- Eu sempre tomo. E se Ralf cooperar será rápido e eu não vou machuca-lo.

- Ele não vai, Magnus, você sabe que ele não vai. – Catarina suspirou. – Ele fará de tudo para proteger a barata asquerosa do irmão.

- Eu sei. Que trabalho péssimo ele fez com aquele babaca. Ainda bem que Maxwell saiu ao Alexander e a convivência comigo só o melhorou, porque se fosse idiota como Woosley eu mandaria um prêmio para quem tivesse ameaçando ele, mas já que ele foi bem criado, vou lá começar um tortura para animar o dia. – Começou Magnus. – Ah, amor lembra àquele pivete que ele vai ter que comprar o BOX DELUXE de colecionador de todas as temporadas de Game Of Thrones para mim depois disso é o mínimo que eu mereço.-  Disse beijando profundamente os lábios de Alec e se despedindo e todos.

- Fiquem para o jantar, tenho certeza que Alexander vai amar enlouquecer vocês com a comida dele, como sempre, ele não perde uma oportunidade de cozinhar para um batalhão, que dirá para as pessoas próximas.

...

No subsolo da Bane’s um homem jazia algemado braços, pernas e pescoço em uma maca, uma luz forte acima de si e vários objetos cortantes dentre outras coisas horrendas o cercavam, sabia por que estava ali, sabia por culpa de quem estava ali.

- Ralf Scott! – Disse Magnus adentrando o ambiente. – Eu diria que é um prazer vê-lo, mas seria mentira. Você sabe por que está aqui?

O homem não respondeu.

- Bom, você deve saber, você é o inteligente da família, mas vou te contar mesmo assim. Você está aqui porque eu preciso achar o Woosley e ele fugiu como o rato que é, mas ele fez merda, bom mais uma, só que dessa vez respingou longe de mais. Ele deixou meu consorte furioso de ciúmes, e está ajudando alguém a ameaçar meu cunhadinho, o moleque é abusado, mas é amado, que é algo que você pode entender, e isso deixou meu consorte mais furioso ainda e eu não gosto de vê-lo furioso, vê-lo furioso me deixa furioso também, então antes que eu comece o que eu vim fazer, eu vou te dar uma chance de sair dessa sem se machucar, eu não estou muito a fim de fazer isso, eu tenho até um certo respeito por você, mas estou me fodendo para você, então farei o que precisar e depois irei jantar a comida maravilhosa que meu marido está preparando nesse momento sem nem pestanejar. Então pela única vez, onde diabos ele está?

Ralf o olhou com desprezo, estava com medo, claro, mas não iria demonstrar.

- Você me conhece Bane, sabe que eu não vou dizer.

Magnus suspirou.

- Sabe, Scott, te ver aqui, assim, por esse motivo me faz pensar em como funcionam as guerras. Por que os presidentes não vão para as guerras? Por que eles sempre enviam os pobres? Por que Wosley não veio para a guerra? Por que ele deixou que eu te pegasse? Você vai pagar pelas porras dos erros dele, pode estar todo mundo indo pra uma festa agora ou dançando no deserto e você está aqui, por um erro que você não cometeu. Então... ONDE DIABOS ELE ESTÁ? – Magnus agora gritava, porém o outro se manteve em silêncio?

- Ok... Você está tentando ser um Fort Knox, mas eu vou invadi-lo.

Magnus foi até um canto da sala pegando um balde de água, tão gelada que pedrinhas de gelo flutuavam na superfície jogando todo o conteúdo em cima do corpo de Ralf fazendo-o arfar.

- Onde diabos ele está?

O homem continuava em silêncio, então Magnus ligou alguns botões pegando em um objeto que parecia cabos de energia para carregar baterias de carro, aproximando- se de Ralf que conseguiu ouvir o barulho do zunido da energia elétrica fluindo pelo objeto.

- Onde diabos ele está?

Ralf continuava sem dizer nada.

- O seu irmão é mais escroto do que eu pensei, ele depende da sua proteção, mas mesmo assim te alimenta com mentiras de toalha de mesa, te deixando aqui no lugar dele. Onde diabos ele está?

- Faça Magnus, você está perdendo seu tempo aqui, o jantar deve estar esfriando.

Então Magnus o fez, levou os cabos até o corpo encharcado do outro fazendo-o gritar e se debater, cheiro dos pelos queimados preencheram o ambiente e Magnus jogou mais um balde de água gelada no rosto dele para evitar que ele desmaiasse.

- Onde diabos ele está?

Silêncio. A voltagem era aumentada e o grito mais alto.

- Onde diabos ele está?

Silêncio e uma carga alta de mais fez com que ele desmaiasse definitivamente, e dessa vez não acordaria rápido.

Magnus se limpou e saiu pela porta, dando apenas uma ordem aos dois homens de sua confiança que ali permaneceriam.

- Mantenham-no vivo. Eu volto amanhã.

 

 

 

 


Notas Finais




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