História Aniversario do Bruxinho - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O
Tags Chansoo, Kyungsooday, Kyungyeol, Sooyeol, Wegotthatpowerkyungsoo
Visualizações 113
Palavras 2.600
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Magia, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


hoje é o aniversario do amor da minha vida e eu não ia deixar passar em branco
tô participando do festival também
eh isto, espero que gostem

Capítulo 1 - Capitulo Único


Kyungsoo virou uma pagina do livro, bebericando um pouco do seu café. Quando batidas na porta tiraram sua concentração.

Tirou os olhos do livro, ficando parado por um momento apenas para confirmar se era mesmo no seu apartamento.

Duas batidas dessa vez mais forte confirmaram suas suspeitas.

Bufou, praguejando alto quem ousara interromper sua leitura.

Se fosse outro vendedor iria o amaldiçoar pra sempre, seria o quarto batendo na sua porta só naquela semana, pra vender bugigangas que Kyungsoo provavelmente nunca usaria.

Ajeitou os óculos no rosto, antes de finalmente abrir a porta.

E antes que pudesse falar algo um corpo grande praticamente pulou em cima do seu, apertando os braços em volta do seu pescoço, soltando um:

– Kyungsoo-ah.

– Chanyeol – sussurrou, rodeando a cintura do namorado com os braços, o apertando na mesma intensidade. – Por que não avisou que vinha?

– Oras, porque se eu avisasse não seria surpresa, Soo – se afastou de Kyungsoo, jogando a mochila no sofá e tirando os tênis de qualquer jeito, jogando no chão.

Como se fosse sua própria casa.

Kyungsoo não reclamou, mas fez uma careta, depois de bastante tempo convivendo com Chanyeol já tinha se acostumado, mesmo que pouco, com o jeito dele.

Apenas fechou a porta, voltando para o sofá.

– E qual o motivo da surpresa?

– Seu aniversario tá chegando né Soo – falou manhosamente se aconchegando no moreno assim que ele sentou.

– Chanyeol, já conversamos sobre isso, não quero presente.

– É você foi bem claro, Kyungsoo – rodou de leve os olhos – Mesmo assim é seu aniversario, e eu quero fazer algo para comemorar.

– Yeol, eu não gosto de comemorar meu aniversario.

– Kyung – pulou no sofá com um bico nos lábios – Deixa de ser tão chato vai, todo mundo comemora aniversario.

– Eu não sou todo mundo.

– Rude. – ficou com um semblante todo tristinho, deixando-se cair no sofá, abraçando as próprias pernas.

Kyungsoo sabia que Chanyeol só estava jogando consigo. Suspirou.

– Yeol, desculpa bebê – botou uma mão no joelho do mais velho – É só que, eu acho uma perda de tempo toda essa questão de comemorar aniversario, mas – respirou fundo. O que não fazia por aquele garoto, não é? – Se você quiser a gente pode comemorar esse.

Chanyeol virou o rosto para o moreno, com os olhinhos brilhando.

– Serio?

Kyungsoo assentiu, recebendo o corpo alto pulando novamente em seus braços. Retribuiu o abraço apertadinho de Chanyeol, trazendo o garoto para o seu colo.

– Então, o que você tem em mente bebê?

– Eu tava pensando numa festinha, pequena sabe.

– Festinha?

– É, eu, você e alguns amigos.

– Amigos? Seus amigos?

– Claro né. Eles ainda nem te conhecem, e vai ser uma grande oportunidade, sem contar que eles vão parar de encher o meu saco.

– Como assim? – franziu o cenho.

– Eles vivem me perturbando dizendo que querem te conhecer.

– Por quê?

– Você é meu namorado né Soo, é normal.

Kyungsoo apenas fez um som de garganta, concordando.

– Tudo bem.

– Tudo bem o que?

– Eu topo essa festinha aí.

Chanyeol riu, afundando o rosto no pescoço de Kyungsoo.

– Obrigado Kyung.

Kyungsoo sorriu contido, adorava aquele moleque de montão, e era impossível dizer não para Chanyeol, ainda mais quando ele vinha cheio de manha para o seu lado.

O que era um tanto esquisito.

Quer dizer, conheceu Chanyeol há uns dois anos atrás, na biblioteca municipal enquanto procurava mais um dos seus livros de magia.

Ficou surpreso quando uma mão encostou-se à sua, e sendo alguém que evitava toques desnecessários, quase jogou o guri do outro lado da biblioteca, mas Chanyeol sorriu para si, e Kyungsoo meio que foi desarmado naquele momento por aquele sorriso de dentes branquinhos.

Ficou mais surpreso ainda ao ver que o garoto à sua frente era um humano.

Vivendo num mundo alternativo, onde humanos e criaturas magicas e sobrenaturais viviam juntos, era incomum ver outros seres socializando com seres de outras espécies.

Então Kyungsoo sendo um bruxo de uma linhagem de alto escalão, ficar de frente para um mero humano, que eram considerados a espécie mais fraca da terra, era estranho. Nunca tinha ficado tão perto de um humano antes, apenas de fadas ou elfos que viviam perto do seu setor, onde seu apartamento ficava.

Mas o sorriso daquele humano era o mais lindo que já tinha presenciado. Com certeza.

– Desculpa – Chanyeol falou, tirando sua mão da de cima de Kyungsoo rapidamente, abaixando a cabeça envergonhado.

– Está tudo bem. – falou. Mesmo que seus pais sempre o tivessem alertado que falar com humanos era perigoso, já que eles podiam ser hostis demais. Mas Kyungsoo foi educado muito bem, e como seus pais não estavam mais ali – Você quer?

Ofereceu o livro para o garoto, que negou.

– Não, pode ficar, você provavelmente precisa mais do que eu, já que é um bruxo.

– Como sabe?

– Bom, está na seção de magia, e tem a marca no pescoço.

Toda criatura que vivia na terra tinha uma marca no pescoço, diferenciando sua espécie. Kyungsoo era um bruxo, então tinha uma marca preta no pescoço, quase como um pentagrama.

– E você, o que faz aqui na seção de magia, humano?

– Vim ver alguns livros.

– Por quê?

– Tenho interesse em magia.

Kyungsoo riu soprado, pegando o livro rapidamente, dando as costas a Chanyeol.

Depois desse encontro era como se Chanyeol tivesse marcado os dias que Kyungsoo ia até a biblioteca. Sempre que o moreno chegava, lá estava o humano de cabelos cacheados sentado numa mesa, lendo um novo livro de magia, e mesmo que Kyungsoo não o olhasse diretamente, podia sentir os olhos de Chanyeol queimando sua nuca.

Era sempre assim, Kyungsoo chegava, sentia os olhos de Chanyeol presos ao seu corpo, e resolvia ignorar. Até que o garoto resolveu tomar coragem.

Chegou perto de Kyungsoo num desses dias, o Do continuou escolhendo seu livro.

– Oi?

Kyungsoo olhou Chanyeol – Oi. Conseguiu fazer magia?

– Não.

– Não estou surpreso, não és um bruxo.

– Mas você é, e podia me ajudar.

– Humano...

– Meu nome é Chanyeol.

– Ok – suspirou – Chanyeol, humanos não podem praticar magia, apenas bruxos, assim como também não podem voar, essa tarefa fica para as fadas.

Chanyeol abaixou a cabeça, com um bico nos lábios.

– Tudo bem – murmurou tristinho, e estranhamente aquilo deixou Kyungsoo com uma sensação estranha.

O cacheado deu as costas para Kyungsoo, todo cabisbaixo, voltando para sua mesa.

– Espera aí – Kyungsoo falou, fazendo Chanyeol parar no meio do caminho. – Eu, ajudo você.

Sabia que seria uma perda de tempo, mas ajudaria o garoto mesmo assim.

– Mesmo? – os olhos de Chanyeol brilhavam em expectativa.

– Sim.

Tornaram-se amigos, se encontrando sempre na biblioteca nos dias em que Kyungsoo ia até lá, o moreno escolhia seu livro, e no tempo restante ajudava Chanyeol, lendo algumas palavras em outra língua que o garoto não entendia, e o ajudando a pronuncia-las.

Porém, no fim foi tudo em vão. Chanyeol realmente não conseguiu, não era um bruxo. Mas engana-se quem acha que Chanyeol ficou triste, quer dizer, ficou, mas bem pouquinho. Ter a amizade de Kyungsoo valeu a pena o fracasso em se tornar um bruxo.

A amizade pendurou, e Chanyeol mesmo sendo tímido, conseguiu se declarar para Kyungsoo.

Disse que gostava muitão do bruxinho, e mesmo suando à beça e gaguejando um pouquinho, conseguiu ganhar o coração de Kyungsoo.

No começo foi complicado, Kyungsoo nunca tinha estado num relacionamento amoroso, ainda mais com um humano. Mas Chanyeol o ensinou direitinho como ser um bom namorado, até o mais novo pegar o jeito.

E hoje em dia estavam aí, num relacionamento que mesmo com umas briguinhas bestas, era bonito de se ver. Com Kyungsoo finalmente indo conhecer os amigos do namorado, e indo comemorar seu aniversario pela primeira vez, desde a morte dos seus pais.

 

Kyungsoo tocou a campainha do apartamento de Chanyeol, limpando as mãos suadas na calça jeans. Não era alguém que ficava nervoso, ainda mais por coisa bobinha, mas não negava que se preocupava com a reação dos amigos do namorado.

A porta foi aberta por Chanyeol, que como sempre sorriu grande para o moreno, o puxando para dentro do apartamento.

– Que bom que chegou Kyung, os meninos querem te conhecer, vem – capturou a mão de Kyungsoo, mas o mesmo nem se mexeu. – Que foi?

– Chanyeol, pelo menos me diz como eles são? Quietos? Falam muito?

Chanyeol riu do namorado. Kyungsoo estava nervoso, meu Deus, isso sim era novidade.

– Kyung-ah, não precisa ficar nervoso, eles são normais, ou pelos menos tentam – riu – tô brincando, só, sei lá, não se preocupa tá, – beijou a testa de Kyungsoo, o abraçando de lado o reconfortando.

Seguiu o namorado para a sala, dando de cara com um bando de garotos que conversavam, jogando videogame.

– Ei! – Chanyeol chamou a atenção de todos, que pararam o olhar em Kyungsoo – O aniversariante chegou.

Os olhares e o jeito alto de Chanyeol falar, deixou Kyungsoo envergonhado.

– Esse é o Kyungsoo.

– É um prazer – um ruivo sorridente se levantou, aproximando-se do casal – Sou Baekhyun.

– Oi – cumprimentou Baekhyun, que lhe deu outro sorrisinho.

– Soo –Chanyeol chamou sua atenção – Bom, como você viu esse é o Baek, aquele é o Nini – apontou para um moreno muito bonito, com a cabeça encostada no ombro de outro garoto.

– Nini?

– Jongin. Nini é o apelido dele.

– Mas só eu posso chamar ele assim, já te disse isso Chanyeol. – um garoto falou, torcendo os lábios.

Chanyeol resmungou – Aquele é o Sehun, namorado do Nini. – provocou Sehun, falando o apelido de Jongin.

O guri de cabelos pretos encaracolados cerrou os olhos, torcendo mais uma vez os lábios, mas acenando com a cabeça para Kyungsoo.

– E aqueles são Jongdae e Minseok.

– É um prazer – os dois falaram juntos.

– Finalmente conhecemos você Kyungsoo, o Chanyeol fala muito de você. – Baekhyun falou, deixando o amigo meio sem graça.

– Fala?

– Toda hora, fica se gabando por namorar um bruxo.

Kyungsoo olhou para Chanyeol desconfiado, ganhando um sorrisinho pequeno.

– Fica é?

Todos concordaram.

– Vocês dois são uma gracinha juntos – Minseok comentou.

– Uhum, olha a diferença de altura, o Kyungsoo parece um bebê. – Sehun falou, fazendo Kyungsoo cerrar os olhos.

Kyungsoo fechou a cara, movendo discretamente seus dedos, fazendo o copo que Sehun segurava virar e molhar sua calça.

O garoto se assustou, afastando o copo rapidamente de perto.

– Quê isso?

Kyungsoo sorriu discretamente.

– Sehun, eu alertei você. – Chanyeol gargalhou, enquanto Sehun passava o pano do sofá tentando secar seu jeans.

– Ei, o meu sofá.

– Não me importa o seu sofá. – Sehun respondeu irritado.

– Aê bruxinho, vai com calma – Baekhyun interviu.

– Estou calmíssimo – Kyungsoo respondeu simplista.

– É, o Sehun mereceu. Ele sabe que o único bebê aqui é ele, até porque todo mundo aqui é mais velho. – Minseok falou, tomando um gole do seu suco.

– Hyungs malvados – Sehun murmurou com um bico nos lábios.

– Ah, tadinho do meu bebê – Jongin passou o braço pelo pescoço de Sehun, o trazendo para perto.

– Hyung para.

Todos riram, até mesmo Kyungsoo.

– Deixando essa melação de lado, vamos assoprar as velinhas?

– Você comprou um bolo?

– É claro Soo, não se comemora um aniversario sem bolo, dã. Eu já volto – foi para a cozinha, deixando o namorado sozinho com os amigos.

– Então, você é mesmo um bruxo? – Baekhyun perguntou, tentando puxar assunto.

– Quer que eu molhe sua calça também como prova?

– Não, não – respondeu pondo as mãos na frente do corpo – Eu só perguntei mesmo.

– E respondendo sua pergunta, sim, eu sou um bruxo.

– Legal, não se encontra muitos hoje em dia.

Bruxos entre os seres que habitavam a terra eram considerados os mais poderosos. Tinham a magia ao seu favor, e conseguiam fazer coisas que nenhum outro ser conseguia. E isso era considerado por alguns como uma ameaça.

Por isso a taxa de morte de bruxos aumentava a cada ano. Humanos os matava, como uma forma de se proteger dos seres que eles denominavam como demoníacos.

Os pais de Kyungsoo tiveram o mesmo destino.  E justo no dia do seu aniversario.

Seus pais foram de carro buscar o bolo encomendado, deixando o pequeno Do na companhia da vizinha, mas não voltaram.

O carro foi cortado por um caminhão, caindo ribanceira abaixo, e os dois acabaram morrendo com a explosão, deixando Kyungsoo órfão. Foi criado pelos tios, e quando atingiu a maioridade comprou seu próprio apartamento, indo morar sozinho.

– É, não encontra. E desde quando vocês conhecem o Chanyeol? – mudou de assunto.

– Ah, faz um tempão, desde da época do colégio.

– A gente estudou juntos, menos com o Min, o Junmyeon e o Yixing.

– Junmyeon e Yixing?

– Nossos amigos.

– Uhum, eles não puderam vir hoje, estão viajando juntos.

– E como o Chanyeol era no colégio? – perguntou curioso.

– Ele nunca te contou?

– Não. Diz ter vergonha.

Os amigos riram.

– Com razão.

– Por quê?

– O Chanyeol era do tipo, hm, mulherengo.

– O quê? – Kyungsoo torceu os lábios tentando não rir.

– Pois é, ele vivia com uma garota diferente todo dia.

– Mas isso foi antes dele descobrir que ele era gay. – Baekhyun explicou.

– E como ele descobriu isso?

– Beijou um garoto do segundo ano, quando tava bêbado. Despois daí ele deixou de lado as garotas, e passou a se interessar por garotos, e bom, hoje ele tá com você.

– Vocês são péssimos amigos – Chanyeol interrompeu a conversa, entrando na sala com um bolo mediano em mãos, coberto de glace e morangos em cima.

– Que foi?  A gente só respondeu o que o Kyungsoo queria saber. – Jongdae retrucou.

– Hummm, mas esse bolo parece bom – Jongin comentou, quase babando em cima do bolo.

– Parece mesmo – Sehun concordou.

– Ah droga, esqueci o isqueiro.

Ia deixar o bolo em cima da mesa, mas nem foi preciso. Com um estalar as velinhas de 26 anos se acenderam sozinhas.

Chanyeol sorriu para Kyungsoo.

– Obrigado. Bom é isso, tá na hora do parabéns.

Todos levantaram, começando uma salva de palmas e a tão conhecida musiquinha de aniversario.

Kyungsoo sorriu meio tímido, admirava muito o gesto do namorado e dos amigos dele.

Depois de tanto tempo sem comemorar seu aniversario, nunca pensou que fosse se divertir tanto num outro. Mas estar com Chanyeol e com aqueles outros garotos, estava saindo melhor do que a encomenda.

– Parabéns Kyungsoo! – todos gritaram animados, batendo palmas.

– Obrigado. – agradeceu envergonhado, dando uma reverencia.

– De nada Soo – Chanyeol abraçou o moreno pelo pescoço, tirando um sorriso grande do aniversariante.

– E aí, vamos comer esse bolo ou não? – Sehun perguntou, enquanto Jongin não tirava os olhos do bolo.

– Vamos.

Jongin maroto que só ele, tratou de pegar um morango botando na boca rapidamente, como se ninguém fosse ver.

– Nini! – Chanyeol advertiu.

O moreno apenas riu como uma criança sapeca, levantando as mãos em sinal de rendição indo se esconder nos braços de Sehun. Que o abraçou apertado, protegendo-o.

No fim todos se serviram do bolo, que estava extremamente delicioso, diga-se de passagem. Claro que zoaram o fato de estar gostoso apenas porque não fora Chanyeol que o fizera.

Encheram o bucho e aproveitaram o resto da tarde jogando videogame, Sehun até mesmo ensinando Kyungsoo a usar o controle. Sendo derrotado pelo bruxo logo em seguida.

Os berros e as risadas altas fazendo até o sindico ligar pedindo silencio.

Os garotos logo tiveram que ir, deixando o casal a sós.

– Kyungsoo deixa essa louça aí, amanhã eu lavo.

– Vai mesmo, porque eu é que não vou lavar.

Chanyeol torceu os lábios – Deita aqui vai, tô com frio.

– Bebezão.

Foi até o quarto, e voltou com um lençol, cobrindo ambos os corpos, deixando-os quentinhos.

– Yeol?

– O que?

– Obrigado por hoje, serio, foi incrível.

Chanyeol sorriu pequeno.

– De nada Soo, você merece. – deixou um beijinho no queixo do namorado, deitando a cabeça no peito dele. – Eu te amo.

– Eu também te amo Yeol.

Sorriu quando percebeu a respiração de Chanyeol se acalmar, logo percebendo que ele estava dormindo.

– Muito, muito mesmo.


Notas Finais


kyungsoo te amo anjo


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