História Anjo de olhos verdes - yaoi - Capítulo 37


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eis a fatídica foto do Rafa de terno... quem resistiria?


Vamos ver como foi a reação do Rafa ao saber do Murilo e como eles vão se relacionar a partir de agora! 😉😏

Capítulo 37 - Boxer


Fanfic / Fanfiction Anjo de olhos verdes - yaoi - Capítulo 37 - Boxer

No fim das contas, tive que contar quase tudo sobre o meu namoro com o Rafael... só as partes mais indiscretas que eu não falei, mas também ele não queria saber disso. 

 

Fomos dormir bem tarde, quer dizer, eu desmaiei na cama e ele ainda ficou mexendo no celular. O quarto da minha irmã tava disponível, mas ele sempre dormia num colchão no meu quarto e não tinha por que ser diferente hoje. 

 

Acordei depois das 11hs..

 

“Bom dia, amor!” Foi a primeira mensagem que vi na tela do meu celular. 8:40hs da manhã. Não acredito que eu só acordei agora e vi a mensagem dele! Respondi imediatamente. 

 

“Bom dia, meu anjo! Onde  você está?” Perguntei. Eu não queria passar o dia longe dele! Já estava morrendo de saudades.

 

“Estou em Curitiba, mas a tarde eu volto pra casa! Meus pais vão ficar por aqui e eu vou sozinho” respondeu. Uma monte de ideias pervertidas já passaram pela minha cabeça... hummm... mas tinha o Murilo, e eu não teria coragem de contar tudo por telefone, precisava ser pessoalmente.

 

“Vem aqui pra minha casa, por favor” pedi. Meus pais sairiam a tarde e eu poderia falar tudo pra ele, mesmo com o Murilo junto, pra ele saber que poderia confiar nele.

 

“Ok! Depois do almoço, eu vou!” Pronto. Ainda estava com um frio na barriga de pensar em qual seria sua reação, mas o que poderia dar errado? Só porque o Rafa tinha ciúmes do Murilo, isso não significava que ele ficaria bravo comigo? Ou... ah, não vou sofrer por antecedência. 

 

Pulei por cima do Murilo, para poder sair da minha cama. Ele estava todo esticado no colchão, com metade das pernas caídas pra fora, no chão. Era engraçado. Quando éramos crianças, cabíamos nós dois na mesma cama e agora, ele não cabia nem num colchão sozinho... e eu e o Rafael também não... hum... essa cama de solteiro não dava mais pra mim... 

 

Almocei com meus pais. Adoro vaca atolada, mas sei que minha mãe fez para agradar o Murilo! Desde criança, ele pedia pra minha mãe fazer quando vinha aqui. De sobremesa, tudo o que eu mais gosto... pudim de leite... arghhhhh... fiquei no sorvete! Mas o palhaço é tão folgado, que passou do meio dia e estava dormindo ainda. Minha mãe não quis acorda-lo.

 

- Deixa ele dormir, filho! É sábado! – falou, carinhosa, como sempre. Acho que minha mãe gostava mais do Murilo, que de mim... não, pera, também não é pra tanto! 

 

Mas esses dias estavam movimentados, tanto pra minha mãe, que foi na Igreja, resolver umas coisas da pastoral da criança, quanto pro meu pai, que foi em mais uma reunião. Como era proibido falar de política aqui em casa, eu não quis perguntar do que se tratava. Enquanto eles saíram, eu fui lavar a louça do almoço.

 

“To chegando” vi a mensagem na tela do celular, logo que terminei. Corri para a porta e abri o portão assim que ele chegou. 

 

Ah, ele conseguia ficar ainda mais lindo com uma calça jeans rasgada e com uma camiseta qualquer e Nike no pé.  Eu não resisto.... já estava pensando em como tirar essa roupa dele. Concentra, Leonardo! Vocês precisam conversar! 

 

O beijei assim que fechei a porta. Ah, beijo com gosto de hortelã... como ele conseguia me fazer ficar inteiro derretido só com seus lábios junto aos meus...

 

- você está sozinho em casa? – perguntou, ainda com sua face colada a minha.

 

- Não... – droga, eu deveria ter acordado aquele vagabundo... assim, pelo menos meu quarto estaria livre... – o Murilo está dormindo no meu quarto ainda... – falei, sem graça. Droga, eu teria que contar pra ele. 

 

Senti sua face mudar de expressão. Ele ficou sério e senti a força de suas mandíbulas cerradas.  Adiar é pior, não é? Respirei fundo, ainda com meus braços envolvendo sua cintura, para eu não fugir da conversa. 

 

- Eu tenho que te contar uma coisa... – sussurrei. Droga, por que eu comecei assim? É sempre pior! A outra pessoa pensa um monte de coisas ruins... ele me encarava, inexpressivo e com toda aquela imensidão de verde olhando tão profundamente nos meus olhos que até parecia que ele via a minha alma. Respirei fundo de novo para criar coragem... – o Murilo descobriu sobre o nosso namoro... – sussurrei. Sua face se fez em espanto... ele deu um passo pra trás e soltou suas mãos de mim, mas eu não deixei ele fugir, continuei o segurando pela cintura.

 

- Como? – perguntou, assustado. Comecei, agora teria que ir até o fim!

 

- Ele foi pegar um moletom no meu armário e viu o desenho que você fez de nós dois em uma pasta, lá dentro, então ele veio aqui pra sala e pegou o celular da minha mão bem na hora que eu estava com a nossa conversa aberta no WhatsApp... – contei.

 

- Ele leu tudo? – estava mais assustado ainda.

 

- Não, só viu a sua foto de terno! – falei, tentando acalma-lo – não teve como negar... 

 

- Você contou tudo pra ele? – sua face se tornou preocupada.

 

- Não, tudo não, mas ele quis saber por que você não queria que ninguém soubesse e... – ah, como eu iria dizer isso? 

 

Um barulho atrás de nós nos chamou a atenção. Viramos em direção ao corredor.

 

- Léo, você viu meu celular? – o Murilo apareceu no corredor, todo sonolento e só de boxer. Droga, Murilo, você também não ajuda! 

 

Ele parou, quando nos viu juntos e não poderia ser uma situação mais constrangedora... eu, conversando com meu namorado, o segurando pela cintura e outro cara, saindo só de cueca do meu quarto... 

 

- Desculpa, eu não sabia que você viria... – Murilo falou, atônito, parado a alguns metros da gente. 

 

Não tinha coisa melhor pra falar,  Murilo? Bom dia, ou boa tarde seria o ideal! Pensei, já me estressando com a situação. 

 

- Murilo, vá se vestir! Imagina se minha mãe tivesse em casa! – falei, um tanto quanto bravo. 

 

- Ah, desculpa... – falou, olhando pro seu próprio corpo. – eu nem percebi! Vou me arrumar e já vou pra casa! – falou, já vermelho.

 

- Não precisa ir embora! Aliás, a minha mãe fez vaca atolada pra você! Está na geladeira. – ainda no mesmo tom. 

 

Foi como oferecer doce pra criança! Ele abriu um sorriso.

 

- Bom, se é assim, eu não posso recusar! Eu já venho almoçar! – falou, voltando pro quarto. 

 

Me virei para o Rafael e ele estava com os a boca cerrada ainda e um olhar raivoso. Não tirava a razão dele.. a situação estava péssima pra mim. Eu só esperava que a vaca não fosse pro brejo de vez... 

 

- Ele sempre dorme assim na tua casa? – perguntou, com a voz furiosa... como eu iria negar? Fiz um sinal afirmativo com a cabeça e então, ele fechou os olhos e respirou fundo, com se quisesse se acalmar. – Eu estou tentando entender... – suspirou novamente, olhando nos meus olhos – afinal, eu é que cheguei agora na sua vida e vocês se conhecem a vida toda e tem intimidade pra isso! – falou, calmamente, mas senti uma ponta de dor em suas palavras. 

 

Subi minhas mãos para o seu rosto, o acariciando... eu precisava pacificar seu coração! Não queria de jeito nenhum que ele ficasse chateado comigo. Tentei beija-lo, mas ele não reagiu à minha boca junto a sua... droga!

 

- Eu acho melhor eu ir! – falou, tirando as minhas mãos do seu rosto. Droga, droga, droga... o que eu fiz? 

 

- Não! Por favor, não! – o segurei pela cintura de novo. – Fica! Tá tudo bem! O Murilo entendeu tudo! Ele já pensava que você tivesse namorando um cara e ele já suspeitava sobre mim, ele só não imaginava que nós dois estávamos juntos, mas agora ele...

 

Fui calado com o dedo indicador do Rafa, que ele colocou em minha boca.

 

- Não precisa me falar nada mais... eu só não quero que o nosso namoro seja prejudicado por causa disso! – falou, ainda com agonia na voz e suspirando fundo. – Eu te amo demais, para me separar de você por uma coisa tão pequena... Eu só preciso esfriar a cabeça! Digerir tudo isso... – deu dois passos para trás. Não! Eu não o deixaria ir! 

 

- Então não vai! Fica! Fica comigo agora, que eu prometo que faço tudo pra te acalmar! Te distrair... – falei, angustiado, me aproximando novamente e colocando  minhas mãos ao redor de seu rosto suavemente.  

 

Senti seus olhos se acalmarem... ele relaxou e por alguns segundos me encarou. 

 

Ah, ele sempre me surpreendia e dessa  vez, foi ele que veio até mim e me beijou. Sua  boca estava com sede da minha. Nem nos importamos ao ouvir um barulho. Acho que o Murilo saiu do quarto e foi para o banheiro. Eu não sabia se ele tinha ficado por que estava com saudade de mim ou por que não queria mais me deixar sozinho com o Murilo. O fato é que me  deixei levar por seu beijo quente e isso era perigoso...

 

- Mas eu ainda estou bravo pelo Murilo ter dormido só de cueca no seu quarto! – sussurrou, afastando sua boca da minha. 

 

- Da próxima vez, eu empresto um dos pijamas xadrez do meu pai para ele! – falei, brincando, tentando fazer o clima ficar mais descontraídos..

 

- Vai ter próxima vez? – perguntou ainda angustiado... fiquei sem ação. Não consegui responder. Ele percebeu e continuou. – se tiver próxima vez, eu acho que o pijama xadrez ajudaria!  Não existe nada mais broxante que um pijama xadrez! – falou. Não aguentei. Cai na  gargalhada. 

 

Barulho. Murilo saiu do banheiro. 

 

- Vem! – puxei ele pela mão e o fiz sentar na banqueta, em frente ao balcão, dando um beijo em sua nuca, antes de ir para a geladeira. – Murilo, vem fazer seu prato! – chamei, tirando o arroz e a vaca atolada. Meus olhos cruzaram com os do Rafael e ele nos observava, parecendo sereno e calmo dessa vez. O Murilo, sem noção, tentou puxar papo, já que ele também parecia constrangido. 

 

- Eu vi as fotos da festa no seu Facebook! Muito bonita a debutante! – falou, enquanto pegava um prato no armário. Senti um arrepio percorrer meu corpo. 

 

- A minha prima estava deslumbrante mesmo! – falou, me encarando. Eu sei muito bem o que ele estava tentando fazer. Ele queria me provocar! 

 

- E você estava muito bem de terno! – o encarei, com um meio sorriso nos lábios. 

 

- Parecia um galã de novela! – Murilo brincou. Vi o Rafael ficar sem graça e com as bochechas vermelhas. 

 

Ah, aquele clima pesado estava se desfazendo.

 

- Você joga Xbox, Rafa? – Murilo perguntou. 

 

- Eu ando meio enferrujado, mas gosto sim! – falou, enquanto eu fazia um prato pra mim também.

 

Opa, agora o Murilo se empolgou.

 

- que tipo de jogo? – curioso.

 

- Call of Duty,Overwatch, Destiny, desse tipo! – afirmou. 

 

A reação do Murilo não podia ser a melhor. Ergueu as mãos pro céus.

 

- Finalmente, alguém pra jogar jogo de tiro comigo! – baixou as mãos e olhou pro Rafa de novo, enquanto apontava pra mim -  o Leonardo é um fresco, só joga FIFA e Fórmula 1! – me olhou de canto.

 

O Rafael só riu e balançou a cabeça. 

 

- Podemos jogar depois do almoço, então? – perguntou, ansioso. Rafael fez um sinal afirmativo com a cabeça. Ah, eles eram amigos também, não tinha por que ter uma discórdia por minha causa. 

 

O Murilo almoçou e repetiu umas duas vezes. Eu só fiz um pratinho, já que eu estava cheio e ofereci pro Rafa experimentar. Ele aceitou e eu o servi, levando uma garfada a sua boa. Ah, ele me olhou com aqueles olhos de desejo e mastigou, dando um riso e desviando o olhar, tentando disfarçar. Quando percebi, o Murilo nos observava. 

 

- O que foi? – perguntei. 

 

- É que é estranho... quer dizer, até ontem, eu achava que vocês eram só amigos e agora eu sei que vocês estão namorando e que vocês já... até... – interrompi ele com um tapa na nuca.

 

- Cala boca, pervertido! – ralhei com ele.

 

- Doeu, Leonardo! – falou, bravo, passando a mão na nuca. – viu, Rafael, como ele me trata! Espera só você conhecer bem ele! Daqui alguns anos ele vai estar batendo em você também! – falou, fazendo drama. O Rafael voltou seus olhos pra mim e disparou. 

 

- Eu espero que não demore tanto tempo assim... – falou, com um meio sorriso nos lábios. Ele me desconcertou... e na frente do Murilo! 

 

- Ah, o pervertido sou eu, né!? Já chega! Terminei o almoço! – se levantou – vem, Rafael, vamos jogar videogame antes que vocês me deixem sozinho na sala e vão pro quarto...! – puxou o Rafael pelo braço e ele foi, ainda me lançando aquele olhar que só eu entendia. 

 

Eu dei risada! Até que não seria má ideia! Jamais iria imaginar essa situação. 

 

Tirei a louça, lavei enquanto eles iniciavam o jogo e servi pudim em dois pratinhos para eles.. Óbvio que o pudim era o mais importante para o Murilo. Ele parou o jogo na hora pra comer. 

 

Eu ainda não estava acreditando nos dois, ali, sentados no sofá, comendo pudim, jogando videogame e se entendendo... tudo parecia tão natural, tão normal, que se tivesse uma quarta pessoa, não perceberia  que eu estava namorando com um deles, o mais gostoso, no caso... me senti tão bem... tão em paz... 

 

Depois das 17hs, meus pais chegaram e minha mãe, discreta como sempre, se encantou pelo que viu. 

 

- Olha, Jorge, que coisa mais linda! Três garotos maravilhosos na minha sala!  – veio, toda carinhosa e me deu um beijo na bochecha e depois fez o mesmo com o Murilo e com o Rafael. 

 

- Ah, eu sei que sou incrível, tia Ana! – Murilo falou, todo convencido. 

 

Meu pai veio até nós, me dando um beijo, bagunçando o cabelo do Murilo e apertando a mão do Rafael, mas eu notei que ele não estava tão bem... parecia estressado. 

 

- A vaca atolada estava uma delícia, tia Ana! –Murilo  falou, sorridente – e o pudim... hummmm – parecia lembrar do sabor, lambendo os próprios lábios. 

 

- Que bom que gostou, meu querido! Falta só saber qual o prato preferido do Rafael, pra eu fazer pra ele! – falou, animada.

 

Na hora, pensei que a comida preferida dele era eu... mas não dava pra falar isso na frente de meus pais e do Murilo. 

 

- Eu gosto de tudo, Ana! – Rafael falou, simpático. 

 

- Sei! Está falando isso para me agradar! Leonardo, trate de descobrir o que o Rafael gosta! – falou, me abraçando pela cintura. 

 

Enquanto conversávamos, meu pai foi até o armário das bebidas e serviu um copo de whisky... eu sabia que ele só tomava whisky quando estava bem preocupado. 

 

Deixamos os dois na sala, jogando e eu e minha mãe fomos preparar o café da tarde, enquanto meu pai foi tomar sua bebida na janela da sala, olhando para a Serra do mar entre as árvores da rua. Achei melhor não questionar nada, já que eu tinha certeza que era alguma coisa sobre a prefeitura. 

 

Tomamos café animadamente, mas meu pai comeu em silêncio. Algo estava muito errado. 

 

Depois do café, a mãe do Murilo ligou, chamando ele pra voltar para a casa, já que sua tia havia chegado para o jantar e ela adorava o sobrinho. Ele pegou suas coisas e minha mãe ofereceu uma carona pra ele, mas ele preferiu ir de Uber, para não incomodar mais. Se despediu de nós e foi. 

 

Meu pai foi então pro banho e minha mãe veio falar com nós dois. 

 

- Meus queridos, eu e o Jorge vamos ter que sair hoje à noite, de novo... mais uma daquelas reuniões chatas, disfarçadas de churrasco. Se vocês quiserem, podem ir junto, mas já adianto que só tem gente chata lá! – falou, carinhosa.

 

- Melhor não, mãe... só o tio João que é divertido, mas aqueles vereadores e secretários são um saco! – falei.

 

- Pior que eles, só as esposas deles! – revirou os olhos. - E o João ainda se separou da esposa, que era a única que eu conseguia conversar... eu vou, mas só por que seu pai me pediu.

 

Bom, pelo menos eu ficaria sozinho com o Rafael, pensei. 

 

- Ana, você se importaria se o Leonardo fosse dormir na minha casa hoje? – Rafael mandou na lata.

 

 Paralisei! Ele estava pedindo autorização para a minha mãe para eu dormir na casa dele...? meu coração até parou. 

 

- É que meus pais estão em Curitiba e eu estou sozinho! – concluiu. 

 

- Ah, claro que o Léo pode ir! Acho que vocês vão se divertir mais do que eu... – suspirou. 

 

Não sei o que me surpreendeu mais! A pergunta do Rafael ou a resposta da minha mãe. 

 

- Bem, eu vou me arrumar para esse churrasco. Fiquem a vontade, meninos! – se levantou do sofá e foi pro quarto.

 

Me virei para o Rafael, ainda atônito.

 

- Não acredito que você perguntou isso pra minha mãe! – falei, vermelho. 

 

- E você não quer? – ah, aquele riso de canto que me derretia.

 

- E se eu não quisesse!? – brinquei. 

 

- Hoje, você não tem querer! Depois de ter dormido com um cara só de cueca no seu quarto, você está me devendo uma! E eu vou cobrar! – falou, se aproximando do meu rosto, pronto pra começar um beijo, mas eu fugi, mordendo o lábio inferior. Ah, eu queria provocá-lo ainda mais! Ele riu – além do mais, tem um terno lá em casa que você ainda não me viu vestindo pessoalmente! 


Notas Finais


Ah, Rafael é muito ciumento! Ainda mais com um cara de boxer dormindo no mesmo quarto q o namorado!


O que acharam?

Adivinhem o q vai acontecer nessa noite, na casa do Rafa... 🙈🙊


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