1. Spirit Fanfics >
  2. Anjo mal (Jin) >
  3. Anjo mal parte 1.

História Anjo mal (Jin) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão!👋

Vindo aqui trazendo mais uma das minhas bebês... Estou repostando para animar vocês essa semana, enquanto trabalho nas outras. Espero que gostem e comentem o que acharam.

Apreciem com moderação!😘

Capítulo 1 - Anjo mal parte 1.


Fanfic / Fanfiction Anjo mal (Jin) - Capítulo 1 - Anjo mal parte 1.

Eles chutavam o garoto, enquanto eu assistia, me divertindo com a cena de um menino ser espancado por um grupo de outros garotos. Meu namorado pôs o braço ao redor do meu pescoço, oferendo um cigarro, a qual acertei, tragando a fumaça.

Chamem aquilo de maldade, porque era sim, eu gostava de ser má, gostava de ver as pessoas se ferindo, sem medo das consequências. Aquilo fazia parte da diversão, a qual jamais imaginei que um dia voltaria para mim.

O garoto no chão se chamava Kim SeokJin, era o garoto prodígio da escola, tirava boas notas, fazia trabalhos voluntários, tinha a família mais respeitada da cidade de Gwacheon e claro, era bastante popular com as meninas.

Apesar de todas as qualidades e talvez muito mais, não passava de um garoto fracote e era constantemente bulinado pela minha turma, que era super da pesada. Eu nunca o agradi fisicamente, mas era a principal causadora das suas humilhações públicas.

Minha história é totalmente irrelevante, meus pais resolveram que queriam uma vida fácil, então cada um entrou nesses sites de amantes e conseguiram se arrumar com amantes podres de ricos.

Por coincidência, o casal em questão morava na Coréia do Sul e queriam manter seus amantes, meus pais no caso, por perto. Minha vida era de viver de aparências, mentindo para Deus e o mundo que meus pais trabalhavam como assessores de um casal importante.

Lógico e evidentemente que jamais diria a verdade suja sobre minha família e por revolta da situação que fui metida, passei a andar com gente da pesada e me envolver com coisa errada. Claro que nada justifica agredir pessoas porque se é infeliz, mas cabeça de vento não pensa.

Naquele dia, SeokJin jurou que se vingaria de todos nós, mas eu era a que mais sofreria, porque comigo o sofrimento seria lento. Infelizmente não dei ouvidos as palavras dele, que só me vieram a mente quando já estava no fundo do poço.

[...]

CLACK

Esse foi o som do tapa que recebi da minha mãe, seus olhos estavam vermelhos de raiva, enquanto meu pai andava de um lado para o outro. Novamente senti o outro lado da face ser atingida, mas mantive a cabeça baixa, ouvindo-a me xingar até a alma.

__ SUA VADIA!! _ela gritou histérica. __ COMO PÔDE FAZER ISSO?? TÍNHAMOS PLANOS PRA VOCÊ! TE DEIXAMOS FAZER O QUE BEM ENTENDESSE, CONTANTO QUE NÃO FIZESSE ISSO... _os lábios dela espumavam raiva. __ EU QUERO QUE SAIA DA MINHA CASA!!! _por fim ergui a cabeça, pela primeira vez estava pronta para dizer o que queria.

__ O que foi? Não conhece o próprio monstro? _sorri ladino, fazendo-a me encarar enojada. __ Lembre-se, o que acontecer comigo lá fora será sua culpa... _olhei para meu pai. __ Culpa dos dois! _ela ergueu a mão para me bater, mas segurei seu pulso, o soltando com brutalidade.

__ SAIA DA MINHA CASA! _fui até meu quarto, retirei algumas mudas de roupas, pus numa mochila e saí.

Naquele momento eu estava vivendo por minha conta, antes achei que seria um sonho realizado, mas depois descobri que era um pesadelo. Com a mão no ventre, percebi que a maldição que SeokJin lançou em mim já estava começando.

Expulsa de casa, rejeitada pelo pai da criança que eu carregava e sem nenhum centavo no bolso, mendiguei pelas ruas de Gwacheon. Aceitei todo tipo de trabalho, tudo por um prato de comida, até mesmo me sujeitando a dormir com homens asquerosos.

A garota forte, cheia de si, ruiva poderosa, havia me abandonado, dando lugar a uma garota frágil, triste, sozinha e doente. Não sabia como seria meu futuro, uma adolescente grávida e sem ter um marido, em um país tradicional.

Nessa luta pela vida, meu filho nasceu, o pequeno Vitório, de pele rosada e cabelo vermelho como o meu. Larguei a juventude para encarar a realidade que era a vida de uma mãe solteira e tive que engolir sapos e crocodilos para alimentar meu filho.

Vitório tinha por volta dos dois anos quando pegou uma grave pneumonia, eu não tinha dinheiro para hospitalizá-lo e em três dias, meu filho veio a falecer. Precisei deixá-lo no laboratório do hospital mais próximo porque não podia nem mesmo enterrá-lo apropriadamente.

Naquela noite do falecimento dele estava chovendo, derramei todas a lágrimas que me eram possíveis derramar, eu estava sozinha, completamente sozinha, mas a partir daquele momento minha vida nunca mais seria a mesma.

[...]

CINCO ANOS MAIS TARDE

__ Guardou as fraldas do Yonguk na bolsa? _ela caminhava pelo quarto, enquanto colocava os brincos.

__ Sim senhora! _respondi com as duas mãos na frente do corpo.

__ Mamadeiras?

__ Todas prontas e em seus devidos lugares.

__ Ah... Você verificou o porque o diretor da escola da Sandara ter ligado?

__ Apenas birras de crianças e já resolvi, senhora. _disse com um sorriso mínimo no rosto.

__ Muito bem.... As crianças têm que estar na cama antes das oito, porque preciso mesmo que tudo seja perfeito para o jantar de hoje. _falou eufórica.

__ Não se preocupe, senhora! Tudo está como planejado, já falei com a equipe de cozinha, as crianças estarão no terceiro andar dormindo e o jantar será servido às oito em ponto.

__ Certo! Agora preciso saber onde coloquei as chaves do carro... _saiu caçando como uma barata tonta.

__ Dentro da sua bolsa, que está encima da penteadeira do seu quarto. _apontei para o móvel, fazendo ela dar um largo sorriso.

__ O que seria de mim sem você, Diana? _disse arrumando a bolsa no ombro.

__ Não posso imaginar, senhora Kim!

__ Já vou indo! Mande um beijo para meus filhos! _acenou saindo do cômodo, enquanto eu lhe acompanhava até metade do corredor.

Por que você mesmo não os beija?

Pensei afrontosa, pois minha patroa era daquelas parideiras que fabricam crianças e largam com as babás, no caso eu. Felizmente tinha que levantar as mãos para o céu por ter conseguido um emprego e o sustentado durante cinco anos.

Ser babá foi o único emprego decente que consegui, já que não tinha sequer o diploma do ensino médio e se não fosse a louca da babá que havia sido escolhida antes de mim, quase matar a filha única da família Kim por causa da alergia, nunca que conseguiria um emprego daqueles.

Depois que meu filho faleceu, vaguei em busca de um emprego, antes que resolvesse pular na primeira ponte e morrer se vez. Me aventurei na suntuosa Seul, a terra das oportunidades, pelo menos era o que achei.

Esse emprego me proporcionou um teto pra morar, comida e dinheiro, que mal gastava, tirando que eu tinha cinco anos de férias guardadas, as quais nunca fiz questão de usá-las e folgas também nunca usadas.

Quando dizem que nossa maldade sempre volta para nós em dobro, é pra valer, porque toda maldade que já cometi naquela vida, se voltaram para mim. Não tive notícias dos meus pais, perdi meu filho, mendiguei, me prostituí e dormi ao relento, para no fim continuar com a cabeça baixa.

Naquele momento lembrei das palavras de SeokJin, meu sofrimento era lento, até que aos poucos morresse, pois mesmo minha vida parecendo boa, ainda sentia dor, muita dor. O correto a se dizer era que eu estava amaldiçoada e seria assim até o fim dos tempos.

Quando o relógio marcou quatro e meia, peguei Yonguk, que brincava na sala, lhe arrumei no bebê conforto no carro e segui até a escola de Sandara. O carro parou exatamente na hora que ela saía, acompanhada por seus coleguinhas.

__ Oi Didi!! _ela disse sorrindo ao adentrar no banco de trás e logo após colocar o cinto.

__ Como foi seu dia, princesa? _perguntei tendo certeza que estava tudo OK.

__ Nós fizemos um experimento científico, com uma coca cola e mentos! _respondeu eufórica.

__ Fico feliz que tenha se divertido hoje! _respondi e ela assentiu, logo brincando com o irmãzinho.

Fizemos o caminho inteiro cantando músicas da Xuxa, pois eu havia ensinado as músicas da rainha dos baixinhos para Sandara, que adorava cantar. As duas crianças pareciam mais meus filhos do que da senhora Kim, que era sempre ausente.

Estacionei o carro no jardim da mansão, desligando a música e saindo para tirar meus dois pentelhos de dentro do carro. Sandara como já tinha sete anos, pulou para fora sozinha, enquanto eu tirava Yonguk.

__ AAAAAAHH!!! _arregalei os olhos ao ouvir os gritos da garota, correndo agarrada ao bebê.

__ O que foi Dara? _lhe analisei para ver se estava bem, mas ela apontou para um carro parado na entrada da casa.

__ O TIO JIN CHEGOU!!! _franzi o cenho confusa, então ela correu para dentro de casa.

Tive que apressar para fechar o carro e seguir aquela maluca antes que se machucasse. Então assim que abri a porta, dei de cara com um homem, erguendo a menina para o alto, enquanto ela ria.

__ Diana, que bom que já chegou! _a senhora Kim surgiu na sala com uma bandeja. __ Jin, coloque ela no chão!! _esbravejou para o homem que ainda estava de costas para mim, que depositou Sandara no chão e se virou, me dando visão do seu rosto.

Ele me olhou dos pés à cabeça, era alto, cabelos muito negros, pele alva e lábios carnudos, mas algo nele me lembrava alguém, só não conseguia definir quem.

__ Diana, esse é meu irmão caçula, Kim SeokJin! _arregalei os olhos e voltei a encarar ele.

Tive um piripaque interno ao ouvir aquele nome, justamente o nome da pessoa que temi encontrar durante todos aqueles anos. Ele sorria ladino e seus olhos lhe acusava que havia me reconhecido.

__ Ele ficará um tempo conosco até que se estabeleça em Seul... _ela continuou tagarelando, enquanto meu coração batia acelerado, quase perdendo o rumo das pernas. __ Vá ajudar a Kang na cozinha... _assenti automaticamente, lhe entregando Yonguk.

Se SeokJin estava ali e me reconheceu, então meu emprego estava em risco, pois seu olhar dizia que meu sofrimento estava só no começo, porque era nas mãos dele que veria meu fim.

[...]

Não fazia ideia se o jantar já tinha acabado, passava da meia noite, as crianças estavam na cama dormindo, então resolvi tomar um banho para aliviar o calor. O banho também era para colocar os pensamentos no lugar, principalmente com a chegada do SeokJin.

Ele havia mudado drasticamente, quase não lhe reconheci, mas uma coisa era certa, meus dias naquela casa estavam contados, porque ele me faria perder o emprego. O intuito de sua vingança era me destruir, me fazer sofrer mais do que a vida já fez.

Enrolei o corpo em uma toalha, enquanto prendi os cabelos alaranjados em um coque alto, assim saindo do banheiro para meu quarto. O que eu não esperava era encontrar aquela pessoa, sentado na ponta da minha cama, analisando o pequeno vestíbulo.

__ Você até que está bem, para uma cobra criada. _virou a cabeça em minha direção. __ A nonna sabe a pessoa cruel que é? _sorriu sarcástico e tive vontade de vomitar pelo pânico que sentia. __ Aposto que não! Deve ter usado essa carinha de anjo para enganar todo mundo, mas agora não fará mais isso. _engoli em seco, segurando firmemente a toalha no corpo. __ Voltei à Gwacheon... estava em busca da sua turma... lembra dela? _meu corpo tremeu, relembrando sua ameaça. __ Alguns estavam tão na fossa, que nem fiz questão de mover um dedo, como seu namorado, o Jung Suk, que morreu nas mãos de um traficante qualquer. _arregalei os olhos, pois não sabia daquilo. __ Está surpresa? Pois não devia. _sorriu. __ Todos na fossa! Mas aí faltava você... a última da lista. _SeokJin ficou de pé e caminhou na minha direção, que deu passos para trás, batendo as costas na porta do banheiro. __ A diaba ruiva, Diana Alves! Tão poderosa, imponente, cheia de si... _colocou os braços em cada lado da minha cabeça, falando tão perto, que podia sentir seu hálito de morango. __ Coberta de maldade e que eu teria o prazer de esmagar com minhas próprias mãos. _ergui a cabeça encarando seus olhos, que mostravam ódio por mim. __ Desgraça é pouca para definir sua vida... filha de dois estúpidos, que se vendiam por luxo, engravidou aos dezesseis e foi expulsa de casa, para no fim matar o próprio filho e viver feliz aqui em Seul, se afogando na própria maldade. _não suportando ouvir aquilo, principalmente sobre meu filho, estapeei seu rosto, deixando meus cinco dedos na sua face alva.

__ Eu... eu não matei meu filho!! _lágrimas começaram a escorrer no meu rosto, enquanto ele alisava o local onde atingi.

O que eu não esperava naquele momento era que SeokJin fosse agir daquela forma, ou esperava, porque sua mão agarrou meu rosto, enquanto sua perna se meteu entre as minhas, assim ficando totalmente a mercê dele.

__ Acha mesmo que essas lágrimas de crocodilo vão me comover? _falou em tom ameaçador. __ Eu sei seu segredinho, todos eles! Você está em minhas mãos Diana e quando eu acabar com você, vai desejar ter se jogado de uma ponte! _meu rosto foi solto com brutalidade e SeokJin saiu do meu quarto batendo a porta.

Não consegui segurar as pernas, que perderam as forças e logo fui ao chão, chorando como uma criança. Estava desesperada, pois todo tempo que tentei me redimir dos meus pecados e de todo sofrimento que passei, eram poucos para o que viria.

Daquele dia em diante, SeokJin só atormentou minha vida, na frente da sua irmã e sobrinhos era um anjo, mas quando tinha a oportunidade, me fazia sofrer as piores humilhações, até chegou a jogar uma garrafa de cerveja em mim na frente de seus amigos.

__ Essa cerveja é da boa, diaba ruiva? _pendeu a cabeça com um sorriso que não era nada inocente.

O encarei sem dar uma única palavra e me virei, saindo dali e ouvindo as risadas de seus amigos, enquanto limpava aquela bebida de mim. Aquilo não era uma vingança digna, era só birra de um moleque mimado, que se achava melhor por me ver na fossa.

Se eu não revidasse, talvez meu emprego ficasse à salvo, porque ou era minha dignidade ou o emprego que tanto zelava, então optei pela segunda opção.

Quem visse Kim SeokJin, diria que ele era um anjo de candura, fazia os sobrinhos rir, tinha sua própria ONG, trabalhava duro e era justo com os menos favorecidos. O problema era comigo, tínhamos uma dívida a ser paga no passado e enquanto vivesse, ela não seria quitada.

[...]

Estiquei os braços para o alto, enquanto ouvia o som dos meus ossos estalando, estava muito cansada, o casal Kim resolveu dar um passeio com as crianças, assim me dando uma noite de folga. Usaria ela para dormir até dar uma dor e talvez ler um livro de mistérios.

Subi as escadas tranquilamente, até alcançar o corredor, quando ouvi barulhos de gemidos e gritos em um dos quartos. Claro que eu sabia de quem se tratava e se eu apressasse o passo, talvez chegasse rápido no meu quarto antes que a sacanagem acabasse.

Me foder estava sendo quase como rotina, pois na hora que estava chegando perto da porta do quarto do sujeito, ela se abriu, revelando uma garota toda descabelada e semi nua. Meus olhos se arregalaram e a garota passou por mim chorando, devido os gritos dele.

__ QUANDO SOUBER FAZER SEXO DE VERGONHA, ME PROCURE, SUA INCOMPETENTE!!! _para não sobrar pra mim, virei as costas para fugir. __ HEY DIABA RUIVA!! _inclinei a cabeça para o lado e SeokJin estava me encarando. __ Venha até aqui! _temendo o que viria, tomei a atitude menos sensata, saí correndo.

Só conseguia ouvir os berros dele me chamando, mas tudo que eu queria era correr dali como uma covarde. Alcancei as escadas do terceiro andar e subi tropeçando, querendo chegar no meu quarto, onde achava ser seguro o quanto antes.

Peguei na maçaneta pronta para girar, quando uma mão segurou a minha, então fui virada bruscamente. Meu corpo bateu contra um peitoral duro, que subia e descia ofegante.

__ Pensou que fugiria? _neguei freneticamente com a cabeça, sem o encarar. __ Diana, Diana... Não me provoque! _não respondi e nem deu tempo, porque a porta do meu quarto foi aberta e fui jogada para dentro. __ Cadê aquele fogo selvagem que você tinha quando adolescente? O mesmo fogo que te fazia machucar as pessoas, HEIN?? _gritou me fazendo encolher os ombros. __ Agora não passa de uma cadelinha maltrapilha... _me olhou com nojo. __ Quando eu chamar, tem que me obedecer! _caminhou em minha direção e como não tinha para onde ir, caí sentada na cama. __ Você é minha cadelinha! _travei ao tê-lo tocando meu rosto de leve, fazendo encará-lo. __ E como uma boa cadelinha, vai fazer o que seu dono manda. _meus olhos desceram para baixo, onde ele retirou seu membro de dentro da calça moletom.

__ Não... _balancei a cabeça em negativa, sentindo meus olhos arderem.

__ Tenho certeza que já fez isso inúmeras vezes por um prato de comida, em homens grotescos, então tenho certeza que faria isso pelo seu amado emprego. _jogou aquela verdade nua e crua. __ E vamos ser sinceros, você tem sorte em fazer isso pra mim, porque outras garotas se matariam só para respirarem meu ar e você tem o privilégio de me tocar. _sorriu ladino.

__ Por favor SeokJin!! _caí de joelhos chorando. __ Me perdoa, por favor me perdoa... eu era uma adolescente burra e estou pagando por isso, mas por favor não me obrigue a fazer isso!!! _chorei desesperada. __ Eu faço o que você quer, eu me mato, eu me mato e assim faço companhia aos outros no inferno... não existe mais nada pra mim nessa vida... ele está morto e devo morrer também!! _pus as mãos no rosto aos prantos, então SeokJin me largou.

__ Eu sinto nojo de você! _falou seco. __ Espero que cumpra o que disse e se mate logo! _ouvi seus passos se afastando e a porta fechando com força.

Caída no chão, chorei feito uma criança, pois tudo que fiz veio à tona e SeokJin estava lá como meu opressor, esperando que fosse a forca. Então com dificuldades, me ergui do chão e tropeçando pelo caminho, segui até o terraço da mansão.

A ar da noite era gelado, meus pés estavam descalços, o coque se soltou, fazendo o vento balançar meus cabelos. Há poucos metros estava a beira do telhado, seria uma queda de três andares, morte na certa e minha vida chegaria ao tão sonhado fim.

__ O que está fazendo? _virei a cabeça e SeokJin estava atrás de mim, com os olhos arregalados. __ Vai mesmo se matar?

__ Preciso fazer isso!! Não posso viver sem ele...

__ Não posso acreditar que vai se matar por causa do Jung Suk?!

__ Aquele cretino mereceu morrer!!! Eu não posso viver sem meu filho!! _virei encarando a beira, mas fui puxada bruscamente, batendo o corpo contra o dele.

__ Não vai morrer, não agora! _senti meu corpo ficar mole e apaguei.

CONTINUA.... 


Notas Finais


O que acharam? Vamos interagir?!

Vejo vocês nos comentários!😉

💋💋💋 no ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...