História Anjo ou Demônio? - Capítulo 47


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Chimchim, Imagine, Imagine Jeon Jungkook, Imagine Jungkook, Jeongguk, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Namjoon, Rapmonster, Suga, Tae, Yoongi
Visualizações 456
Palavras 2.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 47 - Mudança de planos.


Fanfic / Fanfiction Anjo ou Demônio? - Capítulo 47 - Mudança de planos.

Assim que eu abri os olhos, fitei os seus, enquanto sua testa estava colada na minha e ele sorria. Eu estava sem reação, tão surpresa que eu não sabia como reagir. Suas mãos seguraram as laterais do meu rosto e seus lábios pressionaram os meus em um simples selar. Afastou-se de mim sorrindo e deixei que ele entrasse na cobertura.

Respirei fundo e fechei a porta, ainda estava em êxtase.

Virei-me de frente para Jimin e o encontrei sorridente, mas assim que ele me viu, seu sorriso cessou.

 O que foi? — perguntou ele e sua feição tornou-se confusa. — Está tudo bem?

— Está! — Sorri. — E-eu s-só estou surpresa.

 Como surpresa? — Ainda continuou sem entender. — Você me pediu em namoro e eu aceitei. — disse, como se fosse óbvio.

 Eu sei, mas...

 Ok, eu já entendi. — murmurou. — Você desistiu, não é?

 Não! — deixei claro. — Não é isso, é que... Eu não imaginei que você iria voltar atrás, entendeu? Eu não pensei que você iria aceitar.

 Mas agora que eu aceitei, você não quer mais? — Sua feição continuou confusa.

 Não, Jimin, não é isso. É que... — Tentei achar as palavras certas.

 É o que? — Riu. — Por que você está com essa cara? — Soltou um risinho, porém eu sabia que era de nervoso. — Angel, eu sei... Eu sei que eu cozinhei você, fiquei fazendo você esperar, fiquei te enrolando muito tempo, mas é que eu estava confuso com os meus sentimentos e eu vim te pedir desculpas. Me perdoa por isso.

Eu estava ainda em choque com tudo isso, realmente eu não esperava que Jimin fosse aparecer. Estava em um beco sem saída e não sabia o que fazer.

— Você não tem que me pedir desculpas, imagina! — Dei uma risada nervosa. — Não tem nada de errado, está tudo bem! — Sorri, nervosa. — Está tudo bem, imagina!

 Tudo bem? — Franziu o cenho. — Tem certeza?

 Tenho. Tenho certeza! — afirmei, convicta.

 Não parece. — disse ele. — Sei lá, eu estou sentindo um clima estranho... Você está distante. — Seus olhos marejaram. — Você voltou com o Jungkook, é isso? Se você voltou, não tem problema nenhum! Eu entendo, eu vou embora e...

 Não! — O interrompi. — Olha, esse assunto não tem a ver com o Jungkook, tem a ver com nós dois.

 É que pela primeira vez eu estou sentindo que você é que está confusa. Eu estou sentindo que você não está certa dos seus sentimentos. — disse ele.

Eu queria negar o que ele estava dizendo, mas ele estava certo. Continuei o fitando sem saber ao certo o que dizer. Porém, com ele perto de mim seria mais fácil de protegê-lo do que ele longe. Eu só sei que eu não queria que ele morresse. A situação é mais grave do que ele pensa.

Não era só uma questão fútil de indecisão entre Jungkook e ele, era bem pior que isso. Era uma coisa muito mais grave, a vida dele corria risco e ele não podia saber, pelo seu próprio bem eu não podia contar. Eu não queria que ele morresse, eu não queria permitir que isso acontecesse e eu faria de tudo pra isso não acontecer.

 Eu já entendi, Angel... — lamentou, quando eu fiquei em silêncio. — Desculpa o incômodo. — disse ele, indo em direção a porta e quando ele a abriu...

 Não! Não, não! — Me decidi, corri até a porta e o impedi que ele abrisse, encostando minhas costas na madeira. — Eu juro que é só porque eu estou surpresa. — Deixei claro. — Me beija de novo? — perguntei e ele sorriu.

Fechei os olhos para dar ao Jimin mais privacidade. Senti seu rosto aproximando-se e seu nariz esfregando-se no meu de leve, antes de seus lábios tocarem suavemente os meus, dando início a um ósculo carinhoso.

Senti minha cintura ser envolvida por um de seus braços, enquanto aprofundou ainda mais o beijo tornando-o necessitado, uma de minhas mãos foram lentamente até a lateral de seu rosto. Senti minhas costas chocarem-se mais ainda na madeira da porta e me dediquei 100% ao beijo.

 Ah não. — Interrompeu o beijo e fechou os olhos com força.

 O que foi?

 Eu deixei o arroz no fogo. Eu estava preparando e esqueci no fogo. — disse ele. — Quer ir comigo no meu apartamento, ou prefere que eu vá lá e volte?

 Eu vou com você. — Sorri.

[...]

Chegamos em seu apartamento, o arroz realmente estava no fogo, porém não tinha queimado. Estava quase queimando, porém não chegou a queimar, o que foi um alívio para ele.

Enquanto ele se encarregava de desligar o fogo, eu me sentei no sofá o aguardando.

 Terminei! — disse ele, da cozinha e veio ao sofá, sentar-se ao meu lado, sorridente. Uma de suas mãos ajeitaram os fios de meus cabelos atrás da minha orelha. — Depois que você saiu daquele jeito daqui, eu fiquei pensando em você, tipo, até agora.

 É sério? — Sorri, ainda sem acreditar no que estava acontecendo.

 Sim. — afirmou. Eu alarguei meu sorriso e anulei o espaço entre nossos rostos, selando nossos lábios e assim que nossos lábios se chocaram, senti os cantos de sua boca subindo em um sorriso e ele foi caindo pra trás, deitando-se no sofá estreito. Minhas mãos seguraram delicadamente as laterais de seu rosto, deixei vários salares em seus lábios e o fitei por cima.

 Eu ainda estou incrédula com tudo. — disse, enquanto o fitava por cima e ele sorriu.

 Espera. — disse ele, sorrindo e eu me sentei no sofá, saindo de cima de sí para que ele se levantasse.

Ele se levantou, foi até a estante da sala e pegou um anel que estava guardado – o mesmo anel que eu lhe dei. Não acreditei quando eu vi aquilo. Ele tinha guardado o acessório.

 Agora eu posso usar. — Riu, colocando o anel em seu dedo antes de sentar-se ao meu lado. — Eu quero fazer melhor. — Tirou o anel de seu dedo, segurou uma de minhas mãos, colocou o anel em meu quarto dedo, beijou o dorso de minha mão e me fitou. — Você tem certeza que é isso que você quer? — perguntou e eu desviei o olhar.

 Eu vou tentar te fazer muito feliz. — eu disse. — Porque você merece e é diferente de todos os homens que eu já conheci. Você realmente merece ser feliz. — afirmei.

 Eu quero ser muito honesto com você sempre. — disse ele, olhando em meus olhos. — Eu não vou te esconder nada. E foi por isso, por eu querer ser sincero e honesto contigo que eu demorei tanto pra lhe dar uma resposta, porque eu queria ter certeza dos meus sentimentos por você e queria estar inteiro pra você, porque é assim que você merece. E o que importa agora é que eu vou ser o melhor homem do mundo pra você e eu vou me esforçar pra você ficar feliz.

 E eu prometo que eu vou te proteger. — disse, convicta, olhando em seus olhos brilhantes que nem duas estrelas. — Nem que pra isso, eu tenha que dar minha vida, eu não me impor...

 Que isso, Angel? — Franziu o cenho, me interrompendo. — Ah, credo! Vira essa boca pra lá. — Bateu na madeira da mesinha de centro. — A gente estava em um clima tão bom e você vem falar de morte. Eu já perdi minha mãe, eu não quero perder você. Eu não estou entendendo porque você falou disso.

 Desculpa. Não falo mais. — sorri e ele beijou-me carinhosamente em seguida. Assim que o beijo terminou, fitei seus olhos e eu precisava dar um jeito nessa situação. — Eu tenho que ir. Eu tenho um compromisso.

 Compromisso? — Franziu o cenho. — O que foi? — perguntou ele e eu me levantei um pouco perturbada e perdida. — Você está aflita. 

 Eu não estou... Eu... Eu tenho que fazer compras hoje, meu dia hoje está lotado pra fazer várias coisas e... — Inventei a primeira desculpa que apareceu.

 Mas você vai fazer isso hoje? — perguntou Jimin, levantando-se também. — Agora? Poxa, vamos comemorar. — Sorriu. — Vamos fazer aquele passeio que você tinha marcado e eu acabei dando mancada... Ou vamos deixar pra outro dia?

 Não. A gente vai fazer sim, eu prometo. — Sorri, aproximando-me de sí e deixei um selar em seus lábios. — Talvez hoje ou amanhã. Eu te ligo pra te dizer a hora. Combinado?

 Combinado. — Sorriu levemente.

 Que bom. — O beijei novamente, despedindo-me e fui em direção a porta, sair dalí.

[...]

Assim que cheguei na cobertura, encontrei Jungkook na cozinha, preparando algo e super concentrado no que estava fazendo. Tão concentrado que nem notou que eu entrei.

Era a primeira vez que eu o encontrava na cozinha, cozinhando e não comendo. Vê-lo alí, me dava vontade de chorar. Mas eu não estava indecisa.

Entre ficar com o Jungkook e deixar Jimin morrer, ou abrir mão de Jungkook para que Jimin viva, eu prefiro a segunda opção. Onde todos ficam vivos. A situação não é só uma indecisão fútil amorosa como a qual Jimin estava tendo, é bem pior que isso, é algo que envolve morte e deixar que um deles morressem estava fora de cogitação.

Aproximei-me de sí, passando pela bancada e o observando cozinhar mais de perto. Só assim para JungKooK notar minha presença.

 Mas olha só quem está aqui. — Despejou algo na panela, aproximou-se de mim e me roubou um beijo rápido, sorriu e voltou a cozinhar. — Onde você estava? Te liguei mais de mil vezes. — Riu. — Você sumiu.

 Fui no centro da cidade, fazer umas compras aí... — murmurei. — Deixei o celular no mudo foi isso. — disse e Jungkook começou a rir.

 Ah, Angel! — Começou a rir debochado e me fitou. — "Celular no mudo"? — Caiu na risada. — Que desculpa mais esfarrapada. Era essa desculpa que eu dava para as minhas ex-namoradas que ficavam enchendo o meu saco. Vai mentir logo pra mim, Angel? — Jungkook me fitou irônico. — Logo eu que sou o rei da mentira. — Gargalhou e eu revirei os olhos. — Você esqueceu o celular aí, otária. — Riu e continuou cozinhando. Desligou o fogo e me fitou. — O que está acontecendo?

 O que está acontecendo o quê? Eu deixei o celular no mudo!

— Que deixou o celular no mudo o quê, Angel! — Disse Jungkook. — Você esqueceu o celular em cima do sofá! — Deu risadas. — Ainda acha que pode mentir pra mim. Não vai me contar o que está acontecendo? — Sorriu zombeteiro.

 Não está acontecendo nada! — resmunguei, saindo de perto de sí e indo até o centro da sala.

 Já entendi. Não vai me contar o que está acontecendo. — Riu.

 Não está acontecendo nada, Jungkook! Pô, p-para de atazanar! — Fiquei irritada. — Parece que tem prazer em ficar implicando c-comigo!

 E eu tenho! — Riu. Foi até a geladeira e colocou champagne em dois copos. Um para mim e outro para ele. — Abri um vinhozinho californiano para gente entrar no clima da viagem! Vamos comemorar porque em menos de vinte e quatro horas, nós vamos estar longe de todos os nossos problemas aqui! — Aproximou-se de mim com os dois copos em mãos, sorrindo. Ficando frente a frente comigo e eu peguei o copo de sua mão.

— Poxa, vamos comemorar. — Sorriu. — Vamos fazer aquele passeio que você tinha marcado e eu acabei dando mancada...

 Que cara é essa, Angel? — perguntou JungKook, tirando-me de meus pensamentos.

 Eu estou ansiosa. — menti, sentindo meus olhos lacrimejarem.

 À nossa viagem! — Jungkook propôs o brinde, sorrindo, e brindou comigo.

 À nossa viagem... — repeti, fazendo o brinde e tomando um gole em seguida. 


Notas Finais


Comentem o que acharam...
Galera, eu estou precisando de capista.
Quem puder me ajudar com isso, eu agradeço...


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