História Anjo ou Demônio? - Capítulo 49


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Chimchim, Imagine, Imagine Jeon Jungkook, Imagine Jungkook, Jeongguk, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Namjoon, Rapmonster, Suga, Tae, Yoongi
Visualizações 208
Palavras 2.480
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 49 - Último beijo


Fanfic / Fanfiction Anjo ou Demônio? - Capítulo 49 - Último beijo

Jungkook

[ Dia seguinte – Manhã ]

Estava tomando café da manhã, reunido na mesa junto com Jimin e Baekhyun que veio me visitar como às vezes ele faz e nos contou que Melissa foi internada em um hospício e claro que tem dedo do Yoongi nisso.

— A Melissa está em um hospício? — Perguntou Jimin, com os olhos arregalados.

 Uma clínica psiquiátrica. — Respondeu Baekhyun.

 A família Byun adora internar as pessoas em um hospício, sabe? — Dei risadas e Baekhyun me repreendeu com o olhar.

 Que isso, Jeon? — Baek me fitou.

 Ah, mas é verdade! Não vem ficar defendendo não! — Eu disse. Meu celular tocou e ao ver que era Namjoon, achei melhor sair dalí. — Licença. — Pedi e me afastei, indo em direção a um lugar mais reservado. — Pronto. — Atendi.

 Jungkook? — Namjoon me chamou. — Tenho uma boa notícia pro irmão.

 Boa notícia? Estava precisando. — Suspirei.

 Pegamos a vadiazinha da Angel e vamos matá-la.

 O que? Matar ela? — Arregalei os olhos.

 É isso mesmo que você ouviu. Só estamos esperando o irmão chegar aqui pra gente executar a vadia. — Disse ele.

 E-executar? — Engoli em seco.

 O que aconteceu, Jungkook? Você não está contente? A gente limpou a sua barra. Agora não tem mais vídeo nenhum e daqui a pouco não vai ter mais ninguém pra te chantagear, entendeu?

 Entendi e vocês estão aonde? — Perguntei.

 No lugar de sempre. — Respondeu. — Vem pra cá agora. — Desligou.

O terror agitou meu corpo, dísparei em direção ao sofá onde eu havia deixado a chave do carro.

 Tudo bem aí, Jungkook? — Perguntou Jimin ao me ver em pânico.

 Sim. — Disfarcei. — Um probleminha apenas com um ex detento.

 Que tipo de problema? — Perguntou Baek.

 Desses que tem que sair correndo, tchau. — Corri até a porta, tentei abri-la, mas ela estava trancada. — Eu tenho que salvar ela! — Eu disse, desesperado tentando inutilmente abrir a porta.

 Ela? — Perguntou Jimin, sem entender.

 Ele! Eu disse ele! — Peguei a chave e encaixei na fechadura abrindo a porta e saindo as pressas.

A N G E L

Estávamos eu, Sue e o velho em uma sala escura, sozinhos e com as mãos amarradas. Agora sim, eu estava com medo, agora sim já era pra mim, eu iria morrer e ainda levaria esses dois junto comigo.

Escutava o choro incessante de Sue, seus xingamentos ao meu respeito, dizendo que a culpa era minha, e realmente era. Jake permanecia com seus olhos arregalados a noite inteira, ele estava morrendo de medo também; já eu, não conseguia parar de pensar em Jungkook, mesmo sem querer.

De repente, começamos a escutar o barulho da voz do Namjoon falando com os "irmãos", outros membros da facção todos reunidos para ver nossa execução.

"Irmãos, atenção aqui! Vamos iniciar a sessão. Estamos aqui hoje reunidos para um ajuste de contas. O irmão Jungkook cometeu um grave delito e deixou que uma ação da nossa organização fosse filmada. Ele foi chantageado; sim, ele foi chantageado, mas nós, com o esforço de todos os irmãos aqui presentes, nós conseguimos pegar os chantagistas!" — Disse ele se referindo a mim, o velho e a Sue. "Podem trazer os réus."

Nesse momento, entrou uns três homens, em seguida nos arrastou pelo braço até um outro local, onde tinha muita gente reunida.

O local era grande, parecia ser um galpão velho onde eles se reuniam; perto das portas de saída tinham os guardas deles armados com fuzis.

Nos levaram até o centro entre eles que iriam assistir nossa morte, como se aquilo fosse realmente um tribunal e nós fôssemos os "réus".

E eu, fui amarrada em um poste fino de ferro, amarraram minhas mãos alí para que não tivesse como eu fugir.

 Jake, um passo a frente. — Ordenou Namjoon e Jake ficou com medo de fazer o que lhe foi mandado.

 Faz o que ele está mandando, o velho nojento! Anda aí! — Esbravejou Seung, apontando a arma pro velho.

 Este homem, irmãos! Tentou chantagear Deus e o mundo com a imagem de uma ação da nossa facção. — Disse ele. — O velho idiota achou que ia se dar bem, mas nós pegamos ele, não é Jake? O cagueta acabou entregando as cópias e o DVD que estava com ele e a autora do vídeozinho.

 Delação premiada. — Disse Seung, dando risadas. — Não é não, velho?

 É... — Disse Jake.

 Está absolvido. — Disse Namjoon e Jake abriu a boca em um perfeito *o* — Mas pra dar menos trabalho, você irá fazer o serviço na sua parceira. — Disse ele, lhe entregando o revólver e eu arregalei os olhos.

 Mata primeiro a Sue, Jake. — Disse Namjoon. — A outra vadia, a Angel irá ficar por último! — Nesse momento, Sue começou a gritar de tanto chorar.

 Jake... Pelo amor de Deus! — Suplicou Sue, aos prantos.

 Suezinha, eu também não sou muito chegado a sangue não, mas é cada um por sí. É a vida, meu amor. — Lamentou Jake, fechando os olhos, apontando a arma em direção a Sue e puxou o gatilho logo em seguida.

Assim que Sue morreu, deslizei minhas costas no poste, desabando sentada no chão tentando engolir meu pranto. Eu não podia chorar na frente deles. Depois disso, dois homens soltaram as mãos de Sue, enrolaram seu corpo em uma coberta e a levaram pra fora do galpão.

 Espero que isso sirva de lição para todos vocês e nunca mais se repita. — Disse Namjoon.

Nesse momento, um dos guardas abriram a porta para que Jungkook entrasse, aproximou-se de nós, me fitou, em seguida fitou Namjoon.

 Olha quem chegou aí. — Sorriu Seung. — O culpado de toda essa porcariada que aconteceu aí. Anota aí, Jungkook! Mais uma alma penada na sua conta. A Sue já foi.

 Cala essa droga dessa sua boca! — Esbravejou JungKooK. — Eu não fiz nada.

 Você não fez, mas sua namoradinha fez e você deixou. — Disse Yoongi. — Realmente, você não é culpado, você é um incompetente mesmo.

 Olha só, a única pessoa que eu irei me reportar aqui é o Namjoon, ele é a única pessoa representante da chefia aqui. — Disse Jungkook.

 E a chefia foi bastante generosa com você, Jungkook e resolveu te dar uma segunda chance. — Disse Namjoon. — Apesar de você não merecer e você deveria aproveitar a oportunidade pra se despedir da sua namoradinha porque ela já está de passagem marcada e está quase na hora do embarque, irmão. — Disse ele e Jungkook me fitou com os olhos marejados. — Passa a arma pra ele, Jake.

Jake foi até Jungkook e lhe entregou a arma.

— Jungkook! — Sussurrei e ele me fitou. — Vem cá. — Eu disse e ele se agachou em minha frente. — Me perdoa?

 O que? — Franziu o cenho.

 Eu nunca quis prejudicar você. Tudo que eu fiz foi... — Suspirei. — Foi pra ficar do seu lado, sabe? Se eu estou aqui agora, a culpa é minha. Está tudo certo! — Eu disse. — Eu nunca fui tão feliz ao lado de alguém como eu fui do seu. Tudo que eu fiz foi... Por amor. Antes de morrer, eu só queria ouvir de você que você me amou, mesmo que por pouco tempo. Você me amou?

 Amei. Amei sim. — Disse ele, com lágrimas nos olhos.

 Última vez. — Eu queria enxugar minhas lágrimas, mas minhas mãos estavam amarradas, então quem enxugou minhas lágrimas foi ele. — Me beija.

E nesse momento, ainda segurando meu rosto Jungkook me beijou com vontade, com toda a sua força que teve naquele momento difícil, me beijou como se o tempo tivesse parado e como se eu não estivesse prestes a morrer. Com o rosto molhado, completamente chorosa eu correspondi ao beijo e foi tão bom que por aqueles segundos, eu havia me esquecido de tudo, de todos os problemas e tentei me dedicar mais ao beijo.

 Os pombinhos querem ficar a sós? — Perguntou Seung, interrompendo meus últimos segundos de felicidade.

 Vai, Jungkook! — Disse Namjoon. — Mostre que você é homem e faz o serviço. — Disse ele e Jungkook me fitou por uns segundos. Se levantou e apontou a arma em minha direção.

Jungkook fez um esforço enorme para apertar aquele gatilho, fechou os olhos, cerrou os dentes e nada de puxar o gatilho e foi assim que ele desistiu. Virou-se de frente para Namjoon e lhe entregou a arma.

 Eu sou homem, mas não sou assassino. — Disse ele, antes de ir em direção a saída e sair dalí.

 Frouxo! — Disse Seung e Namjoon me fitou com desprezo.

 Pra que eu vou sujar minha mão? — Perguntou Namjoon, em seguida ele fitou Taehyung. — Tae, é com você.

 Com prazer. — Disse Taehyung, brincando com o revólver, apontou a arma pra mim e sorriu.

 Mata, mata, mata logo! — Fechei os olhos. — Acaba logo com isso vai!

 A vadiazinha está corajosa, hein? — Ironizou Taehyung.

 Vou morrer aqui de cabeça erguida porque eu fiz tudo certo! Vocês é que deveriam ter vergonha de estar me matando! — Encarei eles de cabeça erguida. — Cometendo esse erro!

 Erro? E a mocinha pode me dizer que erro é esse. — Taehyung inclinou-se pra frente, apoiando suas mãos em seus joelhos facilitando o contato visual comigo, já que eu estava sentada no chão.

 Sou muito útil pra essa facção. — Eu disse, fitando Taehyung. — Eu fui leal com todo mundo aqui! Ao invés de vocês me trazerem pra perto, vocês vão me matar! Vocês são idiotas?

 Leal? Você fez um vídeo com a gente! — Retrucou Namjoon.

 Mas eu não usei! — Me levantei, pronta pra me defender. — Eu guardei comigo! Eu podia ter mandado isso pra polícia, ter jogado na internet, feito qualquer coisa, chantageado vocês! Mas não! Eu fui leal! Tudo que eu queria com esse vídeo era me aproximar do JungKooK e depois de vocês.

 Pronto, já se defendeu. Posso atirar, Namjoon? — Perguntou Taehyung, forçando uma voz de tédio.

 Mata! — Eu disse. — Mata, mas mata sabendo que ninguém desse lugar pode ser mais útil pra essa facção do que eu.

 Espere aí, Tae. — Disse Namjoon. — Vamos ver até onde isso vai dar. O que você tem de tão especial? Fala pra gente.

 Eu posso ser muito útil pra essa facção — Falei em português e ninguém entendeu. — Ich kann dieser Fraktion sehr nützlich sein. (Eu posso ser muito útil pra essa facção) — Eu disse, em alemão e novamente ninguém entendeu. — Haben Sie posso nützlich für Sie — Falei a mesma coisa, porém em francês e novamente ninguém entendeu.

 An? — Perguntou Taehyung.

 O que? — Jake não entendeu nada.

 Eu não entendi nada. — Disse Namjoon.

 Pelo visto nem você e nem ninguém aqui, não é? — Perguntei. — ¿Y español? Puedo ser muy útil para esa facción — Eu disse a mesma coisa que as outras vezes e eles ficaram sem entender.

 Lindinha, aqui não é escolinha de língua não. — Disse Taehyung.

— Isso aqui é o crime, linda. — Disse Cha Seung.

 Eu sei, mas eu achava que uma organização internacional como essa seria bem mais competente, casca grossa, mas estou vendo que as pessoas presentes aqui não passam de um bando de batedor de carteira!

 Que batedor de carteira, ficou louca?! — Gritou Taehyung.

 Uma organização desse porte precisa saber negociar com a América Latina! América do Sul e do Norte! Com a Europa! Com os Estados Unidos... Eu sou fluente em seis línguas, está certo? Não vão me dizer que vocês lavam dinheiro aqui na Coréia, pelo amor de Deus! Além disso ser muita burrice e perigoso por conta da rigorosidade desse país, isso é muito amador! Pelo amor de Deus, porque bandido que é bandido lava tudo na Suíça! — Argumentei. — E você, Taehyung, por acaso conhece algum gerente de banco na Suíça? — Perguntei e ele ficou em silêncio. — Alguém aqui já foi pra cama com algum gerente de banco suíço?! Eu já! Com dois! Ao mesmo tempo e filmei! Se eu ligo pra eles agora, eles me ajudam no que eu quiser! Eu sou bonita, hein! Eu sou maravilhosa! Se tu tem que seduzir um juiz, um milionário, um político, você vai mandar quem fazer o serviço? O Jake? — Desdenhei. — Não, né? Eu tenho contato com muita gente desse mundo todo, hein! Eu sei abrir cofre, arrombo cadeado, eu faço qualquer coisa! Eu sozinha consegui filmar vocês, eu SOZINHA! Agora imaginem o que eu posso fazer com o apoio de todo mundo aqui? Vocês já pararam pra pensar como eu posso ajudar vocês? Em tudo que eu posso fazer?! O mais importante é que quando eu fecho com alguém, eu sou fiel! Mas eu sou fiel até a morte! Não traio quem me apóia não.

 A vadia já falou demais. — Disse Taehyung, destravando a arma. — Já deu muita sorte na vida, só que essa sorte acabou.

 Não, colega, sorte não. Vadia eu até aceito, mas sorte? Sorte não porque eu nasci pobre, mas eu nasci pobre de tudo. Perdi minha mãe com treze anos, pai eu nunca tive, passei minha vida em beira de estrada, cheirando fumaça de caminhão, comendo água com farinha! — Senti as lágrimas no meu rosto ao lembrar dos momentos tristes da minha vida. — Cheguei ao fundo do poço, até fazer programa pra pagar meu almoço eu fiz. — Solucei. — Cheguei no Rio de Janeiro com uma mão na frente e outra atrás e foi com a minha lábia, com o meu esforço e em menos de um ano, eu estava lá no alto daquela torre eiffel, em Paris. Dei golpe em milionário ladrão e agora eu estou aqui na Coréia do Sul! Deixa eu provar meu talento pra vocês? Se vocês me darem uma chance, eu prometo que vocês não vão se arrepender! Fala qualquer coisa, Namjoon.

 Qualquer coisa? — Perguntou Namjoon.

 Qualquer coisa.

 Ok... — Disse Namjoon.

 Como assim? — Perguntou Taehyung. Realmente esse cara queria me matar.

Namjoon aproximou-se de mim, olhou em meus olhos e eu pude ver o quão obscuro seu olhar era.

 Eu vou poupar você, mas antes eu vou te passar um servicinho. — Disse ele.

 Manda. — Sorri.

 Se você fizer direito, você estará na facção.

 Pode falar.

 O Jungkook, você vai matar o Jungkook. — Disse ele e meu sorriso cessou. 


Notas Finais


Comentem o que acharam, beijos! ❤


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