História Anjo Rosado (Twoshot - Namjin) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin)
Tags Bangtan Sonyeondan, Bts, Girl_darkkfics, Jin, Namjin
Visualizações 80
Palavras 1.271
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIOIII! turu boomm?? Trago à vcs minha primeira 2shot com meu lindo Namjin (eu amo demais esses dois, cês num tem noção) espero que gostem!
Boa leituraa ❤❤

Capítulo 1 - I


1


A vida é uma monotonia eterna. Nunca pensei que ser um dos empresários mais influentes do país fosse tão... tedioso.

"...Tão jovem e tão amargurado..."

"...és tão rico e poderoso, por que andas por aí como se fosse um adolescente irresponsável?!" 

"Tudo pelo bem estar do chefe."

Tão irritantes! O que todos querem de uma pessoa que mal perde os pais e imediatamente vira presidente de uma das maiores marcas de móveis do país? Embora que isso faça anos, mas foi um trauma que nunca irei superar. 

Sinceramente não consigo entender o ser humano. Por que plantar a discórdia em um mundo que já estar a viver o próprio apocalipse?! Tudo o que sabem fazer é criticar e julgar os outros sem sequer saber o que se passa. Ninguém se isola sem motivos.

-Com licença, dr. Kim? -pronuncia minha secretária depois de duas batidas na porta. A mesma atravessa a entrada e logo depois fecha a porta atrás de si. -Os sócios estão na sala de reunião à sua espera. -dou um longo suspiro após ouvir seu comunicado.

-Avise-os que já estou à caminho, senhorita. -ela acente. Faz uma reverência e toma o rumo para o lado de fora da sala.

Reuniões... tão inúteis quanto a minha existência, ainda mais quando se trata daqueles velhos que me odeiam. O que fazer quando a inveja é maior que o profissionalismo?!

Depois de tomar um copo meu precioso vinho importado, o que me faz acalmar nesses momentos, saí do escritório encontrando minha secretária. Seguimos caminho até a tediosa sala de reuniões. Abro a porta para que a mais nova passasse primeiro. A mesma me encarou envergonhada.

-Nunca se acostumará comigo, não é? -rimos juntos.

-Namjoon, meu querido! -ouço a voz gasta vindo por trás de mim. Viro já adivinhando quem era o dono da voz. -Como vai, meu sobrinho? -seu falso sorriso me causava náuseas.

-Muito bem, meu tio. Que desprazer em vê-lo aqui! -devolvo o falso sorriso recebendo uma risada debochada do mais velho. 

-Continua o mesmo mau educado de sempre. -todos notavam a tensão que se formou entre nós. -Ainda me pergunto como meu irmão te deixou como presidente e dono de toda a fortuna. -seu cínico sorriso não saía do rosto.

-Vamos lá, titio. -pronunciou a última palavra com ironia. -Eu também me pergunto isso todos os dias. Mas creio que haja vários motivos para meu pai tomar tal decisão. Deixe-me dizer dois deles, o primeiro é que eu já tinha idade e responsabilidade para assumir tal cargo. O segundo é que eu posso ser irresponsável quando se trata de minha pessoa, mas nossa empresa tem crescido muito durante os gráficos, e o senhor sabe que os gráficos não mentem. 

-Eu faria muito melhor que você. -bateu o pé firme no chão.

-Claro que sim. Torrando o lucro em festas e vadias já que é a única coisa que sabes fazer. -retruquei um pouco alto.

-Ora seu... -levantou seu punho para acertar meu rosto, mas me mantive firme. Sabia que ele nada faria, e não fez.

O mais velho seguiu até o seu lugar na mesa acompanhado pelo meu olhar que, se tivesse poderes de disparar raios lasers, já teria atingido o meu querido tio.

☆☆☆

Depois de cinco malditas horas, aquela tortura finalmente chegou ao fim. Eram cinco anos naquela rotina mas era impossível se acostumar todos aqueles sócios que só sabiam esnobar a si mesmo. 

Já se passava das 16 horas, e mesmo sendo cedo, resolvo ter um tempo para mim mesmo.

-Sairei mais cedo hoje voltarei daqui há uma semana, certo? -aviso a secretária que com uma expressão de dúvida, acentio ao meu comunicado. Nesses cinco anos, nunca havia feito isso, embora eu achasse que a ela estava acostumada com minhas loucuras, entendia seu estranhamento.

Segui no elevador até o térreo. Vou ao estacionamento à procura do meu carro. Mal pensei e o manobrista já estava com o veículo na minha frente. Agradeci logo depois entrando e dando partida voltando para casa. Chegando lá, tratei de tomar um banho morno. Ao terminar, procuro uma roupa de exercícios, pretendia correr um pouco numa praça aqui perto e esquecer um pouco dos afazeres da empresa. Me vesti, peguei meus fones que estavam sobre a cama e o conectei ao celular. Após ativar o aleatório e sair de casa, comecei a dar uma corrida lenta, mas não tardou para que eu almentasse a velocidade.

Depois de dar várias voltas pela grande praça, resolvo ir até um ambulante comprar uma garrafa de água e sentei em um banco ali perto para descansar. Parece que essas pernas estão um pouco enferrujadas e não aguentam o trampo.

Observava aquelas famílias com seus filhos brincando nos balanços do parque e não pude deixar de pensar em meus pais. Aquele acidente tirou eles de mim. Dizem que isso foi a vontade de Deus, mas não consigo compreender um cara que se diz misericordioso e tira a vida das pessoas desta forma, permite que pessoas sofram com isso. Não me conformo!

No meio de todos, um ser me chamou a atenção. Seus cabelos cor de rosa se destacava dentro da multidão. Sua mão segurava a de uma criança estrangeira. -O menor era negro.- Eles pareciam até pai e filho rindo e brincando. Aproximaram-se do mesmo ambulante que eu havia comprado a água.

-Quer sorvete, filho? -perguntou ao pequeno se abaixando para ficarem do mesmo tamanho.

-De chocolate, papai Jin! -respondeu apontando para o carrinho do vendedor e pulando, fazendo os dois rirem com a sua alegria.

-Duas casquinhas de chocolate, por favor. -fez o pedido que foi prontamente atendido. -Obrigado! Tenha uma boa tarde. -disse pagando os sorvetes e faz reverência ao vendedor que retribuiu da mesma maneira.

Pai e filho procuravam um banco para sentar-se e tomar seu sorvete. O banco onde eu estava era o único mais vago ali perto, então eles se aproximaram. Virei o rosto para que não percebessem que eu avistava cada passo que eles davam.

-Boa tarde! -olhei para onde vinha esse cumprimento e encontro o rosado sorrindo com uma mão segurando o sorvete que acabara de comprar e a outra segurava a mão do seu pequeno.

-B-Boa tarde! -respondo rápido e faço uma reverência ao levantar do assento. Mas por que eu gaguejei? Seria seria a presença do outro?

-Podemos sentar aqui também? -apontou para o banco. 

-Oh... sim... sim, sim! Claro que pode. -mas o que diabos há com você, Namjoon?

Ele agradece logo assentando e pondo o menino em seu colo.

-Vai ficar aí nos olhando? Vem tomar sorvete também! -acenava com as mãos me chamando, mas eu não consguia reagir. -Ah! Me chamo Kim Seokjin, e esse é o meu precioso Théo. -aponta para o filho. -E você? Como se chama? -pendeu a cabeça para o lado, parecia curioso. Meu coração já não batia em ritmos certos, com sua ação de agora, já não sentia o chão.

-Papai, parece que o moço se apaixonou por você. -o menor falou fazendo Seokjin ficar um pouco corado, e à mim com os olhos arregalados.

-Não diga besteiras, Théo. -repreendeu o garoto que não deu muita atenção e veio até mim, deixando o sorvete com o pai.

-Me põe no braço, moço? -pediu com os braços levantados.

-Théo! -chamou o outro que continuou na mesma posição até que eu o pego no colo.

-Hum... -ele coloca a sua pequena mão no meu peito. -Seu coração está assim pelo exercício ou pelo meu papai? -pergunta inocentemente olhando-me de forma curiosa.

-Me desculpe por isso! -Seokjin se aproxima. Ficamos nos encarando até que eu quebro o silêncio.

-Acho que as duas coisas, pequeno Théo. -respondo ainda olhando para o Kim que abriu a boca surpreso. -E ah! -coloco o mais novo no chão. -Me chamo Kim Namjoon. -Curvei-me diante do rosado. -E eu aceito o sorvete. -rimos juntos.



Notas Finais


Já disse q sou mt ruim com nome pra fanfics? 😂😂😂 nem precisa dizer, né :')) gostaram do primeiro cap? Logo, logo vem o segundo e PROVAVELMENTE um bônus bem fofin ❤❤ mas isso é vcs q decidem ae 😂😂 se quiserem o bônus, me avisem aew. To esperando a resposta, viu? Se flopar, adeus bônus :'))
Xeriin e até o próximo cap ❤❤❤


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