História Anjos! - Capítulo 13


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gowther, Helbram, Jericho, King, Meliodas, Merlin
Tags Baine, Ban, elaine
Visualizações 143
Palavras 1.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite amorecos, falei que não ia demorar rsrsrs mais um capítulo para vocês.
Não ficou um dos melhores, mais a culpa é do meu namorado que ficou reclamando que não saio do celular. 😑

Boa leitura. 😙

Capítulo 13 - Pesadelo.


Fanfic / Fanfiction Anjos! - Capítulo 13 - Pesadelo.

Pv.Elaine

Acordo com os gritos e resmungos de Ban, ele estava se debatendo dizendo "Para com isso, não faça isso com ela, seu monstro" a unica coisa que eu podia fazer era acorda-lo daquele pesadelo.

- Ban acorda. - O chamei umas três vezes até ele acorda, se levantou em desespero e se sentou na berada da cama com as mãos no rosto. - Ban?

- Me desculpa. - Percebi que ele estava chorando, me aproximei e o abracei por trás, passei meus braços em seu pescoço, senti sua mão grande sobre a minha.

- Quer falar sobre sonho Ban? - No fundo eu queria entender, ninguém tem sonhos assim do nada, mais também não queria pressiona-lo.

- Ta mais para pesadelo. - Ban virou o rosto para mim e forçou um sorriso.- Mais não quero falar disso.

- Então volte a dormir. - O puxo para cama. - Comigo. - Ban abriu um sorriso e deitou sobre mim, senti sua cabeça em meu peito e seus braços em volta de mim, comecei a passar minha mão sobre seus cabelos platinados ate ele dormir; por um momento eu senti que Ban me tinha como um porto seguro, onde ele podia se esconder do mundo. E para falar a verdade, eu estava gostando da sensação de poder cuidar dele, uma pessoa que parece ser tão segura de si precisando de mim. 

Passei o resto da noite vigiando o sono de Ban, tinha medo dele ter outro pesadelo e graças a Deus, ele dormiu tranquilamente. 

Quando ele acordou me encarou firme, sem sair de cima de mim.

- Bom dia estagiária, acordou cedo. - Mal sabe ele que nem dormi depois do susto.

- Cedo? Já são onze horas doutor preguiçoso. - Puxo seu celular e mostro as horas.

- Não tem problema, vem comigo. - Ban me puxou para seu colo, tampei meus seios, ainda estava pelada e ele também. 

- Me ponhe no chão! - Gritei, mais sem resposta, o doutor abriu a porta do banheiro e me levou até a banheira.

- Vamos tomar um banho estagiária. - Ban entrou na banheira e se senta. - Entre senhorita Milenti.

- Estou indo. - Entro cautelosamente na enorme banheira e sou puxada por ele, me fazendo sentar de costa para ele, conseguia sentir seu peitoral definido nas minhas costa. - Doutor Ban, por que não me chama pelo primeiro nome?

- Há. - Ele da um sorriso. - Era um meio de não criar afinidades com você.

- Mais acho que você falhou doutor. - Me viro para ele e o encaro com um sorriso.

- Não sei como. - Percebo que ele ficou sem graça, acho que admitir que falhou lhe aborrecia.

- Ban, me desculpa por intrometer, mais como conseguiu essa cicatriz. - Vou levando minha mão para tocar na marca, mais ele a segura.

- Em um acidente. - Ban falou em um tom grosso, me fazendo afastar para trás, seu olhar havia mudado, aquele Ban frio estava de volta.

- Entendi. - Saio da banheira e pego uma toalha para me secar, Ban ficou apenas me olhando. O deixo sozinho no banheiro e coloquei me vestido, peguei meu salto e o resto das minhas coisas e vou rumo a porta.

- Onde vai? - Me viro, tentando manter a calma e vejo Ban parado atrás de mim com uma talha na cintura.

- Vou para meu quarto Doutor Ban. - Forço um sorriso, eu não sei o porque mais estava irritada por ele não ser claro comigo, eu queria apenas entender o que aconteceu com ele. Mais eu não faço parte do seu mundo e nem sei o porque estou assim, sou nada dele.

- Elaine não vá. - Ban foi se aproximando e eu me afastei.

- Até a noite doutor.- Me viro e abro a porta. - Depois me avisa qual sera o horário da conferência de hoje. - Saio e fecho a porta, me escorro nela pelo lado de fora e respiro fundo, para ter forçar.

Entro no meu quarto e me jogo na cama, as lembranças da noite anterior não sai da minha cabeça, minha pele súplicava por mais.

- Meu Deus, Helbram.- Dou um pulo da cama e começo a andar de um lado para o outro. Gente eu trai meu namorado,o que eu vou fazer. Calma Elaine, respira, você vai dar um jeito, agora relaxa. Passo as mãos no cabelo e olho para baixo e vejo que ainda estou de vestido, vou até o closet e vejo minhas roupas de praia. - Hum, o por que não? - Tiro o vestido rapido e minha calsinha, coloco um biquíni e um vestido de praia por cima, pego um chapéu e meus óculos de sol, pego uma toalha e protetor coloco na minha bolsa e desço para a piscina. Era linda, uma bela vista, sou guiada por uma moça que trabalhava no hotel ate umas espreguiçadeiras vazias, e olha eram bem confortáveis. Fico ali por um bom tempo, e nesse tempo me desliguei do mundo e de todos. Mais minha paz acaba quando me celular toca, era um mensagem de Ban, avisando o horário da conferência de hoje, e eu não to afim de ir. Me levanto pego minhas coisas e subo, quando a porta do elevador se abre para o corredor vejo Ban la parado na porta do meu quarto, respiro fundo e vou ate ele.

- Elaine preciso conversar com você. - Ele falou com uma expressão seria.

- Aprendeu meu nome Doutor. - Abro a porta do meu quarto, entro e sou seguida por ele que a fecha.

- Você não quer saber como consegui essa cicatriz? Então vou lhe contar.- Ban se sentou na minha cama, como um derrotado.

- Se você não quiser me contar, não precisa, afinal somos nada um para o outro. - Na hora que falei isso, Ban ergueu o rosto me encarando.

- Elaine. - Ban faz uma pausa. - Você já é muito para mim, e confio em você ao ponto de contar uma coisa que apenas a familia de Meliodas sabe.

- Como assim? - Eu estava surpresa, ele ia se abrir comigo.

- Senta aqui por favor. - Ban apontou para a cama e eu obedeci. - Você pode pesquisar em qualquer lugar na mídia que não vai encotrar isso que vou te contar, eu ja fui muito pobre, minha mãe era empregada na casa da familia de Meliodas, e a familia dele sim era muito rica, meu pai era um motorista de ônibus, que passou a vida bebendo e batendo na minha mãe, mesmo eu sendo apenas um garotinho, eu tentava defende-la e acabava apanhando junto. - Ban deu um sorriso, acho que era para disfarçar sua dor e eu fiquei ali parada o escutando. - Minha mãe sempre me levava junto com ela para o serviço, foi onde minha amizade com Meliodas cresceu e com seus irmãos também, mais Meliodas era mais grudado a mim, me tratava como um irmão, mais que os de seu próprio sangue e como eu passava muito tempo la, os pais dele me tratava como um sobrinho, e minha mãe era muito amiga da mãe de Meliodas. Mais... - Ban suspirou. - Um dia meu pai, se assim aquilo pode ser chamado, foi buscar eu e minha mãe no trabalho e ele estava bebado. Eu nao consigo me lembrar por qual motivo ele começou a discutir com ela dentro do carro, eu tinha apenas sete anos na época. - Pude ver os olhos de Ban cheios de lagrimas. - Ele ergueu a mão para bater nela e não prestou atenção que o sinal estava vermelho, o carro deu de cara com um caminhão,  o impacto foi tão forte que meu pai que estava sem cinto, saiu pelo vidro, minha mãe também morreu na hora, ja eu tive um vidro ficado no pescoço, que quase pegou minha artéria, e graças a um otimo cirurgião, ele conseguiu tirar o vidro, mais a cicatriz ficou. Quando eu acordei no hospital Meliodas estava la com seu pais, os mesmo me olhavam com pena, até que o pai de Meliodas me contou que meus pais tinham morrido, eu me lembro dessa cena como se fosse ontem, eu desatei a chorar, pois eu não tinha mais ninguem no mundo, mais fui surpreendido com o abraço de Meliodas que me disse que seus pais havia me adotado e que eu ia morar com eles. - Ban me encarou. - Eu devo tudo aos pais de Meliodas, eles viraram minha familia dali para frente, me colocaram na mesma escola que Meliodas, me trataram como filho, a mídia acha que eu e Meliodas somos mesmo primos, porque eu chamo os pais dele de tio e olha minha faculdade eles que pagaram, quando me formei fiz questão de dedicar tudo a eles, por isso sou o que sou hoje, sou um dos melhores cirurgiões do mundo por eles, minha carreira é para eles. Eu so escondo o motivo dessa cicatriz por vergonha do que meu pai fez com minha mãe e por culpa dele, tenho pesadelos até hoje.

- Você é um vitorioso Ban. - Me aproximo e seguro sua mão. - Sua mãe deve ter muito orgulho de você e os pais do doutor Meliodas devem ter mais orgulho ainda.

- Devem ter. - Ban da um sorriso. - Mais para mim ser completamente vitorioso, preciso de mais uma coisa.

- Do que doutor? - O encaro.

- Você.






Notas Finais


Desculpem os erros👏
Logo tem mais. Beijos😘


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