História Anjos entre nós - Emison - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Emily Fields, Hanna Marin, Spencer Hastings
Tags Alison Dilaurentis, Emily Fields, Emison, Pll, Pretty Little Liars, Sasha Pieterse, Sashay, Shay Mitchell
Visualizações 55
Palavras 1.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus estimados leitores! Eis aqui mais um capítulo! Boa leitura!

Capítulo 4 - A gratidão materna


Jessica estava apreensiva. Numa viagem fora do país, soube do que aconteceu com a filha através de uma amiga, que não sabia que ela estava viajando e a ligou perguntar sobre Alison. Assim que recebeu a notícia ligou para a filha, que não atendeu de imediato, deixando-a muito preocupada. Então telefonou para Jason para informá-lo sobre o que havia acabado de tomar conhecimento. Quando Ali finalmente retornou a sua ligação, ela se tranquilizou um pouco mais. Depois de ter falado com a filha, Jessica logo fez as malas e embarcou de volta para casa no primeiro voo que conseguiu. Não vivia mais com os filhos, mas morava próximo a eles, principalmente de Jason, visto que ambos moravam na Filadélfia. Para que Alison pudesse ter seu próprio espaço e maior independência, e visando satisfazer a sua vontade de morar na capital, ela se mudou da casa da família, deixando-a com a filha, já que o filho tido saído de lá desde que ingressou na faculdade. E apesar de não residir mais ali, tinha uma chave reserva, a qual sempre carregava consigo. Desse modo, assim que desembarcou no aeroporto de Filadélfia pegou um táxi e foi direto para Rosewood, uma que vez a cidade bem ficava próxima da capital – cerca de dezoito quilômetros. Mesmo sabendo que Ali estava bem, só se tranquilizaria de verdade quando a visse. Então logo que chegou pagou o motorista e apressou-se em descer do veículo e pegar a sua mala. Entrou chamando o nome da sua filha, escutando como resposta:

—Estou aqui, mãe.

Ela estava na sala, sentada no sofá com papéis no colo, corrigindo as atividades dos seus alunos. Jessica deixou a mala perto da porta, largando a bolsa ali também, andou apressadamente até a filha e abraçou calorosamente dizendo:

—Você está bem? Quando soube o que aconteceu, mal podia esperar pra te ver de novo.

—Sim, mãe, eu estou bem.

Após o carinhoso abraço entre mãe e filha, ambas se sentaram e começaram a conversar sobre o que havia acontecido. Alison contou em detalhes tudo a Jessica – como a ex-agente salvou sua vida e a acolheu duas vezes na casa dela, cuidando muito bem da professora. Falou até mesmo sobre Kawai e do quão companheiro ele era. A mãe ouvia o relato bastante atenta e ficou surpresa em saber que Em sozinha bateu em cinco caras. Apesar de a ex-agente não ter pedido segredo a Ali quanto a sua antiga profissão, ela nada revelou a mãe, pois entendia que Emily não queria expor isso. Depois que Alison terminou de descrever tudo que ocorreu, Jessica declarou:

—Ali, eu não tenho palavras pra expressar a minha felicidade por te ver bem, assim como não tenho palavras pra expressar minha gratidão a Emily.

—Também não, mãe. Eu sinto como se ela tivesse me dado minha vida de volta. Isso quase foi tirado de mim. Se Noel e os amigos dele tivessem feito os que realmente pretendiam, eu não seria mais a mesma mesmo que tivesse sobrevivido.

—Não vamos pensar nisso. Você está bem e isso é o que importa.

—Sabe, eu conheço pessoas maravilhosas, mas acho que ainda não tinha conhecido alguém como Emily. Quando eu não queria ficar só, ela me acolheu e cuidou de mim. Sempre sendo gentil e amável.

—Por que você não a chama pra um jantar com a gente hoje à noite? Eu gostaria muito de agradecê-la pessoalmente.

—É uma boa ideia.

—Agora eu preciso ir tomar um banho.

Ao falar isso, Jessica segurou a cabeça da filha com ambas as mãos e beijou sua testa, dizendo em seguida:

—Te amo.

Alison lhe sorriu. Ela, então, pegou sua mala e sua bolsa e foi para o antigo quarto da professora, que agora era onde ficava quando a visitava. Ali voltou a corrigir as atividades dos alunos, mas não antes de falar com a ex-agente, convidando-a para jantar e recebendo uma reposta positiva dela. Ela tinha realmente gostado da ideia da mãe e estava feliz que Emily viria.

Com exceção do passeio que faz com seu cão, a ex-agente passou o dia estudando música, aproveitando também para compensar o tempo que passou longe do piano que foi presente de Andrew. À noite, por volta de sete e meia, ela estava a caminho da casa da professora. Ao chegar, foi recebida por Alison, que abriu a porta dizendo:

—Oi, Emily! Entra.

Quando ela entrou, Jessica logo veio ao seu encontro, e antes que Em pudesse dizer qualquer coisa, a mãe da professora a abraçou calorosamente falando:

—Muito obrigada pelo que você fez pela minha filha.

Após o abraço, Ali, então, diz para a ex-agente:

—Essa é a minha mãe.

—É um prazer conhecê-la, Sra. DiLaurentis.

—Me chame apenas de Jessica. O prazer é meu. Estava ansiosa pra conhecer você.

Depois que Emily foi apresentada a mãe de Ali, a três mulheres se encaminharam para a sala de jantar e começaram a refeição. Enquanto comiam, Jessica iniciou a conversava falando:

—Emily, Alison me disse que você acabou de se mudar de volta pra cidade e que pretende trabalhar com música.

—Sim, me mudei da Califórnia há poucos dias e quero começar a trabalhar com musicista.

—Eu adoro a Califórnia. Já viajamos pra lá algumas vezes. O que você fazia por lá?

—Eu trabalhava pra um serviço de inteligência.

—Que interessante! Era a CIA?

—Não, outro. Não posso nada sobre ele.

—Entendo. Por que deixou o antigo trabalho?

Ali, que até então só ouvia o diálogo, decidiu se pronunciar:

—Mãe, ela não gosto de falar sobre isso.

—Ouh... Me desculpe.

—Tá tudo bem, Ali. Eu posso falar… Eu perdi meu melhor amigo numa missão. Então eu decidi deixar aquele emprego e trabalhar com música.

—Eu sinto muito. Deve ter sido difícil pra você.

—Muito. Foi ele que me ensinou música e pretendíamos trabalhar com isso juntos.

—Eu tenho certeza que você vai fazer um ótimo trabalho.

—Sim, ela é uma pianista maravilhosa – falou Alison, fazendo Em sorrir levemente.

—Eu espero que um dia eu possa te ouvir tocar – disse Jessica.

Depois do jantar, antes de se despedir da professora, Emily comentou para ela:

—Você parece estar bem melhor.

—Sim, realmente me sinto assim. A companhia da minha mãe me ajuda muito.

—Ela é muito legal. Eu fico feliz que esteja bem.

—Graças a você.

Em sorriu e se despediu de Ali. Jessica a acompanhou até a varanda e antes de também se despedir da ex-agente, ela declarou:

—Emily, eu não tenho palavras pra dizer o quanto sou a grata a você. Alison me contou tudo o que você fez por ela. Que além de salvar sua vida, você cuidou dela também. Você fez algo que eu não puder fazer: estar ao lado dela quando ela mais precisou. Pra uma mãe, a vida de um filho é algo inestimável. Você manteve minha filha viva e bem. Serei eternamente grata a você.

A mãe, então, despediu-se de Em com outro caloroso abraço, transmitindo mais uma vez o seu agradecimento através dele. Logo depois disso, a ex-agente partiu.

Emily não estava acostumada com toda essa atenção ao mesmo tempo que compreendia que o seu gesto teve boas consequências. Isso era nítido – a professora estava bem e sua mãe feliz e aliviada por ver a filha assim. A ex-agente se sentia muito bem por ter proporcionado essas coisas. Ela sabia muito bem como era perder alguém que se ama muito e não queria aquele tipo de dor para ninguém. Se pudesse evitar o pior, ela o faria. E assim, com aquela sensação de bem-estar causada pelo bem-estar que causou a outros, ela fazia o seu caminho de volta para casa.


Notas Finais


Eu tenho a impressão de que Jessica vai shippar muito e essas duas hahaha! Nos vemos no próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...