História Anjos entre nós - Emison - Capítulo 5


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Emily Fields, Hanna Marin, Spencer Hastings
Tags Alison Dilaurentis, Emily Fields, Emison, Pll, Pretty Little Liars, Sasha Pieterse, Sashay, Shay Mitchell
Visualizações 36
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um aí para vocês! Espero que gostem!

PS: Desculpem-me os erros nos capítulos anteriores. Eu apenas os revisei um vez depois que escrevi, mas mesmo assim ainda havia muita coisa pra ser consertada. Eu os revisei bastante e espero que não haja mais erros. Serei mais cuidadosa das próximas vezes.

Capítulo 5 - Uma visita aos que já se foram


Segunda-feira. Depois de um fim de semana bastante agitado, Alison está de volta à sua rotina normal. Devido ao famigerado episódio da última sexta-feira, a universidade havia concedido a ela alguns dias de folga para que pudesse se recuperar do que aconteceu. Todavia, a professora se sentia bem e fazer o que tanto gostava – ensinar – seria muito bom para ela. Era o que pensava e certamente não estava errada.

Enquanto a rotina de Ali transcorria normalmente na universidade, a ex-agente passava o seu dia bem longe de casa. Ela foi visitar alguém a quem devia uma visita há muito tempo. Ao chegar ao cemitério de Saint Luke, caminhou até o local em que ele estava e se sentou em frente a sua lápide, que consistia em uma placa simples e nela entalhados o seu nome, data de nascimento e data de falecimento. Pronunciou-se:

—Faz muito tempo desde que estive aqui pela última vez. Desculpa por não ter vindo antes. Não conseguia me acostumar com a ideia de que você partiu, e quando isso aconteceu eu deixei o nosso antigo trabalho… Sabe, eu tenho um cachorro... um husky siberiano. O nome dele é Kawai. Ele veio pra mim logo depois que você se foi. Nós fomos ao Havaí e passamos dois meses lá. Depois disso voltamos pra Califórnia... Agora estou de volta a Rosewood, morando na casa que foi dos meus pais. Me mudei há poucos dias… Assim que eu cheguei na cidade algo aconteceu. Você se lembra de Alison, a primeira garota que eu gostei? Eu salvei a vida dela. Queriam fazer algo terrível com ela. Ainda bem que eu estava na festa de Spencer… Ela está bem diferente. A Alison de agora em nada se parece com aquela garota chata e mimada que um dia me humilhou. Ontem eu jantei com ela e a sua mãe, que ficou muito grata por tudo que fiz pela filha. Eu fico muito feliz que Ali esteja bem… Agora que estou de volta à minha cidade natal, eu pretendo trabalhar com música. Sabe quando você ficava me dizendo que eu deveria compor também? Depois que você se foi eu escrevi algumas músicas. Eu quero gravar um álbum e futuramente talvez eu tenha o meu próprio estúdio… Eu passei muito tempo pensando como seria maravilhoso que você estivesse aqui pra fazer todas essas coisas comigo. Mas então eu percebi que, diferente do seu corpo, o seu amor não pereceu e que ele estará comigo em qualquer coisa que eu faça. Então, você estará comigo… Eu sei que eu não precisava vir até aqui pra isso, mas eu queria muito te visitar e dizer o quanto eu amo você. Muito obrigada por tudo, Andy.

A morte de Andrew abalou de forma surreal a vida de Emily, que mais uma vez encarava a perda de um ente querido. Visto que ele não tinha mais nenhum parente além do seu falecido tio, a ex-agente havia se tornado sua única família, e quando ele morreu ela teve que organizar sozinha o seu funeral. Desfazer-se das coisas dele foi, depois do seu falecimento, a segunda coisa mais difícil de lidar. Ela era constantemente lembrada que ele não estava mais ali e jamais retornaria. Apesar de ter Spencer ao lado dela ajudando como podia, era tudo muito doloroso. Um dia depois do enterro, ela foi à casa dele. Tudo ainda estava como ele havia deixado: partituras espalhadas em cima da mesa de centro, junto com meia caneca de café; no piano de calda – sempre quis ter um – ainda havia papéis com a cifra daquela que provavelmente foi a última música tocada por ele; no quarto, um violão em cima da cama, que estava desarrumada. E a casa… Ele tinha comprado há quase um ano e ainda estava pagando. Em lembra bem que ele a comprou principalmente por causa do jardim, que ele cuidava com tanto afeto, e onde havia uma linda variedade de flores nele. Seu tio era florista, então ele sabia bem como cuidar daquilo. A ex-agente o ajudava às vezes. Todos aqueles pensamentos colonizavam a sua mente de uma só vez, e depois que ela percorreu toda a casa, parou na sala e começou a chorar – chorou o choro de uma vida inteira. Sentia-se cansada daquele círculo vicioso que parecia assombrá-la de tempos em tempos, com a morte de alguém muito próximo a ela. Levou algum tempo até Emily se conformar com a partida do seu amigo. Ela se desfez de quase tudo dele, até mesmo do seu piano de calda. Achou melhor doar seus instrumentos, com exceção de apenas uma guitarra semi-acústica, que decidiu ficar – ele adorava tocar com aquele instrumento.

O cemitério de Saint Luke, em Woodburn, no estado do Oregon, já era conhecido pela ex-agente antes mesmo do falecimento de Andrew. Ela já o havia acompanhado em uma visita ao túmulo do seu tio. Desse modo, quando ele também morreu, ela o enterrou no mesmo lugar, pois compreendia que seria o desejo do amigo. Depois de se despedir dele, foi até o túmulo do seu tio, no qual deixou algumas flores. Logo em seguida, saiu do cemitério, entrou no carro que havia alugado e seguiu de volta para o aeroporto em Portland, cidade capital. A última vez que tinha estado lá foi quando teve que sepultar Andrew. Foi bom voltar mais resignada e ver aquilo com outros olhos. Em finalmente estava em paz e desejava que assim o seu amigo estivesse também.

Ao regressar para Rosewood de manhã cedo no dia seguinte, Emily, que havia deixado seu próprio carro no aeroporto da Filadélfia, já que não demoraria muito, passou na casa de Spencer para buscar Kawai e, em vez de ir direto para casa, tomou outro rumo. Havia outras duas pessoas que não visitava há muito tempo, e que assim como Andrew, ela achou que devia uma visita a elas também. Ainda não tinha feito isso desde que retornou. Ao chegar ao cemitério da cidade levando consigo seu cachorro, ela foi até os túmulos dos seus pais – um jazia ao lado do outro. Conversou com eles, dizendo-lhes basicamente a mesma coisa que tinha dito ao amigo, além de também lhes falar que os amava muito. Depois, partiu dali, seguindo, então, para casa. Agora, havia muito a ser feito.


Notas Finais


Nos vemos no próximo capítulo!


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