História Anjos Rebeldes - Capítulo 3


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Cece Drake, Darren Wilden, Dr. Rollins, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Jessica DiLaurentis, Lorenzo Calderon, Lucas Gottesman, Maya St. Germain, Melissa Hastings, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Pam Fields, Peter Hastings, Samara Cook, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings, Wayne Fields, Wren Kingston, Yvonne Phillips
Tags Emison, Ezria, Haleb, Pretty Little Liars, Romance, Spoby, Suspense
Visualizações 12
Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite! Tenham uma ótima leitura :3

Capítulo 3 - À beira do Apuro


Fanfic / Fanfiction Anjos Rebeldes - Capítulo 3 - À beira do Apuro

TW: ALCOOLISMO, ABALO EMOCIONAL/PSICOLÓGICO, DEPRESSÃO. Caso você tenha gatilhos, deixe nos comentários para que eu saiba. Abuso, violência, ansiedade ou o que for!


Alison estava quase pronta para sair, só faltava seu majestoso batom vermelho Ruby Woo da MAC. Ele era seu companheiro, vivia em sua bolsa. Certa vez, uma mulher linda de pele negra, sorriso esbranquiçado, e cabelos ondulados se aproximara da loira em uma festa que fora convidada pelas amigas. Segundo a desconhecida, aquele batom a hipnotizara, atraíra sua atenção; algumas horas depois elas estavam dando amassados dentro do carro. Desde então a mulher não saía de casa sem usa-lo! 

Antes de ir embora ela encara seu reflexo no espelho mais uma vez e suspira buscando um pouco de autoconfiança na imensidão azul de seus olhos. Conseguindo um resquício, mesmo que breve, a DiLaurentis apaga a luz e desce as escadas logo saindo da mansão. Enquanto dirigia o carro - nada simples -, seus pensamentos pareciam dar voltas e mais voltas. Como uma pessoa que possui tantos sonhos não tem confiança em si? Era irônico para ela ser assim, ainda mais com tudo o que Jessica a ensinou por anos. Não era cabível não ter confiança e sonhar variáveis coisas ao mesmo tempo! Sonhar é acreditar que aquilo um dia se realizará, é crer que você é capaz de seguir até o fim para que isso aconteça; o que deu errado no percurso da jovem mulher? 

O clima estava favorável, nem tão frio e nem tão quente. Perfeito para um dia de sexta! Lembrou de ligar para Spencer e assim o fez. Aproveitou a falta de carros na estrada e esperou que a Hastings a atendesse. 

— Ali, onde você tá? Acabamos de chegar aqui! – Pergunta buscando o carro com dificuldade. 

— Estou chegando, não se preocupe! O transito tá tranquilo hoje, pensei que seria pior por ser sexta. Só tenho que entrar na rua Hamilton e encontro as duas. – Alison avista pelo retrovisor uma sombra vindo e olha para trás curiosa e amedrontada. Era apenas uma moto idiota!

— Tá bem, ficaremos no ponto de encontro de sempre! Tchau!


Já na Skorpius Night Club


As três mulheres entravam no local como se fosse a primeira vez. Era uma novidade a cada nova visita. Como de costume, a casa estava lotada, o que significa que daria um ótimo rendimento e lucro para o dono. Além dos clientes, é claro. A caçula dos DiLaurentis nunca gostou muito de residir lugares como o que habitava no momento, mas queria experimentar o novo e conhecer mais de si. Uma das intenções também era a de se sentir mais confiante para falar e fazer o que bem desejava! Passou a frequentar quase todo fim de semana, tornou-se um ritual das melhores amigas. Naquele mesmo lugar pôde experimentar mulheres que lhe trouxeram sensações nunca sentidas antes! Alí era o único espaço em que vivia em liberdade. 


Sentadas em uma mesa perto do palco principal elas conversavam:


— Sabe, acho que o Kenneth tem uma amante! – Diz a loira. 

— Você acha? Eu tenho certeza! – Aria diz. 

— Aria! Não fala assim! – Repreende Spencer voltando seu olhar para Alison. — Muitos de nós desconfiamos, mas não temos como saber se tem ou não caroço no angu! Entendo que seja difícil ver que o seu pai seguiu em frente, mas é a lei da vida, sabe? Kenneth é um homem bilionário muito conservado, qualquer um daria a vida para ter uma noite de prazer com ele! 

— SPENCER! - Exclama em surpresa. — Que nojo, não fale assim do meu pai! Se as pessoas soubessem quem ele realmente é duvido que continuariam lambendo o caminho por onde ele passa! 

— Ali, querida, as pessoas gostam de dinheiro. Seu pai tem MUITO. Ninguém liga para sentimentos quando se tem bilhões em jogo! – Finaliza Aria. — Encerrem o assunto, o primeiro show da noite vai começar! – Diz eufórica.

— Desde quando você fica empolgada vendo mulheres seminuas dançando, Aria Marie Montgomery? – Desta vez Alison questiona. 

— Mulheres têm corpos lindos demais para não serem apreciados, amiga! Sou o próprio exemplo de perfeição, vejam só! – Aponta para o corpo rindo com as companheiras. 

O show começa, a dançarina olha fixamente para cada rosto no ambiente. As batidas envolventes de Crazy in Love ressoam enquanto a mulher mascarada faz movimentos sensuais trocando olhares lacivos com sua cliente favorita, Alison. É, as duas têm uma história bem antiga. 

— Ela não tira os olhos de você, gamou! – Diz Aria.

— Calada ou eu arranco o cotoco que você chama de pernas! – Retruca entre os dentes ouvindo Spencer rir. 

A dançarina sai do palco e percorre as mesas dançando de uma forma provocante para todos, mas sempre focando em uma só pessoa. Até que decide arriscar caminhando lentamente em direção à loira por quem se apaixonou perdidamente. Os batimentos cardíacos da mulher mascarada simulavam a própria caixa de som, batiam conforte o ritmo da música. Devagar passa por trás da loira e leva suas mãos para os ombros de Alison, que reage se arrepiando com o toque sutil. Ainda com toda sensualidade, a mascarada percorre o corpo de sua paixão levando uma das mãos atrevidas para sua coxa. Ali então se levanta ao ver onde as provocações dariam.

— Não faça isto aqui, Pettra – Diz forte. Assustada com o que aconteceu deixa as amigas na mesa e vai para o bar da casa. Seria uma noite e tanto! 

Um curto tempo passou desde a ida para o bar, Aria e Spencer tinham brigado com a herdeira dos DiLaurentis por sumir e encher a cara como se não houvesse amanhã. Alison não deu ouvidos, só continuou a beber e fingir que estava repleta de felicidade dentro d'alma. 

— Me dê a garrafa da tequila que tiver. Pode deixar, eu pago à vista! – Deixa o dinheiro na bancada. — Quero também que pare de receber os pedidos da mocinha aqui, ela mal se aguenta em pé! Pegue água, ela precisa se hidratar! – Manda fitando Alison de cima a baixo vendo que seu estado de sobriedade era tão real quanto a pessoa que ela conversava. 

— Você não é a minha dona, posso beber o quanto eu quiser! Nem conheço você! – Devolve. 

— Que tal começar tirando a cabeça do balcão e olhando nos meus olhos?! 

Alison aceita o pedido e ergue o tronco virando seu pescoço para o lado direito. Com a visão turva não conseguia forcar no rosto da pessoa alí. Respirando fundo - pelo menos cinco vezes - ela se forçou a enxergar a criatura que tirou sua paz e necessidade de transbordar no álcool. 

— Vai me ouvir e beber a água ou prefere continuar bancando a míope, branquela? – Pergunta bebendo a tequila e segurando a garrafa de água. — Não tem veneno ou drogas aqui, acabei de comprar. Pode beber, não sou perigosa como pensam!

Encabulada ela pega a água e agradece. Dá grandes goladas e solta o ar em alívio. 

— Agora pode me dizer por que bebeu assim? Nunca vi um alguém ficar tão mal bebendo. E não falo da embriaguez, você tá com uma cara de que perdeu a alma! 

— Por que o interesse em mim? Pode parando com o autoritarismo pra cima de mim! Não sou mais criança, sei me cuidar. 

— Não é o que parece, princesa. Mas tudo certo, pode voltar para o poço. Vim aqui beber, não para ser psicóloga! – Seu tom rude fez com que a mulher se encolhesse no banco. A moça a ajudou, se preocupou com ela e foi tratada como lixo. Pior que lixo! 

— Me desculpe, eu não queria soar tão grosseira! É um assunto delicado, ok? Não gosto de falar. Mas em parte bebi para fugir da Pettra, ela ainda não se tocou de que não sinto o mesmo por ela. 

A música alta ecoava na cabeça de Alison brutalmente, uma dor de cabeça enorme a atingiria pela manhã. Nada ouviu da moça de jaqueta preta, apenas escutou sua última golada. 

— Não sei quem é Pettra, mas não me importo também. Você não é responsável pelos sentimentos que as pessoas criam por você. Isso se não tiver contribuído ou alimentado, é claro. Caso contrário não é um problema seu! Eu penso assim. Não existe uma pessoa que se apaixona depois de uma transa, é só uma relação carnal de puro prazer. Assim como não existe amor à primeira vista. Essa Pettra vai sofrer por não ser correspondida, mas daqui há uns anos agradecerá por não ter sido mais uma vítima de desilusão amorosa! – Olha a multidão em sua volta e continua: — Aliás, meu nome é Emily. Enfim, já vou! Chame um uber, você não tá legal pra dirigir. 


10:00 AM 

Dor de cabeça, enchoo, boca seca e outros. Alison sentia um misto de coisas e a cada movimento descobria uma nova dor de estimação. Pôs os pés descalços no chão gélido e de imediato um arrepio atravessou sua espinha. 

— Que inferno, por que eu bebi tanto? – Tudo girava. Sonza, confusa, atordoada; estas eram as palavras para descrever o que ela sentia agora. — Como eu cheguei aqui?

Procurou o celular e viu 30 chamadas. 12 de Spencer, 10 de Aria e 8 de Kenneth. 

— Ah não....






Notas Finais


Até mais! ❤ Caso haja erros eu os consertarei depois


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