História Annyeong Marilene - Capítulo 3


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Categorias EXO
Personagens Lu Han (Luhan), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores, AM vai entrar em hiatus pq estou sem ideias para continuar k

Espero que gostem desse cap e que tenham paciência até o próximo cap.

Até

Capítulo 3 - 03


Chanyeol acordou com o seu celular tocando uma música que Marilene tinha colocado como despertador, e para sua infelicidade, o chinês bateu no seu nariz enquanto procurava o celular que estava tocando aquela música enjoativa. Seria tarde demais para matar sua amiga? Park desligou o despertador antes que fosse espancado pelas mãozinhas fofas do chinês e se sentou na cama, o nariz iria ficar dolorido por alguns minutinhos e Luhan ia voar pela janela se aparecesse novamente na frente de Chanyeol perguntando se iriam numa baladinha.

— Hm, por que minha cueca… Oh. — Park escondeu o rosto quando lembrou o que aconteceu e olhou para Luhan que estava dormindo de um jeito sereno. — Luhan. — Chanyeol deu um peteleco no nariz do loiro que bateu na própria cara achando que um mosquito estava o perturbando e resmungou baixinho. — Isso, seu idiota, se bate.

— Eu estou com dor de cabeça. — Luhan se ajeitou na cama e colocou a mão na coxa durinha de Park. — O que a gente fez ontem pra você estar sem a cueca?

— Hmm, eu vou deixar você louquinho faz você lembrar de algo? — O chinês escondeu o rosto com o cobertor e Chanyeol riu baixinho antes de sair da cama e pegar a primeira roupa que apareceu na sua frente. — Chihuahua, você deveria ser menos agressivo na cama.

— Vai se foder! — É claro que Luhan não ia lembrar e Chanyeol estava brincando sobre aquilo. — Eu não consigo olhar pra sua cara.

— Eu vou fazer algo pra comer, quer algo?

— Minha dignidade está no cardápio? — Luhan destampou a cara e se sentou na cama. — Você estava brincando né?

— Tão bobinho.

Luhan tinha capotado assim que decidiu que iria fazer algo que provavelmente era mais do que tirar a roupa de Park e babar no travesseiro, claro que Chanyeol não iria o afastar ou fazer um escândalo por um cara que não fazia muito seu tipo estar fazendo aquilo, estava na seca e Luhan parecia muito querer dar uns tapinhas na bundinha dura de Park. Talvez fosse difícil para o chinês admitir que queria muito mais do que sair da seca com um coreano quase desconhecido e provavelmente era mais difícil Chanyeol se concentrar naquilo já que seus pensamentos estavam com sangue nos olhos e quase indo pegar sua faca de serrinha para bancar o bandidão pra tirar as limpas com um tailandês que tinha desaparecido com a sua amiga, nem mesmo cem chihuahuas poderiam salvar o pobre tailandês das garras de Park Chanyeol, o bandidão da faca de serrinha.

Enquanto isso no quarto de Marilene — que tinha um convidado especial —, as luzes estavam apagadas e o cheirinho de shampoo de chocolate estava pelo travesseiro que uma cabecinha de cabelos escuros e longos se encontrava. Marilene se virou na cama e quase caiu quando ouviu batidinhas na sua porta e a voz grossa de Chanyeol. Como iria explicar para ele a situação? A garota passou a mão pelo cabelo colorido e acordou Chittaphon, que fez cara feia mas acabou se sentando na cama e sentiu as bochechas ficarem quentes quando Marilene colocou uma mecha do seu cabelo atrás da orelha.

— Marililin. — Chittaphon disse de um jeito manhoso e balançou a cabeça. — Eu quero dormir. Só mais cinco minutinhos. — Marilene o olhou sério e se levantou para abrir a porta antes que Chanyeol a derrubasse com aquelas batidas.

— Tem porta em casa não? — A garota disse um pouquinho estressada e Chanyeol mostrou a tradução do sermão logo de cara, mas Marilene ignorou e deu um sorrisinho. — Gostou do meu cabelo?

— Não acredito que você me largou com aquele tarado do Chihuahua pra ficar com o fudido do Chittaphon. — Chanyeol respirou fundo e olhou para o tailandês que estava sentado na cama ainda.

— Desculpa... Eu tinha que fazer uma coisa… — Marilene disse baixinho e o outro fez um biquinho. — Não fica bravo comigo, pranchinha.

— Estou de greve e vou ver o último episódio sozinho. — Chanyeol saiu da frente da porta e desceu as escadas muito puto.

Chittaphon se levantou e saiu do quarto antes que Marilene o expulsasse do quarto. Será que deveria acalmar a fera que estava roendo o bom humor do seu amigo ou apenas ignorar e ir pra casa? Não ia poder contar que haviam ido comprar as passagens de ida para a terra natal de Marilene. O tailandês se sentou nos degraus da escadas e apoiou a cabeça na mão. Chanyeol ficaria tão triste por saber que sua amiga estava indo embora e que estava fazendo pirraça ao invés de aproveitar aquele tempo juntinhos que ainda tinham. Luhan passou pelo lado de Chittaphon com uma cara de quem acordou no lado errado da cama e foi pra sala porque Chanyeol estava na cozinha fazendo o café da manhã na força do ódio.

Marilene abriu a janela pra entrar um ar no quarto e guardou as passagens num lugar que Park não iria achar. A noite havia sido boa tirando o fato de sua mãe ter ligado e Chittaphon ter atendido e falado no seu péssimo português que estavam no cabeleireiro e que haviam comprado as passagens, por sorte sua mãe havia entendido e desligou depois de uma série de "cuide da minha filha" e de "boa noite, eu acho". Marilene saiu do quarto e olhou para Chittaphon que estava sentado nos degraus da escada, a garota não podia negar que o tailandês era um partidão e que ficava bobinha quando ouvia ele o chamar de "Marililin" com um jeitinho dengoso.

— Pensando na morte da ovelha? — Marilene passou por Chittaphon e passou a mão pelo cabelo liso dele. — Não vai pra casa sem comer algo, ok?

— Por que eu estaria pensando… ah, eu entendi. — Chittaphon disse baixinho. — Quando vai contar pro Chanyeol? Se esconder por muito tempo e contar em cima da hora é muito provável que ele fique magoado e bravo.

— Eu vou contar essa semana ainda. Vamos comer? Eu estou morrendo de fome... Oi, chihuahua. — Luhan apareceu do nada com um saco de salgadinho nas mãos. — Dormiu bem?

— Por que parece que estão escondendo algo de alguém? — Chittaphon e Marilene se olharam e depois olharam pra Luhan. — Ele sabe que vocês estão namorando?

— A gente não tá namorando. — Chittaphon disse se levantando e cruzou os braços. — Eu e Marililin somos apenas amigos…

— Sei, amigos. — Luhan deu o saco de salgadinho pra Marilene. — Vocês dois combinam.

— Tá quente, né? — Marilene disse depois de um tempo e sorriu. — Vamos comer porque saco vazio não para em pé.

Chittaphon foi puxado para a cozinha por uma Marilene que estava tentando fugir do assunto que Luhan havia começado. Talvez o chihuahua estivesse certo sobre aquilo e não fosse a sua intenção deixar um clima estranho entre eles, ou talvez Luhan apenas estivesse tentando extrair informações para o seu chefe, ou melhor, para Chanyeol, o bandidão da faca de serrinha.



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