História Anoitecer Devasso - Capítulo 1


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Categorias Haikyuu!!
Tags Haikyuu, Kyouken, Kyouken-chan, Kyoutani, Prazer, Pwp, Vôlei, Yahaba
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Palavras 3.626
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Único


— Se você manchar o palco dos nossos senpais, — olhou firme nos olhos surpresos de Kyoutani. — Eu nunca vou te perdoar!  

A explosão de Shingeru surpreendeu a todos, inclusive o alvo de toda a raiva acumulado por Yahaba. Ver um garoto que aparentemente não liga para nada além de garotas e aparência, irritado daquela forma apenas fez com que Kentarou quisesse massacrar a outra equipe – esfregando na cara dele o quão bom ele é.

Yahaba ter enfrentado Kyoutani, aquele que todos chamam de cachorro-louco, foi espantoso de se ver. Todos acharam que ele levaria uma mordida, e ficaram incrédulos quando tudo o que Kyouken fez foi sorrir torto.

A conversa/briga foi o divisor de aguas. O descontrole que Kentarou apresentou já não mais existia e, durante todo o terceiro tempo ele ficou bem equilibrado e entrosado com todo o time Seijoh.

Mas, mesmo assim, eles perderam no final.

Para ele, que ainda estava no segundo ano, não tinha tanta importância, porém tinha sim. Nunca pensou que se sentiria assim, mas ver os garotos do terceiro ano chorarem decepcionados e frustrados, despertou o pior lado de Kyoutani.

— Da próxima vez, nós não vamos perder. — disse resoluto quando passou do lado de Yahaba.

Shingeru olhou para o Kentarou, encontrando os olhos castanhos injetados de raiva e descontentamento consigo mesmo. Assustado com o súbito interesse coletivo dele, Yahaba concordou em silencio, seu rosto estupefato.

Kyoutani seguiu para casa, preferindo não participar da saída junto ao time. Yahaba seguiu-o com os olhos, interessado nesse nova faceta do cachorro-louco.

  

 

Você sabe que esta perdido quando começa a notar coisas que não deveria; como, por exemplo, perceber que ele sempre lambe os lábios antes de bater contra a bola com muita força, ou como o olhar feroz dele parece estar provocando a sanidade do seu alvo.

Depois do primeiro detalhe, a sua percepção a cerca do comportamento dele fluiu como um rio agitado. Seus olhos castanhos o seguia como um cão segue o osso, sua boca salivava sempre que um pingo de suor escorria camisa a dentro; pensamentos cada vez mais sujos invadiam sua mente, e Yahaba se perdia no desejo de seguir com a língua aquela mesma gota de suor.

Tudo o que seus olhos captavam se transformavam em volúpia; o corpo magro e firme, as coxas grossas e bem trabalhadas, os lábios finos que ele volta e meia mordia por frustração e os olhos dele... Ah, aqueles olhos irreverentes e arrogantes, a intensidade selvagem que ele passava ao te encarar...

Yahaba ficava duro só de pensar. Como aquilo aconteceu? Não sabia ao certo. Podia ter começado quando ele passou a ser mais comunicativo, ou quando Kindaichi disse “cuidado quando for falar com o Kyouken, ou você vai ser mordido”, e Shingeru só conseguiu imaginar aquela boca mordendo seu pescoço enquanto Kyoutani apertava o corpo contra o seu. Não sabia ao certo.

Bom, não era importante como ou quando começou, o importante era procurar uma forma de aplacar o desejo e se controlar perto do Kentarou. Infelizmente, durante os treinos, Yahaba ficou duas vezes excitado olhando Kyoutani jogando e precisou correr para não ser pego no flagra.

Até quando iria aguentar sem enlouquecer e atacar o garoto que nem imaginava seu interesse impuro.

Como não havia percebido aquele corpo antes? Se perguntou, praticamente babando do torso despido. Ah, Kyoutani, se você soubesse o quanto eu estou me controlando para não te atacar, você não tiraria a blusa com apenas nos dois na quadra; Yahaba pensou, observando Kentarou secar o rosto e pescoço, as costas flexionando com os movimentos.

Se curvou um pouco, seus olhos ávidos percorrendo o corpo moreno sem nem ao menos piscar. Sentiu sua ereção pulsar. Estava de pau duro.

Kentarou se virou e Yahaba lambeu os lábios. Uma gota de suor descer dos peitos dele, atravessou o abdômen e se escondeu na barra da cueca preta; o short de treino caindo pelos quadris e mostrando uma pontinha da peça intima.

Ah, se pudesse beijar aquela barriga, chupar aqueles mamilos, apertar a bunda durinha e morder as coxas grossas... se pudesse pedir pra ele lhe imprensar contra a parede, morder seu pescoço, dar uns tapas da sua bunda... se houvesse um meio de converscer Kentarou sem parecer um maldito pervertido...

— Ei, o que esta fazendo?

A voz rouca e grosa o assustou, Yahaba engoliu em seco e disfarçou o nervosismo.

— Estou descansando um pouco, como pode ver.

Ele se aproximou, os passos parecendo ameaçadores. A presença dele, a intensidade do olhar feroz, a postura arrogante... Shingeru precisou se curvar mais um pouco, apoiando as mãos nas coxas, para não deixar sua ereção visível.

— Estou perguntando o por que de estar me olhando.

— Não.. — apertou mais as mãos contra duas coxas, a pose de delinquente o deixando ainda mais sexy. Porra...

— Tem mais de dez minutos que você esta me encarando, ta querendo brigar?

Se for na cama com a gente fodendo com força, eu quero.

— Eu estava pensando em uma coisa e me distrai, não quis te encarar.

Quis sim.

— Huh.

Ele voltou a colocar a blusa e pegou outra bola. Virou rápido, ficando de costas para ele, afim de esconder sua vergonha. Quase. Mais um pouco e Kyoutani teria visto e...

E o que? Virou o rosto em direção ao atacante. O que Kyoutani faria se visse seu lado devasso? Qual seria a reação dele se mostrasse abertamente o quanto o deseja? Ele ficaria furioso? Ele o morderia?

A ideia de ser mordido o excitava tanto...

Respirou fundo, aproveitando que apenas eles dois restaram no ginásio. Kyoutani ficou para descontar as frustrações, e Shingeru ficou... bom, para saber se ele ficava sexy mesmo rosnando de raiva.

E sim, ele ficava.

Nervoso, encostou na parede e o encarou deliberadamente. Não demorou muito para Kyoutani perceber, porém ele nada disse. Deveria estar pensando que Yahaba estava pensando em outra coisa e não realmente encarando.

Mas mesmo que o pensamento fosse esse, ser observado é incomodo e Kyoutani não era paciente.

— Você esta fazendo de novo.

— Estou?

Ele franziu o centro e contraiu o rosto descontente. A irritação dele lhe excitou ainda mais, mas dessa vez Yahaba não escondeu.

— Esta.

— Hmm, sei.

Ficaram em silencio. O semicerrar dos olhos castanhos, já costumeiramente flexionados, provocou ainda mais sua sanidade. Shingeru mordeu os lábios, a situação estava absurdamente excitante e Yahaba poderia dizer que já estava um pouco molhado.

Kentarou estranhou o olhar incomum com o qual Shingeru andava o observando. Sempre que olhava na direção dele, Yahaba olhava vidrado para si, e isso começou a o incomodar.

A situação estava ainda mais esquisita com aquela mordida de lábio e o sorriso com os quais ele o encarava naquele mesmo instante. O que aquilo queria dizer? Poderia ser...

Abaixou o olhar para a virilha do companheiro de time. Oh, lá estava, um membro duro marcado no short fino de treino. Subiu os olhos novamente, Shingeru sorria malicioso. Então era aquilo que ele andava querendo.

Levantou a cabeça, sua presença selvagem tomando conta de todo o ginásio. Shingeru pareceu ainda mais afetado, os olhos escuros pelos desejos. Sorriu maldoso. Yahaba queria sexo. Quem diria que o riquinho metidinho de merda queria rebolar no seu pau?

— Shingeru, venha comigo na sala do clube por um instante.

— Precisamos organizar as coisas primeiro.

Kyoutani deu um passo ameaçador. Shingeru teria dado um passo para trás se não estivesse contra a parede. Kentarou encostou seu corpo contra o dele, sua perna direita entre as pernas de Yahaba.

— Se continuarmos aqui, eu vou te comer contra essa parede. — sussurrou no ouvido dele. O corpo de Shingeru tremeu de leve, as mãos dele agarrou as laterais da sua blusa, — Se quiser, podemos fazer.

Deveria dizer não. Era arriscado de mais; alguém do clube poderia aparecer ou até mesmo o zelador do colégio! De qualquer forma, fazer ali era uma péssima ideia.

Quis dizer isso. Quis que suas pernas funcionassem e fossem para a sala do clube. Queria ter forças para pelo menos negar a ideia louca que ele teve. Mas tudo o que conseguiu fazer foi curvar seu corpo para ainda mais perto de Kyoutani.

O risco de poderem ser pegos aumentava mais sua libido e sua fértil imaginação. No instante que Kentarou puxou seu cabelo com força e apertou a boca contra a sua, Yahaba mandou toda e qualquer racionalidade para o quinto dos infernos.

Abriu a boca, buscando a língua dele com a sua. O braço dele apoiou suas costas na altura da sua cintura, e então ele jogou o peito dele ainda mais contra o seu, as costas de Yahaba formaram um arco.

Segurou os ombros magros com suas mãos, abrindo mais a boca para aprofundar mais o osculo. Assim como vinha imaginando todo aquele tempo, Kyoutani dominava bem os movimentos, usando firmeza nos movimentos dos lábios e a língua contra a sua.

Pressionou mais sua boca contra a dele, exigindo mais; mais força, mais intensidade, queria ser tirado fora de orbita, que Kentarou dominasse seus sentidos e o devorasse por inteiro.

— Você esta louco para que eu te coma, não é, Shingeru?

Mesmo separando o osculo, a boca dele estava praticamente grudada na sua. Yahaba mordeu o lábio com a sensualidade que seu nome escapava da voz rouca e grossa. Como alguém de apenas 17 anos poderia ter uma voz profunda e intensa como aquela?

— Você esta falando de mais, Kyouken. — soprou debochado, — Não consegue fazer do jeito que eu gosto e tá enrolando?

Os olhos castanhos acenderam diante da provocação. O olhar antes feroz, parecia selvagem e prometia um sexo tão bruto que Yahaba não sentaria no dia seguinte.

E ele mal podia esperar por aquilo.

Com um olhar ferino, Kentarou subiu de vagar a blusa branca de treino que Shingeru estava usando. As pontas dos dedos dele tocava, hora ou outra, as laterais do seu torso, provocando arrepios na sua pele. Continuou encarando os olhos levemente semicerrados de Kyouken, mesmo que sua vontade fosse olhar para onde ele lhe tocava.

Sua blusa foi retirada e, sem tirar os olhos do seus, Kentarou abaixou o rosto e colocou a ponta da língua pra fora, provocando seu botão rosado em seguida.

Não aguentou e fechou os olhos, se concentrando na sensação molhada no seu mamilo. Curvou as costas, forçando mais o contato. Yahaba tinha razão sobre a selvageria, pois Kyouken cansou de provocar com a língua e abocanhou seu mamilo com avidez. Ele chupou o bico do seu peito como um bebê faminto pelo leite materna. O trabalho foi tão bem feito que, ao mesmo tempo que ele sugava, ele rodeava a língua.

Gemeu, pressionando o rosto dele ainda mais contra seu peito. Kyoutani buscou o outro mamilo para judiar dele com os dedos. Depois de mamar, ele mordeu de leve seu mamilo e seguiu para o próximo. O vento gelado da noite bateu contra o bico do seu peito molhado, a sensação intensa desceu para sua ereção. Seu pau contraiu necessitado.

— Kyouken, desce mais sua mão.

— Quem disse que você poderia me dar ordens? Fica calado. Não quero ouvir nada além dos seus gemidos.

Abriu a boca para responder malcriado, mas Kyoutani segurou seus cabelos e puxou sua cabeça para o lado, deixando seu pescoço acessível. A reclamação morreu no gemido alto que soltou quando sentiu a mordida. Foi forte, mas não machucou. O choque percorreu todo o seu corpo e Shingeru abriu um enorme sorriso satisfeito; a mordida realmente era gostosa como imaginou.

— Mais... — murmurou ofegante. — eu quero mais.

— Disse que para você não falar nada.

— Não lembro de ter concordado.

Sua cabeça foi virada na direção dele e Kyouken sorriu malicioso. Amava a boca esperta e a coragem de bater de frente consigo que Yahaba tem.

Se afastou um pouco e retirou sua blusa. Yahaba continuou admirando o porte físico do, temporariamente, amante. Kyoutani sorriu maldoso, e Shingeru ficou curioso sobre o que ele iria aprontar.

A mão dele foi para cima da sua cabeça e ele a abaixou em direção a sua virilha.

Ele quer um boquete.

Ajoelhou no mesmo instante, sua boca salivando para experimentar um pau moreno e cabeçudo. Que seja grande e grosso, amém. Desceu o short e a cueca de uma vez, um pau muito ereto pulando fora do confinamento e quase batendo na sua cara.

Ficou feliz com o tamanho, provavelmente cerca de dezesseis a dezoito centímetros, e com a grossura também. Um membro bem proporcionou ao tamanho e típico físico do dono.

Poderia provocar um pouco, mas infelizmente a ânsia de engolir aquela carne dura e pulsante o traiu. Lambeu todo o comprimento, experimentando o gostinho mais salgado por causa do suor, e chupou a cabecinha. Avido, engoliu ate a base, sentindo a cabeça bater com força na sua garganta.

— Isso, engole ele todo como a vadia que você é. — Yahaba olhou para ele, os olhos flexionados em puro desejo e maldade. — Se você fizer direitinho, eu vou te foder com força, do jeitinho que você quer.

Shingeru tomou aquilo como um desafio e se emprenhou. Usou sua mão direito para o punheta lentamente e a mão esquerda para brincar com as bolas. Impaciente, Kyouken segurou ambas as mãos na sua cabeça e mexeu os quadris, um vai e vem calmo e profundo; sua garganta sendo tocada ritmicamente.

Se ele estava fodendo sua boca assim, imagina o que ele não faria com seu rabo. Yahaba estava ainda mais ansioso.

Kyoutani puxou Yahaba para cima. Sem dizer nada, ele o virou e o empurrou seu peito contra a parede. Se short foi tirado com rapidez e sua bunda levou um sonoro tapa.

Soltou um gritinho surpreso, olhando por trás do ombro. Kyoutani o encarava serio, a cara de cachorro-louco ainda mais erótica do que antes. Kentarou puxou um pouco seus quadris, empinando sua bunda. Esperou ansioso pelo próximo tapa; este veio ainda mais ardido, deixando sua bunda vermelha. Gemeu e rebolou, mostrando querer mais.

— Mas você é mesmo uma putinha, em, Shingeru. — murmurou em deleite, acariciando a nádega esquerda que havia acabado de acertar. — Quem o vê andando todo metidinho pela escola, não imagina que você adora levar no rabo.

— Menos fala e mais ação, Kyouken. — cantarolou sarcástico, — Estou ficando entediado.

Outro tapa, esse ainda mais forte. Sua nádega direita queimou, e Yahaba gemeu. Rebolou mais um pouco, recebendo uma risada sádica em troca. Nem ao menos sabia que tinha esse lado mais masoquista, mas não se importou com a recém descoberta; sua entrada piscando querendo levar surra de pica.

Kentarou ajoelhou e abriu as bandas da bunda avermelhada. Lambeu o lábio quando a entradinha rosada piscou o convidando a entrar. Foderia com tanta força aquele cu que as pregas sumiriam pela próxima semana.

— Puta safada. — grunhiu. — Levando tapa na bunda e piscando querendo mais.

— Eu quero ser fodido com toda a sua força, Cachorro-louco.

Mais um tapa, — Cala boca e geme, vadia.

E ele gemeu, forte e rouco, quando uma língua molhada dançou pelas sua entrada, cutucando sem parar tentando entrar. Contraiu, sugando a ponta da língua para mais dentro. Kyoutani fez movimentos de vai e vem com a língua e chupou a entrada.

Seu dedo melado de saliva tomou o lugar da língua dentro de Yahaba. E enquanto ele rebolava no seu dedo médio, sua boca trabalho nas bolas e no pau.

— Você esta muito molhado, — disse enquanto masturbava-o com a mão esquerda, — Mal podia esperar por isso, seu puto.

O dedo indicador fez companhia para o médio dentro dele. Yahaba abriu um pouco mais as pernas e empinou um pouco mais, sua ânsia por ter algo maior e mais duro fazendo sua barriga tremer de ansiedade.

Sua boca mamou no pau dele enquanto o terceiro dedo entrou para judiar mais da cavidade macia. Bateu duro seus dedos contra a entrada dele, as pernas de Yahaba tremera e ele quase não conseguiu ficar em pé.

Tirou os dedos – Shingeru soltou um gemido insatisfeito. E se posicionou para entrar. A cabeça entrou com dificuldade, Shingeru é realmente apertado. Porém a dificuldade maior foi a cabeça, e assim que ela entrou, o resto foi praticamente engolido.

— Que cuzinho guloso, esta me sugando com vontade.

Rosnou de leve e se mexeu, metendo devagar. O ritmo foi acelerando, sua força começou a sair do controle e, sem nem perceberem, Kyouken socava com tanta força o pau no cu de Shingeru, que as bolas dele contra a sua bunda fazia um barulho alto, dando a impressão de que uma pessoa estava socando o rosto de alguém.

Sua cintura foi segurada com força e seu corpo passou a ser chocado contra a virilha dele. Yahaba mal conseguia se segurar, o seu rosto estava contra a parede do ginásio e sua boca estava aberta deixando um pouco de saliva escapar na lateral.

Ele diminuiu um pouco o ritmo, mas não a profundidade de onde tocava. O pau dele bateu duro no fundo da sua cavidade e seus olhos reviraram.

— Gosta de ser fodido com força?

— Gosto.

— Então rebola do meu pau, putinha.

Riu malicioso, seu quadril se remexendo como mola. Kyoutani fechou os olhos e gemeu rouco, a cavidade quente e macia, engolindo e sugando seu pau, as paredes de comprimindo contra ele.

— Acho que vou cair, — avisou quando suas pernas ameaçou ceder.

Kentarou saiu de dentro dele e o virou.

Mãos fortes seguraram suas coxas, Kyoutani subiu o seu corpo e se colocou entre suas pernas, Shingeru cruzou as pernas no quadril dele por puro reflexo. As mãos dele foram para a sua bunda, apertando ambas as polpas com força, e um tapa novo foi deferido. Sua cabeça caiu pra trás, a boca aberta em um gemido mudo.

Kyouken meteu de uma vez o pau, a posição deixando Yahaba bem aberto e muito apertado. Shingeru gritou, sua próstata foi tocada pela cabeça gorda.

— Achei. — murmurou, — Pronto pra ter sua próstata surrada até você não aguentar mais?

— Por favor.

Passou os braços por dentro das coxas e as segurou, tirando todo o apoiou do Shingeru. Segurou ambas as nádegas e voltou a estocar, mais rápido e duro que antes. Yahaba abraçou os ombros dele, gemendo no seu ouvido. Kentarou deu alguns passos cambaleantes pra frente e bateu as costas de Yahaba contra a parede. Por causa do desiquilíbrio inicial, a batia doeu, mas a dor logo passou quando sua próstata voltou a ser surrada com força.

A partir daí, tudo o que se pode ouvir foi os gemidos e os corpos se encontrando. A boca de Kyoutani grudou em seu pescoço e não mais saiu de lá, e Yahaba só sabia gemer, seu cérebro virou geleia quando o prazer avassalado tomou conta do seu corpo.

A rapidez dos movimentos e a força das estocadas fazia sua entrada arder de uma força gostosa. O seu membro amaçado pelos abdomens também não ajudava, e Yahaba se viu diante do precipício.

Gritou quando a pressão em suas bolas subiram pelo seu pau e esporrou em ambos os corpos. No minuto seguinte, Yahaba sentiu a porra inundar seu canal e escorrer pela sua bunda. Kyouken o colocou de pé, mas suas pernas cederam e Shingeru sentou no chão, seu corpo mole caiu e acabou deitando no piso da quadra.

Kyoutani também se sentou, sua respiração ofegante, a boca seca e o pau melado de porra.

Ficaram alguns minutos se recuperando. Escutaram passos e um assobio. Shingeru puxou suas vestes com pressa, e Kentarou fez o mesmo. Enquanto se vestia, sua lucidez finalmente retornou. Se deu conta da loucura que fizeram; transaram no ginásio, com as portas do ginásio abertas, com as luzes acesas, e por tempo suficiente que, o que era pôr do sol, virou noite estrelada.

Olhou assustado para Kentarou, que continuava com o mesmo olhar arrogante e nariz em pé. Se apoiou contra a parede, suas pernas ainda tremiam e sua entrada ardia tanto que precisaria passar uma pomada, se quiser pelo menos andar normal nos próximos dias – não queria nem pensar em como sentaria em qualquer superfície.

— Kyouken-chan, — Oikawa chamou surpreso. Olhou para o lado dele, encontrando Shingeru. — Yahaba? O que fazem aqui?

— Nós, quer dizer eu, quer dizer nós dois, então...

— Estávamos treinando saque. — Kyoutani respondeu sem interesse.

Ele passou a recolher as bolas, ignorando totalmente a presença do capitão e do – agora não mais – amante.

— Mas eu não escutei nenhum barulho de bolas caindo no chão.

— É por que você chegou bem na hora que estávamos descansando.

— É mesmo?

— Sim, Oikawa-san.

— Bom, já se passa da sete, então arrumem tudo e entreguem a chave para o zelador. — orientou. Virou-se para sair, mas parou e olhou para trás. — Esta tudo bem Yahaba? Você parece que mal se aguenta em pé.

— Eu trenei de mais e forcei minhas pernas.

— Tome cuidado, você não pode jogar machucado.

— Tomarei, Oikawa-san.

Ele voltou para a entrada do ginásio. Yahaba suspirou aliviado. Mais um pouco e teriam sido pegos. Nunca mais faria algo tão arriscado de novo.

— Ah, eu quase ia me esquecendo. — Oikawa falou alto, parando no primeiro degrau da entrada do ginásio. — Não façam sexo no ginásio da próxima vez, vocês poderiam ser pegos pelo zelador e expulsos do colégio. — sua voz engrossou e os olhos que antes passavam alegria e carisma, se tornaram perigosos e afiados.

Um silencio desconfortável tomou o ambiente. Kyoutani parecia tão surpreso quanto Yahaba, que estava de boca aberta.

— Então, até mais.

Ele voltou a cantarolar feliz. Kyoutani olhou para Yahaba, e este devolveu com um olhar abismado. Escorreu pela parede e se sentou no chão, gemendo de dor por ter esquecido o quanto estava assado.

Kyouken riu debochado, mas nada disse. Ele continuou arrumando as coisas sozinho sem reclamar, sabendo bem o estrago que fez na traseira do outro.

— Na semana que vem vou estar sozinho em casa, — falou como quem não quer nada.

No mesmo instante, Yahaba sorriu malicioso.    

   

 

 

 


Notas Finais


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