História Anonymous - Capítulo 23


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Palavras 1.361
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Festa, ciúmes, pegação, brigas... Part. 2


— ô cara, o que você ta fazendo? —Nathan perguntou enquanto se soltava com brutalidade de Ruggero

— o que eu tô fazendo? —Ruggero soltou uma risada sarcástica

— Ruggero saí daqui agora —Karol falou entre dentes enquanto ia pra frente dos dois

Ruggero a olhou incrédulo. 

— o quê? Esse cara tava quase te beijando e você quer que eu saia? —Ruggero apontou pra Nathan

— qual é o seu problema hein? Eu não tô afim de discutir com você, por que não vai ficar com as vadias que você chama de peguete e me deixa em paz hum? —Karol foi fria e sarcástica

Mas Ruggero estava irredutível. 

A essa altura todos já haviam parado para ver a discussão dos três. 

— você não ouviu ela não? O quê, não consegue admitir que eu sou melhor do que você Pasquarelli? —Donovan disse soltando uma risada 

Ruggero estava furioso e seu não fosse Michael ele teria dado um belo soco na cara de Nathan. 

— o que está acontecendo aqui? —Michael perguntou

— não é da sua conta cara —Ruggero disse ignorante 

— é melhor você ir embora Ruggero —Michael disse um pouco mais baixo para o amigo 

— mas nem morto, se eu for a Karol vai comigo —Disse firme

— ah é? Por que eu faria isso? —Karol falou soltando um risinho provocador cruzando os braços logo em seguida 

Soltando-se de Michael, Ruggero pegou o braço de Karol com uma certa força e puxou no meio do alvoroço de pessoas a levando para o lado de fora da casa. 

— mas o que você tá fazendo, me solta —Mas ele não deu ouvidos abrindo a porta de sua Mercedes preta e praticamente a jogando dentro— você não pode dirigir você está bêbado

— apenas cale a boca —Ruggero disse cortante e frio enquanto dava a partida indo em alta direção pelas ruas escuras de Cancún 

O caminho inteiro Karol foi em silêncio. Sua respiração estava um pouco ofegante, mas nem se compararia para o que estava por vim. Ruggero acabou pagando em um estacionamento de um prédio de luxo, onde saiu batendo a porta e do mesmo jeito puxando Karol com brutalidade.

Desde quando aquele elevador havia ficado tão quente? 

O som que indicava que eles já haviam chegado foi ouvido. Karol seguiu Ruggero até uma única porta do corredor. O apartamento era o único do andar. 

— pode me explicar de o por que você me trouxe aqui? —Karol perguntou mas foi ignorada por Ruggero que acabará de enche um copo com uísque e bebeu tudo de uma vez—  vai continuar mudo? Ok eu posso muito bem pegar um táxi e...

— nem ouse abrir essa porta ou as consequências serão bem piores —Ruggero falou dessa vez se aproximando. Karol sentiu um leve arrepio percorrer a sua espinha e engoliu em seco— acha que pode se esfregar em qualquer um e ficar por isso mesmo? 

— você está bêbado —voltou a dizer 

— não, acredite eu estou bem sóbrio —Ruggero deu um sorriso maléfico— mas você não ficará por muito tempo 

— o que você quer dizer com isso? 

A essa altura Ruggero estava perto. Digamos que aquilo era considerado até perigoso. Foi então que em um rápido movimento Ruggero jogou o copo de vidro em qualquer lugar fazendo-o quebrar no chão, e agarrou os fios da nuca de Karol a puxando mais para si e quebrando totalmente o espaço que restava. 

O beijo era bem mais quente que os outros. 

Karol até tentou ceder, mas como sempre era impossível. Ele tinha o poder naquele jogo, Ruggero detestava perder. Foi então que ele pediu passagem com a língua e ela acabou cedendo. As mãos de Ruggero estavam afoitas e passageavam por todo o corpo da de olhos verdes. 

Karol decidiu não lutar sabendo que iria perder e cedeu completamente.

Ruggero brincou por alguns segundos com o fleche do vestido de Karol e em um impulso o puxou de vez, fazendo o cair no chão. Karol arregalou os olhos em surpresa mas Ruggero apenas riu. Ele tirou a própria camisa, Karol entreabriu os lábios vendo o corpo não muito músculo mas simplesmente perfeito. 

Ele a pressou mais na parede a obrigando entrelaçar suas pernas em sua cintura. Karol gemeu ao sentir o contato de sua intimidade com o membro rígido de Ruggero. Foi então que ele a levou sem nenhuma dificuldade até o seu quarto onde caíram os dois na cama sem quebrar o beijo. 

Ruggero tirou sem nenhuma dificuldade o sutiã de Karol mordendo o lábio inferior em seguida, antes de cair quase que de boca neles. 

Sevilla puxava os cabelos castanhos de Ruggero o incentivando a continuar. Ruggero reversava entre mordiscar e brincar com os mamilos de Karol a levando a loucura. 

Seu corpo estava praticamente em chamas com aqueles simples toques, sem falar em sua calcinha. Ruggero desceu os beijos entre o vale dos seios, barriga e enfim chegar ao seu ponto principal tocando dois dedos na intimida de Karol ainda por cima da calcinha. 

— hm... Serei seu primeiro então —A voz de Ruggero estava mais rouca que o normal 

— como você sabe? —Karol acabou tirando uma mexa de seu cabelo que estava pregado em sua testa por conta do suor 

— simples —Deu de ombros— você ficou molhada facilmente com apenas poucos toques

E em um ato rápido, muito rápido mesmo, Ruggero puxou em uma só vez rasgando a calcinha e jogando os pedaços em algum lugar do quarto. 

Karol arfou em surpresa. 

— mas... 

— shii —Colocou o dedo indicador no meio dos lábios 

Karol gemeu alto quando sentiu Ruggero adentrar com a língua naquela região. Foi então para piorar aquela situação que Ruggero adicionou dois dedos de uma vez, fazendo Karol arquear a cintura em busca de mais contato. 

— oh, porra assim... Isso —Karol dizia em meio a gemidos e gemidos

Afinal era o único som que se escutava naquele quarto. 

O quarto estava parcialmente escuro se não fosse pela luz da lua que adentrava pelas cortinas deixando aquele clima... Enfim vocês sabem. 

Karol sentiu espamos atigirem seu corpo, ela sabia que estava perto. 

Foi então que ela teve seu primeiro orgasmo, e não poderia ter sido melhor. 

Ruggero levantou-se limpando alguns resquicios do que havia sobrado e então seguiu até o criado mudo onde tirou sua cueca colocando, rasgou a camisinha colocando-a em seguida em seu membro. 

Karol estava espantada tanto com o tamanho quanto com o medo afinal era sua primeira vez e ela estava nervosa. 

— Ruggero... 

— ei calma, prometo ir devagar —Susurrou antes de tomar seus lábios em um beijo calmo e... Apaixonado? 

E sem mais de longas ele foi colocando-o devagar, Karol apertou os olhos com força sentindo a dor tomar conta de seu corpo. 

— meu deus, isso dói demais —Falou enquanto tombava a cabeça para trás 

Ruggero foi colocando até estar por completo dentro de Karol que no mesmo instante deu um grito de dor. Ele ficou alguns minutos parado para ela se acostumar com a dor, até que começou a se movimentar devagar. 

— continua... —Karol falou em um fino de voz

E essa foi a deixa para ele ir de vez. A essa altura as costas de Ruggero estavam completamente arranhadas. 

— m-mais rápido —pediu ofegante e Ruggero prontamente atendeu

Gemidos de ambos ecoavam pelo quarto. Os corpos suados se chocavam a todo estante provocando um artriro. 

Foram, uma.. Duas... Três... Quatro... Cinco estocadas até Karol chegar ao ápice tendo seu segundo organismo naquela noite. Não demorou muito para Ruggero também chegar. 

Ruggero acabou caindo ao lado de Karol totalmente cansado. O mesmo tirou a camisinha fazendo um nó e jogando a fora em seguida. 

Ficaram apenas, tentando normalizar a respiração. 

— eu acho que te amo —Ruggero falou e Karol virou seu rosto de perfil o encarando 

— o quê? 

— er... Eu acho que estou apaixonado por você —Disse de uma vez 

— seria estranho se eu dissesse que também? —Karol perguntou

— não, estamos juntos nessa não é? —Ruggero deu um sorriso fraco enquanto mexia no cabelo de Karol— boa noite vida

— boa noite mauricinho

E assim os dois caíram em um sono profundo. Com certeza eles iriam se arrepender disso. Mas hoje não. 





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