História Anonymous - Capítulo 27


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Não pensar nas consequências


— sã e salva —Ruggero falou assim que chegaram a casa de Karol 

— obrigada —Karol falou e Ruggero arqueou uma de suas sobrancelhas 

— pelo o quê? 

— não sei, talvez por me proporcionar a melhor tarde? —Ruggero sorriu

— quer jantar na minha casa esse final de semana? Sua mãe também está convidada —Ruggero perguntou de surpresa

— mas já? Não acha que está tudo acontecendo muito rápido? —Karol perguntou 

— está bem, pode ser no seu tempo o que acha? —Ele disse carinhoso 

— minha mãe vai enlouquecer ao saber que estamos namorando —Ruggero sorriu vitorioso 

— ela vai ficar feliz em ter um genro tão lindo como eu —Disse convencido fazendo Karol revirar os olhos 

— você é tão convencido... —Ruggero riu da careta que a latina fez— preciso ir

— nos vemos amanhã? 

— nos vemos amanhã —Karol disse antes de beija-lo fazendo Ruggero sorrir no final

Karol viu o carro de Ruggero se distanciar e por fim sumir pelas ruas, agora escuras de Cancún. 

Um sorriso totalmente apaixonado surgiu, aquilo só poderia ser um sonho. Um maravilhoso sonho. Seria possível ela se apaixonar logo pelo garoto que ela sempre detestou? Quer saber? A resposta era sim. Karol não queria pensar nas consequências, ela queria apenas sentir. 

Após passar alguns segundos na porta de sua casa, a de olhos verdes finalmente entrou sentindo o cheiro maravilhosa de.. 

— hm.. Lasanha —Ela inspirou o cheiro sorrindo logo em seguida, afinal era seu prato favorito

— onde esteve? —Carolina foi direto ao ponto aparecendo na sala com um pano de prato em mãos 

— o Ruggero me convidou pra sair —Disse fazendo sua mãe a olhar desconfianda 

— ele é um bom rapaz —Karol quis rir mas se conteve do comentário de sua mãe

— seria muita estranho se eu te contasse que estamos namorando? —Karol disse e se preparou para o turbilhão de perguntas

— bom talvez e.. —Logo a mais velha se tocou abrindo a boca em um perfeito "o" e olhando para filha surpresa— Como assim vocês estão namorando? O que está acontecendo com você Sevilla? Está esquecendo que tem mãe? 

As vezes sua mãe era tão dramática. 

— não mãe —Revirou os olhos— eu também não sabia como reagir na hora

Carolina suspirou sentando-se no sofá ao lado da filha. 

— você gosta dele? —Karol a encarou assentindo

— muito

— e por que você está tão insegura? —Karol se surpreendeu. Sexto sentindo de mães. 

— o Ruggero tem uma reputação mãe, ao contrário de mim que só sou uma nerd qualquer do colégio 

— o amor é algo complicado de se entender, mas mesmo assim você não deveria dizer isso de si mesma. Querida, você é especial e não for importante para os outros, é pra mim

Karol sorriu, e se aconchegou mais aos braços da mãe. 

— por que está dizendo isso? 

— eu já fui como você

— a senhora parece ser tão decidida de si mesma, não acredito que tenha passado por isso 

— pois acredite que sim —Carolina acariciou os cabelos da filha— se ele realmente te amar, não vai ligar para a opinião dos colegas e vai lutar por você

Karol torceu a boca. 

— vamos jantar, fiz seu prato favorito e sei que deve estar morrendo de fome —Carolina disse em um tom divertido 

— isso tá ficando estranho —Karol fez uma cara de assustada 

— isso o que? 

— a senhora adivinhando os meus pensamentos 

Carolina revirou os olhos. 

— garota eu sou sua mãe —Exclamou— agora vamos antes que eu te deixe sem jantar 

— a senhora não faria isso

— não duvide da minha capacidade

Karol balançou a cabeça rindo e seguiu até a cozinha. 




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