História Another Life - Capítulo 49


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Castiel, Lysandre, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier
Tags Amor, Amor Doce, Castiel, Doce, Lysandre
Visualizações 86
Palavras 2.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim gente, o cap de hoje está bem menor por que tudo está uma correria sem fim aqui. Estou indo viajar amanhã cedo e nem terminei de arrumar a mala ainda SOCORRO! Me perdoem pelo cap pequeno hoje, espero que entendam, eu não tive muito tempo para escreve e terminei na verdade agorinha a pouco, ainda tenho que terminar a mala, tenho que secar cabelo, pintar unha, limpar geladeira e passar roupa, fora que eu estou morrendo com dor de dente por conta do siso e desmaiando de sono já, pra quem vai ter que acordar 04:30 da manhã pra poder pegar vôo já está tarde ahahh enfim, espero que gostem e me desculpem ahha ♥

Capítulo 49 - Eu não sei


Meu cérebro demorou um pouco para entender o que estava acontecendo, mas meu coração já estava louco dentro do meu peito a tempos, acho que ele era esperto aparentemente, ele estava batendo tão forte e tão rápido, que eu tinha minhas sérias dúvidas de que ele realmente não poderia pular pra fora do meu peito ou explodir simplesmente, chegava a ser doloroso a cada batida que eu sentia. Eu não poderia estar mais surpresa com o ocorrido, com as minhas mãos espalmadas em seu peito eu conseguia sentir seu coração tão acelerado quanto o meu, mesmo sob o tecido fino da camisa que separava as nossas peles, eu conseguia sentir os seus batimentos cardíacos através das palmas das minhas mãos. Ele moveu os seus lábios delicadamente, me fazendo mover os meus, praticamente me deixando ser guiada por ele, sua mão no meio das minhas costas desceram apenas um pouco mais me apertando contra o seu corpo me fazendo sentir a sua temperatura, mas mantendo uma conduta respeitosa que era de se invejar, por que a única coisa que eu conseguia pensar era pular em cima dele e arrancar as suas roupas nem que fossem no dente. Sua língua passou suavemente pelos meus lábios, me fazendo permitir sua passagem com tanta facilidade que era desconcertante como ele conseguia isso de mim. Meu cérebro parecia estar em um conflito terrível contra o meu próprio corpo, mas sinceramente, eu não queria escutá-lo agora, mesmo que eu fosse uma decisão inconsequente, eu nunca quis que alguém me beijasse tanto quanto agora e não tinha sido eu quem tinha aparecido na porta da casa dele no meio da noite, mas eu queria tanto. Eu poderia parar, mas a verdade era que eu não queria. 

Sentir o seu corpo tão próximo do meu e sentir como ele conseguia me deixar ainda era uma sensação deliciosa que eu não sentia a anos com absolutamente ninguém. Eu poderia transar com qualquer um e ainda assim não seria uma sensação tão grande e prazerosa apenas com um dos beijos do Lys, e eu não me lembrava disso até o momento, nada me deixava tão animada, tão excitada e tão ansiosa assim a muito tempo. Não era só por que ele era gostoso, ele sabia muito bem quais botões apertar para uma combinação perfeita para me deixar mole em seus braços. Eu conseguia escutar o meu coração batendo tão alto que eu poderia jurar que a qualquer momento ele poderia explodir dentro do meu peito. Isso era fisicamente possível ou eu seria a primeira a registrar um caso desses? Eu poderia não querer admitir nem que me pagassem, mas… Eu acho que eu estava me enganando por todo esse tempo, claro que eu não amava mais, não era isso, mas eu nunca o tinha superado completamente. Acho que partes de mim já deveria suspeitar disso, ou eu não precisaria ficar dizendo a mim mesma repetidas vezes que eu não sentia mais nada por ele, se isso fosse realmente verdade, eu não precisaria dizer com tanta frequência. Ele foi como o meu primeiro amor, o primeiro nunca realmente existiu na minha mente, então, o Lys se apossou desse título, a única pessoa da qual eu realmente consegui amar e colocar isso em palavras, que eu compartilhei momentos, sentimentos e lembranças, foi assustador é excitante ao mesmo tempo. Sempre achei que eu não fosse esse tipo de pessoa, que eu nunca poderia me apaixonar por ninguém, nunca iria amar ninguém é que nunca teria um relacionamento mais sérios, mas ele me provou suficientemente que estava completamente errado sobre tudo isso. O problema na verdade era que eu não era esse tipo de pessoa com qualquer um, teria que ter alguém em especial, e teve, ele, por isso eu me sentia tão fraca para resistir à ele agora, tínhamos uma história juntos, era quase impossível ignorar isso, eu não poderia, eu não conseguia simplesmente. Lysandre conseguia abalar todas as estruturas do meu ser, que fosse de um jeito bom ou ruim, ao mesmo tempo que ele era o único que fazia meu coração bater mais forte, ele também era o único que me fazia chorar, era o único que me fazia chegar aos dois extremos. Estar perto dele me causava uma sensação de prazer e pânico, era desesperador, me deixava ansiosa. Mas isso não me impedia de o querer.

Meus dedos subiram delicadamente do seu peito até a sua nuca, acompanhando cada um de seus músculos pelo caminho, sentindo a sua pele quente embaixo dos meus dedos fazendo meu ventre se revirar, os fios do seu cabelo, mesmo agora bem mais curtos do que antes, faziam cócegas entre os meus dedos me fazendo rir levemente durante o beijo. É claro que ele tinha notado que eu não tinha o afastado e estava o correspondendo e como não iria? Por Deus, era o Lysandre, eu não resistiria à ele. Ao perceber isso, eu o senti me apertar um pouco mais contra o seu corpo, acabando com qualquer espaço que pudesse fisicamente existir entre nós e dar mais forma ao beijo. Deus sabe o quanto eu estava sentindo saudade dos beijos dele, por que até o momento eu não sabia disso, era uma informação completamente nova pra mim. Eu nunca imaginaria que eu sentiria os seus lábios sobre os meus novamente, que eu poderia sentir o calor do seu corpo contra o meu, mas a vida pode nos mostrar muita das vezes que nós não sabemos de absolutamente nada. Seus lábios eram tão macios contra os meus que fazia eu me sentir nas nuvens, sua língua se enrolava na minha com luxúria me fazendo perder o fôlego e ainda assim não querer parar para respirar, ele me fazia acompanhá-lo sem protestar. Suas mãos eram firmes ao redor do meu corpo quando a que estava sobre o meu rosto desceu acompanhando as curvas do meu corpo e repousou sobre a minha cintura, e por Deus eu não queria que ele me soltasse por nada, eu não conseguia pensar na hora tarde que já era ou que ainda estávamos no meio da porta da sala, na verdade, eu não me importava, a sensação que ele conseguia me proporcionar era boa demais para que eu me importasse com qualquer outra coisa. Não me importava se alguém chegaria ali e nos visse, isso era uma das últimas coisas da qual eu poderia me importar agora. Meu ventre se revirava de emoção e até os pelos da minha nuca estavam arrepiados com apenas os toques gentis dele sobre o meu corpo, eu não tinha tanta certeza sobre o tempo em que estávamos ali, mas o tempo parecia suspenso. Eu sabia que não iríamos muito além disso, mas isso não significava que ele não estava me deixando fervendo por dentro.

Eu o senti sugar a minha língua com vontade, quase me fazendo gemer de excitação e morder levemente os meus lábios os puxando para si sabendo que a nossa pequena loucura estava terminando ali e então ele quebrou o beijo, me fazendo gemer frustrada e deixando uma sensação de querer mais, eu estava me sentindo levemente tonta pela intensidade do momento, se ele ainda não estivesse me segurando, eu poderia dizer que eu tropeçaria nas minhas próprias pernas. Eu estava ofegante, o que pra dizer a verdade não era nada diferente dele, eu sentia meus pulmões buscando oxigênio desesperadamente, o ar parecia ter mudado completamente ao nosso redor, parecia mais pesado e mais quente, com mais intensidade.

Lysandre - Me desculpe. (Ele disse com humor, me fazendo rir levemente e morder os lábios. Respirei fundo tentando voltar ao meu fôlego normal, o que não estava muito diferente dele também pra falar a verdade.)

Anne - Pelo que está pedindo desculpas exatamente? Por ter vindo tão tarde e me acordado no meio da noite? (Eu disse o fazendo rir levemente. Seus dedos deslizaram sobre o meu rosto colocando uma mecha de cabelo para trás da orelha enquanto seus olhos percorreram por todo o meu rosto com um sorriso leve de lado dançando em seus lábios. Deus, por que ele ainda mexia comigo tanto assim? Não devia, isso não estava certo.)

Lysandre - Eu tive que terminar com a Celina. (A informação praticamente deu um tapa na minha cara, me trazendo de volta à realidade. Como eu pude me esquecer que ele tinha uma namorada? Quero dizer… Aparentemente não mais. Pisquei diversas vezes sem conseguir formular uma frase que fizesse sentido e que eu pudesse dizer.) Isso é o por que eu estou pedindo desculpas. Por que… (Suas mãos deslizaram pelos meus braços até entrelaçarmos os nossos dedos.) Eu não estou dizendo nada além disso, por favor não surte, mas… Eu não consigo me imaginar com ninguém mais, não quando você está por perto, eu só… Não posso. (Não surtar, há, essa era boa.)

Eu… Simplesmente não soube o que falar, nem mesmo um único “A” saía pela minha boca, nem que ele não fizesse sentido, simplesmente eu não conseguia dizer nada, é só que… Ele não tinha dito exatamente isso, mas era como se nada tivesse mudado. Claro que eu ainda sentia alguma coisa por ele, isso era mais do que óbvio agora, mas eu não tinha muita certeza do que era exatamente, claro que eu sentia falta dele, mais do que eu realmente queria admitir até mesmo para mim mesma, mas… Até que ponto? Eu acho que eu não queria e nem estava pronta pra voltar a ter qualquer relacionamento mais sério com ele ou com qualquer pessoa que fosse na verdade, mesmo que eu soubesse que não havia ninguém com quem eu quisesse. Então eu simplesmente fiquei calada, eu não conseguia dizer absolutamente nada, e também, o que eu poderia dizer? Minha boca se abria, mas nada saía, agora meu coração estava acelerado, mas de desespero.

Lysandre - Eu disse não surte Anne. (Ele disse com humor me fazendo engolir seco.) E pense mais baixo, eu quase posso escutar você gritando. (Isso não era possível… Era?)

Anne - Eu… Não… Sei… Eu… (Droga, meu cérebro parecia completamente danificado, ele simplesmente não estava funcionando da maneira como deveria, ele se recusava a trabalhar ao meu favor.)

Lysandre - Shh… (Ele disse me interrompendo, passando o polegar sobre os meus lábios me fazendo calar a boca, não que isso fosse muito difícil, na verdade eu não conseguiria dizer qualquer outra palavra, não que essas tenham sido válidas.) Fui eu quem veio aqui, eu quem precisava dizer alguma coisa e fazer alguma coisa. Eu não espero que me diga nada, não vim aqui para ter uma resposta de nada, não foi com esse intuito que eu vim. Eu só precisava vir aqui, ou me arrependeria pelo resto da minha vida de não o fazer. (Seus dedos deslizaram suavemente pelo meu rosto, me segurando pelo queixo e então ele me deu um selinho doce, demorado, com tanta suavidade que eu poderia derreter.) Boa noite meu anjo. (Foi a última coisa que ele disse antes de finalmente me soltar e se afastar.)

O vi ir embora sem conseguir me mover do lugar, e assim que ele já não estava mas no meu campo de visão, eu senti as minhas pernas completamente moles, me fazendo apoiar no batente da porta e deslizar as costas sobre ele até estar sentada no chão. Deus, o que tinha acabado de acontecer aqui? Eu estava sonhando por algum acaso ou isso tudo tinha mesmo acontecido? Não era possível eu estar com tanto sono assim para sonhar esse tipo de coisa. Belisquei o meu braço com um pouco de força, apenas para ter certeza de que eu não estava dormindo e pela dor, eu definitivamente estava acordada. Ok… O que tinha sido tudo isso? Eu ainda estava sentada no meu chão, olhando para um completo nada bem no meio da porta, a sei lá quantas horas da madrugada e com a porta aberta. Se alguém estivesse disposto a assaltar a minha casa, agora seria uma boa oportunidade, porta aberta, vulnerável… Tinha tanta coisa passando pela cabeça que eu não conseguia me concentrar em nenhuma delas. O que estava acontecendo?

Nelly - Só não quebre o coração dele ok? (Quase pulei do chão pelo susto e olhei para ela rapidamente. Eu não esperava que ela estivesse acordada a essa hora e eu definitivamente não esperava que ela tivesse visto e ouvido tudo o que tinha acabado de acontecer. Eu poderia tentar dar alguma desculpa para tirar a atenção dela ou tentar convencê-la de que não era o que ela estava pensando, mas afinal de contas… O que era que eu estava pensando também?) Eu sei que não entende o que você está sentindo, mas descubra Anne e rápido. (Eu não a respondi, apenas respirei fundo e engoliu seco, mordendo os lábios.) Ele é muito precioso para você o magoar. (Fechei os olhos respirando fundo e passei as mãos pelo rosto.)

Anne - Sim, ele é. (Eu disse muito baixo, apenas para mim. Ela estava certa.)


Notas Finais


Lembrando que essa semana que vem agora não vai ter cap novo, eu só chego novamente em casa dia 26, então vou tentar postar no meio da semana antes da outra sexta, mas não vou prometer neh, vai que não dá tempo ahahah enfim até mais ♥


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