História Another side - Capítulo 3


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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Las Vegas, Romance
Visualizações 21
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OBRIGADAAA PELOS OITO FAVORITOSSSS💕💕💕

Boa leitura! ;)

Capítulo 3 - Detained


 

Detained

Após uma madrugada de viagem e mais um dia inteiro, paramos num pequeno hotel de estrada. Passava das sete horas da noite, mas parecia que eram umas duas da manhã, eu estava esgotada demais, como se tivesse dirigido por muito mais tempo do que  realmente dirigi.

Daqui a poucas horas (ao menos pouco mais do que demoramos para vir aqui  ) estaríamos em Las Vegas, enfim em Vegas, e agora "lúcida" eu posso ter noção do que fiz. No entanto, não consigo pensar em como seria se eu tivesse ficado. Agir por impulso às vezes é a melhor coisa a fazer.

- Espero que dentro seja bem melhor do que fora - Lana resmungou enquanto saía do meu carro.

Ao meu ver, o estabelecimento parecia bem melhor do que onde eu imaginei que ficaríamos, mas não podia julgar Lana, ela sempre teve tudo melhor que eu.

- Se for barato, por mim tá ótimo - bato a porta do carro , ele ficaria no estacionamento aberto do hotel.

- Ah, fala sério, Robyn! Você ficaria num lugar cheio de baratas só por que ele é barato?

 Dando de ombros, eu respondi:

- Ficaria.

Lana bufou e começou a caminhar, andei junto a ela, vasculhando a mochila que eu tinha trazido comigo.

- Quanto você tem? - quis saber.

 Vi Lana engolir em seco o que eu disse, pressionando os lábios e com sua típica cara de pilantra , ela disse :

- Nada.

- O quê?- grito , parando em frente a ela, fazendo algumas pessoas, provavelmente hóspedes, nos olharem de imediato. - Como assim você não tem nada?

- Eu já paguei a gasolina, o que você queria? Que eu tivesse trazido meu cartão de crédito? Eu estava de castigo, entendeu? Meus pais me tomaram tudo!

- Eu te trouxe com a condição de que me ajudaria com a grana, você até jogou na minha cara que eu não tinha muita!

- Eu disse que te ajudaria com a gasolina, e ah, eu nunca disse que tinha muito dinheiro. 

- Disse que tinha mais que eu.

  Queria arrancar todos os fios de cabelo de Lana, ou melhor, ligar para os seus pais e dizer onde ela está. Afinal, fora por isso que ela veio pedir ajuda à pobretona aqui, porque seus pais ligariam para todas as agências de viagens ou algo do tipo para saber onde ela está. E quem sabe, até a polícia está atrás dela nesse momento.  Mas Lana não tinha muita grana, não para pagar uma passagem de avião, embora seus pais não soubessem, então no final das contas,  ela  sempre precisou de mim.

- Meu Deus, Robyn! - ela tocou meus ombros, me lançando um olhar gentil - Somos amigas, por que estamos brigando por dinheiro? - eu sabia porque estávamos brigando, sabia. Afinal de contas, eu não ia esquecer fácil que Lana na verdade me odiava e se empenhou durante todos esses anos para que eu não descobrisse que ela falava mal de mim pelas costas. Eu estava com raiva dela, e por isso estava brigando.

- Vou fazer o chekin - disse eu, sem nem olhá-la, indo até a recepção.

 Antes que eu pudesse abrir a porta, um homem loiro fez isso por mim, ele puxou a porta de vidro e permitiu que eu passasse primeiro, cheguei a pensar que ele trabalhava ali, mas logo mudei de ideia ao me tocar que suas roupas não condiziam com as de um funcionário.

- Como vai, boneca? - ele falou, logo rindo em seguida, antes de ir embora.  Sem entender muito bem o que acabara de acontecer, olhei para trás, o vendo me olhar também, ele piscou, sorrindo,  e se foi.  Me virei rapidamente e resmunguei um "idiota ". Parece que há mais "Joshs" por aí.

- Boa noite - cumprimentei a moça da recepção, essa tinha um semblante apavorado, seus olhos encaravam algo lá fora, o que me assustou. - Está tudo bem?

- O que deseja? - ela tentou se recompor de imediato, mas suas mãos ainda tremiam loucamente. Ela deu uma boa olhada no meu vestido, acho que talvez isso a fizesse ficar mais calma. Eu ainda uso o vestido do baile, só que um pouco mais sujo. Deve ter sido por causa dele que o loiro metido me chamou de boneca, ou ele é mesmo muito cafona.

- Socorro...- um homem gemia da escada, ele está praticamente se arrastando nela, enquanto escorre sangue de sua barriga , o qual suja a madeira dos degraus. Sem hesitar, corro até ele e tento ajudá -lo, mas antes que conseguisse , o homem de cabelos compridos toca meu vestido e cai , deslizando escada abaixo, . Minha boca  abre e fecha várias vezes. Estou tendo dificuldades para respirar. Na bancada da recepção  a mulher chora, não sei bem que merda está acontecendo, mas me sinto num gravação de um filme, seria isso? De repente, quando penso em ir embora, ouço um barulho de sirenes. Não, não é a ambulância, é a polícia.

 A porta parece estar distante, e por algum motivo, sinto que isso me sufoca , eu preciso chegar até ela o mais rápido possível, no entanto, antes que eu pudesse ficar em frente a ela, a mesma é aberta brutalmente e três homens fardados e com armas entram.

- O que aconteceu aqui? - um deles me questiona, apontando a arma para mim, o que faz com que eu deixe minhas mãos no ar.

- Não sei - minha voz treme.

Um dos policiais caminha em minha direção ,  mas para de andar quando chega perto do corpo jogado no chão. Ele encara meu vestido sujo e eu, depois o homem morto. Seja o que for que ele esteja pensando, não pode ser o mesmo que eu.

- Então, senhorita, pode me dizer o que aconteceu? - o terceiro pergunta à recepcionista. A ruiva começa a chorar desesperadamente. Meu Deus, isso é uma pegadinha? Saio de onde estou ,porém sou parada pelo policial que me questionou. Engulo em seco. Meu coração bate tão rápido que eu poderia morrer por isso. No momento seguinte , quero chorar também.

- Foi ela! - a mulher grita, apontando pra mim enquanto esconde o rosto molhado com as mãos.  Minhas pernas tremem e sinto minha língua queimar. Onde está Lana? Isso não pode ser verdade. Eu devo estar sonhando, provavelmente nunca saí de casa.

- Isso é brincadeira, não é? - minha voz continua a tremer. As mãos suando mais  a cada segundo . Eu preciso ir embora.

- Você está presa, garota! - não sei bem o que está acontecendo, não estou prestando muita atenção. Sinto duas mãos tocarem meus pulsos e depois algemá-los, meus olhos lacrimejam tanto que embaçam minha visão , não consigo segurar, derramo lágrimas grossas antes de gritar e bancar a histérica enquanto sou empurrada pra fora.

- Me solta! - grito ,me debatendo, balançando meus ombros de forma violenta - Eu não matei ninguém, eu nem sei o que está acontecendo, ela mentiu! - tentei olhar para trás, para a ruiva, mas minha cabeça foi jogada para o lado, um dos policiais me segurou pela cintura. Havia uma viatura à minha espera.

Olhei para os lados, em busca de Lana, mas nem sinal dela. Jogada no banco do passageiro, antes da porta ao meu lado ser fechada, eu vi um rosto familiar em meio ao escuro. Olhos e cabelos claros, o sorriso galanteador que agora parecia um tanto diabólico. Era o loiro que abriu a porta pra mim, e nesse instante tenho certeza de que foi ele que causou isso tudo.

Como se tivesse sido coisa da minha cabeça, quando a porta é fechada, volto a olhá-lo , dessa vez pela janela, mas ele não está lá.
 


Notas Finais


Pequeno, eu sei, mas foi preciso... o que acharam? Eu volto amanhã se perceber que vocês tão gostandoo!! Hahaha deixe seu comentário e favorito, por favorrrr!!💕

Bjs de caramelo! 💛


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