História Anseio Suicida - HIATUS!!! - Capítulo 7


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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom)
Personagens Gakuhō Asano, Kaede Kayano, Koro-sensei, Nagisa Shiota, Personagens Originais, Shiro, The Reaper
Tags Ação, Amizade, Anime, Anseio, Apatia, Assassinato, Comedia, Depressão, Desejo, Dor, Engraçado, Escola, Escolar, Garota, Governo, Indiferença, Karma, Koro-sensei, Kunigigaoka, Loucura, Medo, Morte, Nagisa, Personagem Original, Raiva, Romance, Suicida
Visualizações 135
Palavras 1.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello! Eu só queria perguntar uma coisinha: alguém aqui poderia fazer apenas as capas dos capítulos para mim? Eu sou horrível em faze-las...

Bem, talvez a narração do capitulo de hoje não seja muito satisfatória, por isso que eu peço antecedentes desculpas.

Capítulo 7 - Hora de Ir Para Casa


Fanfic / Fanfiction Anseio Suicida - HIATUS!!! - Capítulo 7 - Hora de Ir Para Casa

❥ Cap.6 |Hora de Ir Para Casa|

 

 Acabara de sair do escritório, um pouco espantada. O diretor havia decidido que ela iria mudar de classe... Para a 3-E.

 Mesmo que fosse uma transferida, em apenas algumas semanas ela sabia que a classe 3-E era conhecida como a Classe Final, dos fracassados, perdedores, estúpidos, dos delinquentes — considerando que Karma estava ali, de qualquer forma — e o que ela achava disso? Nada, apesar de não poder ter mais acesso ao edifício principal, onde a cobertura que esperava ser usada para um suicídio estava.

 Na hora do almoço os professores talvez a peguem no meio do ato, então seria meio impossível... Ou não. Porém a garota não se arriscaria tanto por causa de uma cobertura. Ela também pode se jogar da montanha em que teria de subir de agora em diante.

 Percebendo que estava parada na porta da sala do diretor, ela começou a caminhar. Porém a voz do certo loiro rosado filho do diretor e Presidente do Conselho Estudantil a fez parar.

— O que ele falou para você? — perguntou indo direto ao ponto. Ele estava encostado na parede, enquanto cruzava os braços e a olhava de lado.

— Curioso como sempre — suspirou a garota balançando a cabeça em reprovação, sem olhar para trás, onde ele estava — Bem, não custa nada contar, não? — sua cabeça se virou seus olhos azuis cinzentos encarando os roxos do sexo masculino — Seu pai apenas decidiu que seria bom que eu me deslocasse para outra classe.

 Gakushuu franziu o cenho, frustrado pelo seu pai tê-la tirado de sua vista. Qual era o problema dele? Seu pai havia dito para ficar de olho na garota e ele a olhou! Apesar de não a ajudar quando precisava. Isso ele admitia envergonhado.

— Para qual classe irá? — perguntou tentando tirar o pensamento que havia falhado em sua “missão”.

— 3-E — simplesmente respondeu, enquanto voltava a caminhar.

 O garoto engasgou. Ele sabia que ela era uma pessoa tão inteligente da mesma altura que ele, talvez até mais já que ela não parecia se esforçar, vendo-a fazer todos os exercícios de cada matéria com tanta rapidez e indiferença. Ele ouvia os professores a elogiando nos corredores.

 Como seu pai poderia a tirar dali com apenas o motivo de intimidação? Queria tanto não errar novamente para fazer isso?

 Gakushuu não queria admitir, sentiria falta dela, já que ela parecia não babar por ele. Ela parecia o ver como um amigo, talvez. Ou menos, apenas um colega de classe. Não era sentimentos genéricos e sem graças.

— Vai aceitar tão fácil assim? — perguntou depois de suspirar, tentando ser calmo — Cair para o fundo do poço? Se tornar uma fracassada?

— Talvez você nunca tenha percebido — começou a garota, enquanto aos poucos se afastava — Mas desde o começo, sempre fui uma fracassada.

— Não! — exclamou o garoto, correndo tão rápido quanto pode e agarrando as mangas da roupa de Yumi. Estava um pouco surpreso pela sua própria explosão, mas continuou com sua expressão, se tornando cada vez mais amarga — Você não pode desistir tão fácil. Sei que pode ser a melhor e ficar no topo.

— Não há motivos para estar acima de todos os alunos — a garota rebateu, puxando seus braços longe do garoto e dando-lhe um olhar vazio. Ele a tocara sem sua permissão novamente — O sentimento para mim será passageiro. Irá embora tão rápido como quando ele apareceu. Pessoas não vivem da mesma forma e não posso ser como você, Asano-san.

 Não querendo mais gastar sua saliva por algo tão irritante, a garota de cabelos escuros se afastou. Mas dessa vez Gakushuu não foi atrás dela.

 

 Caminhando com a luz do sol da tarde atormentando seu corpo que estava sedento por um bom descanso, seus olhos estavam entreabertos por estarem muito mais cansados que o habitual. Além de Yumi estar cansada, ela estava se afundando na lembrança do que havia acontecido após conversar com Asano Gakuho, seu diretor que havia uma aura atrativa para a garota suicida.

 Seus olhos azuis desbotados se desviaram da calçada para olhar o conjunto de apartamentos em que estava vivendo num deles. As paredes eram brancas acinzentadas e as portas eram de madeira, havia ao menos dois andares com quatro apartamentos em cada andar. Ela vivia no andar de cima, na quarta e ultima porta.

 Ela tinha um único vizinho, que era um homem jovem de dezoito anos, pele bronzeada e cabelos tão escuros quanto os dela. Parecia ter uma boa estrutura corporal, sendo alto e forte ele provavelmente era um cara cobiçado por todas as mulheres que colocavam os olhos nele.

 Além de ser belo, ele também tinha um lado suave que todas as mulheres iriam suspirar e se amolecer. Ele era romântico e sabia disso, pois lhe mandava buquês de flores a cada semana, mas apenas deixava na porta em vez de dar-lhe pessoalmente. Talvez uma pessoa tímida, muito diferente do que aparenta ser.

— Vamos parar com as reflexões sobre a vida... — a garota sussurrou para si mesma, balançando a cabeça. Caso continue a pensar sobre sua vida, ela provavelmente entraria numa crise existencial.

 Deixando de pensar em seu vizinho que a tratava de certa forma estranha, ela subiu as escadas e caminhou até a porta de seu apartamento, que na frente estava escrito o seu sobrenome, Kinoshita em Kanji. Destrancando a porta com sua chave, ela abriu a porta que fazia um rangido irritante para os seus ouvidos. Um dia ela iria o consertar, jurava para si mesma enquanto acendia as luzes que mostraram a sua sala de estar e cozinha.

 Trancando novamente pelo lado de dentro, ela colocou a bolsa no chão e jogou as chaves na pequena mesa tradicional japonesa e abriu a geladeira, encontrando nada além do que necessitava para sobreviver.

 Não era como se ela comesse apenas uma vez por dia. Ela comia enquanto madrugava à noite, lendo livros, assistindo séries ou mesmo observando as pessoas sob o luar, da sua janela, do qual ela apenas não se jogava por ser baixa.

 Ela então foi para o seu quarto com passos lentos e pesados, tentando não cambalear. Estava cansada. Yumi sabia bem que se dormisse agora não poderia descansar a noite, mas não agüentava ficar mais de pé. Apenas queria cair em algum lugar.

 Entrando no quarto, ela não teve tempo de vislumbrar seu quarto. Jogou-se em sua cama macia e sentindo o lençol em contato com o corpo, logo adormecera.

 

 Seus olhos azuis cinzentos se abriram e a primeira coisa que viu foi a Lua da janela, numa visão perfeita, seu tom prateado se ficou destacado entre a escuridão da meia-noite. No momento certo, seu celular tocou.

 Na tela, estava escrito “DESCONHECIDO”, mesmo assim, Yumi atendeu-o, indiferente.

— Posso ajudar?

— Yumi Kinoshita-san? — era uma voz masculina — Aqui é Tadaomi Karasuma, e liguei aqui em nome do Ministério do Japão.

 Ela congelou. Seus olhos se arregalaram, sentindo sua pele arrepiar em alerta, ela perguntou:

—... Ministério do Japão? Vocês vieram me levar para o hospício ou algo assim? Minha mãe ligou para vocês?

 

 Em seu escritório, Tadaomi suou — Não. Por quê?

— Nada... — levantando-se, ela olhou para a janela com olhos estreitados, tentando ver alguém suspeito. Depois fechou a janela com as cortinas para não ser vista — Karasuma-san, certo? O que precisa?

— O governo quer que você falte amanhã para que nós a avaliemos. Você sabe sobre a explosão que destruiu 70% da Lua?

— Claro que sei. Por quê? — ela olhou para a parede, em meio a seus pensamentos. Que diabos. Por que ligaram no meio de uma noite que deveria ser tão tranqüila?

— A classe 3-E está com uma missão: assassinar o causador da explosão.

 Pobre de si mesma. Por que ela entrava em confusões com tanta facilidade?


Notas Finais


O próximo capitulo terá algo interessante nele!

Espero que não se irritem com o fato de ter religião ligada... Não estou fazendo apologia, ok?

Sugestão de Música:
https://www.youtube.com/watch?v=mb-XCaA2HZs
Rick and Morty | Evil Morty Theme Song (remix) (não tem vocal!)


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