História Ansiedade - Capítulo 1


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Categorias Demashitaa! PowerPuff Girls Z, Meninas Super Poderosas (The Powerpuff Girls)
Personagens Personagens Originais
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Palavras 524
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único


O relógio delatavam sua demora, perderá a conta de quantas vezes havia trocado de posição no sofá.

Suas pernas estava no encosto lateral, afastadas o bastante para ter uma visão perfeita daquele maldito relógio lerdo.

"Por que ele está demorando tanto?"

Era só sair e comprar os hambúrgueres e voltar, o que tinha de tão difícil pra demorar tanto? 

Estava começando a ficar com náusea.

Queria vomitar tudo que comeu.

"Será que eu deveria ter cozinhado como ele pediu?"

Esticou os braços, e garrou a almofada mais próxima, tapou o rosto, gritou de frustração.

"Aquela vagabunda deve estar dando encima dele..."

Seus olhos começaram a arder.

"Nós nos conhecemos desde crianças"

Estava suando.

Horas, já faziam horas...

"Eu quero morrer..."

Gritou denovo, ainda na almofada.

Ela sempre flerta com ele, na minha frente, na maior cara de pau.

"Como Boomer aguenta ver o namorado ser bombardeado por admiradoras?"

Pensou em pegar sua mala e ir embora antes dele voltar.

"Será que ele vai notar que eu saí?"

Talvez seja essa a melhor opção, eles talvez fosse mais feliz sem si.

E se eles já fossem mais felizes juntos, ele e ela?

Se ele não gosta de mim...

Seus pulsos começaram a coçar.

Se só está comigo por pena...

Puxou o próprio cabelo, aquilo era frustrante.

Um vazio tomou seu peito, era quase dor.

Derrepente...

Tudo estava desmoronando denovo...

Percebeu só agora o corpo tremendo.

As paredes se aproximando mais e mais.

Estava hiperventilando denovo.

O chão se mexendo.

Tudo ao seu redor ficando escuro.

Começou a se encolher no canto do sofá.

Frio. Estava com frio. Mais também calor.

Não conseguia gritar por ajuda.

Ouviu o som da porta do apartamento sendo destrancada.

– Oii eu voltei.– cantarolou.

Passos.

— Hey, cadê vo... —

O som de uma sacola caindo no chão, passos apressados até si.

Sentiu seu corpo ser pego e posto no colo alheio.

Tentou lutar, tentou empurra-lo.

Talvez morrer fosse a melhor opção.

— É só mais um ataque de pânico... Já aconteceu outras vezes lembra?... Ficou tudo bem ... Dessa vez não vai ser diferente...— Brick repetia calmamente, sabia como lidar com essas crises.

Seu coração estava prestes a quebrar as costelas.

— Respira comigo... Respira... Inspira... Respira...— repetiu sucessivas vezes, até que finalmente se acalmasse.

Era tão paciente consigo, isso era tão bom...

Quando finalmente se sentia melhor encarou o namorado, esse tinha um sorriso reconfortante desenhado nos lábios vermelhos.

Não tinha marcas de batom.

Não tinha nenhum cheiro estranho.

Não tinha nada que indicasse qualquer traição.

Antes de mais nada o beijou, um beijo doce mais extremamente necessário, deslisou as mãos até o seu pescoço, e sentiu as mãos alheias na cintura, ele pediu passagem sedeu de bom grado, logo a falta de ar se fez presente, e se separaram para respirar.

— Nunca mais... demora tanto... entendeu?— ameaçou.

Ele riu.

"Desculpa mais quando resolvi mi ameaçar você fica muito fofinho"

— Como assim? Eu só demorei 15 minutos...— o ruivo perguntou.

Encarou o relógio... 15 minutos...

— Relógio filho da put...— murmurou.

— Posso levantar e pegar o lanche que você tanto queria?—

— Não! Eu não vou soltar nunca mais...— o agarrou.

— Já que vai ser assim— Brick se levantou carregando aquele corpo consigo, este que começou a rir.

— Eu não vou ti soltar mais... pensando melhor... vou ti prender na cabeceira da cama!— o outro riu.

— Se isso ti fizer feliz...—

Manhã.

— ME DESAMARRA DESSA CAMA, AGORA!— 

— Não! Você disse que pudia!— sorrio.

— BUTCH!!!—


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Aviso: Eles não são irmãos e sim amigos de infância!


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