História Ansiedade ;; namjin fanfic - Capítulo 3


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Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, Mamamoo, Red Velvet, Seventeen, TWICE
Personagens Chaeyoung, Eunwoo, Hansol "Vernon" Chwe, Hwasa, Jackson, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Jihun "Woozi", Lisa, Min Yoongi (Suga), Moonbin, Nayeon, Park Jimin (Jimin), Solar, Wendy
Tags Bts, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namjoon, Romance, Taehyung, Yoongi
Visualizações 37
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo 💞
Não pretendia postar hoje, só amanhã, mas de repente bateu uma ansiedade e eu não resisti, tive que postar hj kkk
Boa leitura <3

Capítulo 3 - Eu serei sua cura


Chapter three –

Lá estávamos. Eu prestes a apresentar e Namjoon no fundo da sala encostado na parede enquanto me olhava com um pequeno sorriso. Eu já estava no espaço que iria ser utilizado para as apresentações, evitava ao máximo não fazer contato visual com os outros alunos. Eu queria morrer ali mesmo.

É loucura desejar que algo ruim aconteça e o professor adie as apresentações?

Respiro fundo tentando organizar as palavras na minha cabeça. Eu nunca entendo, eu sempre organizo e planejo tudo detalhadamente, desde as falas até os gestos que vou usar. Mas quando chego aqui, minha mente fica em branco e eu simplesmente travo.

Finalmente olho para frente, o professor está sentado em uma cadeira no canto da sala, assim que ele termina de verificar algo na caderneta em suas mãos ele me olha e faz sinal com a cabeça para eu começar.

− Os seres vivos reagem aos estímulos ambientais. Mudanças nas condições do ambiente, como sons, choques, calor e frio, são percebidas pelo organismo, que reage adotando uma postura correspondente ao estímulo. O tecido nervoso é um tecido de comunicação, capaz de receber, interpretar e responder a estes estímulos. – Tentava me distrair olhando para a parede.

Meu coração estava a mil, não demoraria muito para ele começar a doer. Outra vez eu começo a suar e a apertar minhas mãos sem nem mesmo perceber. Piorou quando eu olhei para Jungkook. Aquele olhar preocupado me fez ficar paranoico.

Será que ele vai ficar decepcionado comigo?

Eu certamente estava quase chorando até que Namjoon balançou as mãos para o alto me chamando a atenção.

Ele não grita ou faz sinal com as mãos. Ele diz bem baixo não dando nem para eu ouvir, me fazendo ler seus lábios.

"Você consegue."

Merda, Namjoon. Não, eu não consigo.

"Você está incrível."

Ele continuava dizendo coisas encorajadoras, solto a respiração que estava prendendo e continuo falando. Algumas vezes olhava para os papéis em minhas mãos, apenas para não errar nada. Explico os exemplos e estruturas nos slides, e o professor me elogia.

Céus, eu estou tão feliz.

Olho para Namjoon, ele ainda está lá com aquele sorriso idiota.

− Muito Bem, Sr. Kim. Pode se sentar. – Assinto com a cabeça, pego minhas folhas e meu notebook e vou ate meu lugar.

Sento-me e olho imediatamente para trás, Namjoon não está mais lá.

− Onde está ele? – Sussurro para Jungkook.

− Saiu a alguns segundos. Provavelmente tem algo para fazer. – Boceja se espreguiçando. Ele estava tão energético mais cedo...

− Está com sono? – Ele confirma e abaixa a cabeça se preparando para cochilar.

[...]

− Aish! Eu estou morrendo de fome! – Digo passando a mão no estômago.

Jungkook ri baixo, finalmente aquele dia estressante estava acabando. Normalmente eu iria beber com ele e Yoongi, mas hoje eu realmente estava apenas com vontade de comer e fazer maratona na Netflix.

− Ah! Merda! – Jungkook bate a mão na testa como se estivesse se lamentando.

− O que foi?

− Não posso ir com você hoje, Hyung. Fiquei de cuidar da filha de uma amiga da minha mãe. – Rapidamente ele pega seu telefone e disca algum número, provavelmente para o da Sra. Park. – Alô? Sra. Park? Desculpe, eu me atrasei... Sim, eu estou indo agora... Sim, obrigado. – Ele desliga parecendo aliviado.

− O que foi? Ela é brava? – Rio da sua expressão de desespero que tinha segundos atrás.

− Ela é meio que extremamente pontual, mas eu não sou muito experiente, né?

− Mas já é um adulto e logo se tornará um profissional. Você tem que ser pontual, Jungkook e nunca...

− Nunca esquecer de compromissos! Eu sei Omma! – Dou um soquinho em seu ombro e ele, exagerado, finge chorar. – Ain, Hyung malvado!

− Sabe que odeio ser chamado assim. – Cruzo os braços. – Não tinha que ir até a Sra. Park?

− Ah! Sim! Até mais, hyung! – Ele se afasta correndo. O acompanho com os olhos até desaparecer do meu campo de visão.

Não gosto de ir para casa sozinho. É um incomodo andar por aí quando está de noite, quando está tudo escuro. As ruas de Seul são seguras, mas não totalmente, mesmo que o índice de roubo ou de estupro seja baixo, eu ainda sinto medo. E para melhorar ainda mais a situação estava frio, bem frio na verdade.

Eu estava de casaco, mas sem minhas luvas de inverno. Me amaldiçoei por tê-las esquecido hoje de manhã, eu sempre as levo, por que justo hoje eu fui esquecer?!

Sinto-me observado, impulsivamente olho para trás e vejo um carro cinza escuro andando lentamente a poucos metros de mim. Meu coração quase saiu pela boca. Senhor, por isso acontece comigo?

Acelerei o passo e na medida em que eu andava mais rápido o carro me acompanhava. Eu estava quase correndo ali de desespero. Eu só conseguia pensar se meus medos de andar sozinho à noite iriam se tornar realidade.

De repente o carro acelerava e para bem ao meu lado, eu caí pro lado − em cima da neve − devido ao susto gritando assustado.

− MEU DEUS, MOÇO NÃO ME ESTUPRA, POR FAVOR! – Grito colocando as mãos no rosto enquanto sentia minhas pernas tremerem.

Ouço uma risada alta e a porta do carro se abrir, retiro imediatamente as mãos do rosto me deparando com um Namjoon rindo da minha cara.

− Porra, Namjoon! Você é um idiota! – Grito pra ele que parece achar a situação ainda mais engraçada. – Babaca.

Levanto-me com um grande alívio no peito – E com vontade de chorar.

− Espera, espera! Eu te levo pra casa! – Viro-me ignorando sua fala e continuando meu caminho. – Ei, Jin! Desculpa sério!

Ele toca meu braço, mas eu desvio e começo a bate nele. Ele é um idiota, um completo idiota.

− Não. Me. Toca. Vagabundo! – Ele segura meus braços, mas eu piso seu pé o gemer de dor e se agachar, consequentemente me soltando. Continuo batendo nele, só que em suas costas. – Idiota! Idiota! Idiota! Idiota! Idiota! Idiota! Idiota!

Namjoon me pega pela cintura colocando-me em seus ombros, quase perdi o fôlego com o ato. Debati-me o máximo que pude, mas ainda sim ele conseguiu me colocar dentro de seu carro, e agora aqui estamos. Em silêncio, com o som do ar-condicionado e as luzes dos postes.

Não ousei olhar para ele, eu estava nervoso novamente.

Droga, como ele me colocou nessa situação? Graças a ele estou mordendo os lábios sem parar em pura intenção de me distrair. Ele é estranho, semana passada nós nem nos falávamos e agora ele me trata como se fossemos amigos a anos. E o pior é que não consigo odiar essa situação!

− Sabe várias pessoas tem o seu problema. É bem mais comum do que pensa. – Ele fala, eu o olho com dúvida. Do que diabos ele está falando? – Tem gente que nem sabe que tem.

− Do que está falando, Namjoon?

− Ansiedade. É bem nítido que você tem. – Respiro fundo tentando me acalmar. – Sabe, você parece frenético a todo momento, parece que é imperativo.

− Eu não sou imperativo! Nem pareço frenético! – Falo um pouco alto, Namjoon me olha de forma sarcástica. Esse cara só pode querer me testar!

− E essa perna balançando? – Olho para a minha perna e estou a mexendo de um lado para o outro. – Sem falar que você maltrata seus lábios, e aperta muito seus dedos.

− Tá bom, analista corporal! – Apoio minha cabeça no vidro da porta, revirando os olhos.

− Mas sério. Já pensou em ir a uma terapia? Em alguns casos, a ansiedade pode ser extrema. – Ele para o carro quando o sinal fica vermelho.

− Eu já fui a vários... Nenhum ajudou em nada. Continuou a mesma coisa. – Suspiro esfregando minhas mãos tentando aquecê-las. Realmente já tinha ido a vários psicólogos e tido várias e várias sessões, porém minha ansiedade pareceu piorar à medida que eu crescia. – Não acho que eu vá acabar com isso logo agora quando eu já cresci.

− Hum... – Ele parece pensar em algo. Observo a neve caí fora do carro. O inverno é assustador e ao mesmo tempo vaporoso, eu adoro a neve apesar de odiar o frio. – Já me decidi.

− O quê?

− Eu, Kim Namjoon, com certeza vou curar sua ansiedade.

Naquele mesmo momento o sinal abriu e os carros atrás de nós começaram a buzinar sem parar. Alguns motoristas ousaram até nos xingar. Mas parecia que eles nem existiam, naquele exato momento o mundo exterior pareceu se desligar, sobrando apenas eu e Namjoon – com aquelas covinhas a mostra – nos encarando.


Notas Finais


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