História Antes de lhe perder - Capítulo 39


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Categorias Chandler Riggs, Norman Reedus
Personagens Chandler Riggs, Norman Reedus, Personagens Originais
Tags Katelyn Nacon, Mingus Reedus, Norman Reedus, The Walking Dead
Visualizações 69
Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - 38


Fanfic / Fanfiction Antes de lhe perder - Capítulo 39 - 38

   Já conseguia ver a cidade grande e o mar maravilhoso.

   Chegamos ao portão de desembarque vendo um homem de terno preto segurando uma placa com o nossos nomes.

- Sou a Charli e ele o Chandler.

   Apertei a mão do homem que assentiu.

- Sou o segurança John, seu pai me mandou para prestar segurança a vocês.

- Eh um grande prazer.

   Chandler ajeitou a mochila em suas costas colocando o óculos de sol preto. Segurei sua mão e ele levou a minha até sua boca.

- As coisas dos senhores já se encontram no carro.

- Perfeito.

   Disse. Caminhamos para um portão que ficava em frente ao um ponto de Táxi.

   Assim que atravessamos as portas uma brisa levemente quente se chocou com os nossos corpos.

- Cristo!

   Chandler esbranvejou colocando sua mão que estava solta pelo rosto.

- Bem vindo a Natal, baby!

***

    Um hotel extremamente grande que o hall da entrada dava a casa do Norman duas vezes -e a casa dele não é pequena-.

   Um lustre grande bem no centro com lâmpadas em seus aros.

    O piso de mármore com um caminho até os elevadores e a recepção de vidro que corria água em baixo dele.

   O senhor John nos entregou o cartão que destrancava a porta do nosso quarto.

   O elevador era espaçoso com as paredes douradas e um enorme espelho na principal parede do elevador.

   Chandler entrelaçou seu braço em minha cintura. Seu nariz passou cheirando o canto do meu pescoço onde ele deu uma leve mordida.

- Você está incrivelmente linda nessa roupa! E principalmente nesse short, bebê.

   A mãos que estava na minha cintura, desceu apertando o meu traseiro. Sorri de canto levantando sua mão ao perceber que John prestava atenção em nós dois.

   O 37° andar estava vazio. Era o local onde os melhores quarto ficavam.

- Nunca fiquei andei em um lugar como esse.

Sussurrei em seu ouvido.

- Pois é bom você se acostumar, bom, você vai me acompanhar a todos os eventos que tiver.

   Chandler colocou o cartão na tranca e logo abriu a porta. Um lustre mediano no centro, lodo em cima dos sofás e poltronas. Um piano branco no canto, e uma parede de vidro que nos permitia apreciar a majestosa vista. O mar azul formando ondas, guarda sóis em cantos estratégicos da praia, surfistas tentando pegar uma onda, pessoas jogando vôlei de praia.

   Toquei no vidro com um enorme sorriso no rosto.

   Chandler tocou no meu ombro e logo me abraçou por trás.

- Olha... eu deveria ter vindo antes para o Brasil. Isso é incrível.

- É porque você ainda não conheceu uma praia chamada "pipa".

    John fez um barulho com a garganta chamando nossa atenção.

- As coisas dos senhores já estão  arrumadas no closet. Se precisarem de algo é só avisar, eu estou no corredor.

   Nós assentimo e ele saiu sendo acompanhado por duas camareiras.

- Finalmente a sós.

   Chandler beijou logo a baixo da minha orelha e depois a mordeu.

- Eu iria te falar que eu quero te apresentar a cama, mas está muito longe e eu não consigo mais me segurar.

   Ele colocou as mãos nas minhas pernas afundando minha boca na sua e me suspendeu. Entrelacei minhas pernas em seu tórax.

   Ele começou a andar até um sofá se deitando sobre ele. Segurei forte o seu cabelo descendo meus lábios para o seu pescoço. Retirei urgentemente sua camisa e logo ele retirou a minha.

   Alguém começou a bater na porta nos fazendo desperta.

- Que droga!

Chandler murmurou.

   Me levantei colocando a blusa. Abri a porta vendo o John parado de braços cruzados.

- O café da manhã está sendo servido.

- Já estamos descendo.

   Fechei a porta. Caminhei até ele depositando um beijo.

- Se troca logo que eu estou faminta.

- Eu também estou... só que não disso que você está pensando.

- Ótimo, eu estava pensando que era fome por sexo, já que não é,  é melhor se trocar.

- Não perai, é por isso!

   Me levantei e logo fechei a porta o escutando berrar o meu nome.

   O refeitório estava repleto de mesas e de pessoas. O salão onde os garçons se esquivavam de tudo com classe tinha um piso de madeira e as pilastras douradas. Me sentei em uma mesa onde um pano branco a cobria.

- O que a senhorita deseja?

   Um garçom me entregou o cardápio. Ele era novo, aparentava ter uns 20 anos, seus cabelos encaracolados e a pele negra, um porte atlético e uma admirável postura e bunda.

- Quero seis pães-de-queijo, uma xícara de café com creme por cima, panquecas com mel por cima e morangos e traga-me um suco de laranja.

- Volto em alguns segundos senhorita.

   Ele se curvou e deu mei volta cochichando algo no ouvido de outro garçom que fez me olhar.

   John estava a poucos metros de mim falando com alguém pelo rádio.

- Espero que tenha pedido o meu!

   Chandler sentou-se a minha frente,  prendendo os óculos de sol na sua camisa.

- Eu só pedi o meu, não sei o que você quer.

   O mesmo garçom chegou com um sorriso amarelo ao ver o meu namorado.

- Aqui está senhorita.

   Ele colocou tudo em minha frente. Chandler o olhou feio ao perceber que ele olhava minhas pernas.

- Eu quero o mesmo que o dela.

   O garçom que entendia inglês assentiu.

- Ele estava olhando descaradamente para as suas pernas, Charli. Que cretino, minha vontade é de arrancar a cabeça dele e jogar em um ninho de cobra.

- Que isso jovem?

Mordi o meu pão-de-queijo e depois tomei um gole do café. Chandler tentou pegar um dos morangos mais graças as minhas habilidades ninas eu bati em sua mão.

- Deixa de ser esfomeado menino, espera o seu.

Ele cruzou os bravos irritado. Uma mesa depois da nossa tinha uma menina morena de cabelos lisos e negros tirando foto nossa.

- Aquela garota está com o celular apontado para nós dois.

Comentei mordendo um pedaço da panqueca que reparti.

- Aqui está senhor.

O jovem garçom deixou sua comida mais antes dele ir embora Chandler segurou seu braço.

- Se olhar novamente para a minha mulher eu quebro você.

O garçom engoliu a seco. John segurou o ombro do rapaz perguntando se estava tudo bem por aqui.

- Não se preocupe John, ele já está indo embora.

***

Antes da onda bater contra mim eu mergulhei. Era tão gostoso ficar ali no mar.

Chandler tirava foto com algumas pessoas e logo voltava a tentar jogar futebol com alguns garotos e garotas.



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