História Antes de lhe perder - Capítulo 40


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Categorias Chandler Riggs, Norman Reedus
Personagens Chandler Riggs, Norman Reedus, Personagens Originais
Tags Katelyn Nacon, Mingus Reedus, Norman Reedus, The Walking Dead
Visualizações 67
Palavras 1.709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 40 - 39


Fanfic / Fanfiction Antes de lhe perder - Capítulo 40 - 39

   Ele estava bem ali, parado com as mãos em sua calça jens escura com um sorriso encantador no rosto.

- Oi.

   Comentei ao finalmente chegar na entrada do hotel. Ele desceu os seus olhos e observou todo o meu corpo. Senti o frio na barriga como de costume.

- Oi.

   Foi quase um sussurro, seus lábios continuaram entre abertos. Ele abaixou a cabeça deixando seus cabelos castanhos longos caírem por seu rosto. Ele retirou as mãos do rosto e prendeu os cabelos caídos atras da orelha. Ele se aproximou e pois as mãos em minha cintura.

- Por que não colocou um casaco? A noite está fria!

- Para que eu ia colocar um se eu tenho um bem na minha frente com braços e pernas?!

   Ele sorriu aproximou seu rosto do meu lentamente. Suas mãos geladas tocaram em meu rosto e finalmente eu senti nossos lábios se tocarem, se encaixarem como duas peças de um quebra-cabeça... feitas um para o outro. O frio de sua boca abraçou o calor da minha.

   Duas almas entrelaçadas, dois corpos querendo se unir.

   Sabe Chandler, eu era feliz, até nos momentos de raiva e tristeza eu no fundo estava explodindo de alegria. Eu nunca te agradeci verdadeiramente por você entrar na minha vida, mesmo sabendo dos meus problemas com os cigarros, carros e o meu irmão. isso não impediu você de me fazer amar, me ensinar a amar. Eu tive outros namorados antes de você, já disse "Eu te amo" para outros garotos que vieram antes de você. Mas eu te juro, depois que eu te conheci, esses "Eu te amo" que eu falei ficaram vazios, sem sentimento algum. 

   Eu te amava com toda a força do mundo, e eu espero que você também me ame da mesma forma. Então... eu te agradeço por me fazer viver, por me puxar daquela minha escura e me mostrar uma novo repleta de luz, por me fazer olhar o mundo de outra forma... um grande exemplo disso é que você me fez entender que não precisamos ficar bêbados em uma festa ou chapado para sentir a liberdade e a felicidade, para se sentir normal. Só você ficar ao meu lado eu sinto que eu sou desse mundo. Eu queria muito poder te falar isso pessoalmente, mas a senhora que cuida dos destinos das decidiu que a gente não podia ficar junto, e ela tentou isso de diversas formas que falharam e essa foi a única que restou.

   Era um corrida. Ele me trouxe para uma corrida. Carros de diversos tipos estavam presentes, tanto do fusca até uma ferrari. Mulheres de mini saia se esfregavam nos garotos pedindo uma foda depravada.

- Não saia de perto de mim.

   Ele sussurrou em meu ouvido colocando-me em sua frente ao ver os garotos me olhando como um pedaço suculento de picanha. Ele cumprimentou um garoto loiro com o cabelo do tamanho do dele.

- Essa é a minha namorada à garota que eu te falei.

- Ah sim, a famosa Charli.

Ele apertou firme a minha mão prestando atenção nos meus olhos, somente neles.

- Ainda bem que te conheci! Não aguentava mais o Chandler tagarelando sobre você por horas e horas. "ah ela é linda como um anjo", "Ela dançando é a coisa mais engraçada e linda", "Quando ela sorri para mim...céus... meu dia já ta ganho".

- Ta bom JP.

   Chandler colocou sua mão na boca dele e bagunçou o cabelo do próprio. Ele sorriu para mim e me deu umas piscadela.

- Bom... o carro está pronto.

   O JP me olhou girando as chaves do convencível. Frenzi as sobrancelhas e olhei meio confusa para o meu namorado. Ele sorriu meio contragosto.

- Eu mostrei um vídeo seu correndo para ele e o cara se amarrou.

- Sabe Charli, eu estou precisando de uma grana e não sei correr.

Arqueei a sobrancelha para eles.

- Querem que eu corra? 

Chandler ficou rígido e murmurou.

- Eu sou totalmente contra mais ele precisa mesmo do dinheiro.

- Me dá essa chave.

*** 

   As pessoas deram espaço para que os carros se posicionassem na linha de largada. Os carros que chamaram a minha atenção foram os clássicos como o Opala um Chevrolet brasileiro mais adorado de todos  sem os oito cilindros anabolizantes. Mesmo  sem nenhum V8 sob o capô, seu seis-em-linha de 4,1 litros e 171 cv brutos não decepcionava. Havia também um   Galaxie  Silencioso, confortável, espaço transatlântico, também era o carro usado por dez entre dez autoridades de Estado. No fim da vida ainda recebeu o motor 302 V8 movido a álcool.

   Acariciei o meu carro um Ford maverick GT laranja com listras pretas,  com motor V8.

- É um carro incrível.

   Um homem bronzeado com cabelos lisos castanhos falou com um sorriso travesso no rosto. Olhei para trás procurando o Chandler e o encontrei conversando com duas garotas, uma loira com um short extremamente curto e a outra de vestido que não cobria absolutamente nada. Elas passaram as mãos pelos seus ombros e você sorriu, logo seus olhos encontraram os meus e pânico passou por seu rosto.

- Seu namorado?

Voltei minha atenção para o homem.

- É sim.

- parece que ele está se divertindo muito com as minhas amigas.

- Só parece mesmo... é verdade!

- É verdade o que?

- Eh um carro incrível.

- Não é seu?

- Não...

- Bom eu espero que o corredor seja muito bom.

Lhe lancei um sorriso brincalhão colocando as mãos na cintura.

- Sim, ela é!

Ele que já tinha dado as costas voltou meio intrigado.

- "Ela"?

- Isso mesmo, eu que vou correr.

Ele começou a rir olhando para os lados. Franzi a testa.

- Algum problema com isso?

- Ah não, a nãos ser que uma garota vai correr não à nenhum problema!

- O que disse?

   Dei um passo a frente o desafiando. Senti um braço me rodear e Chandler me pois para trás ao perceber que o homem deu dois passos a frente bem sério. JP apareceu meio constringido.

- Calma ai vocês três! Vamos deixar isso para lá e entrar em seus carros.

O homem riu.

- Não vou correr contra uma garota!

- Ótimo, não corra! Vai ser melhor para mim, menos um para eu humilhar.

- Escuta aqui sua vadiazinha...

   O homem se aproximou cerrando os dentes e Chandler o empurrou. Olhei para o meu homem que tinha um olhar escuro e punhos fechados.

- Você a chamou de que?

   Uma roda se formou ao redor de nós. Eu vi John sair do carro e caminhar até nós falando em um rádio.

- Céus Chandler, ele não a chamou de nada cara.

JP falou apreensivo.

- Eu a chamei do que toda garota é, uma vadi...

   ele não conseguiu terminar a palavra pois três braços voaram para cima dele. Chandler foi o primeiro a acerta seu rosto e logo em seguida foram de duas garotas. John segurou as meninas que se rebelavam por serem comparadas como vadias. Chandler o pegou pelo colarinho e o acertou novamente.

- Nunca mais...

   Ele estava com um olhar assassino em cima do homem que ele socava.

- Chame qualquer uma delas...

O sangue escorria da bora do homem que tentava se manter acordado.

- De vadias ou de qualquer outro nome que tenha esse significado...

Ele segurou forte o cabelo do homem e bateu a cabeça dele no chão. Chamei seu nome segurando o seu braço tentando tirar ele dali.

- Principalmente a minha garota seu merda!

   Chandler segurou meu braço e me arrastou para fora dali transtornado. 

- Me solta Chandler, eu vou correr!

- Você só vai correr normalmente quando eu estiver morto! Eu sabia que não devia ter deixado você vim.

- Você não tem que deixar nada.

   Puxei forte o meu braço e a manga rasgou. Ele puxou meu corpo e bateu ele contra o carro, com isso, eu senti minhas costas doerem. 

- Isso é perigoso e nós estamos em outro país que eu não conheço como eles agem com isso tudo, bom, agora eu sei!

- Nem todos são assim! pelo amor de Deus, nós estamos falando dos brasileiros as pessoas mais receptivas e amigáveis que eu conheço. 

- Mas nem todos são assim Charli... Nós vamos para casa.

- Não vamos não! EU vou correr.

- Só se passar por cima do meu cadáver.

   Ele abriu a porta do carro com força e me colocou dentro do carro me prendendo com o cinto de segurança.

- Não se atreva a sair daqui.

   Seu tom de voz era grave e sombrio. Ele ligou o carro e acelerou. Olhei para trás vendo JP parado de braços cruzados com um bolo de dinheiro na mão.

- Você deixou seu amigo na mão, Chandler.

- Cala a boca Charli!

   O olhei com os olhos arregalados, já era tarde da noite e as ruas estavam vazias. Ele voava sobre a pista apertando forte o volante.

- Diminui a velocidade  agora Chandler!

- Por que bebê? nem estamos indo tão rápido.

- Nós vamos bater.

Ele me olhou brevemente e logo voltei em direção a estrada diminuindo a velocidade.

- Eu nunca deixaria nada acontecer com você, Charli... só... não sai mais de perto de mim.

- Então para de dar corda para as garotas seu idiota! Acha que eu não vi você e aquelas duas?

Ele riu e segurou minha mão levando ela até seus lábios dando um beijo nela.

- Eu perguntei para elas como os homens dali agem e elas foram demostrar.

Fiquei calada e me encolhi no banco.

   Senti alguém destravar meu cinto e me retirar do carro, mas eu já estava tão cansada e com preguiça de abrir os olhos que eu simplesmente deixei. Senti aqueles cabelos familiares baterem em meu rosto, então, eu me aconcheguei ainda mais em seus braços. Depois de um tempo o barulhinho de porta destravada foi escutada e uma breve conversa também.

   Ele me despiu e me deitou na cama macia cobrindo-me com os lençóis. Ele deu um beijo em minha testa e sussurrou em meu ouvido.

- Eu te amo, Charli.

   Agora sim eu podia dormi em paz. Os seus braços largos abraçaram minha barriga e beijaram minha nuca. 



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