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História Antes de Tudo... (A viagem) - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oiee!! Não tenho muito para dizer nesse começo. Eu achei que até iria demorar para postar esse capítulo ksksksksk. Mas desculpem qualquer erro que encontrarem na fic!

Boa leitura! ( ˘ ³˘)❤

Capítulo 3 - Capitulo 4: Lembranças


Amanhece um novo dia...

Todos já deram iniciam a um novo dia fazendo suas rotinas normalmente. Diná como sempre, trabalha na locadora e quando precisa sair, pede ajuda para Andressa que trabalha ao lado ou pede aos funcionários de lá.

Téo também volta a sua rotina para trabalhar como arquiteto junto com o amigo Mauro... Mauro é um grande amigo de Diná e passou a ser grande amigo de Téo depois que ele começou como arquiteto. E ambos se dão muito bem.

Estela trabalha na repartição junto com o Tibério. É um bom amigo de Estela que sempre a ajuda em tudo. Também tem outras amigas que se dão muito bem com ela no trabalho. E é sempre um dia cansativo para ela... E por falar em iniciar uma rotina, Carol andava pela cidade a procura de algum emprego que ela poderia ter temporariamente. Carol tem uma vocação para professora. De crianças pequenas é claro... Antes de voltar ao Rio de Janeiro, Carol já havia trabalhado em um centro de crianças carentes. Onde ensinou muitas crianças a ler e escrever. E ela gostava de ensinar. Tinha um certo dom com isso.

Alberto até se ofereceu para ajudar. Mas Carol não gostava de ficar dependendo do tio. Gostava de fazer as coisas sozinha. Ela decide parar e se sentar em um banco de frente a praia. Ela observava aquele mar azul imenso e sem fim... Sorria por um tempo imaginando todas as vezes que ela iria a praia na sua infância. Era uma nostalgia..

Como lá era perto do prédio onde Diná mora, Alexandre acabou passando por ali de moto. E por incrível que pareça, ele andava devagar com a moto. Já que geralmente, ele sempre corria com ela de forma perigosa. E ele acabou avistando Carol ali. Ele ficou um pouco confuso sobre em ir falar com ela ou então seguir seu caminho rumo ao prédio de Diná.

Ele resmungou parecendo que não queria ir até lá. Mas algo o fez mudar de idéia. Ele estaciona a moto e andava até ela... Carol nem havia visto o loiro já que estava distraída com as grandes ondas do mar. Ele logo se aproxima e se senta ao lado dela.

- Opa! - Alexandre dizia assustando a mesma já que ela nem o viu chegar. E ele era a última pessoa que ela imaginaria que iria aparecer alí. Ela até deu um sorriso de canto quando o viu se aproximar.

- Alexandre? Nossa eu nem vi você chegar! - Carol ria.

- Sério? E eu que nem imaginava que você ia estar aqui. - Ele também ria com isso.

- E então? O que tu tá fazendo por aqui?

- Ah... Eu resolvi procurar um emprego sabe. Eu não posso ficar só na folga. Eu acabei parando aqui pra descansar. - Carol respondia o loiro voltando a olhar o mar.

- Saquei.... Bem... Fiquei pensando. Que tal a gente sair um pouco junto as vezes? - Ele dava um pequeno sorriso ao dizer aquilo.

- Sair? Isso me trás boas lembranças sabe. Mas eu aceito. - Carol respondia voltando a olhar para o loiro.

- Ah e sobre ontem de eu ter quase te atropelado.... Bem... Foi mal. Apesar de você ter entrado na minha frente.

- Eu não entendi se isso foi um pedido de desculpas ou uma indireta para dizer que eu estava errada. - Ela acabava por rir daquilo ao ver que Alexandre não ia assumir a culpa mesmo se desculpando.

- Eu não atropelei ninguém pra começo de conversa. - Ele também fala de forma descontraída. Isso por incrível que pareça, deixava Carol feliz.

Eles ficavam em silêncio por um certo tempo. Não era um silêncio constrangedor. Mas sim agradável. Até que Alexandre deu início a um novo assunto.

- Lembra daqui?.... Eu lembro de quando a gente era beeem pequenininho. Correndo na areia, fazendo castelinho.... Lembra disso? - Ele apontava os lugares que eram onde eles costumavam brincar quando eram crianças.

- Claro que eu lembro. Eu estava reparando nisso agora.... Lembra quando você queria me enterrar na areia só pra tentar fazer castelinho em cima de mim? Acabou que no final eu derrubei tudo. - Ela lembrava daqueles tempos com um lindo sorriso no rosto.

- Pois é! Acho que eu fiquei bravo com você depois disso né? - Ele achava engraçado quando se lembrava das "aventuras" que ambos já viveram.

- Verdade. Mas depois a gente fez as pazes rapidinho. Só foi a Diná falar que eu estava sozinha sem ninguém pra brincar que você foi correndo. - Ela falava soltando uma risada e depois disso o silêncio voltou a reinar no local. Parecia que eles não tinham o que dizer naquele momento.

- É estranho... Nunca achei que você ia voltar. Eu vivia dizendo que... Você tinha me abandonado. E a Diná falava que você ia voltar. - Ele dizia com um tom cabisbaixo. Naquele instante, Carol o olhou e sentiu um aperto no coração. Ela imaginou que também deveria ter sido difícil pra ele.

- Eu também não queria ir....Mas sabe como é....Meus avós conseguiram a minha guarda na época e eu não tive escolha. Foi muito doido pra mim também... - Ela acabava dizendo. Alexandre ficava em silêncio ouvindo tudo o que ela falava. E notou que o clima já não estava mais alegre como antes e ele resolveu se levantar rapidamente.

- Quer saber de uma coisa? Isso já ficou lá atrás também. É passado.... Bem. Eu tô indo pra casa da Diná agora. - Ele falava parecendo que ia se despedir e antes de ela dizer "tchau" ou algo parecido, ele a cortou.

- Quer ir comigo? - Ele pergunta sem nem e importar com que ela estava fazendo ou iria fazer a seguir. Isso a deixava surpresa mas no fundo, estava feliz pelo convite.

- Não é uma má idéia. - Carol sorria e logo se levantava acompanhando o loiro até a moto. Ela nunca tinha andado em uma moto antes e por isso ela ficava meio receosa por ir. Ainda mais com um piloto maluco como o Alexandre que ao em vez de andar com a moto, voa com ela pelas ruas. O que já deu muitos problemas com ele por causa disso.

- Que foi? Não quer ir? - Ele pergunta enquanto subia na moto.

- É que... Eu nunca andei nisso... Eu fico um com um pouco de medo. - Ela diz sem jeito.

- Medo? - Ele riu. -- Não se preocupa. Se você quiser eu posso ir devagar. - Ele dá a sugestão para que a morena possa se sentir segura.

- Não sei se eu confio em você... Mas tá bom. - Ela subia na moto um pouco insegura e Alexandre entrega seu capacete pra ela. Ela pegava o capacete e o colocava na cabeça se sentido pelo menos um pouco mais segura e logo abraçando o loiro por trás como uma forma normal de se segurar nele.

Assim que ele liga a moto e começava a andar com ela, Carol sentia mais medo ainda e se agarrava mais forte nele e não o soltando de jeito nenhum. E ele notou que ela estava morrendo de medo e por isso decidiu ir devagar. Assim que eles foram andando, ela já estava se acostumando e resolveu olhar ao redor enquanto a moto andava. Ela até deixou de se agarrar tão forte e passou a segura-lo normalmente.

Assim que Alexandre viu que Carol estava se sentindo mais segura, decidiu acelerar a moto fazendo ela voltar a ficar com um pouco de medo. Mas eles logo chegavam ao prédio de Diná e assim ambos desciam da moto.

- Chegamos! - O loiro descia da moto junto de Carol que tirava o capacete soltando um longo suspiro.

- Até que não foi tão ruim assim. - Ela diz entregando o capacete para o loiro que deixa pendurado em cima da moto. Ele ria um pouco ao ver que ela tinha ficado com medo.

- Não foi tão ruim? Você quase morreu de medo! - Ele zombava. E isso fazia ela ficar um pouco brava com ele.

- Ah para com isso! Eu nunca andei nisso a minha vida inteira tá? Dá um tempo. - Ela dizia de forma tranquila dando um leve tapinha no ombro do maior que sorria. E logo, ambos entravam no prédio.

Maria a babá da pequena Paty, havia acabado de colocar a pequena para dormir. E logo desceu as escadas para ver se dona Maroca queria alguma coisa. Diná e Téo estavam trabalhando e Maroca ficou sozinha em casa com Maria e Paty. Ela estava na sala fazendo tricô enquanto Maria chegava até ela.

- Eu já coloquei a Paty para dormir dona Maroca. - Maria avisava.

- Ah que bom Maria. Quem sabe assim ela fica mais calminha agora né. Ela não fica sem a mãe. - Maroca dizia mas ainda prestando bastante atenção no que fazia. Assim, a campainha tocava.

- Eu vou lá atender! - Maria diz correndo até a porta. E assim que ela abre, veria Carol e Alexandre já cumprimentando a mesma e entrando.

- Opa! A Diná tá em casa? - Alexandre já chegava andando até a sala na companhia de Carol.

- Não ela foi na locadora. Mas acho que logo logo ela volta. - Maria responde.

Maroca ao ouvir a voz do filho, já se virava para trás e sorria vendo o mesmo se aproximando e ficava ainda mais feliz vendo a companhia.

- Alexandre! Carol! Que bom ver vocês dois aqui. - Maroca veria quem era e logo tratou de se levantar.

- Oi mãe. A Diná Não tá em casa né. - Alexandre confirmava o que a babá havia dito.

- Não mas ela já pode estar voltando meu filho... Ah Carol senta aqui minha filha senta. - Maroca segurava nas mãos da morena que sem jeito, se sentava no sofá perto dela. Alexandre já aproveitava e também se senta de forma mais folgada no sofá como quem não quer nada com a vida.

- Então. Conta como é que era lá onde você morava! Me lembro que você foi para a Bahia não é? O Alberto tinha me dito uma vez que alguns parentes dele tinham se mudado pra lá. - Maroca comenta.

- É os meus avós e uma outra tia minha moram lá. Meus avós já não estão mais com saúde e antes de eu ir me mudar eu passei um tempo cuidando deles. - Carol respondia.

- Ah mas é assim mesmo viu. Eu por exemplo já não tenho tanta saúde assim né. Vai chegando a idade e é uma tristeza. - A idosa ria por um instante. - Mas fala. Você deve ter ficado bastante sozinha lá não é mesmo? Deve que sentiu falta até da minha comida. - Maroca se gabava um pouco ao dizer a última frase.

- Mas é claro que eu senti dona Maroca! A sua comida é a melhor do mundo! Eu senti muita falta de todo mundo mas eu não fiquei sozinha muito sozinha sabe? Eu fiz algumas amizades na escola também. - o que ela falava já fazia Alexandre dar uma breve olhada na garota mas de forma indireta.

- Arrumou namoradinhos lá também? É que adolescente você sabe né? Sempre tem o primeiro namorado. A Diná já arrasava corações na escola. E bem... Já a Estela era mais tímida. - Não demorava muito para Maroca tocar nesse assunto.

- Bom....Eu já arrumei namoradinhos mas como a senhora disse... É de adolescente. - Ela ria um pouco sem jeito com o assunto.

Se passava um curto tempo até que Diná finalmente chegava em casa e logo se deparava com Carol, Alexandre e dona Maroca. Ambos estavam sentados no sofá e a morena se aproximou deles até um pouco surpresa.

- Olha só! O que vocês estão fazendo aqui? - Diná disse com um tom de alegria ao ver a visita e logo o loiro se levanta para poder abraçar a irmã.

- Ah Oi Diná! - Carol dizia alegre em ver ela chegando e também se levantava para dar um abraço nela.

- Eu só queria dar uma passadinha por aqui mesmo. Mas ai eu vi que você não tava.... E ai decidi esperar. E eu aproveitei e trouxe a Carol junto. - Alexandre falava com o seu tom descontraído de sempre. Mas ele sempre gostava de passar na casa da irmã as vezes só pra andar atoa. Mas ultimamente eram poucas as vezes que ele estava aparecendo.

- Humm... Ela mal chegou ontem e já estão assim? Tá vendo não é mamãe? - Diná provocava ambos e logo caminhava até dona Maroca.

- Pois é minha filha. Acho que agora vai ter casamento viu. - Maroca dizia já exagerando e o filho não gostava nada desses assuntos.

- Ei ei pode ir parando as duas! Eu hein, já vem com esse papo. Tô fora! - O loiro não gostava desses assuntos e já ficava com uma cara emburrada.

Carol não dizia nada. Até achava graça da situação engraçada. Mas ela logo lembrou de algo.

- Ah! Eu esqueci que eu fiquei de passar no consultório onde o meu tio trabalha! - Ela falava olhando no pequeno relógio em seu pulso.

- Eu te levo. - Alexandre já se ofereceu para levar a garota que recusava.

- Não não eu posso ir sozinha! Já tomei muito seu tempo também. - Carol ria um pouco sem graça.

- Deixa disso garota! Aposto que você nem sabe onde é. - Ele não deixou de falar uma verdade. Carol é uma garota orgulhosa e na maioria das vezes recusa ajuda. Mas ela realmente não sabia onde era o lugar.

- Tá tá bom eu vou. - Ela diz em um tom totalmente derrotado. Mas ela acabava rindo depois e logo foi se despedir de Maroca e Diná.

- Vê se aparece mais vezes. - falou Diná se despedindo de Carol e ambas davam um rápido abraço. Carol também se despediu de dona Maroca e não demorou para os dois irem embora.

Diná olhou ambos saindo e deu um sorriso de canto. Dona Maroca logo olhou para Diná com um sorriso e já chamando pela filha.

- Diná. O que você acha desses dois hein? Vai dar alguma coisa? - Maroca dizia em um tom alegre.

- Claro que vai mamãe. Você viu ontem né? Eles ficaram se estranhando, nem falaram direito um com o outro. E depois eles conversaram e ficaram de bem. Agora hoje já começou a ficarem andando juntos. - Diná explicava a situação para a mãe.

- É você tem razão. Tomara que essa menina dê um pouco de juízo e controle esse teu irmão viu Diná. 

Maroca dizia séria para a filha que simplesmente dava risadas e logo se levantava do sofá caminhando até a cozinha.

- Não se preocupa não dona Maroca. Deixa eles irem se acertando.

(...Algum tempo depois...)

Carol e Alexandre finalmente chegaram no consultório do Dr. Alberto. A moto parava e assim ambos desceram. Carol tirou o capacete e logo entregou o rapaz.

- Prontinho! Tá entregue! - Ele sorri.

- Obrigada por me trazer. Acho que agora eu até me esqueci do lance de você tentar me atropelar. - A moça ria enquanto ficava olhando o rapaz.

- É sério? Eu já tinha me esquecido que isso aconteceu. - Ele fala em um tom brincalhão.

- Eerr....Foi bom passar um tempo com você. - ambos trocavam olhares por alguns instantes antes de Carol dizer aquilo.

- Pois é. Foi legal também. Apesar de... Né. Não ser por muito tempo.... - Ele se encostava na moto enquanto falava.

- Então.... Até outra hora. - Ela riu um pouco antes da despedida. Carol logo se afastava dele andando rumo ao consultório do Dr. Alberto. Mas ele logo a chamava de volta e isso fazia ela olhar pra trás por alguns instantes.

- Posso te ver uma outra hora? - Ele perguntava mesmo ambos estando um pouco longes um do outro.

- Claro! Se você não tiver ocupado mais tarde! - Ela dá um doce sorriso enquanto dá alguns passos para trás.

- Se é assim então mais tarde a gente se vê. - Ele diz mais alto ao ve-la se afastando e se virando de costas para enfim seguir caminho.

Ele ficava um tempo olhando a garota e só quando ele entrou, decidiu ir embora. Montou em sua moto e seguiu.


E assim.... Ambos continuaram assim todos os dias.... Até que se passou um mês....


Continua. . .?



Notas Finais


Oieeee!! Espero que vocês tenham gostado desse capítulo! Eu também tenho algumas coisas para explicar sobre a história. Na verdade só uma coisinha.

Bem.... A idéia de fazer o time skip de um mês não foi o que eu havia planejado e tals. No meio da história eu acabei tendo a idéia. Mas não para aproximar ainda mais os personagens principais.

Na verdade foi mesmo para fazer a Carol ter mais afinidade com todos da família e coisa assim. Se relacionar mais facilmente e coisas assim....

Bem, foi isso! Espero que tenham gostado e beijinhos!! ❤


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