História Antes de você - Imagine Dean - Capítulo 11


Escrita por: e Danone_Drogado

Postado
Categorias DEAN
Personagens DEAN, Personagens Originais
Tags Crush, Dean, Dok2, Hyuk, Imagine, Jay Park, K-hiphop, Kpop, Kwon Hyuk, Você, Zico
Visualizações 69
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não tenho muito o que falar, esse capitulo é altamente emocionante
Desculpe os erros, leiam as notas finais
Obrigada os favoritos, os comentários , e gente esse é o penúltimo cap.

Capítulo 11 - Amor-Perfeito


Ironicamente estava chovendo quando, encontrei Seung. Ele estava magro e como semblante abatido, seus olhos vermelhos, e parecia que a dias não tomava banho. Fiquei encarrando por minutos, até ele se incomodar e encolher os ombros, jogando capuz da sua blusa velha e surrada na cabeça. Virando o seu rosto para o outro lado do ferro velho que nos encontravam.

 

Encostei no meu carro, e suspirei segurando o chorando o choro. Revelo daquele jeito, maltrapilho e sujo partia meu coração. Era difícil, olha-lo lembrando que meu melhor amigo, na verdade se entregou as malditas drogas.

 

- Seung... Como vai? – Ele voltou seu rosto na minha direção, crispou seus lábios e depois deu um sorriso fraco.

 

- Nada, para se preocupar...! Trouxe o que pedi? – Sua voz, soou cansada e suspirei.

 

- Por favor, deixe-me ajuda-lo! – Falei, seus olhos encontraram os meus e ele rio.

 

- Você não pode fazer nada! – Seung, começou a tossi, franzi o cenho com suas palavras.

 

- Posso... Você, tem que voltar! – Ele tossiu um pouco de sangue na mão, eu vi mais ele colocou-as no bolso. – O que você tem? Vamos no médico!

 

- Para... eu não deveria ter te ligado! Mas queri... – Seung respirou fundo, antes de cai no chão de terra na minha frente. Dei um pequeno pulo para trás assustada levando minhas mãos para o rosto apavorada.

 

- SEUNG!! – Me recuperei do choque rápido, e corri para ajudá-lo.  – SEUNG... ALGUEM, MEU DEUS...

 

Não sei, de onde tirei forças para colocá-lo dentro com carro, o arrastei pelo chão. Abrir a porta do banco detrás e o coloquei de qualquer que jeito lá dentro. Estava realmente desesperada, sabia que ele estava escondendo algo de mim.

 

Sai do ferro velho que ele marcou de nós encontramos, acelerando pela estrada, procurando o primeiro hospital. Que logo apareceu na minha frente, estacionei de qualquer jeito e sai correndo para a emergência, pedindo ajuda.

 

Alguns enfermeiros e um médico correram para o estacionamento com uma maca, me seguindo para o meu carro. Tiraram ele de lá e os levaram as pressas para dentro. Os segui, mas, me barraram na entrada do intensivo, tudo o que podia fazer era esperar na sala ao lado.

 

- Senhora? – Estava de cabeça baixa tinha perdido a noção de quanto tempo estava ali. Quando ouvi a voz receosa na minha direção, levantei da cadeira, me deparando com o médico. – A senhora é o que do paciente?

 

- S-Sou, irmã! – Menti. -O que ele tem? É grave?

 

- Fizemos, alguns exames.... – Ele deu uma pausa momentânea e suspirei. – Descobrimos, que ele tem uma massa estranha, no cérebro e em algumas partes do corpo. – Olhei para o doutor confusa.

 

- Poderia ser mais especifico? – Ele deu um suspiro, passando a mão no cabelo.

 

- Ele tem câncer... Em fase termina! – Tudo ficou silêncioso.

 

A primeira vez que ouvi sobre câncer, estava chovendo – Por isso, odeio tempestades – Meu pai tinha sido diagnosticado com essa terrível doença. Lembro que minha mãe, passou a noite toda bebendo e chorando, tinha um ar horrendo pairando pela casa. E aquela sessão de “deveria fazer qualquer coisa” ficava batendo em mim, o dia todo.

 

Meus lábios, boca e garganta secaram. Aquela mesma sessão de impotência, ficava rodopiando na minha mente, até mesmo a respiração ficou lenta, ofegante. Mordi meus lábios e olhei para o homem a minha frente com o semblante frio e duro.

 

- O que quer dizer terminal? – Aquele maldito gosto na minha boca.

 

- Não há cura... Não há o que fazer!

 

- O-o q-que..? – Senti as lagrimas escorrerem pelo meu rosto.

 

- Ele só tem alguns dias de vida! – Tudo girou, antes de ficar escuro.

 

 

Eu odeio a comida de hospital, sempre falta algo. Estava sentando do lado de Seung que mal tocou na comida, olhando para a paisagem pela janela do quarto que estava.

 

- Eu... Tenho algo para te dar! – Ele virou o rosto para minha direção, arqueie a sobrancelha lhe fitando. Ele tirou um colar de chave do seu pescoço, puxou minha mão colocando na mesma. – Lembra, quando você visitou a coreia pela primeira vez, e brincamos na casa do meu appa?  

 

- Como não lembrar, você jogou uma arranha em mim! – Ele fechou minha mão sorrindo.

 

- Eu deixei algo para você, lá no meu quarto! Meu pai sabe que você irá aparecer lá! – Deitou-se na cama. – Eu já me despedi dele.

 

- Do que você está falando? – Todos nós sabemos, quando algo precioso está indo. Senti meus olhos marejarem, aquela mesma despedida.

 

- Pode cantar aquela musica que amo? – Ele me olhou, e fez carinho na minha mão. – Me desculpe por tudo... – Olhei para ele.

 

- Não precisa se desculpar... Eu senti sua falta! – Eu soluço saiu dos meus lábios. Éramos inseparáveis na infância e adolescência, mesmo morando um do outro lado do mundo, ele sempre vinha para o Brasil me visitar.

 

- Acho que falhei, como amigo... Mas, prometo que vou te protege! – Estendeu sua mão na minha direção, a fechando deixando seu mindinho esticado. Unimos nossos dedos e ele rio. – Espero que Dean cuide bem de você, meu anjo! Agora cante a música!

 

- Minha voz é horrível... Seung....- Ele, rio vagamente.

 

- Você que acha, July!

 

- Okay... – Respirei fundo e comecei a cantar.

 

―Now it’s over, it’s the last time

 I can’t believe it

I can’t let go

 Cause you never know

 Someone like you for me, someone like me for you

 There won’t ever be a love like that again

 Nobody knows We always know―

 

Já estava terminando de cantar o trecho da música, quando os aparelhos ligados ao seu corpo, apitaram, ali, só quando finalmente ele se foi. As lagrimas, caíram grossa, quentes. Ele havia partido.

 

“ – Hey, garota como é seu nome? – O garoto se próximo de mim, era um pouco gordinho e estava com um pedaço de bolo na mão, além do rosto todo sujo de chocolate. Olhei para ele, papai tem a mania de me deixar sozinha em lugares estranhos.

 

- Me chame de July, é só um apelido... E você como se chama? – Ele sorri mostrando aquelas bochechas gordinhas e rosada, sorrir com ele.

 

- Lee Seung! – Daquele dia em diante, ficamos inseparáveis.”

 

Fiquei sentada no corredor, vendo o vai e vem dos enfermeiros e médicos, dentro do quarto. Tudo estava em silencio, mesmo com a movimentação ali dentro. Depois escutei um subindo alto e aos poucos me dando conta, que ele estava partindo.

 

- Oi? – A voz era do Dean, ele sentou-se ao meu lado ao chão me puxando para um abraço, consolador. Eu simplesmente liguei para ele, e veio. Deixou sua gravação, estava ali me acolhendo nos seus braços, como um bebê. – Tudo vai ficar bem...

 

- Hora da morte, Duas horas e quatorze minutos...! – Ouvi, o médico anunciar o óbito, e apertei o abraço ainda mais. Ouvi seus passos, pararem ao meu lado. – Fizemos de tudo, entretanto, não conseguimos reanima-lo.

 

Cheguei a conclusão que odeio todas as estações, aquela era a pior de todas.


Notas Finais


Amor-perfeito - Em francês é "pensée", está associada com pensamentos e recordações.
T......T Não tenho muito o que falar.


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