História Antes do amor ser proibido.. - Capítulo 21


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, TazerCraft
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê Bueno, Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso
Tags Malepok
Visualizações 114
Palavras 1.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Melhor foto!
Se preparem para aquele capítulo quentinho e gostosinho.

- Boa leitura Teffys.

Capítulo 21 - Desenhos


Fanfic / Fanfiction Antes do amor ser proibido.. - Capítulo 21 - Desenhos

P.O.V Spok:

Sai pela janela. Assim subindo na árvore e da árvore para o telhado.

- Ah.. Oi Popok! - Malena sorriu.

- Bom.. Estamos mortos.. - Falei. - Seu pai tá puto comigo...

- Desculpa.. - Ela me abraçou.

- Agora eu vou te tirar daqui.. Ah você desce sozinha... Malandrinha. - Falei sorrindo.

Desci também. No último pulo, que por sinal, não era tão alto acabei caindo e ralando o joelho.

- Ah coitado.. - Malena me abraçou. - Tá enferrujado.

- Talvez por que eu não seje tão malandro quanto você.

- Vamos.. - O pai dela nos chamou.

- Tá... - Falamos em coro. Malena estendeu a mão, assim me ajudando a levantar.

No carro fomos de mãos dadas, dedos entrelaçados.

- Desculpa pai.. Eu, eu deveria ter falado...

- Eu contei.. - Falei segurando o riso.

- Seu bobo eu já tinha contado..

- Eu contei.. Toma.. - Entreguei meu celular a ela.

- Ele pensa mais que você. - Lu.

- Bem mais. - Dona Ana.

- Ah Andrei... - Ela falou.

- Só estou bravo com você por conta da sua mal criação. - Lu. - E se tivesse falado calmamente e não ter tentado esconder não estaria encrencada.

P.O.V Moon:

- O que a gente faz agora? - Perguntei entre lágrimas.

- Eu não sei.. Desculpa - Cauê me abraçou entre lágrimas. - Eu vou dar o meu jeito. Mas por favor não cometa a besteira de abortar.

- O Bebezinho não tem culpa. Nos temos. - Aprofundei o abraço.

Ficamos assim: nos chão, abraçados, chorando. A culpa era enorme, sem contar o desespero. Seus dedos acariciavam meus cabelos azuis.

Vai ficar tudo bem. Espero. Cauê iria passar a noite comigo. Combinamos de não contar para nossos pais. Nem para nossos amigos. A não ser a Malena. Querendo ou não, ela é a melhor conselheira que conhecemos.

Aproveitei o momento para ligar pra ela e contar a grande merda.

~ Ligação

- Alô? (Gemidinho)

- Desculpa.. Ligue em momento errado!

- Popok para.. Não é o que está pensando.. Esse bobo estava me fazendo massagem.

- Ata.. Mah pode se isolar rapidinho?

- Claro.. (Barulho de porta abrindo e fechando) pode falar.

- Que amiga.. Larga o Boy pra falar com os amigos. (Cauê).

- Vocês são meus irmãos..

- Bom.. Você sabe que nos confiamos em você.. Por tanto é a única que sabe sobre o Cauê e eu.. (comecei a chorar)

- O que foi? Vocês estão bem?

- Eu meio que engravidei ela.. (Cauê falou entre lágrimas).

- Meu Deus... Gente, não dá pra mim falar muita coisa. Eu estou na casa do Pok.. E bem.. Não queremos que ele saiba né? Podemos nos encontrar amanhã de tarde? Aí a gente conversa..

- Por mim okay..

- Mas vocês fizeram muita merda cara.. (Barulho da porta) Gente eu tenho que desligar.. Amanhã a gente se fala. Beijos.

~ Ligação.

- É... Nos fudemos legal... - Falei aos prantos.

- Luazinha calma. Vai ficar tudo bem...

P.O.V Malena:

- Minha mãe tá chamando para irmos Jan... Por que desligou tão rápido quando estava entrando? - Ele perguntou.

- Não desliguei não... - Falei. - Que foi? Andrei para..

- É.. É que eu tenho medo de te perder Malena..

- Ei.. - Falei o abraçando. - Não vai não. Era Moon no celular. Ela queria me contar uma coisa.. E não queria que ninguém soubesse.

- Desculpa.. - Ele me roubou um selinho. - Vamos esquecer isso tá? Agora vem.

Jantamos e conversamos. Estava com saudades da Ingrid. Os pais dele foram super simpáticos, afinal, sempre foram.

- Loirinha vamos? - Spok perguntou colocando a cabeça em meu ombro.

- Já está com sono? Que milagre é esse? - Perguntei.

- Eu sempre durmo cedo.

- As 4h, 5h... - A mãe dele disse rindo. - Adianta ir mandar dormir? Não.

- É quando eu durmo aqui é a mesma coisa. Da uma hora eu já estou morta e acabo dormindo. Aí o dramático fica me acordando. "Ain mô, vai dormir e me deixar aqui sozinho? Faz um cafune, faz?" - Imitei ele.

- Quer casar com ele? Vai ser isso todos os dias.

- Eu ia falar que para isso que servem os filhos. Mas não quero ser mãe tão cedo.

- Malena eu quero ser pai a partir dos 20. - Spok

- Oh dó.. - Falei apertando a bochecha dele. - Bebês podem ser fofinhos. Mas já basta eu ter que conviver com o meu sobrinho chorando na minha cabeça.

- Mãe ela não quer ter filhos. Estou me sentindo enganado.

- Filho aos vinte? TÁ DOIDO? - Perguntei. - Aos vinte quero estar fora do Brasil, fazendo uma faculdade. Não cuidando de um bebe.

- Mas a gente pode ter filhos?

- Depois dos 25 a gente começa a tentar.

- Combinado. Agora que já temos uma vida traçada vamos casar.

- Tá! - Sorri.

- Que rápido. - Meu sogro falou rindo.

Conversamos mais um pouco e fomos dormir. Assim que fechei a porta do quarto dele, fui surpreendida por duas mãos me puxando pela cintura. Me fazendo virar rapidamente. Spok juntou nossos lábios em um beijo lento e apaixonado. Cessamos esse quando o ar foi necessário. Ele me puxou para um outro beijo. Dessa vez continha muito mais desejo que o outro. Fomos a "caminhando" até sua cama. Onde ele se sentou comigo em seu colo sem quebrar o beijo. Suas mãos passaram para dentro da minha blusa. Apenas me acariciava.

Suas mãos subiram até minhas costas. A ponta de seus dedos procuravam pelo o feiche do sutiã. Depois de um tempo ele desistiu seus lábios passaram ao meu pescoço e minhas mãos à seus cabelos.

Não demorou muito para que ele retirasse sua camiseta e a minha.

- Aqui.. - Ele falou levando seus dedos ao meu sutiã assim o abrindo. Rapidamente tapei meus seios, estava bem corada. - Malena já nos vimos nus. Lembra?

- Mas.. Foi diferente.. - Falei envergonhada.

- Desculpa.. - Ele me abraçou. Ficamos abraçados por um tempo. - Posso desenhar no seu corpo?

- Como assim?

- Igual eu faço na sua mão na sala de aula.. Só que no seu corpo inteiro.

- Tudo bem.. - Sorri.

- Vou pegar minhas canetinhas. Tira a roupa enquanto isso?

- Tudo?

- Sim..

- Por que fui topar fazer isso? - Comecei a retirar a roupa. - Eu tenho um namorado muito estranho. Quer meu corpinho nu pra fazer desenho..

- Senhorita.. Deita aí.. - Ele falou ainda de costas. Fiz o que pediu. - Pronto.. - Trouxe as canetinhas até sua cama.

Com traços leves ele iniciou o tão esperado desenho. Ele realmente usou meu corpo inteiro para desenhar. As vezes ele usava as pontas dos dedos para dar uma leve suavizada na tinta. Suas mãos ficaram manchadas.

Nunca me imaginei nua na frente do meu melhor amigo ou namorado, e ele desenhando no meu corpo. Não posso negar, ficou lindo. Ele desenhou desde o meu peitoral até a minha virilha. Também desenhou em uma das minhas coxas e nas minhas costas.

- Pera vou passar o fixador pra não sair. - Ele falou pegando um spray e passando em mim. - Assim não mancha suas roupas.. Ainda tá tímida?

- Um pouco.. - O abracei. - Te amo.. - O puxei para um beijo.

{No dia seguinte}

Fui até a casa da Moon. Ela e o Cauê estávamos desesperados. Abracei os dois em conjunto. Afinal, tinha que dar apoio aos dois.

Conversamos durante um bom tempo.

- O que precisarem estarei disposta a ajudar.. - Limpei uma lagrima teimosa que escorria.


Notas Finais


Continua?


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