História Antes do último sorriso - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ansiedade, Antidepressivos, Chantagem, Depressão, Drogas, Faculdade, Família, Festa, Lemon, Originais, Segredos, Suícidio, Toyboy, Yaoi
Visualizações 20
Palavras 3.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oi
Desculpem a demora 😰
Espero que alguém ainda leia essa fic

⚠️Trago alguns avisos: o capítulo de hoje contém cenas fortes de violência

Capítulo 8 - Almoço com o inimigo - PARTE 2


- Então… que horas que o Tom vai voltar? - Klaus disse se esticando no sofá para alcançar um pote de balas na mesa de centro.

Ele e Christopher disputavam uma partida de corrida de carros no videogame cerca de uma hora após o almoço. A lasanha especialmente feita para Wolff estava deliciosa e sobrou apenas uma fatia na geladeira destinada ao filho do meio quando retornasse.

- Eu não tenho a menor ideia. O Felix falou que ele ia almoçar fora e que parecia ser um almoço formal. - o primogênito pausou o jogo e coçou a nuca como era de costume.

Wolff aproveitou para mudar a posição em que se sentava devido ao tornozelo imobilizado e olhou para as fotos na estante acima da TV.

As fotos de família estavam organizadas em ordem cronológica e era fácil perceber que o sorriso de Thomas diminuía gradativamente com o passar dos anos. Klaus tinha uma sensação estranha de aperto no peito misturado com as saudades de rever seu ex. Ele faria de tudo para reconquistá-lo, mas teria que ir devagar e ganhar sua confiança de volta.

- Ele foi almoçar com alguém da faculdade? - o loiro lesionado perguntou.

- Eu não sei… ele tá me evitando desde o dia que eu… - e quase que deixa um comentário escapar.

- Hm? Desde o que?

- Nada não. Esquece. O Tom fica cada vez mais esquisito e isolado, não sei até onde isso vai chegar… Ele nunca mais foi o mesmo depois do lance de vocês dois. É complicado. - o moreno desabafou e pegou uma bala olhando para a tela de pausa do console.

Klaus sentia que sempre era muito desconfortável tocar naquele assunto para ambos os lados. E só havia uma coisa a ser feita.

- Eu sinto muito, Chris. Por tudo que eu acabei causando à sua família e …

O jogador de futebol lesionado teria continuado a falar se o telefone fixo não tivesse tocado.

Christopher pediu licença e se levantou do sofá. Ele imaginava que era uma ligação dos seus pais, que há pouco saíram rapidamente para ir ao shopping e levaram Felix junto para lhe comprar um novo par de tênis, perguntando se ele e Klaus precisavam de alguma coisa da rua.

E por isso ele não estava emocionalmente preparado para o que viria a seguir.

- Boa noite. O senhor é o contato de emergência de Thomas Berg? - uma atendente falou de um ambiente barulhento.

- Ahn? Sim… E-eu sou o irmão dele. Algum problema? - e naqueles poucos segundos Christopher desejou que tudo não passasse de um trote.

- O seu irmão foi atropelado e está passando por cirurgia nesse exato momento. Ele teve duas paradas cardíacas enquanto estava à caminho do hospital mas agora os médicos estão fazendo de tudo para salvá-lo.

E pelo visto era muita notícia ruim em muito pouco tempo. O moreno ficou paralisado pensando no que fazer e deixou a atendente da emergência falando sozinha.

- Tá tudo bem, Chris? - Klaus notou a tensão no ar e se levantou com dificuldade usando um par de muletas como auxílio.

- Não. Não tá tudo bem. - o moreno declarou minutos antes de de explicar tudo ao loiro, finalmente entrar no carro e seguir para o hospital.




 Uma hora antes




Thomas se afastou de Edward ainda sentindo repulsa por si mesmo, pelo seu corpo e pelos seus sentimentos.

Era a segunda vez que ele alcançava o orgasmo durante o sexo com Strauss, o que coincidia com o fato do loiro não mais usá-lo como saco de pancada. Berg acreditou que o primeiro fato era coincidência do segundo e, por alguns segundos, sentiu falta dos dias em que era castigado fisicamente após satisfazê-lo. Pelo menos naqueles dias Tom tinha certeza de que o odiava com todas as forças.

O moreno se abaixou, pegou suas roupas e foi até ao banheiro da suíte.

Edward não havia falado mais nada após ajeitar suas roupas e aproveitar que o celular do mais novo estava esquecido desbloqueado em cima da cama. Ele olhou brevemente as conversas de Tom e Erik e ficou satisfeito ao ver que os dois não mantiveram contato depois do término.

- Ei, Tom. Vamos descer, se arruma. Tá na hora do almoço. - o loiro falou com uma voz mais alta e se levantou para trocar de roupa.

O moreno terminava de usar o banheiro e conseguiu, mesmo em pouco tempo, dar uma ajeitada nas roupas e nos cabelos à ponto de ficar apresentável.

Os dois desceram as escadas sem muita pressa. Edward parecia um pouco ansioso e Berg não sabia dizer porquê. Mas logo logo iria descobrir. 

- Boa tarde. - ele cumprimentou os pais que estavam ainda se acomodando.

O homem parecia muito mais ocupado vendo algo no celular e nem mesmo respondeu. Sua mãe ainda conseguiu deixar o aparelho de lado por alguns segundos e lhe deu um sorriso.

Thomas não ganhou nem mesmo um olhar e foi convidado a se sentar junto de Edward.


O cardápio escolhido foi algum tipo de peixe assado com legumes e o cheiro estava incrível. Mas Tom não parecia ser o único sem muito apetite, os pais de Strauss portavam o celular em uma mão e o garfo na outra.

- Então… como vão as coisas na empresa? - Edward tentou puxar assunto.

Mas não obteve resposta.

Berg olhou confuso para ele e depois mirou o casal.

- E-esse aqui é o Thomas. Thomas Berg. Eu queria apresentá-lo a vocês. - ele insistiu.

Dessa vez sua mãe novamente largou o telefone e deu outro sorriso simpático, dessa vez direcionada ao convidado.

- E desde quando você tem amigos? - o pai falou pela primeira vez o olhando naquele dia.

Edward não esperava ouvir esse tipo de pergunta e por isso se chateou mais rápido do que já esperava.

Tom achou a pergunta estranha mas coerente. Ele notava como todos da turma da faculdade o tratavam bem, Strauss era considerado um cara popular, mas nunca havia ninguém perto dele nos intervalos. Vai ver ele não tinha amigos, e sim apenas colegas interessados no seu poder aquisitivo.

- Não fale assim… o Ed é mais reservado, você sabe disso. - a mãe explicou em voz baixa para o pai.

- Pelo menos o Paul trazia mais alegria para esta casa… Com aquelas festas, amigos, namoradas e tudo mais.

E, após a opinião do pai, todos à mesa ficaram calados. Berg não tinha a menor ideia de quem era Paul e nem porque Edward pareceu tenso ao ouvir aquele nome.

- Querido… você sabe que não falamos mais o nome dele nessa casa. O padre nos aconselhou para tal e…

- E você acha que eu me importo com o que esse padre de merda acha? -  o mais velho à mesa alterou a voz.

Berg agora apenas prestava atenção na forma como Edward cerrava os punhos à ponto de ferir a própria pele com as unhas.

Sua mãe pareceu se abalar com a fala do marido e tornou a comer para esconder as lágrimas recentemente brotadas em seus olhos.

- Ele era o que tinha de melhor nessa família… - o homem continuou.

Thomas sentiu um arrepio tomar conta de toda a extensão de sua pele. Ele não sabia quem exatamente era Paul, mas só de ouvir os lamentos do pai, conseguiu imaginar que aquele nome pertencia a algum membro falecido daquela família. 

- E eu, pai? - Edward, com a voz um pouco trêmula, finalmente se pronunciou. - E-eu também sou uma parte boa da família, não é?

O patriarca olhou nos olhos do filho pela primeira vez naquela noite e balançou a cabeça negativamente.

- Me diga uma coisa. Esse rapaz é mesmo seu amigo? Ele poderia me responder se você é uma pessoa decente ou não?

O filho dos Strauss engoliu a seco e pensou em como sair daquela situação. Ele não confiava nem um pouco no mais novo e por isso usava as chantagens como um mecanismo de controle, mas ali, em pleno almoço, ficaria difícil. Ser discreto não era uma opção, mas sim uma ordem. O loiro rapidamente pensou em uma forma sutil de ameaçá-lo sem ser percebido quando pôs uma das mãos sobre a faca e olhou friamente para Thomas.

Berg gaguejou um pouco ainda sem saber o que responderia, já que foi pego de surpresa tanto pela pergunta quanto pela postura ameaçadora de Strauss.

- Bem… er… o filho de vocês na verdade é… - e logo foi interrompido.

- Na verdade o Thomas é meu… namorado. - Edward falou ainda duvidando do que Tom tinha em mente.

O senhor e a senhora Strauss se entreolharam confusos. A mulher abaixou a cabeça logo em seguida e o homem fez uma cara de decepção.

Edward ficou esperando um sermão com citações bíblicas demonizando sua sexualidade, ou até mesmo o início de uma discussão calorosa. Mas o que ele recebeu foi bem pior.

- O Paul não era assim e olha só… o único filho que me restou é viado. - o pai falou, pôs uma mão na testa e começou a rir.

Sua esposa não tolerou mais permanecer à mesa e se levantou sem se preocupar em pedir licença. Berg não sabia o que fazer e ocupou-se em olhar para baixo se perguntando até onde tudo aquilo iria.

Edward estava completamente pálido, seus dedos seguravam a faca de prata com força e seus olhos focavam em sua mãe que se afastou até sair do cômodo.

- Me diz uma coisa… Tobias, não é?

- É Thomas, senhor. O meu nome é Thomas. - o mais novo respondeu apreensivo.

O mais velho parou de rir gradativamente e o olhou nos olhos.

- Tudo bem, Thomas. Mas me diga uma coisa. Não conseguiu achar nada melhor pra você não? - e tornou a rir no fim da frase.

Berg desviou do contato visual e olhou para o lado. Edward estava ficando vermelho de raiva e aquilo não era um bom sinal.

- Já vou logo avisando. O Ed não é muito bom da cabeça e ninguém aguenta ficar muito tempo perto dele. Mas fazer o que? Ele é o que resta dessa família. - o patriarca declarou e se levantou da mesa ainda com um sorriso sarcástico no rosto.

Thomas contava os segundos que faltavam para que aquele louco atacasse o próprio pai com a faca. E, como se viu fora de perigo, abriu a boca para dizer um pouco mais.

- O seu filho é um monstro. E agora eu entendo o porquê. - Berg falou sem medo de expor o ambiente familiar tóxico em que Strauss vivia.

O pai parou de rir, olhou o filho com pena e saiu refazendo os passos da esposa.


Thomas e Edward ficaram alguns segundos em silêncio ainda à mesa. O mais novo sabia que aquela frase poderia ter lhe custado sua integridade moral e que provavelmente o loiro iria vazar suas fotos, mas também sentia um peso a menos em suas costas.

- Era pra você ter ficado calado. - o mais alto finalmente quebrou o silêncio.

Tom não olhava em sua direção, mas sim para o corredor que dava até a porta principal. Seu plano era sair correndo dali.

Mas uma dor intensa e aguda atingiu sua coxa.

O moreno grunhiu e olhou para o local. A mão de Edward segurava o cabo da faca e toda a parte da lâmina havia penetrado sua carne.

Thomas mal teve tempo de gritar de dor, já que o loiro era ágil e logo enfiou um guardanapo de pano em sua boca.

Edward soltou a arma branca ainda presa à perna do mais novo, se levantou e o puxou consigo. A faca continha o sangramento e os dois alunos de medicina sabiam que se ela fosse removida, tudo ao redor seria manchado com sangue.

- Você vem comigo… ainda não te dei o que você merece. - Strauss falou entre os dentes tomando cuidado para não fazer muito barulho, passou um dos braços de Thomas pelo ombro e o locomoveu até seu quarto.


O filho do meio dos Berg sentia uma dor descomunal à cada degrau que os dois subiam. A lesão em sua coxa era séria, mas Edward parecia não se importar. Foi impossível evitar que algumas gotas de sangue e de lágrimas pingassem no piso, mas Tom tentava de tudo para ainda ter energia o suficiente para escapar quando houvesse uma brecha.


Edward o jogou no chão do próprio quarto e trancou a porta logo em seguida. Tom caiu de barriga para baixo e soltou um grito abafado pelo guardanapo. Suas mãos estavam mais ocupadas estancando o ferimento que começara a escorrer sangue e por isso não prestou atenção no que viria a seguir.

Strauss achou melhor castigá-lo com uma sequência de chutes. Ele sabia que os hematomas que o moreno tinha nas costas estavam começando a sumir e por isso se sentia no direito de marcá-lo mais uma vez.

Thomas sentia que aquela vez estava sendo diferente. Antes de forçá-lo a ser seu namorado, Edward o espancava com frequência, mas nunca na intenção de matar. Mas aqueles golpes estavam mais fortes do que seu corpo podia aguentar.

- Você tá morto, Thomas! - o loiro disse se abaixando e removendo a faca de uma só vez.

Tom soltou outro grunhido e derramou ainda mais lágrimas. Aquilo era pior do que tudo o que ele podia imaginar.

Edward novamente empunhou a faca e tentou golpeá-lo mais uma vez. Porém, acabou escorregando na recente poça de sangue e errou a mira. A facada que devia ter acertado seu pescoço acertou o ombro de Berg que só era capaz de proteger o próprio rosto.

Strauss novamente removeu a faca da carne do menor e abriu um novo foco de hemorragia. Thomas estava em pânico e nem conseguia ficar imóvel para amenizar o sangramento, ele tentava se levantar a todo custo apenas para escapar.

Mas o pior ainda estava por vir.

- Eu te amei desde o primeiro dia de aula, Thomas! Mas você estava mais ocupado se esfregando com o otário do Erik, não é?! - o loiro gritou, se levantou ainda com a faca em mãos e o acertou com mais chutes.

Suas calças estavam sujas com o sangue do mais novo e ele sentiu parte das costelas afundarem com o último golpe.

Berg gritava cada vez mais alto, mas estava perdendo as forças.

- Acho que depois de hoje não vou mais querer te ver nunca mais. - Strauss comentou e se abaixou para tocar o rosto do moreno em pânico.

Ele pôde sentir o quanto Thomas tremia e usava seus braços para proteger a cabeça. Mas mesmo assim conseguiu puxar uma de suas mãos para tocá-las uma última vez.

Edward acariciou sua mão direita e fez com que Berg abrisse os olhos sem entender mais nada.

O loiro apenas abriu um sorriso pequeno e guiou a mão do menor até suas calças. Thomas fechou os olhos com força e sentiu repulsa no mesmo instante que sentiu o quão duro e cheio de tesão aquele louco estava.

- Mas ainda quero te usar mais um pouquinho. - Strauss explicou e soltou a mão do moreno.

Tom mal conseguia sentir suas pernas, suas costas ou até mesmo sua coxa ferida. Mas ainda sim percebeu que Edward desceu parte de suas calças e novamente o violentou.

E esse foi o seu último registro de memória naquele dia.




Duas horas depois



Christopher estava impaciente e sua angústia aumentava cada vez mais a cada minuto. As últimas notícias que recebera do irmão lhe informaram que seu estado era grave e que a cirurgia poderia durar mais tempo do que os médicos esperavam.

- Ei, Chris. Vai dar tudo certo, o Tommy é forte. - Klaus, que se sentava ao seu lado, tentou confortá-lo.

- Não, ele não é… - o moreno declarou e tornou a chorar.

O loiro com o tornozelo imobilizado deslizou pelo sofá e abraçou o mais velho dos Berg.

- O Thomas não é nada forte… ele tá escondendo alguma coisa que eu ainda não sei e olha só no que o silêncio dele resultou! - ele soluçava fazendo as outras pessoas da sala de espera o olharem.

- Calma, cara. Respira… - o atleta estava morrendo de medo de perder seu ex mas ainda conseguia manter a calma.

Wolff imaginava que só iria lidar com esse dilema quando ele e Thomas estivessem bem velhinhos de mãos dadas num leito hospitalar. Mas é claro, depois de toda uma vida conjugal linda.

Uma enfermeira entrou apressada na sala e fez com que Klaus se enchesse de esperança.

- Acompanhantes do paciente… Thomas Berg? - a mulher olhou ao redor e logo percebeu o aceno do loiro.

- Vocês são irmãos dele?

- Ele é. - Wolff respondeu apontando para o moreno que ainda chorava.

Klaus estava ansioso para ouvir que já poderia entrar e falar com seu ex. Ele só queria poder dizer o quanto ainda o amava.

- O paciente ainda está na sala de cirurgia e a equipe está tentando salvá-lo de uma hemorragia grave.

Chris ouviu a sentença como se fosse o anúncio da morte de seu irmão enquanto que Klaus acreditou que o melhor ainda podia acontecer.

- Mas é que… a equipe médica não encontrou lesões causadas por atropelamento e sim por agressões físicas e… sexuais. - a profissional explicou em voz baixa para que ninguém além dos dois ouvissem.

E naquele momento Christopher sentiu uma pontada no peito e uma nuvem de culpa invadir sua cabeça.

- Como não pensei nessa possibilidade? Como não consegui perceber? Como não consegui poupar meu irmão disso? - ele se perguntava mentalmente.

- C-como assim? - Wolff tentou se levantar e falhou no equilíbrio. - Vocês disseram que ele tinha sido atropelado.

- Foi a nossa primeira hipótese já que um motorista o encontrou caído em uma pista. Mas depois percebemos que ele, na verdade, foi vítima de múltiplas agressões.

Klaus se sentiu completamente impotente diante da situação. Talvez se ele houvesse insistido mais um pouco durante o último encontro com Thomas, nada daquilo teria ocorrido.

Mas agora só lhe restava aguardar o final da cirurgia e investigar para descobrir  e se vingar de quem violentou seu ex.




Notas Finais


Desculpem pelo capítulo pesado. Eu sei que essa fic é bem tensa, mas espero que tenham gostado.

Lá vão as perguntinhas:

O Edward deve deixar o Thomas de lado agora? O que vcs querem que aconteça com os dois?

Quem será esse Paul?? Alguém aqui consegue advinhar?? (Essa tá fácil)

E será que o Klaus vai conseguir descobrir toda a história do que vêm acontecendo com o Tom? Como ele vai reagir??

Até a próxima! 👍🏼


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...