História Antes e Depois de Você - Capítulo 16


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Tags Merthur
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Palavras 2.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HENTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIII! ~chu :3

Capítulo 16 - Decidir por uma vida é decidir por um país


Fanfic / Fanfiction Antes e Depois de Você - Capítulo 16 - Decidir por uma vida é decidir por um país

Palácio de Cardiff – Tia Ella POV’S ON

Merlin estava ocupada atravessando o salão dos Reis, local este no qual havia todas as riquezas da Coroa Galesa e as principais condecorações de todos os Reis e Rainhas que já governaram Gales.

O vestido longo e preto era liso, do mais puro algodão, um corte simples, porém, não menos elegante.

Mas os passos dados pelos saltos de prata não faziam jus a uma Rainha calma e paciente... Naquele momento, ela se apressava para chegar na sala do trono, onde, ao abrir as longas e pesadas portas de madeira de acácia, encontrou um Arthur muito, muito, muito, muito irritado.

E com razão.

. . .

Perante o piso baixo estavam dois conselheiros da Távola Redonda e mais o Ministro da Defesa, Lancelot.

— E vocês tomaram essa decisão sem me consultar?!

— Majestade, foi necessário! -Lancelot dizia em euforia- Aqueles espiões estavam tentando se infiltrar no país para saber sobre Vossa vida e Vosso Império! Além do mais, é um ato de pura traição da Irlanda do Norte!

— E como pode me garantir que eram norte-irlandeses?! Você apenas os matou sem ter ideia do que perguntar e de como prosseguir! E se tinha, fingiu não saber! -Arthur retrucava bravo.

— Mas não é esse tipo de pensamento piedoso que um Rei deve ter com seus inimigos!

— MAS VOCÊ NÃO É REI!

. . .

O grito irado dele foi o suficiente para calar quem estivesse envolta e isso só fez Merlin apressar o passo para dentro da sala. A ponta da Excalibur, o símbolo de maior respeito na casa do Império, bateu fortemente contra o piso de opala, ecoando severamente e reverberando para fora dos jardins.

— Meu Rei... -a voz doce da mulher que lhe seguia a direção, foi suficiente para trazer um mínimo de tranquilidade. — Já basta, por hora...

— Rainha Merlin? -os três ainda de joelhos perante seu Rei, encararam a notória e esbelta mulher a finalmente estar à frente do marido, tendo-lhe a mão tomada com certa firmeza.

— Precisa se acalmar, antes de mais nada. Iremos tratar disso com um passo de cada vez, sekere?

— Como desejar, Minha Excelência... -ele suspirou forte, colocando as ideias em ordem enquanto segurava gentilmente a mão delicada da esposa-

— Por agora, creio que seria melhor o Ministro da Defesa convocar os agentes que cometeram o delito e os conselheiros da Távola devem descansar.

— Mas Majestade- um dos velhos senhores tentou protestar, porém, Arthur levantou a mão livre para abster as objeções alheias-

— Por favor, voltem pro Palácio Militar, eu irei conversar a sós com o Ministro Lancelot.

— Mas-

— Não me façam pedir de novo.

— ...

Nos cumprimentos mais formais, os dois deixaram o salão do trono, mantendo o Ministro da Defesa, indefeso da ira de seu Rei.

Lancelot sentia a tensão vinda da renomada Excalibur, que ainda estava contra o chão de opala.

— Meu Rei, se bem entendi a história, os espiões mortos em solo galês, aparentemente eram norte-irlandeses, certo? -Merlin olhou o marido ainda irritado. Arthur mantinha o toque das mãos e não a encarava de volta, estava com os olhos fechados, respirando fundo e devagar enquanto se acalmava (ou tentava).

— Sim...

— Meu Rei me permite cuidar disso em seu lugar?

— ... -ele finalmente abriu os olhos, encarando-a em surpresa- V-você...

— Navi! -chamara alto, ouvindo passos apressados chegarem até a sala do trono, as portas foram abertas e um dos criados mais velhos do palácio, entrara, fazendo longa e respeitável mesura.

— Chamou, Minha Majestade?

— Faça o convite vermelho. Diga que eu estou os convocando com urgência imediata.

— Sim Senhora. -ele saíra no mesmo passo em que entrou.

Tanto Lancelot quanto Arthur a olhavam em choque.

— Você está mesmo- o Pendragon mal conseguiu terminar de falar.

— Estou convocando os Sete Pecados Capitais.

. . .

 

*

*

*

*

 

No dia seguinte, Merlin estava reunida com todos os membros da Elite da Távola Redonda.

Sentados na sala de visitas do palácio de Cardiff, ela esperou que os criados terminassem de servir os visitantes e por fim, ao se retirarem, ela bufou cansada e olhou seriamente para os seis a sua volta.

— O que houve de tão urgente para você nos chamar assim, Merlin? -Meliodas perguntou com tédio.

— Bom, o nosso maior e pior tipo de problema voltou a incomodar... Espiões.

— O quê? -a careta do baixinho loiro não poderia ser diferente- Espiões? De onde?

— Esse é o outro problema: não sabemos.

— Como assim? -Diane indagou confusa.

— Ontem foi um caos dentro do Palácio, Arthur está furioso. -repensou na expressão puramente brava do marido- Espiões se infiltraram em Gales para pesquisarem sobre a vida de todas as pessoas dentro do Palácio de Cardiff e logo que foram descobertos por um dos Cavaleiros Sagrados, o Ministro da Defesa nem esperou para fazer um interrogatório, apenas os matou. Em seguida, veio relatar pessoalmente ao Arthur, mas claro, ele ficou com raiva o suficiente para cravar a Excalibur no chão da sala e quebrar o piso.

— Mas vocês sabem quem eram ou de onde vieram? -Ban a olhou ainda tentando acompanhar bem a história-

— Mais um ponto do problema, eles usavam etiquetas com o brasão da Irlanda do Norte.

— O quê?! -Diane e King ficaram trêmulos e nervosos- N-não, não pode ser possível...

— Arthur sabe bem que muitos espiões de agências externas de cada país do Reino Unido não utiliza nenhum tipo de símbolo que possa identifica-los, o que significa que logo de cara, ele percebeu que poderia ser um golpe. -explicara pensativa- Ainda assim, não muda o fato de que não podemos descartar nenhuma possibilidade, então, eu tomei à frente do caso antes que ele decepasse a cabeça do Ministro da Defesa.

— M-mas isso é... -Diane tentava pensar- King, nós sabemos que não faríamos algo assim com um país irmão do Reino Unido.

— Eu sei... -ele pensava, frustrado- Merlin, nós sentimos muito!

— Não quero que se desculpem por nada. Eu sei que vocês jamais fariam uma coisa dessas. -a morena sorriu- Mas alguém dentro do Reino Unido, sim. Então, temos que investigar quem eram e de onde vieram.

— Mas supondo que são mesmo espiões, então eles não devem ter nada que possa identifica-los em qualquer tipo de sistema. -Gowther falou realista- Mana, acha que devemos criar uma distração para atrair quem fez isso?

— Mais tarde, Gowther, o que precisamos agora, é entender o motivo da espionagem, afinal, Gales nunca deu razão para tal. E pode ser que isso afete os outros Reinados, também... vamos evitar um escândalo.

— Bom, então já tenho minha primeira ordem. -Meliodas tomou a vez- Merlin, como eu não tenho jurisdição em Gales, você toma conta de descobrir quem eram. Diane e King, investiguem no Centro de Inteligência da Irlanda do Norte sobre agentes que possam ter traído a casa e a coroa.

— Certo.

— Ban, você pode me ajudar a descobrir de onde eles vieram.

— Vamos nessa! -ele sorriu-

— Escanor, você fica com o “por que” da infiltração.

— Tsc, você não me dá ordens, sabia?

— Escanor, apenas faça isso de forma rápida e eficiente, pode ser? -Merlin pediu e ele assentiu de imediato.

— Gowther, você vai ficar com a parte mais importante. -o loiro o encarou sério- Vai preparar a isca.

— Como desejar, Capitão... -concordou.

— Pecados, levantem essas bundas do sofá e vamos ao trabalho!

 

*

*

*

 

Arthur havia terminado mais outra longa conversa com Lancelot e parecia que sua cabeça estava prestes a explodir.

Dores latejantes incomodavam suas têmporas e lóbulos. O pescoço endureceu de tanto ficar abaixado, lendo os documentos sobre a investigação aberta pela própria Rainha de Gales, mais uma vez ele bufou pensativo e cansado.

— Arthur? -as batidas suaves na porta de seu escritório foram suficientes para ele dar permissão.

— Entre, querida... -pediu recostando no estofado de couro marrom.

— Tudo bem?

— Nem um pouco... estou tão cansado de pensar que minha cabeça dói horrores...

— Precisa descansar, você não dorme há quase dois dias.

— Impossível, ainda tenho uma reunião com o Ministro da Cultura e-

Ele foi interrompido por um beijo quente e lento da esposa. Merlin gosta de ser suficientemente clara quando fala algo com Arthur, então, aquilo não era um pedido ou um conselho...

Ela sabia que ele era teimoso demais para aceitar o cansaço dessa forma, então, com muita destreza, Merlin abriu alguns botões da camisa branca do marido e deslizou suas mãos para dentro do pano de algodão.

Arthur não interveio e menos ainda, reclamou, puxando-a pela cintura fina e fazendo-a sentar-se em seu colo. O beijo rompeu e um finíssimo fio de saliva acompanhou o afastamento de ambos lábios.

— Não quero que fique doente por stress, Arthur, além disso, já disse para não se preocupar demais com essa questão, eu estou resolvendo...

— Mas Merlin...

— Venha comigo... -o pedido sugestivo foi o baque mental dele.

. . .

Os dois se levantaram e seguiram pelo corredor até o andar de cima, Merlin o arrastou até seus aposentos e fez questão de manter a porta devidamente trancada.

Com a mão dada a do marido, ela caminhou na direção da cama, deixando os saltos por aí, pelo quarto... Arthur imitou seu gesto e então, se viu livre do cinto e da camisa, e o que lhe surpreendia era o fato de Merlin estar sendo mais gentil que o normal.

— Não tem que fazer isso... -insistiu ele, sendo deitado na cama, com as costas voltadas pro colchão.

— Mas eu quero...

O Rei apenas suspirou num sorriso doce e em troca, recebeu uma pequena distribuição de beijos no rosto, descendo para os lábios e sentindo as mãos mais finas e longas, explorarem suas curvas.

Arthur aceitou de bom grado o carinho, fazendo-a sentar-se novamente em seu colo, desta vez, segurando seus quadris com firmeza, afim de não deixa-la sair. Merlin não se importou, estava muito ocupada ansiando os beijos do marido.

Sem perceber, seu corpo se movia sozinho contra o dele, lenta e suavemente, em busca de um pouco mais de contato; o loiro por sua vez, apalpara o traseiro farto dela e sorriu em meio ao longo suspiro que saiu da boca rósea da esposa.

Merlin desceu as mãos até a calça de Arthur, abrindo-a com cuidado; ela não precisava olhar, não precisava parar o que já fazia, ela apenas sabia que estava se divertindo vendo-o se divertir também... Um beijo no pescoço, um chupão no ombro, algumas mordidas nos lábios, uma mão no membro que enrijecia, a outra deixando leves arranhões no dorso...

Era simples desocupar a cabeça de Arthur dos problemas que ele não conseguia resolver com facilidade, e Merlin só fazia isso agora por dois motivos:

1 – Porque Arthur estava no auge do stress nos últimos dias

2 – Porque eles mal estavam se vendo há dez dias seguidos

. . .

No fundo, ela também queria, mas entendia que suas obrigações como Rainha de Gales, eram até maiores que seus afazeres como esposa (e ela não considera sexo, uma obrigação no casamento, apenas sabe que é algo necessário, fisiologicamente).

Apenas quando Arthur começou a ficar inquieto, a morena sorriu de canto enquanto deixava seus dedos estenderem o toque na ereção dele, que começava a criar incômodo, latejando e agoniando por mais contato.

— Merlin...

— Vai me prometer que não fará nada excessivo, mais tarde...

— Eu-

— Shh, apenas relaxe a coluna, seu corpo está todo tenso... -um belo e gentil sussurro que o fez corar e sentir a ereção endurecer mais do que podia.

Merlin o livrou das peças restantes de roupa e fez o mesmo com sua calcinha, não o deixando tirar o vestido que usava.

Voltando a se ajeitar no colo do marido, ela deu espaço em sua própria cavidade enquanto era invadida por ele. Um gemido baixo a fez recair parte do peso em Arthur, isso enquanto sentia as mãos firmes e fortes de seu Rei, lhe apertando mais na cintura.

Sem dizer mais nada, começou a mover-se para frente e para trás, devagar. As mãos de Arthur foram obrigadas a se entrelaçarem nas de Merlin, fazendo com que os braços dela fossem para baixo e ficassem em cima dos braços dele, que descansavam nos lençóis azuis.

A coluna dela ergueu-para frente, deixando seus fartos seios esmagarem o peitoral abaixo de si, isso foi o suficiente para a voz do loiro atacar graciosamente seus ouvidos...

E não importava que a respiração deles estivesse ficando escassa, Merlin não tinha a mínima vontade de sair de onde estava (e nem o faria), olhando a imensidão ciana dos olhos do marido, ela sorriu doce, voltando a ser beijada sem nenhum pudor.

Os beijos estalados, os lençóis mexendo com seus corpos, o longo vestido preto acompanhando e apertando as coxas grossas da Rainha, seus cabelos escuros balançando no meio de suas costas, o contato quente e generoso em seu útero era no mínimo, agradável.

E a forma que remexia os quadris, aumentava o prazer de Arthur, deixando-o a sibilar gemidos muito apreciáveis... Era gostoso fazê-lo bater fracamente contra suas paredes, isso deixava uma sensação excitante, criando a vontade de aumentar o ritmo gradativamente.

E foi o que fizeram.

Apesar de Merlin não querer demorar muito, sabia que seu marido era muito mais que bem treinado, resiliência não lhe falta em nada! Então, esperava que ele estivesse realmente ao ponto de desmaiar de cansaço após isso, já que ela ainda precisava adiantar algumas coisas sobre a investigação que abriu no lugar dele.

Tanto os movimentos quanto os gemidos, se complementavam, criando ondas de prazer mais que satisfatórias para o corpo do Rei, e quanto mais o útero dela lhe apertava, mais forte ele queria se mexer.

Não demorou nada para escutarem todos os sons que faziam no quarto, desde os beijos incessantes até as intimidades se chocando. Merlin gemia ao pé do ouvido do marido e era retribuída com o mesmo tratamento, vez ou outra, escutava uma frase risonha e completamente suja, fazendo seu próprio sorriso sair na cara.

No momento em que explodiram em seu ápice, ela não pensou em se retirar dele, deixando seus espasmos fazerem o trabalho pleno de extasia-los com o choque de prazer.

As mãos se apertaram levemente, Arthur repetiu inúmeras vezes a frase que ela mais gostava de ouvir e o sorriso de Merlin não se desfez mais.

— Eu te amo...

— Eu sei. -ela deu risada- Eu também te amo, Arthur...

— Pode ficar mais um pouco?

— Claro...

. . .

Não demorou nada para ele pegar no sono. Ela se retirou devagar de dentro dele, não deixando de sentir o aperto do abraço que Arthur lhe dera antes de adormecer.

Com bastante habilidade, Merlin subiu uma coberta para cima, cobrindo-os até um pouco acima da cintura, os braços estavam relativamente livres do agarre do Rei, então, ela afagou gentilmente os cabelos loiros enquanto sorria ao observa-lo.

No mais, Arthur vai dormir a tarde toda.

 

 



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