História Antes e Depois de Você - Capítulo 5


Escrita por:

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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Tags Mertur
Visualizações 76
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo, minna! ~desu

A tia tem uns recados importantes para dar, então, por favor, leiam as notas iniciais antes de lerem o cap ~desu


1 - A tia está ocupada escrevendo alguns livros que serão publicados (provavelmente) e precisam da minha atenção o quanto antes, então, nos próximos meses, será difícil manter a frequência de atualização (ela já caiu em algumas outras histórias que também estão em andamento) ~desu

2 - A partir do mês de Agosto, na primeira semana de cada mês, NÃO HAVERÁ POSTAGEM DE CAP NOVO EM NENHUMA FANFIC MINHA, o motivo se deve as revisões que a tia precisa fazer, mas a falta de tempo não deixa. Elas são muito necessárias e importantes, além do mais, é para o bem da tia e o de vocês! ~desu

Muito arigachou pela paciência! ~chu :3

Capítulo 5 - Madrugada desfilosofada em nomes nada a ver


Fanfic / Fanfiction Antes e Depois de Você - Capítulo 5 - Madrugada desfilosofada em nomes nada a ver

Mansão Pendragon – Tia Ella POV’S ON

No auge das 35 semanas de gestação, Merlin tem dormido muito pouco, ultimamente. Isso se deve graças as contrações que tem sentido, e claro, vez ou outra, uma pontadinha de cólica.

Dentro de cinco semanas, vai receber seu corpo de volta, por outro lado, vai ganhar um recém-nascido de brinde. Arthur tem ficado preocupado com isso porque nas últimas duas noites, ela praticamente não dormiu e foi muito sacrificante para Merlin, pregar os olhos e dormir tranquila durante o dia.

Uma hora da manhã e o casal estava acordado. No pijama roxo repleto de ovelhas desenhadas, Merlin apertava a mão do marido pela milésima vez. Recostada de forma confortável nos travesseiros, a cientista respirou o mais fundo possível após sentir outra contração desagradável.

— Tudo bem? -o loiro ao lado indagou encarando-a com um pouco de aflição-

— As contrações têm ficado mais fortes de uns dias pra cá, agora elas incomodam.

— Eu sei que está difícil dormir, mas vou ficar acordado com você.

— Não, Arthur, você precisa dormir, tem uma reunião com o Conselho da Távola Redonda.

— Você é mais importante que um bando de velhos criticando os Cavaleiros Sagrados que estão dando trabalho no Sistema.

— ...

— Nunca pensei que ficaria tão grande em tão pouco tempo. -ele admirou a linda curva que compunha a atual aparência da esposa, sorriu derretidamente- Acha que o bebê vai nascer grande?

— Acho que sim... -ela bocejou- mal consigo dobrar as pernas...

— Sua barriga está pesada?

— Muito.

— Queria poder te ajudar com essas dores, mas...

— Já faz o bastante massageando minhas costas todos os dias. -sorriu delicada- Arthur, agora que lembrei, nós não escolhemos nenhum nome pro bebê.

— Oh, verdade! -ele suspirou surpreso- Mas a gente não sabe o sexo dele, eu não sou muito bom com nomes, acabo escolhendo nomes comuns demais.

— Seus pais disseram que pela tradição dos Reis, o bebê precisa ter mais de um nome.

— Isso é o de menos, devia ver o que fizeram com a prima Karime.

— O quê?

— Deram um nome composto pra ela e depois, colocaram mais cinco nomes, herdados de três Rainhas diferentes.

— Sério?

— É, Karime Kamilly Lúcia Natasha Naene Izabel Sofia Brunna Gabrune Pendragon Terceira.

— Mas que diabos de nome é esse?

— Nome de uma Princesa Vigente em Camelot.

— Não precisamos dar um nome tão grande assim, não é?

— Não, mas a regra é clara quanto ao “mais de um nome”.

— Ok... -Merlin pensou- Se for menino, que nome gostaria que tivesse?

— Acho que seria divertido se tivesse o nome do seu pai.

. . .

— Hn... eu acho que não -pensou bem- meu irmão já tem o nome do meu pai, se o bebê receber o nome dele, vai parecer incesto.

— Ok, quer que tenha um nome oriental e outro galês?

— Boa ideia.

— Certo... -Arthur pôs a cabeça pra funcionar- Começando por nomes belianos...

— Os nomes belianos são muito parecidos com nomes egípcios porque são países muito próximos e suas culturas migraram para ambos os lados. -Merlin explicou sentindo outra cólica- Podemos escolher pelo significado do nome.

— Acho justo.

— Hn...

— Amon... -Arthur pensou alto- Amon... Amon... Amon?

— Nome rimado.

— Como assim?

— Pendragon e Amon são nomes rimados, fica esquisito.

. . .

Os dois riram, encarando o teto. Continuaram a pensar...

— E que tal... Hathor? -o Príncipe dissera curioso-

— É praticamente o seu nome pronunciado em beliano.

— Sério?!

— Sim, mas os significados são diferentes. Hathor significa Patrono do Amor, ou Pai do Amor... -Merlin refletiu- Mas o nome em si é tão parecido com o seu que até me incomoda a pronúncia.

— Não quero que meu filho tenha o meu nome. -fez careta-

— Hn... -ela suspiro- Kanope é um nome legal.

— O que significa?

— Criador.

— Whoah... parece um nome divino. É bonito.

— É... eu acho válido. -a morena sorriu-

— Tem outro nome beliano? -Arthur indagou mais animado com a conversa.

— Akhenaton.

— Parece forte.

— E é, Akhenaton foi um faraó muito importante no Egito Antigo, mas seu significado em beliano é “O mais forte e o mais justo dos homens”, existem muitas variações nos significados dos nomes entre esses dois países.

— Sério? Eu não sabia disso.

— Bom, Akhenaton é um nome de peso, se for parar pra pensar. Apesar de também rimar com Pendragon, não parece tão incômodo quanto Amon.

. . .

— Gostei desse nome!

— Mas não sei que nome galês casaria com ele.

— Nomes fortes, né? -Arthur começou a pensar mais do que o de costume, chegando a sentir um pouco de dor de cabeça- Hywell?

— Hywell? -Merlin fez uma cara confusa- Não é variante de Hainer?

— Não, são nomes completamente diferentes, Hainer, aliás, é um nome alemão.

— Dessa eu não sabia.

— Hywell é um nome arcaico, mas gosto dele.

— Hywell... Hywell... -ela suspirou- Não, não tem aquele “tchan” quando eu falo esse nome.

— É, sem “tchan” não fica divertido. -Arthur concordou- Então... que tal... Steffan?

— Steffan... Steffan... Não parece ruim.

— Steffan... -Arthur pensou- Ah, escolher nomes é tão difícil!

— Pois é...

*

*

*

Cinco da manhã, eles ainda estavam acordados. Desistiram de pensar no nome da criança, seria melhor que esperassem até o parto.

E falando em espera, Merlin estava esperando avidamente uma bela caneca com um bolo de microondas que Arthur fizera; ele é bom em cozinhar, por mais que ela nunca tenha dito antes.

— Aqui está! -ele sorriu ao voltar pra cama com o que ela esperava.

— Whoah, parece comestível! -riu de canto- É de quê?

— Cenoura com chocolate.

— Você joga sujo, bebê.

— Não duvide das minhas habilidades, amorzinho, eu sou terrível quando quero!

. . .

Merlin afundou o garfo de prata na massa laranja coberta por uma camada generosa de chocolate meio amargo derretido. Foi cuidadosa o suficiente para não deixar cair em seu pijama e nas cobertas.

Sorriu ao saborear o bolo de cenoura mais fofinho que já comeu. Olhou o marido e fez um “ok” orgulhosamente.

— Você mandou bem, quando o bebê nascer, te faço um bolo de caneca.

— Agradeço, mas gostaria que me retribuísse de outra forma.

— ...

— Quando o bebê nascer, quero que você fique deitada nessa cama até a quarentena acabar e não seja teimosa.

. . .

— Vou pensar no assunto, mas devia aceitar a oferta do bolo, eu não cozinho para ninguém.

— ...

— Se estou oferecendo meus esforços para cozinhar pra você, considere-se a pessoa mais incrível do planeta.

— Sua comida é melhor que a do Mestre Ban?

— Aí, insiste, mas não esculacha também. Não dá pra comparar a comida do Ban com a dos outros, ele tem as mãos do Deus da Comida.

— Sei que ele faz carne de porco melhor que a Madelyn.

— Ele cozinha melhor que eu. -Merlin continuou a comer o bolo- Mas não significa que eu não cozinhe bem.

— Nunca experimentei pra saber.

— Por isso te falo que vou fazer bolo de caneca pra você.

— Certo, certo, eu aceito a oferta! -ele deitou na cama outra vez- Merlin, todos os Pecados Capitais cozinham?

— Não. O Ban era quem fazia a nossa comida. Escanor e Meliodas preparavam a bebida, Eu cuidava da sobremesa e vez ou outra, a Diane me ajudava.

— O Capitão Meliodas cozinhava também?

— Ele cozinha os pratos da morte.

— ...

— Nunca, jamais, em hipótese alguma, deixe o Meliodas cozinhar, você vai morrer antes de conhecer o bebê.

— Eh?

— A comida dele é de matar, literalmente. Já chorei de agonia por ter provado um rocambole de carne que ele fez. Fiquei com intoxicação alimentar por dez dias.

— Whoah...

— Tem sorte dele ser bons com bebidas, caso contrário, eu mesma já teria morrido há uns doze anos.

. . .

— M-Merlin, não acha que é exagero?

— Exagero? -ironizou a morena- Pergunte ao Gowther o que aconteceu da última vez em que ele provou a comida do Capitão.

— C-como assim?

— O coração dele parou.

— ...

— Pensei que meu irmão iria morrer naquele dia. Foi por pouco que o Gowther não encontrou com os Deuses.

— Que medo...

*

*

*

*

Nove da manhã, Arthur já estava trabalhando e Merlin estava deitada na cama, sentindo dores horríveis nas costas. Sua bacia estava toda fora do lugar enquanto o bebê se mexia bruscamente, chutando seus rins.

Madelyn sabia que as massagens não faziam mais efeito e talvez, antes mesmo das 40 semanas, Merlin poderia entrar em trabalho de parto.

Toda a família Pendragon já estava com a atenção redobrada perante o calendário neonatal e mais ainda, com os avisos que recebiam de Arthur.

Todo o povo de Gales aguardava ansiosamente conhecer o futuro sucessor do trono, mas que no momento, estava difícil dormir, isso com certeza estava!

— Por que você não se aquieta um pouquinho? -Merlin tocara em sua mais nova curva do corpo, sentindo os chutes nada amigáveis da criança- Que houve? Você não se agita assim com tanta facilidade.

— Alteza? -Madelyn entrara no quarto, notando a estado de aflição da mulher em repouso- Ainda não conseguiu dormir?

— Tsc, esse bebê não me deixa dormir e as cólicas estão piorando... -suspirou forte-

— Precisa de um médico?

— Não, isso iria acontecer de toda forma. -virou pro outro lado- Só quero parar de sentir um pouco dessas dores.

— Sinto muito não poder ajuda-la.

— Está tudo bem, é parte da punição por ficar bagunçando com o Arthur... -riu sádica- Vou tentar dormir, mas acho que será impossível.

— Minha Alteza, precisa descansar o quanto antes, já está a três dias sem dormir, isso faz mal pra sua saúde!

— Eu sei, se eu desmaiar de sono, vai ser melhor.

— Milady... -a governanta suspirou preocupada.

— Bebê, acho que vou te chamar Arthur, mesmo... Você tá bagunçando no meu corpo agora e quando nascer, vai bagunçar minha vida também. Já não basta o seu pai?

 

 

 



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