História Antes e Depois de Você - Capítulo 6


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Tags Mertur
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Palavras 2.832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - A reação mais fofa do mundo


Fanfic / Fanfiction Antes e Depois de Você - Capítulo 6 - A reação mais fofa do mundo

Hospital Marquesa Clover Gabrune Camelot – Tia Ella POV’S ON

Oito horas da noite de uma quinta-feira de fim de Março. Hilda, a enfermeira-chefe da ala maternal, estava auxiliando o Príncipe Regente de Gales, Arthur Pendragon, a suportar o peso de Merlin enquanto ela se esforçava para aguentar a dor das cólicas de parto, que começaram a ficar bastante insuportáveis de algumas horas para cá.

Este era o evento do ano para os galeses, perante as 38 semanas de gravidez, Merlin teve de ser internada após molhar todo o piso do banheiro com o líquido amniótico que escorreu entre suas pernas.

Já ajudou-a a subir e descer lentamente por sete vezes na mesma hora, Arthur sabia que as dores ficariam muito mais agudas e incômodas, então, precisava manter toda calma do mundo para não estressar a esposa.

Hilda trabalhava como enfermeira há cinco anos e sabia bem o quão difícil era para as futuras mães, suportarem todo o trabalho de parto, desde a bolsa rompida até a alta da criança.

Enquanto Arthur mantinha um abraço levemente torto e cuidadoso de frente para Merlin, a jovem enfermeira massageava as costas da Princesa, era a parte do corpo que mais doía durante o pré-parto.

— Consegue andar de novo? -ele indagou a cientista, que ainda mantinha o abraço de forma agoniada-

— Não tenho certeza... -Merlin estava muito incomodada com a dor- Acho que vou passar mal...

— Tudo bem, apenas faça o que quiser... -o loiro sorriu meio atordoado, suas mãos tremiam um tanto pelo medo, mas as de Merlin tremiam pela pressão corporal estar uma bagunça.

— Para facilitar a diminuição da dor, Alteza, respire bem fundo e solte o ar devagar. -Hilda dava as instruções mantendo a tranquilidade e o sorriso- Faça isso até se acostumar com o tempo de respiração e se conseguir andar de novo, podemos voltar pro quarto.

. . .

Merlin assentiu, seguindo as instruções da enfermeira e vez ou outra, balançara lentamente de um lado para o outro, fazendo Arthur seguir o fluxo para que ela não sentisse mais dores.

*

*

*

*

Aos quinze minutos para a meia-noite, Gowther apareceu no hospital, sendo acompanhado dos outros Pecados Capitais.

— Mana, como se sente? -uma pergunta típica de alguém cético como ele.

— Dolorida o suficiente pra querer matar alguém. -ela respondeu suspirando aflita- Essa cólica é de matar.

— Lady Merlin, tenho certeza que a dor logo deixará de incomoda-la de tal forma. -Escanor nunca foi muito bom em dar apoio moral, mas ela entendia que ele estava preocupado, já que odiava vê-la sentir-se mal com qualquer coisa que fosse.

— Agradeço, Escanor... -ela sentou na maca, fazendo uma cara desagradável- A dor é a mesma de quando o Zaratras me atirou do outro lado do Coliseu do Quartel quando nos treinava.

— Então deve estar insuportável mesmo. -Ban ironizou- Naquela época nós éramos bem fracos comparado a ele.

Arthur voltou a massagear as costas dela, Merlin ia para frente e para trás devagar, sentindo a bacia alargar ainda mais para dar espaço pro bebê sair, era chocante escutar seus ossos estalando.

— Sua dilatação ainda não passou de um centímetro, isso é um pouco ruim.

— E por quê? -Meliodas indagou curioso com a situação da amiga-

— Porque ela não pode tomar a Epidural até chegar nos dois centímetros de dilatação, seria muito perigoso pro bebê e pra ela também.

— Bom, eu tive que fazer cesária, então não senti nada, praticamente. -Diane falou encarando Merlin com preocupação- Eu sei que a dor do parto normal é mais intensa, imagino que deve estar doendo muito no colo do útero.

— É quase como se eu tivesse comido o rocambole de carne do Capitão pela segunda vez na vida... -a paciente dissera quase chorando pela dor.

. . .

— Depois dessa, você tem meu total respeito, Merlin. -Ban fez mesura.

— Ah, alguém chame a enfermeira, eu acho que vou vomitar...

*

*

*

*

Três da manhã de sexta-feira, Arthur estava na piscina de parto junto de Merlin, ela estava morrendo de sono, mas não podia dormir graças as contrações, que ficaram extremamente fortes.

Hilda voltou para junto dos dois e verificou novamente o estado atual da Princesa de Gales, desde a pressão arterial até o nível de dilatação.

— Falta pouco... -sorriu animada- mais dois centímetros e já será possível começar a expulsão.

— Mesmo? -Arthur falou enquanto olhava melhor todos os aparelhos dentro da sala- Mas por que numa piscina?

— Acredite Minha Alteza, um parto feito na água é menos dolorido e mais rápido que um parto na maca. Mesmo com a diferença na temperatura do corpo da mãe e a água, para o bebê, é como se ele ainda estivesse dentro do útero e isso faz com que ele saia mais facilmente.

— Eu não entendo tanto assim sobre bebês, então tô meio chocado.

— Isso é normal pela primeira vez que têm filhos! -Hilda riu de canto e logo, teve que se concentrar por completo na feição de Merlin, que havia apertado um alarme da sala.

Neste caso, o alarme servia para chamar os médicos. — Alteza?! Está tudo bem?!

— Tem uma cabeça presa no meio das minhas pernas. -ela retrucou ficando mais agoniada que o normal e logicamente, chorando pela dor intensa nas costas e nos quadris.

. . .

De uma sala com uma única enfermeira, agora ela continha cerca de vinte pessoas trabalhando ao mesmo tempo. Enquanto Merlin impunha toda força possível para botar uma criança no mundo, Arthur impunha de toda ansiedade e paciência para com a mão que ela esmagava a cada vez que tinha de empurrar.

Merlin é muito forte, então não seria estranho caso ela conseguisse quebrar os ossos da mão do marido apenas com força bruta (lembrando que durante o parto, uma mulher com cólicas e contrações sente o mesmo que uma pessoa com vinte e dois ossos do corpo quebrados ao mesmo tempo).

Diferente de muitas mulheres, Merlin não fez um escândalo sequer, mas chorou bastante por causa da dor que as cólicas proporcionaram.

O que ela chorava em dor pelo parto, Arthur chorava pela mão esmagada.

Até que ele teve seu choro complementado pelo da criança recém-chegada, que aliás, berrava muito bem.

Era como um sinal de grande vitória numa guerra vencida com muito custo por um país inteiro. Merlin respirou fundo e espirou devagar, sorrindo em seguida por já não ter mais que se preocupar em dormir sentada ou passar mal por causa de comida com cheiro enjoativo; olhou o marido e ficou meio confusa com a expressão.

— Arthur, você está bem?

— Eu acabei de ver meu filho nascendo, isso é estranho demais... -ele ainda estava chorando- Mas minha mão tá doendo pra caramba!

— Sinto muito... -ela riu de canto.

— Alteza... -a médica responsável por Merlin sorriu como nunca- Se o Senhor esperava um menino, lamento informar que não é um.

— Eh?

— Whoah... -a cientista assobiou assim que lhe deram a criança ainda berrando- Arthur, acho que não dá para chamar a nossa filha de Steffan.

— ...

— Parabéns, Alteza! -todos que estavam na sala fizeram reverência para o casal, que agradecera num sorriso.

*

*

*

Junto dos Pecados Capitais, Arthur olhava a pequena Princesa de Gales com um sorriso bobão, sentia-se completamente derretido e apaixonado pela criança.

— Ela não é linda?

— Ela parece com você. -Meliodas respondeu sorrindo-

— Olha só esse cabelo ruivinho, olha essas mãozinhas gordas, olha esses pezinhos de pão sovado, olha essa carinha rocambole... olha que coisinha pequena e adorável!

— Eu achava que ela nasceria loira ou ao menos, teria o cabelo mais claro que o seu. -King olhou bem pelo vidro do berçário e analisou melhor o rosto da menina- Agora que notei, ela tem mais cara de Merlin.

— Você acha, Mestre King?

— É que... os traços do rosto são iguais aos dela e o cabelo dela é um ruivo bem escuro e forte, talvez, quando ela ficar mais velha, os fios fiquem da cor do cabelo da Merlin também.

— É possível, o ruivo dela é um tom de vermelho muito escuro. -Diane concordou- Dá até pra perceber algumas mechas mais escuras. Talvez ela fique igual a Merlin quando crescer mais um pouco.

— Se tiver a cara dela, vai ser tão linda quanto! -Arthur sorriu orgulhoso-

— Devo expressar a mesma resposta, Alteza. -Escanor assentiu-

— Poxa vida, eu gostaria que a minha sobrinha se parecesse um pouco comigo. -Gowther encarou a criança com uma careta confusa e calculista- Mas é verdade que tem muito Belialuin nela.

— Aposto que os olhos serão azuis. -Ban sorriu empolgado-

— Aposto que vai falar que nem o pai. -Meliodas pensou-

— Aposto que vai ter um nome mais difícil que o da minha filha. -King afirmou-

— Aposto que vai ler que nem a Merlin. -Diane irrompeu os meninos-

— Aposto que vocês todos irão errar em mais da metade das coisas que disseram.

Escutaram uma voz doce e muito familiar. Quase dez horas da manhã e o hospital já estava um alvoroço devido a internação da Princesa mais polêmica do Reino Unido desde a Rainha Caroline, da Inglaterra.

Merlin foi acompanhada de sua sogra, Rainha Lúcia, que ficara muito ansiosa com a notícia dada pelo filho na noite passada.

Os outros Pecados fizeram mesura à Vossa Majestade, e então, novamente, Hilda aparecera, pedindo para que Merlin e Arthur seguissem berçário adentro.

Lá, os dois puderam admirar a recém-nascida ainda sem nome, sorriram ao notar em como sua pequena múmia-viva gostava de se mexer... Hilda pediu para que ambos sentassem no sofá do berçário e assim, Merlin pôde pega-la decentemente pela primeira vez após o parto.

— Oi... -sorriu curiosa- Por acaso é bom ficar enrolada assim nessas mantas? Se for, troque de lugar comigo.

— Poxa vida, olha só o cabelo dela... -Arthur encarava aquele coqueiro no alto da cabeça da menina- É um ruivo da cor do fogo, mas acho que vai ficar da cor do seu cabelo quando crescer.

— Bom, eu não me importo com a cor, desde que eu possa zombar da cara dela depois.

— Merlin, ela acabou de nascer e você já tá pensando em como praticar bullying com a coitada?!

— Ok, ok, sem fotos constrangedoras. -sorriu- Talvez...

— Merlin.

— Tá bom... -desistiu (só que não).

— Alteza -Hilda fez mesura- Já pensaram em algum nome para ela?

. . .

Com tantas coisas para decidirem pelo país todo, o mais importante, deixaram de lado.

— Então, né...?

*

*

*

*

Mansão Pendragon

Nove dias e nada de Gales saber o nome de sua mais nova Princesa. Isso porque há nove dias, ela ainda está sem um nome.

Não, ninguém leu errado.

Ela ainda está sem nome.

Na mansão Pendragon, Merlin descansava por ordens médicas enquanto junto do marido, tentava pensar num bom nome pra filha. Era a coisa mais difícil do mundo.

Dar um nome para alguém é tão complicado quanto dar nomes para bichos de pelúcia.

Naquele exato momento, estavam todos na sala enquanto a cientista segurava a recém-nascida. Ao seu lado estava Arthur, que fazia uma careta pensativa como todo mundo nos outros sofás.

— Então, é melhor fazer um sorteio mesmo? -Escanor dissera confuso-

— Sim.

. . .

Dentro de uma caixa preta com um buraco em cima, havia papéis com vários nomes galeses escritos. Como o bebê precisava ter mais de um nome, Arthur e Merlin pediram para que escolhessem apenas o nome galês, pois Gowther se encarregou pessoalmente de escolher o nome beliano.

Elaine, esposa de Ban, foi quem dera a sugestão de sortear o nome, já que eles estavam numa briga feia há nove dias por causa disso. Desde o Rei Uther até mesmo Kay, irmão mais velho de Arthur, todos sugeriram um nome com significado bonito ou forte e claro, como se trata de uma princesa, o nome precisava ser arcaico.

Arthur retirou dois papéis diferentes, abriu o primeiro que tirou.

— Genevieve?!

— Hn? -Merlin olhou o papel- Quem escolheu esse nome?

— F-fui eu... -Elaine levantou a mão toda surpresa-

— E o que significa?

— Bom, este nome é celta, derivado do nome Gwen, que também é um nome Galês arcaico. -a cientista explicou- Em seu significado mais primitivo, Genevieve é aquela que “Têm boas origens”, junção da palavra genos com a palavra wit.

— Faz sentido... -ele pensou- “Mulher de boas origens”...

— Eu gostei, é fofinho.

— Mas eu ainda acho que o nome da minha avó fica mais legal.

— Faça o que quiser Arthur, só não dê um nome que destrua a vida social dessa criança. -Merlin revirou os olhos e ele abriu o segundo papel.

— Whoah! Eu sabia! -comemorou todo feliz-

— O que foi?

— Olha só! -mostrou o papel para ela-

— Audrey. -a morena suspirou- Bom, já que foi o nome que você escolheu, então tudo bem, fazer o quê?

— É isso aí! Ela vai ter o nome da vovó também!

— ...

— Gowther, você ainda não nos disse o nome beliano que escolheu pra ela. -Rainha Lúcia interveio curiosa- Entendo que a cultura de vocês dois é diferente da nossa, então sei que os nomes que surgiram no seu país foram criados através dos significados da natureza ou da capacidade das pessoas.

— Sim, sim, em Belial, no início da civilização, os nomes era criados a partir das habilidades, capacidades e personalidades do povo, os Reis recebiam nomes com significados fortes porque era considerados pessoas fortes também. -explicara- Neste caso... -olhou a irmã- Merlin, eu gostaria que a chamasse de Malika.

— ...

— Malika? -Arthur olhou a esposa, que estava bastante perplexa com o nome- Merlin, o que foi?

— Esse nome...

— Eu sei que pode não ser agradável pra você, mas...

— Por que escolheu esse nome, Gowther? -Merlin baixou a cabeça de forma séria, olhando o bebê com certa atenção.

— Porque de alguma forma, combina com ela e é o nome da Deusa Malika, que traz a Sabedoria e a Paz ao nosso Reino. Esse nome é bonito.

— Não sei se concordo se olhar pelo outro lado da situação.

— Mana, não deve se importar com isso.

— Que “outro lado da situação”, Merlin? -Arthur insistiu-

— Esse é nome da nossa mãe. -Gowther respondeu por ela- É um nome que lhe desagrada os ouvidos.

. . .

— Entendo... -o loiro suspirou de forma compreensiva- Merlin.

— ...

— Foi o nome que o Gowther escolheu, pelas regras que impomos, acho justo que ela tenha esse nome.

— ...

— E é um nome que combina com ela, de fato!

. . .

— Tá bem, mas só porque o Gowther escolheu. -Merlin suspirou vencida.

*

*

*

*

Finalmente, no décimo primeiro dia de nascida, agora, a pequena Princesa finalmente tinha um nome.

Pelas ordens médicas, ainda era impossível mostra-la para Gales, o resguardo de 40 dias era necessário para evitar vários problemas de saúde, tanto para Merlin quanto para a agora, Genevieve.

Ah sim, seu nome oficial é Genevieve Audrey Malika Belialuin Pendragon, agora, a única princesa na linha direta de sucessão ao trono de Gales. Apesar disso, é a ducentésima quinta princesa do Império e na linhagem geral, seria a oitava ou nona princesa a ser coroada.

Diferente de tudo o que seus pais imaginaram, ela nasceu um pouco menor do que previram, com uma cabeleira ruiva muito escura, uma pele rosadinha e acima de tudo, uma careta séria muito engraçada e fofa.

Arthur estava completamente encantado por Genevieve, que até dava um sorriso ou outro dependendo de quem estivesse lhe dando atenção, mas por algum motivo, ela começou a se acostumar com a presença de Cath em seu berço.

A enorme bola de pelos mais sensual daquela casa estava adorando o fato de poder saber que existe uma moradora que cheira a leite o tempo inteiro.

E naquela manhã, não foi diferente.

— Hey, Arthur... -Merlin olhou para baixo, rindo de canto- Ele está aqui de novo.

— Mas qual o problema dele, afinal? -o loiro bufou pensativo- O Cath nunca gostou de interagir assim com ninguém.

— Já ouvi dizer que gatos sentem o cheiro do leite nos bebês e por isso ficam mais próximos deles.

— Mas isso não é meio perigoso? Quero dizer, por mais limpo que o Cath seja, não muda o fato de que é um gato e ele pode acabar lambendo a boca dela.

— Sim, também tem isso, mas... -Merlin sorriu calmamente- Já notou?

— Hn?

— Ele nunca deita com a cara de frente pra ela, sempre de costas ou encosta a barriga na cabeça da Genevieve. Sabe o que significa?

— Não faço ideia.

— Ele não quer estranhos chegando perto do bebê.

— ...

— Os gatos fazem isso quando gostam de algo ou alguém... É um comportamento natural deles ao se acostumarem com a presença de um ser que lhe agrada.

— Então... o Cath gosta dela? -Arthur tombou a cabeça ainda mais confuso.

— Sim.

— Whoah... -ele abriu um sorriso enorme- Você é um gato legal, Cath!

— Nyan~ -esta foi sua resposta-

— Não esmague o bebê com o seu peso!

— ... -era como se ele entendesse perfeitamente o dono, tanto é que sua cara foi de puro mau humor.

Mas o que escutaram em troca foi uma risadinha muito sutil e delicada de Genevieve; de fato, nada pagava esta reação tão fofinha.

 

 

 



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