História Antes que eu vá - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


;-;

Capítulo 2 - O Maldito Eu


Eu sou muito complexa, em relação à tudo. Minha mãe acha que essa complexidade com as coisas são simplesmente caprichos que meu pai impôs. Como alguém pode ser babaca à esse ponto? 


Enfim, acho que isso deveria acabar logo. Pra quê mais sofrimento? Mas é claro que tenho que fazer algumas coisas antes de partir, isso deveria ser obrigatório para todos os suicidas, se previnir para não sair como os vilões da história sendo que são as maiores vítimas disso tudo. 


Acordo, meus pensamentos são rápidos e horríveis, como posso melhorar depois de tudo isso? Devo contar a alguém? Devo me preocupar com o amanhã ou simplesmente acabar com tudo isso agora? De repente, uma calma e serenidade invadem meu corpo. Percebo que já fiz algo instintivo, pego meu celular para checar se tem novas mensagens do Guilherme... E tinha, mas não eram do jeito que imaginei que fosse. Eram frias, congelantes, estarrecedora, amargas e pesadas. Consequências do dia em que morri por dentro, ontem. 

Levanto da cama, minha cabeça está explodindo, consequência de uma noite que nunca irei esquecer, infelizmente. Bebedeiras, beijos, promessas falsas, ilusões. Esse seria o resumo da minha noite? Como eu queria que fosse isso, estaria até feliz, mas não é nada disso. Estou sozinha em casa, ninguém para me dizer o que devo fazer nesses momentos apesar de que meu pai dorme no quarto vizinho, me sinto sozinha, isso é muito bom quando quero realmente isso. Tomo um banho e já penso como devo EXECUTAR meu plano. Lâminas afiadas, facas amoladas, nada disso me dá o prazer que sinto quando eu realmente me mato aos poucos, um prazer culpado, errado, doloroso e inútil. 

Ainda sinto a adrenalina pulsando em mim e ela aumenta quando ouço batidas fortes na porta e gritos graves. 

- AVE - grita meu pai. 

- Oi, já tô saindo- respondo. 

E então ouço passos, falhei mais uma vez, até a morte não me quer, penso e depois rio friamente como se fosse uma piada... 


Notas Finais


°-°


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