História Antes que seja tarde demais... - Imagine BTS (Jungkook) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Amor, Bts, Drama, Imagine, Morte, Our Secret, Sacrifício
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Palavras 2.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Lost - Parte 1


POV Jungkook on

6 MESES DEPOIS...

Alguns meses se passaram.
_____________ permaneceu em coma, todo esse tempo. Nós, os sete, nunca deixámos de ir ao hospital...
Eu, praticamente, comecei a viver lá, já que os médicos queriam desligar as máquinas. Nenhum de nós iria deixar isso acontecer, mas Namjoon, eu e Taehyung éramos os únicos que permanecíamos mais tempo ali...

Também muita coisa tinha acontecido, durante aquele tempo!
Há alguns dias atrás, quando eu e o Hope-hyung fomos ao apartamento onde __________ vivia, nos surpreendemos com enormes caixas à porta do prédio.

- Ajusshi! - chamei ao ver o senhorio da dongsaeng, junto de alguns homens das mudanças.

- Jungkook... O que você faz aqui?

- Viemos buscar algumas roupas da ___________. - respondi, olhando-o incrédulo. - Mas o que é que se passa?

- ___________ não paga a renda já há alguns meses, então, já que ela não aparece, nem dá sinal de vida... eu irei vender parte do mobiliário da casa! - respondeu friamente. - Acredite rapaz! Aquela garota me desiludiu muito. Nunca foi de faltar em nada...

- Ela tem um motivo válido para isso, ajusshi! - disse Hoseok-hyung. - O senhor não pode mexer nas coisas dela, assim, e muito menos a colocar na rua.

- Tenho esse direito! Esse alguel está me dando mais prejuízo, do que lucro. - retorquiu ele, do mesmo modo frio.

- Ajusshi, a ___________ tem estado em coma, há uns bons meses! Quase morreu para me salvar. O senhor não pode...

- Se isso for verdade, então, eu lamento pela situação dela. Mas, a minha prioridade é ter alguns ganhos e não uma casa à beira da hipoteca! - disse ele. - Aqueles caixotes, ali, têm roupas. Aqueles têm fotografias e outros pertences...

- Onde está o notebook dela? - questionou o mais velho. - Se o senhor a vai colocar a dongsaeng para fora do apartamento, temos de ver o que é dela, então...

- Os electrónicos e electrodomésticos ficam para cobrar as rendas em atraso. E eu estou sendo muito bondoso! - ripostou o homem. - Algumas daquelas roupas podiam me render um bom dinheiro, mas eu não sou capaz de deixar a garota sem ter o que vestir...


Eu mal podia acreditar no que ele tinha acabado de falar. Como é que aquele homem podia ser tão... avarento, ao ponto de colocar na rua, uma pessoa que está em coma?

- Eu resolvo isso, já! - falou o Hoseok, pegando no celular. - Nam.../Temos um problema! /A ____________ foi posta na rua. - contou. - Sim e não podemos reaver algumas das coisas dela sem pagar... /Sim, eu sei disso! /Também já falámos disso, mas ele só quer saber do dinheiro... - respondeu indo analisando o conteúdo de algumas caixas. - Quanto é que a _________ está devendo para o senhor, mesmo?

- 300 mil wons. - respondeu o velho, com uma expressão carrancuda.

- Esquece!/ Não dá para pagar os meses em atraso, já... - disse o mais velho para Namjoon, do outro lado da linha. - Tá! A gente espera, por vocês, aqui. - afirmou, desligando em seguida. - O Namjoon e o Suga vêm a caminho, com o Jin.

- Tanta coisa por uma idiota... - resmungou o homem. - Mais certo, ela ter fugido do país, do que estar ligada às máquinas.

- Para mim, chega! - murmurei, digitando o número do Taehyung, no meu celular. - Yoboseyo?/Hyung!/Você se importa de me fazer um favor para mim? - perguntei, me sentindo irritado. - Pega no seu celular, tira - agora - uma foto da __________ e manda para mim... - pedi. - Eu explico mais tarde! Faz isso rápido.

Desliguei, sem tirar os olhos dos caixotes que vinham para a rua. Assim que recebi a foto, caminhei na direcção do homem, encostando-o ao camião das mudanças.

- Olhe bem para essa foto e me diga, na minha cara, quem é o idiota, agora? - exigi.

O homem olhou, durante uns segundos, para a fotografia do meu celular. Taehyung tinha colocado a data na foto, o que facilitava a credibilidade da mesma...

- _________ está assim há já seis meses! Como só agora é que veio ao apartamento, ein? - interroguei, indignado. - Eu passei imensas noites aqui, e o senhor nunca apareceu... nunca ligou para casa... Se tívesse vindo cobrar o dinheiro, o senhor já tinha sido informado. Mas porque raios não apareceu antes?

- Kookie! - chamou Jin, atrás de mim. - Isso já não importa. Se ele quer ficar com parte das coisas, ele que fique... A dongsaeng não ficará na rua!

- Eu sei disso. Mas...

- Calma! - aconselhou o mesmo. - Agora, aonde está o notebook e o computador da ___________? - perguntou Jin, mais sério, para o homem que aparentava ter uns cinquenta e muitos anos.

- Para que é que você quer...

- Ajusshi. Responda. - exigiu Yoongi no mesmo tom frio e cortante.

O homem parecia ter regelado, por um momento. Ao fim de alguns minutos, ele  próprio, tirou os dois aparelhos, para duas caixas. Hoseok e Jin levaram as caixas para a carrinha, sendo que os homens das mudanças haviam-nos ajudado a colocar as restantes dentro da carrinha e do porta bagagens do carro do Hoseok-hyung.

- Vocês não podem...

- Aqui tem, ajusshi. 20 mil wons! - interpelou Suga, novamente, deixando o homem calado. - Aquilo iria ser dado como furto, se fosse vendido a outra pessoa. Ninguém iria comprar aquilo, sem querer o reembolso mais tarde... - esclareceu, entregando o dinheiro.

- A menos que o comprador tivesse mais de 150 de QI. - acrescentou Namjoon. - Sinceramente, eu julgava que o senhor fosse gente boa, ajusshi... Afinal, é tão nojento quanto o seu vizinho de Ulsan! - acusou ele, virando depois as costas.

- Jack é um bom rapaz! Ajuda muita gente. - defendeu o homem. - Conheço-o desde que nasceu!

- Pois, esse "bom rapaz" deixou a sua inclina em coma, durante esse tempo todo. E por pouco, não a matou! - terminei por lhe virar as costas e pegar na última caixa de pertences da ___________. - Passe bem, ajusshi...

----

Não demorámos muito para deixar as coisas da __________ na minha casa e outras na casa dos pais de Namjoon, sem nos preocuparmos com arrumações...
Então, em seguida, formos todos para o hospital.

No corredor estava Taehyung, o que me deixara alarmado, de tal forma que larguei o saco de roupa, correndo em direcção do mais baixo, que olhava de forma perplexa para a porta do quarto onde estava a nossa amiga!

- Tae! Porque é que você saiu do quarto? O que aconteceu? - perguntei, desesperado, segurando-o pelos ombros, obrigando-o a me olhar. - Porque é que você está nesse estado?

- A _________... -proferiu ele de forma débil e lenta. - Ela... acordou! - proferiu em estado de choque.

- Ela acordou? - repeti, deixando ser consumido pela surpreendente onda de alegria que se abatera sobre o meu espírito. - Mas isso é bom, hyung! - afirmei, abraçando-o por fim. - Isso é a melhor notícia que eu podia receber, hoje...

- Kookie... Ela não se lembra da gente! - sussurrou ele, consumido pelo choque.

- O quê?! - exclamei, afastando-o para ver o seu rosto. - Como assim, "ela não se lembra da gente"?

- Ei! Dongs, se acalma. - pediu Namjoon. - Não esquece daquilo que o Hanhyung nos disse logo depois da _________ entrar em coma! - recordou. - A gente sabia que podia haver o risco de ela não se lembrar de alguma coisa...

- Eu acho que ela não se lembra de nada. - proferiu Taehyung, abatido. - Ela não sabia nem do próprio nome...

Ficámos, todos, em estado de choque.
É verdade que sabíamos que podia haver essa probabilidade.... mas eu sempre tive a esperança de que __________ acordasse com a memória no seu lugar! E agora... o que pudemos fazer, agora, para a ajudar?

- Ah! Vocês já estam todos aqui. - disse o médico que tinha substituído o doutor Hanhyung. - Ainda bem que estão todos juntos... venham comigo, precisamos de conversar sobre a paciente! - pediu, seguindo caminho para o seu gabinete.

Segui-mo-lo, sem protestos ou hesitações. O silêncio entre nós era constrangedor, que era cortado apenas pelo barulho (habitual) de um hospital...
Entrámos, alguns minutos depois, no gabinete médico. Ele se sentou na cadeira e eu aguardei impacientemente, assim como os outros.

- Bem, como o Taehyung-ssi já deve vos ter falado... as suspeitas de amnésia se confirmaram! - começou ele por nos dizer. - Claro que há vários tipos de amnésia, pois o nosso cérebro é um órgão bastante complexo...

- Vá directo ao assunto, por favor, seonsaeng! - pediu Suga. - Qual é a gravidade da situação?

- Bem, a batida, que a __________-ssi recebeu na cabeça, foi muito forte... assim como o choque, dos acontecimentos e o cérebro dela se protegeu escondendo várias informações. - continuou, analisando cada um de nós. - Neste momento, temos de fazer alguns exames e confirmar, ou não, o diagnóstico que o meu antigo colega suspeitava: amnésia dissociativa. Mas só o tempo o dirá...

- O que é que podemos fazer para a ajudar? - perguntei nervoso.

- Não lhe digam demasiada coisa, sobre o passado... - sugeriu. - Podem dizer algumas coisas ou mostrar alguns lugares, mas nunca digam algo a mais e não a pressionem! O cérebro irá de se encarregar de devolver a informação perdida... mas sem pressas. - alertou.

- Tudo bem! - disse Namjoon. - Temos de costurar a boca do Jimin, hyung. - comentou para Yoongi.

- Sim, ele é péssimo para ficar sozinho com a __________. - concordou Taehyung, - Não se preocupe, seonsaeng... Nós vamos cuidar da dongsaeng! - garantiu ele.

- Acho que foi má ideia termos levado as coisas dela para minha casa. - confessei, sentindo minhas bochechas a esquentar. - Devíamos ter deixado as roupas na casa dos seus pais, Joonie...

- O que é que aconteceu?

- O  senhorio da __________ a expulsou do apartamento. - contou Hoseok. - Quando fomos buscar roupas lavadas, ao apartamento... estavam dois camiões na porta do prédio. Ele ficou com a maioria das coisas, como liquidação das rendas dos últimos 6 meses.

- Isso, enquanto ela está numa cama de hospital! E ele nunca foi lá em casa, enquanto o meu apartamento estava em obras... - relembrei, indignado. - Ele tem cá uma lata...

- Mas ele pode fazer isso?

- Esquece isso,Tae. O que interessa, nesse momento, é que a dongsaeng recupere, depressa! Ou estou errado? - questionou Jin, impondo a sua autoridade, como o mais velho do grupo.

- Verdade! - concordámos todos.

- Em relação à casa... acho que devíamos ter em conta a opinião da ____________, Kookie. - disse Namjoon. - O que é que você acha?

- Sim, afinal de contas, ela é a principal interessada. - constatou Hope.

- Que não lembra nem dela própria! - afirmei em conjunto com Taehyung.

- Não se esqueçam de ir com calma... Ela passou por um grande trauma! - aconselhou o médico.

- Nós teremos cuidado, sim, doutor. - garantiu Jin.

Saímos da sala e nos apressámos a regressar para o quarto de __________, antes que Jimin chegasse e fizesse asneira, como era de costume!
E por sorte, o encontrámos bem no caminho...

- Jimin, espera! - pediu Suga, enquanto caminhávamos para junto do rapaz de cabelos castanhos.

- Porque é que estam todos aqui? Não tínhamos combinado que não iríamos deixar a dongsaeng sozinha? - questionou, alarmado e, verdadeiramente, preocupado.

- A _________ já acordou. - respondeu Namjoon.

- Sério?! Mas isso são boas notícias... então porque estão com a mesma cara, como se isso fosse algo ruim?

- Porque quando a __________ acordou, ela entrou em pânico e me expulsou do quarto. - disse Taehyung. - Ela perdeu completamente a memória...

- Vocês expliquem-lhe as coisas. Eu vou ter com a _______________! - disse indo até ao quarto.

Bati na porta, levemente. A enfermeira  - que nos ajudara, no dia em que Taehyung foi atacado - me deixou entrar.

- Tivemos que lhe dar um sedativo. Ela deve estar prestes a acordar! - comentou, enquanto eu me aproximava. - O seonsaeng já vos deu instruções sobre os cuidados a ter, com o estado clínico da __________-ssi?

- Sim. Não pudemos dar-lhe demasiada informação, nem levá-la a forçar a se recordar de alguma coisa...

- Principalmente, essa deve ser a vossa prioridade. Se ela se recordar, naturalmente, de alguma coisa, questionem sem demonstrar muita ansiedade. - acrescentou. - Ela irá se sentir culpada nos próximos meses, por não se lembrar de alguma coisa que vocês irão se lembrar muito bem!

- Então, e se ela tivesse apaixonada por alguém... devemos contar, mesmo se essa pessoa não tiver nenhuma relação com ela? - perguntei, ansioso.

- Ela não vai lembrar disso, então antes que o seu amigo ganhe avanço... te sugiro a tentar conquistar a confiança dela, tal como um verdadeiro amigo, como você tem feito. - respondeu em surdina. - Aí, quem sabe, ela não se apaixona?

- Desculpe, mas está falando de que amigo?

- Aquele garoto que ficou ferido aqui no quarto. Eu sempre desconfiei, sabe.... mas tive a confirmação, depois que ouvimos os gritos dela. - revelou, momentos antes de nos apercebermos de que __________ estava a acordar. - Ela está a acordar. - confirmou, analisando as máquinas médicas. - Querida! Fique calma. Você está no hospital, agora em segurança...

- Humm... Hospital? - repetiu ela, abrindo os olhos, lentamente.

- Sim. O meu nome é Kim Danjae, a sua enfermeira responsável! - confirmou. - Você sofreu um acidente, que te deixou inconsciente por um tempo. - acrescentou ela. - Você se lembra de alguma coisa? - questionou a enfermeira, recebendo uma resposta negativa que __________ lhe dera com um movimento simples com a cabeça. - Tudo bem, não há problema! É normal isso acontecer. Você bateu com a cabeça com muita força... acontece! - ____________ se acalmou, então, antes da mesma enfermeira agarrar na minha mão e me puxar para mais perto da cama. - Seus amigos vieram te visitar! - comentou ela, me incentivando a falar.

- Oi, __________! - cumprimentei, meio envergonhado e receoso.

- Quem é a ___________? - perguntou a garota que levara alguns segundos, me encarando. - Desculpe, enfermeira Kim... É normal eu ter tantas dores de cabeça?

- Só nos próximos minutos. - confirmou. - E não se preocupe. Esse garoto vai explicar algumas coisas! - disse, indicando para mim. - Se precisarem de mim, é só tocar na campainha de emergência. - concluiu antes de sair do quarto.

- Meu nome é __________? - questionou olhando para mim.

- É! _________ ____________. - respondi, puxando uma cadeira para mais perto.

- Me desculpa, por falar isso, mas... eu sinto que te conheço, mas não me lembro de onde... - comentou ela, envergonhada. - Só me recordo de ver uma luz branca, de ver um rosto parecido com o seu e de ouvir um nome... - confessou ela. - Isso me tem dado muitas dores de cabeça.... - suspirou ela, ainda com os dedos nas têmporas.

- Um nome?

- Jung-qualquer-coisa.... - respondeu meio confusa. - Je.. Jeon...

- Jeon Jungkook? - ajudei, parecendo normal. - É esse o nome?

- Acho que sim. Está tudo muito confuso, aqui dentro! - disse ela, batendo na sua própria cabeça. - Você sabe o meu nome, mas eu não sei o seu... Desculpe a arrogância!

- Não precisa pedir desculpa...Meu nome é esse mesmo: Jeon Jungkook! - respondi, aliviado. - A enfermeira me contou que você se assustou antes de eu ter chegado... - lembrei, tentando perceber o que tinha acontecido momentos atrás.

- Um garoto que nunca tinha visto na vida estava de mão dada comigo... e me beijando! - contou ela, torcendo o nariz. - Você o conhece?

CONTINUA...



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