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História Antes que seja tarde demais - Segunda temporada - Capítulo 5


Escrita por: Luna94

Capítulo 5 - Voto de confiança


Fanfic / Fanfiction Antes que seja tarde demais - Segunda temporada - Capítulo 5 - Voto de confiança

Após a partida de Jimin, Jungkook ficou a contemplar o nada por alguns minutos. Havia muitas informações para processar, digerir e ponderar. Ao fim desse tempo, o rapaz olhou para o relógio no seu pulso. Se não corresse de volta para o apartamento naquele instante, iria chegar atrasado ao encontro com __________. E ele sabia muito bem que a garota detestava atrasos, além das consequências futuras que isso poderiam acontecer...

Assim foi feito! Jungkook retornou ao apartamento o mais depressas que pode para tomar um banho rápido e trocar de roupa. O rapaz imaginara o que haveria de fazer, quando chegasse no restaurante. Tinha muitas opções por onde escolher, sendo que a maioria destas levariam a caminhos penosos e vingativos do que aquilo que Yoongi tinha dialogado com o mesmo. As suas intenções, naquele momento, já não se limitavam na procura de respostas e sim, deixar que a __________ provasse um pouco do seu próprio “veneno”. 
A pesar do seu coração lhe dizer outra coisa, Jungkook não gostou de ter descoberto que a sua doce __________-ah confiava mais no Jimin do que nele. O ponto de vista de Yoongi estava para lá de certo, Jungkook sabia e estava ciente disso! Tanto Namjoon, Jin e Hoseok não iriam aceitar a situação de ânimo leve. Principalmente Namjoon que tanto batalhou e sacrificou pela segurança de todos... especialmente a de __________. E mesmo assim, o orgulho e ego feridos do jovem coreano não conseguiam conformar-se com a realidade, nem com o facto que Jimin – AFINAL – sabia guardar muito bem segredos...

Durante os seus longos pensamentos e divagações, JK saiu de casa com passos largos. Parou um instante após sair do prédio e voltando a entrar no mesmo subindo as escadas a correr até ao andar onde morava. Procurou por um frasco que já não vira há muito tempo. Na verdade, para o rapaz, aquilo já não teria utilidade, uma vez que a verdadeira razão de usar aquele objeto (APARENTEMENTE) já não existia. O mesmo borrifara-se duas vezes no pescoço e outra pelo corpo, com as mãos tremulas. Embora que tudo o que pensasse fosse o seu ego ferido a falar mais alto, as notas florais e cítricas do perfume que comprava há anos denunciavam a verdade que ele queria esconder. Jungkook não podia negar que estava nervoso, porque notava-se, principalmente pela sua correria pelas escadas para retomar o caminho inicial, entrando no carro tão desesperado como a sua vida depende-se disso!
O trajeto do seu prédio até ao local combinado não era muito longo. Deveriam ser uns dez, quinze minutos de carro. Ao passar pelos sinais de  transito e por toda a vida agitada da cidade, o desenhista principal da empresa Big Tan recomeçou a traçar um plano de discurso. Ele queria focar-se no ponto oposto que Yoongi e certamente seria isso que __________ estaria à espera. E a lembrança de a ver sem a ter reconhecido... Como ele pode ser tão cego?

Como ele não a reconhecera de imediato? Talvez da mesma forma que Namjoon, Hoseok e Taehyung não reconheceram aquela garota que parecia tão ansiosa junto à janela. Nada daquilo parecia real! Era...
Parecia ser um sonho, mas ao contrário do amigo, Jungkook temia cair numa realidade em que lhe tirassem o chão novamente. Por muito que quisesse acreditar naquela oportunidade, nas palavras de Yoongi e na possível promessa da amada de ambos... quem lhe conseguia garantir que ele não sairia magoado mais uma vez? Independentemente dos motivos... e se ela precisasse de se esconder novamente? Quem lhe poderia assegurar que ___________ não o excluiria dos planos, fossem eles quais fossem? 

Ao estacionar do outro lado da rua, o homem desligara o Mercedes, inspirando fundo enquanto fintava para lá do horizonte da rua. Era oficial: ele estava muito mais do que nervoso. Ele estava completamente cheio de medo. Medo do que iria descobrir, do que iriam conversar e sobretudo, medo do que o futuro e o traiçoeiro destino lhes tinham reservado!
Seus receios eram bastante compreensíveis e lógicos. __________ dificilmente estaria à espera de uma recepção calorosa... que seria impossível acontecer dadas as circunstancias. Mas o seu Ego não deixava de colocar a hipótese de tudo ter sido por puro egoísmo sobre a mesa... o que deixava Jungkook num dilema interno, do qual não havia certezas de nada. E também não era para menos! Quantas vezes se podia ver alguém reaparecer do mundo dos mortos?

Durante o tempo de condenação de Taehyung, o rapaz havia treinado imenso, com a ajuda dos seus amigos, todo um discurso para expressar os seus sentimentos. Mesmo que tivessem passado 3 longos anos, os sentimentos que nutria pela rapariga continuavam iguais... ainda que as suas incertezas dificultassem a situação e de encontrar algumas possibilidades. Ele só tinha uma única certeza, naquele momento: Jimin estivera sempre certo! Se ele e o Yoongi tivessem refeito as suas vidas, ninguém saberia que _____________ continuava viva, escondida algures no mundo.

Passado alguns segundos, Jk decidira encarar o “problema”, saindo do automóvel e entrando no estabelecimento onde a jovem estrangeira o esperava. Ao ser encaminhado para uma zona mais privada daquele lugar, assim que chegara, o seu nervosismo foi aumentando cada vez mais. O espaço tinha uma certa simplicidade, mesmo tendo um toque de requinte, diferente do antigo karaoke que existira nos tempos de escola.

Tudo... Todos os pensamentos, os planos, as dúvidas, o ego, as suposições e o que mais houvesse até aquele mesmo segundo acabaram por cair por terra assim que o seu olhar vislumbrou a jovem mulher sentada à sua espera. Assim como quando se encontrara com Jimin, __________ vestia roupas discretas, de forma a não atrair as atenções sobre si. Ainda meio desconcentrado, Jungkook sentou-se na sua frente, encarando-a por um longo momento.
Sem proferirem uma única palavra entre os dois, a rapariga conseguira entender pelo olhar do recém-chegado o turbilhão de sentimentos e dúvidas que passavam na cabeça do mesmo. Instintivamente, esboçou um pequeno sorriso de canto ao mesmo tempo que se colocara numa pose mais relaxada na cadeira.

— Há quanto tempo, Cooky... – preferiu ela, sem deixar qualquer resquício de dúvidas acerca da sua identidade. Sem que o desenhista se apercebesse ou pudesse controlar, o seu olhar dera a resposta que a própria procurava por breves instantes. Além de que a Big Tan tinha criado uma linha dos seus próprios produtos, dos quais os personagens acabaram por serem batizados pelos apelidos que __________ lhes dera em tom de brincadeira.
Por seu lado, Jungkook não pode deixar de sentir o batimento acelerado do seu coração. Nem mesmo o poderia deter ou conter! Embora que ainda acreditasse que estava a sonhar e que iria acordar a qualquer instante, no seu íntimo, ele desejava que aquele momento fosse real e interminavelmente eterno.

— Oi. – murmurou este timidamente, sem conter o característico e largo sorriso envergonhado ou as bochechas a tomarem tons meio rosados. Ele não conseguira pronunciar rigorosamente mais nada!

Toda a sua fúria e indignação tinham desaparecido naquele mesmo instante em que reconhecera a voz da sua melhor amiga. O silencio instaurara-se mais uma vez, acabando por se prolongar mais do que era esperado, já que a __________ tinha optado por dar algum tempo para que a explosão de sentimentos de Jungkook pudesse se exteriorizar. Ao constatar que o amigo não conseguia falar o quer que fosse, a jovem deixou escapar um suave riso nasalado.

— Vejo que ainda está em estado de choque. E eu que pensava que você ficaria tão indignado e furioso comigo que colocaria tudo de pernas para o ar. – expressou ela, tentando esconder o medo que sentia de ser rejeitada. Se o fosse, seria mais fácil de dar a volta à situação... porém __________ teria dificuldades em fazer com que seu coração aceitasse tal destino.

— E eu estava! – confirmou Jungkook em seguida, completamente atordoado. — Estava bastante chateado e desiludido com você. Pensei nas últimas horas em como você teve coragem de nos deixar pensar que você estava morta. De como nos fez sofrer e de fazer o luto por alguém que ainda está bem vivo. – expressou, acabando por despejar parte do que ia na sua garganta e no seu coração.

_________ escutou cada palavra dita pelo homem que estava sentado à sua frente. Os poucos clientes e os empregados que estavam mais à frente daquela mesa, nunca iriam entender a profundidade e a magoa daquela conversa. Doía ouvir aquelas palavras que resumiam não só a verdade como mostravam o que ia na cabeça e no coração de Jungkook. E isso era uma das coisas que a fez ficar quieta por mais tempo... arrastando a situação para um ponto que poderia tomar consequências irreversíveis!

— Se fizer te sentir melhor, te garanto que vocês não foram os únicos que sofreram. – informou-o prontamente, mesmo achando legitimo a inconformidade do amigo. Por mais dolorosa e difícil que fosse. — Não julgue que agi de ânimo leve! Não foi fácil tomar tal decisão e fazer o plano dar certo. – revelou. — Mesmo que vossas excelências não tenham facilitado as coisas para o meu lado. Principalmente você e o Yoongi! – acrescentou acusatoriamente antes que o garçon se aproximasse da mesa.

— Boa tarde! – saudou o empregado, amavelmente. — Desejam ver a ementa, senhorita _____ (sobrenome falso)? – questionou num inglês polido. Instintivamente, Jungkook olhara para o desconhecido rapaz como se fosse estripá-lo vivo e sem piedade.

— Não será necessário, Sang-joon. Vamos quer o habitual... – respondeu ela, com calma. — Deduzo que ainda goste do meu prato favorito, oppa? – perguntou a garota a Jungkook, num tom ironicamente provocador.

— Sim. Eu te acompanho, senhorita ________ _____________-ssi. – confirmou num tom mais sério. O garçon se afastou em seguida sob o olhar atento e enciumado de Jungkook.

— Já deu para ver que não perdeu o seu senso de possessividade. – verificou, num tom trocista. — O Sang-Joon-ah é apenas um empregado de mesa que trabalha no meu restaurante... preferido. – pronunciou antes que aquela crise de Jungkook tomasse outras proporções.

— Nunca tinha vindo aqui. – comentou em resposta.

— Eu sei! Este restaurante inaugurou cerca de um ano e meio depois da... nossa perda. – revelou, pacificamente, medindo cada palavra a ser dita. Um passo em falso e o atual plano poderia ir por água abaixo uma vez mais. — E antes que pergunte, sim. Eu sou a proprietária!

— Por acaso, é bem a sua cara. – comentou Jk, observando melhor o ambiente ao redor deles. — Parabéns! – parabenizou ele, tentando controlar as suas emoções e ser verdadeiro, simultaneamente.

— Vamos ficar neste “chove mas não molha” o dia todo? – inquiriu a jovem, de surpresa. — Desculpa, mas eu estava mais preparada para receber um Jeon Jungkook indignado... traído por não ter acompanhado de perto todos os detalhares e os motivos que me levaram a fazer o que fiz. – justificou sob o ar confuso do mesmo.

— Não sei o que dizer. – confessou consecutivamente. — Pensei em falar 1001 coisas e ir embora. Obter as respostas que queria e ir embora... – continuou, procurando as palavras certas para se expressar corretamente. — Depois que te vi com o Jimin, ainda há pouco, e percebi que... você não confiou em mim... que todas as lágrimas que eu e o Yoongi derramámos foram em vão... – relatou de forma contida e pensativa, ainda que se debatesse com as palavras, os sentimentos e a magoa que sentia por toda a situação. — Tudo isso dói, aqui dentro. – disse ao colocar discretamente a mão sobre o lado esquerdo do seu peito.

— Se vocês tivessem-me facilitado as coisas... seguido em frente, como seria natural acontecer, nunca chegaríamos a ter esta conversa. Nem precisaria de ter aparecido no hospital, ontem! – referiu a rapariga com um ar sério. — Ainda estou para saber como é que você deixou escapar a Jieun daquele jeito! – expressou esta, indignada, sob o ar de espanto do desenhista. — Quem diz a Jieun, diz a Lisa ou a Rose...

Perante tais informações, Jungkook não pode deixar de se mover na cadeira em sinal de desconforto. Tal revelação levou-o a questionar-se até que ponto a mulher que estava na sua frente sabia da sua vida e até aonde ela tinha conseguido controlar ou coordenar a parte mais reservada da sua privacidade.

— Folgo em saber que anda bem informada! – felicitou o homem, ironicamente, tendo notado um laivo de ciúmes da ___________ enquanto pronunciava os nomes das presumíveis rivais.

— Julga que eu durmo em serviço? – replicou em seguida. — Sei de tudo o que se passa nas vossas vidas, querido!

— E nós deixamos de saber da sua. – argumentou de volta, num tom recriminatório. — Estamos em desvantagem! Nesses últimos três anos, vai-me dizer que nunca houve um pretendente? Um ficante?

— Estava mais preocupada em vos manter vivos, Kookie, – informou prontamente com uma expressão visível de sarcasmo ou desdém. — Nunca tive tempo para o quer que fosse além da vossa segurança, nem para quem quer que fosse.  O que já não é de hoje, nem de há 3 anos atrás... e sim, desde que você me enturmou no grupo! – constatou mais uma vez, apanhado Jungkook de surpresa. — Já tenho gente suficiente em perigo ou que seja um alvo fácil. Não preciso de mais dores de cabeça!

— E quando este mistério todo termina? – quis saber Jungkook, ligeiramente impaciente.

— Dependerá da sua resposta e a do Yoongi. – recordou, bebericando a bebida que tinha no copo. Sangjoon trouxera, por fim, os pedidos. — Sang-joon-ah. Poderia nos trazer mais dois refrigerantes, por favor? – pediu ao empregado que lhe acenou positivamente.

— Desejam algo em particular? – questionou, olhando ora para um, ora para outro.

— Pode ser uma cola normal e outra de baunilha. – respondeu _________, obtendo a confirmação de Jungkook. Sang-joon anotou o pedido e se afastou em seguida. — Sei que você preferia algo com álcool, assim como o Yoongi, mas julgo que não tem problema em me acompanhar numa bebida menos prejudicial ao fígado?

— Se eu não morrer de cirrose, morro de diabetes. – brincou em resposta. — Continua a não gostar de bebidas de adultos?

— é demasiado cedo para beber Bacardi ou daiquiri. – justificou, autoritariamente. — Porquê a pergunta?

— Se seguirmos com esta doidice de ter uma relação a três, preciso de saber o que você pode ou não beber. – retorquiu automaticamente. — Sendo que eu deveria recusar a sua proposta imediatamente, sabia? – Jungkook cruzou os braços, meio que tentando brincar com os nervos da ________. A pesar de não o demonstrar, ele sabia que estava num bom caminho!

— E porque ainda não o fez? Pode não parecer, mas estou muito mais preparada e ciente dum «não» do que um «sim». – continuou ela, tentando não ceder ao jogo que o ousado rapaz queria jogar.

— Com licença. - disse o empregado deixando as bebidas sobre a mesa, retirando o copo vazio de _________, substituindo-o por um lavado. — Precisam de mais alguma coisa?

— Sim. A Chaewon que comece a trabalhar, se quiser receber o salário no final do mês. – informou autoritária, encarando a empregada que se mantinha a olhar curiosa para a mesa, desde a chegada de Jungkook. — Sei que ela é a sua namorada, mas a minha paciência tem limites! – justificou, num tom de aviso prévio.

Instintivamente, Sang-joon corou envergonhado. Assentiu, acatando a ordem expressa pela patroa e entendendo o recado que tinha de dar à companheira que ainda se mantinha de olhos postos do desconhecido sentado naquela mesa. Entretanto, o rapaz fizera uma discreta vénia de desculpas antes de se pronunciar.

— Não se precupe, senhorita. Eu vou falar com ela. – garantiu com o rosto completamente rosado de tanta vergonha. — Bom apetite! Se precisarem de alguma coisa, não hesitem em me chamar. – acrescentou a ambos e retirou-se para junto da empregada de balcão. Dez segundos bastaram para que a jovem balconista retomasse o seu posto, receando ser despedida. __________ suspirara de alívio, embora que continuasse irritada.

— Bem. Você se tornou bastante autoritária. – murmurou Jungkook, ainda admirado com a atitude incomum e atípica daquela mulher.

— Não vai responder à minha pergunta? - insistiu ela, uma vez mais.

— Por mais que eu tente, não sou capaz! – respondeu convictamente. — Eu queria.. Queria te magoar. Vim com o intuito de atingir e tentar com que você sentisse um centésimo do sofrimento que senti durante esses anos. – começou por dizer, culpabilizando-se internamente. — Mas o sentimento que sinto por você e que me assombra há tanto tempo...esse amor que me corrói, há anos, é tão forte que acaba por amolecer o meu coração, cada vez que te vejo! – declarou com sinceridade. — Te amo, como sempre te amei e continuarei a amar para o resto da vida! – assegurou.

— E a que conclusão chegaremos, então?

— Porque é que você forjou a própria morte? - questionou o rapaz, sério.

_________ ponderou no que deveria responder, sem ter de mentir ou omitir em algum ponto. Pelo menos, não para ele ou para Yoongi.

— Resumidamente, todos estavam em perigo iminente. – revelou, debruçando-se um pouco sobre a mesa. — Vocês, os dois; o Nam, o Jimin, o Tae, o Hoseok e o Jin. E eu tinha que fazer alguma coisa... ou acabaríamos todos mortos. – continuou. — Explicarei melhor sobre isso, mais tarde. A pesar deste lugar ser meu, continua a ser publico e as paredes têm ouvidos.

— Então, me explica esse conceito de "trisal". – pediu Jungkook, enquanto bebia o seu refrigerante.

A conversa fluiu pormais uma longa hora. Após a refeição, Jungkook e ___________ combinaram de se encontrarem mais tarde no apartamento dele, com Yoongi, já que as obras de reconstrução do apartamento do empresário só iriam começar na semana seguinte.

À saída, _________ despediu-se do amigo, indicando que iria caminhar até ao seu carro, quanto reconhecera um rosto que já não via há muito tempo. Um arrepio gelado trespassara-lhe os ossos e a alma, congelando por todos os lados. Instintivamente, a jovem puxara Jungkook para esconder o rosto ao mesmo tempo que segurava no pulso do rapaz, desesperada.

O pânico no seu olhar a denunciara, sendo já este conhecido pelo coreano. O medo começara a apoderar-se do corpo da jovem, fazendo-a hiperventilar.

— O que aconteceu? - perguntou Jungkook, apreensivo.

— Eu... estou com...medo... – confessou tentando conter as suas lagrimas. — Eu... Nunca deveria ter voltado, Kookie-ah. – continuou, assustada. Na sua cabeça, inúmeros acontecimentos ilusórios passavam pela sua mente, gerando uma crise de ansiedade e de pânico, sequencialmente. — Des-culpa. – suplicou num sussurro ao deixar a sua cabeça apoiada no peito de Jungkook. Instintivamente, este a envolvera nos seus braços, deixando a garota chorar agarrada à sua cintura.

— Não precisa disso. - disse ele, sentindo o doce aroma do perfume favorito de _________. — Pode confiar em mim para o que der e vier... assim como eu confio em você!



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