História Antes que termine o tempo (Jimin) - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~EsterAndJimin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Amor, Bts, Jimin, Romance, Vidas
Visualizações 73
Palavras 2.644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem..
mais um capítulo da minha xuxu que escreve maravilhosamente bem..
E os meus capítulos ja ja chegam, a escrita não é tão linda quanto da ester mas acho que vão gostar..então é isso!
Boa leitura!
P..S. A capa e os banners foram feitos por mim ( @park_L) se alguem quiser alguma edição, podem me chamar!

Capítulo 7 - Recordação de um infinito amor.


Fanfic / Fanfiction Antes que termine o tempo (Jimin) - Capítulo 7 - Recordação de um infinito amor.

Vida VII

Em um mundo alternativo...

Florida (Estados Unidos)

Século XX  (1994)

 

 

"Aquieta-se o silêncio na folhagem, 

que em árvores teceu amor antigo; 

sobressalto transposto da viagem 

que o dia rumoroso fez consigo. 

 

O coração, que é sombra na paisagem, 

dá às palavras vãs outro sentido; 

e é murmúrio desfeito na aragem, 

que do entardecer recolhe abrigo. 

 

Ares assim se fazem de uma luz 

que torna como baço o sol poente; 

e o coração à estrema se reduz, 

como o dia se volve mais ausente. 

 

Recolhem-se as palavras no vagar 

que dia nem fulgor nos podem dar".

 

08:30 AM.

 

Uma bela manhã pode ser constituía, de uma paisagem exuberante, proporcionada pela beleza que está nos céus; trajando sobre si algo jamais visto, contrastando a tão fogosa paz, acalentando de vez o coração.

Ah, uma bela manhã; torna-se bonita, quando se tem amor e compaixão; depositando sobre o próximo, sua enorme vontade fazer o bem, sem esperar uma promoção.

Mas, a manhã, aquela tão imaginável glamurosa, pode está em um céu nublado, banhado da cor cinza; exalando a tão pura tristeza dos céus. Por mais que represente, algo ruim, não quer dizer que sempre será assim.

Uma manhã pode ser constituída de muitas coisas, caracterizando cada momento; tornando-o único, em todos os seus aspectos.

Nem todos podemos ter a alegria de uma vida longa, nem mesmo a eternidade numa terra; não ousamos lutar contra isso, e nem sob as leis da vida. Tudo acontece no seu tempo, pois ele foi preparado para isso, para termos que nos aquietar e esperar pelo melhor, pois, no final das contas sempre virá.

A manhã cinza da pequena cidade, ninguém daria nada por aquilo; com certeza diriam que viria um tempo ruim, carregando uma chuva grossa e talvez uma tempestade. E de dentro do quarto, olhando pela janela, Maria Anne, contemplava a beleza de um céu imenso, imaginando a alegria que deve se constar nesse tal lugar. Um lugar de paz e boa morada, claro, para aqueles que acreditam como ela, é um majestoso habitar de tranquilidade.

Onde todos sorriem, cantam, ajudam, ficam próximo do Criador de tudo; aquele que encanta sem ao menos revelar-se, mas apenas mostrando suas boas obras, para com tal seres humanos de corações tão impuros.

Sabia que sua hora chegaria, seu tempo se esgotaria. Mas ela estava triste? Não! Anne sabia que iria para essa "morada" e não iria fugir de seu chamado. Não era uma doença que tiraria sua alegria, ou a deixaria trancafiada em um quarto e mofando numa cama, esperando o estado terminal de sua doença, enquanto definhava.

Ela é uma garota forte, aguentou até ali e seguiria assim; vivendo sua vida de forma intensa - sem exageros - mas, de forma abundante e graciosa. Cultivando uma alegria incontável e espalhando amor por onde passasse, mostraria sua luz, por onde quer que passasse, para que quando partisse, todos tivessem uma boa lembrança de si.

Levantou-se da cama, e prontamente fez suas higienes, logo após um banho pôs um vestido até os joelhos e seu tão amado xale em volta dos ombros. Prendeu os cabelos em uma rabo de cavalo e ajeitou sua franja. Pronto! Não precisava de muito e já estava vestida de forma jeitosa e nem um pouco amostrada, como eram as garotas de sua escola.

- Bom dia, papai! - disse ao descer as escadas e encontrar seu pai, sentado na poltrona da sala, lendo seu jornal diário.

Johnson era seu nome. O reverendo da igreja da cidade, homem culto e de respeito, sempre muito cuidadoso para com sua filha e a mantendo nos caminhos segundo a palavra. Sempre foi muito religioso e nunca permitiu que sua adorável Anne, se desviasse dos caminhos, nos quais a colocou.

- Irei te deixar na escola, querida. – dobrou seu jornal, logo colocando-se de pé - Sempre linda! - elogiou sua amada filha, dando-lhe um beijo na testa e sorrindo de forma simpática.

A mais nova assentiu e foi acompanhada pelo pai, até a escola onde estudava. O caminho foi repleto de sorrisos e conversas agradáveis. Anne estava animada com a peça que apresentaria, logo mais a noite, para todos os alunos e os pais que estariam presente, nas apresentações curriculares, para ajudar os alunos entre si.

- Papai, você virá não é?! – perguntou ao estacionarem de frente a escola, estava um tanto receosa, pois seu pai não aprovava tanto essa ideia absurda.

- Anne... – olhou sua filha de relance, reparando-se com o olhar triste da jovem, respirou fundo e prosseguiu:

- Sim, eu virei! – sorriu ao ver a alegria em que a jovem se encontrava, ela realmente era encantadora e amável.Não imaginária como tal desgraça poderia ter acarretado no futuro dela, mas, também não iria murmurar, pois entendia os planos de Deus.

- Obrigada! – abraçou-lhe Anne, mostrando total animação, logo retirando-se do carro e acenando para o mesmo. 

Adentrou a escola sendo vista por todos, como não tinha amizade com ninguém, rumou para o teatro onde seu parceiro de peça e os demais participantes estariam a sua espera, bom, não era algo espetacular, mas, sentia-se feliz em participar de algo. Principalmente após tantas coisas que aconteceram, durante os ensaios ao lado do belo rapaz de cabelos negros.

E assim que cruzou as portas, lá estava ele, vestido com um jeans escuro e uma blusa branca e outra de manga xadrez, sempre com seus cabelos um pouco bagunçados o deixando ainda mais charmoso. Seu nome? – Park Jimin!

Um playboy mimado pela mãe, que faz tudo que quer, quando quer. E por que ele estava numa peça teatral? Pelo simples fato de ter quase matado seu amigo, numa brincadeira idiota, de pular no rio, assim colocando não só a vida do amigo, mas, a dele mesmo em risco. Seu castigo foi participar das atividades anuais, assim só estaria livre se participasse.

Jimin por outro lado, mantinha-se com os olhos fixos em seu texto, não saberia explicar o que sentia, nem ao menos expressar com palavras, todo aquele turbilhão que fazia seu coração bater mais forte. Essas últimas semanas foram difíceis, ele sabia disso, algo muito especial havia naquela garota e ele, precisava descobrir. Precisava desvenda-la, assim talvez descobriria o que tanto lhe causava.

Por um momento, desviou seu olhar, perdendo toda a concentração, onde por impulso olhou para trás, ao ouvir aquela voz doce e carregada de bondade. Ao ter seu olhar conectado ao dela, seu coração sorriu, sua respiração descompassou, o estômago embrulhou e as mãos gelaram. Notável seu sentimento, estava apaixonado, pela primeira vez. 

Sentimento que perduraria em si, por séculos se pudesse dizer, e seria a primeira e também a última vez.

- Anne precisa ensaiar seu texto! – disse uma das garotas, também participantes da peça, que caminhou até Anne, lhe entregando algumas folhas, desprendendo o olhar da jovem, do belo rapaz a sua frente.

- Ah, claro. – sorriu pegando os papéis, tratando de repassar tudo que havia estudado esse tempo todo.

- Vocês precisam manter o contato visual. – a garota de cabelos loiros e jeito metido, passou a explicar - Sempre se deixando levar, fazendo o público sentir. – finalizou  dramatizando de um jeito engraçado.

- Tudo bem... – indagou Jimin, que olhou para Anne de soslaio, notando que a mesma retribuía.

"É o começo de algo... Eu sinto! Eu quero!"

"Não, esqueça qualquer tipo de sentimento..."

O dia passou rápido, passaram praticamente o tempo inteiro ali, ensaiando, repassando as falas, treinando cada passo, as músicas que seriam colocadas. 

Quando a noite caiu, todos trataram de irem se arrumar, enquanto no teatro já haviam algumas pessoas que iam chegando aos poucos, se acomodando nos acentos, ansiosos para verem o que haviam preparado, para aquela tal noite chuvosa. Sim, do lado de fora uma tremenda garoa fria caia. Mas o que não impediu que ninguém fosse, pelo contrário todos estavam lá, inclusive, o próprio pai de Anne.

Com toda a plateia pronta para presenciar, os atores nervosos por detrás das cortinas, cada um carregando uma emoção diferente dentro de si, fazendo os sentimentos se aflorarem e se contraírem de forma inexplicável. Jimin estava mais nervoso que de costume, suas mãos permaneciam um gelo e tinha medo de não conseguir falar seu texto. Mas respirou fundo, e se entregou de cabeça naquilo, se era para se livrar do castigo, iria fazer isso direito.

As cortinas se abriram, revelando um bar antigo e cheio de pessoas mal encaradas, o personagem do Jimin, chamava-se Tony, mas ele não era boa pessoa. 

- Me serve um trago Joy! – pediu  enquanto estava escorado em um balcão que havia no bar.

A peça já havia se iniciado e ele estava mantendo bem a postura de seu personagem, exalando beleza e pura elegância, que da platéia podiam-se ouvir os suspiros das garotas.

- Você prometeu Tony. – se pronunciou Joy, a personagem da garota loira de cabelos curtos – Ia  acabar com seus trambiques e me levar a Paris. – colocou as mãos na cintura, revelando uma cara pra lá de séria.

- Eu não vou ficar sentado, vendo os magnatas ficarem ricos, tá certo?! – indagou, revelando um tom de voz, um tanto alterada por parte de seu personagem – Vai por mim, vai da tudo certo. - tentou se redimir de alguma forma.

- Já chega! – alterou-se Joy – Está tudo terminado... Vai, vai traficar sua bebida, seu idiota! – deu um empurrão de leve no ombro de Jimin – Tomara que você se afogue nela. – caminhou até a porta de saída, onde uma moça acabara de entrar, coberta por um capuz.

- Hum... Você deve ser a nova contratada... A cantora! – prosseguiu Joy – Quer um conselho sobre ele? – apontou para Jimin, que no caso era Tony – Fique bem longe, esse cafajeste vai te arrumar muito problema. – após dizer tais palavras, retirou-se Joy totalmente chateada, saindo do estabelecimento.

A peça prosseguiu e todas olhavam atentos, quer dizer, alguns estavam entediados e sonolentos, mas outros, nem sequer piscavam os olhos. O pai de Anne, permanecia pasmo com a atuação de sua filha, e quanto a mesma se encontrava em um nervosismo só, sentindo que iria ter algo ali mesmo.

Os olhares de Park Jimin em sua direção, a forma como ele entrou no personagem, sua voz pronunciando o texto, a forma como ele estava vestido. Tudo aquilo o deixou de forma sensual e ainda mais bonito, fazendo a jovem ficar cada vez mais seria e não permitir tanta aproximação assim.

- Eu não culpo você... Nem  estou pedindo seu perdão... Eu fiz o que tinha que fazer... – indagou Tony, olhando diretamente para a jovem de vestido azul, que deixava as curvas ainda mais marcadas – Quando você saiu da chuva e entrou no meu clube, não foi só coincidência não foi? – seus olhos se mantinham fixos ao de Anne, sem desviar para nenhum lugar.

- Nada é coincidência! – respondeu Anne, totalmente entregue a sua personagem.

- O seu rosto, não me é estranho. Lembro-me de uma dama que eu conheci, mas, não era real. Era um sonho. 

Os dois estavam sentados de frente para o outro, um tanto próximos e entre si, já havia uma conexão e mal sabiam que o sentimento já existia ali.

- Fale-me desta garota do sonho. – pediu Anne.

- Bem... Eu... Não me lembro. – olhou para baixo, desviando da visão da menor – Eu só sei... Que você é linda! – Voltou a encara-la e dessa vez, tanto ele quanto seu personagem, os dois queriam dizer aquilo e passou a não se sentir mais envergonhado. Para ele só existia os dois ali. 

- O sonho! Me ajude a lembrar? – tocou a mão de Anne, que se encontrava perdida naquele momento – Canta pra mim? – pediu Tony e logo o som do piano soou.

There's a song that's inside of my soul

Its the one that I've tried to write over and over again

I'm awake in the infinite cold

But you sing to me over and over and over again

Existe uma música dentro da minha alma

É aquela que eu tentei escrever uma e outra vez

Estou acordada nesse frio infinito

Mas você canta para mim uma vez, e outra vez e de novo

So I lay my head back down

And I lift my hands and pray to be only yours

I pray to be only yours

I know now you're my only hope

Então eu abaixo minha cabeça

E eu levanto as minhas mãos e oro para ser só sua

Eu oro para ser só sua

Eu sei que você é minha única esperança

Sing to me the song of the stars

Of your galaxy dancing and laughing and laughing again

When it feels like my dreams are so far

Sing to me of the plans that you have for me over again

Canta pra mim a canção das estrelas

Da sua galaxia dançando e rindo e rindo de novo

Quando parece que os meus sonhos estão tão distantes

Canta pra mim os planos que você tem pra mim outra vez

So I lay my head back down

And I lift my hands and pray to be only yours

I pray to be only yours

I know now you're my only hope

Então eu abaixo minha cabeça

E eu levanto as minhas mãos e oro para ser só sua

Eu oro para ser só sua

Eu sei que você é minha única esperança

I give you my destiny

I'm giving you all of me

I want your symphony

Singing in all that I am

At the top of my lungs

I'm giving it bac

Eu te dou o meu destino

Estou te dando tudo de mim

Eu quero sua sinfonia

Cantando tudo o que eu sou

Com todo o meu folêgo

Estou devolvendo

So I lay my head back down

And I lift my hands and pray to be only yours

I pray to be only yours

I know now you're my only hope

Então eu abaixo minha cabeça

E eu levanto as minhas mãos e oro para ser só sua

Eu oro para ser só sua

Eu sei que você é minha única esperança

"Como um anjo és tu, ó bela Anne
Que encanta e canta,
Apenas para mim.

Sua beleza é coerente,
Seus lábios deslumbrantes,
Tua formosura; não há igual,

E tua voz,

Ah, me deixe ser seu,
E alegre minhas noites,
Todas as noites! 
Com seu doce cantar".

O coração do Park, explodia em milhares de emoções, após ouvir a jovem Anne cantar, sentiu ainda mais a necessidade de ter aquela pequena mulher em sua vida, precisava tê-la nem que fosse por um dia. Pois havia se tornado sua única esperança, aquela garota se tornou o que não havia nele e fez brotar o mais lindo sentimento em seu interior. 

Finalizou a canção, de forma suave voltando a sentar-se de frente para o Park, os olhos de Anne simplesmente queriam desvendar o rapaz a sua frente, mas, toda sua tentativa foi em vão.

Park Jimin, juntou todas as suas forças, e depositou um selar nos lábios de Anne, a deixando atônita e um tanto confusa, as cortinas se fecharam e tanto o pai dela, quanto algumas pessoas ficaram surpresas. Aquilo havia sido realmente algo que ninguém esperava, principalmente Anne.

- Não se apaixone por mim! – foi a única coisa que a jovem menina, conseguiu dizer.

Mas já era tarde demais, a ligação já havia sido feita, tanto nessa vida, como nas antigas e nas próximas. Ela já era dele sem ao menos saber, e por mais que negasse isso, seu coração dizia ao contrário.

23:00 PM – Noite  chuvosa.

"Não há como negar, meu amor.
Tu já pertences a mim,
Sou eu quem te amarás;
Durante todo o tempo que te resta.

Podemos lutar contra ele,
Mas isso só depende de você.
Meu amor por ti,
Fará com que siga um pleno caminho,
Perdendo-se em todo os meus sentimentos.

É assim que desejo, 
Ser teu;
E tu seres minha,
Apenas minha".


Notas Finais


~Sentiram a referência do capítulo?
RSRSR espero que tenham gostado, nos deixe saber!!
BJS ATE A PRÓXIMA!! @EsterAndJimin @Park_L


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