História Anti-Amor - Capítulo 15


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Categorias Riverdale, Teen Wolf
Personagens Hermione Lodge, Lydia Martin, Malia Tate, Stiles Stilinski, Theo Raeken, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags American Assassin, Lydia Martin, Mapp, Mitch Rapp, Stydia, Teen Wolf
Visualizações 70
Palavras 1.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente o capítulo mais quente dessa história!
Sem mais delongas;
Boa Leitura!

Capítulo 15 - Em Chamas



Beacon Hills – Boston – Lydia Martin
De todas as coisas que eu me imaginei fazendo quando chegasse em minha antiga casa, isso, era a última no ranking da imaginação. Mitch e eu subimos para o segundo andar, mais precisamente meu quarto, ele fechou a porta e me empurrou contra ela, me prendendo entre ele e a madeira fria. E eu nunca gostei tanto de ter pouco ar para respirar. Ele devorava meus lábios, mordiscando e lambendo, e depois interrompia o beijo para poder me olhar, ele literalmente parava e ficava analisando meu rosto, aquilo me deixava um pouco sem graça, o que me fazia sugar o lábio inferior. Em uma dessas vezes, colocou o dedão sob meu lábio, fazendo que eu não o sugasse mais e disse numa voz baixa:
- Sua boca é tão bonita. – ele acariciou a extensão dos meus lábios com o polegar – Fico imaginando o que você é capaz de fazer com ela. – seu olhar saiu da minha boca e penetrou no interior das minhas íris verdes, meu corpo todo se arrepiou, e eu desviei meus olhos para seus lábios entreabertos. Eu sabia o que ele estava imaginando agora e o estranho é que isso me deixou incrivelmente excitada.
- Posso te mostrar depois, mas agora estou meio com pressa... – passei a mão por seus ombros e deslizei sua jaqueta pelos seus braços, sentia os músculos deles sobre meus dedos enquanto passava a mão pelo tecido, ele estava com suas roupas tipicamente pretas. Assim que a jaqueta caiu no chão eu passei minhas mão para dentro da camiseta, sentindo os quadradinhos abaixo de meus dedos. 
- Impressionada? – disse de modo arrogante.
- Espero que sim. – o olhar que lancei a ele fez que entendesse ao que, de verdade, eu me referia. Sorri de canto ao ver que mesmo tendo aquela marra toda ele ainda era capaz de ficar envergonhado e ruborizar. Notando meu riso ele se aproximou um passo de mim, roçando seu peito nos meus seios, fiquei olhando fixamente para ele em silêncio, sem saber o que ele iria fazer, eu não sabia nem o que eu estava fazendo, eu já havia feito aquilo antes, muitas vezes devo dizer, mas agora me sentia uma virgem, seis anos... seis longos anos. Senti as mãos de Mitch em minhas costas, elas subiram a extensão da minha coluna e enfim chegaram no topo, próximo ao meu pescoço, com a outra mão ele puxou meus cabelos para frente e em seguida o zíper fez barulho, descendo por minhas costas, o ar gelado entrando em contato direto com minha pele, me fazendo arrepiar. Quando o zíper chegou em seu ponto de parada o moreno jogou novamente meu cabelo para trás e colocou suas mãos sobre meus ombros, descendo o vestido até que ele estivesse em meus pés, olhei para ele no chão e em seguida o chutei para junto da jaqueta de Mitch.
Olhei para Rapp e ele me olhava como um leão olha para a presa, me arrepiei inteira como estava me acostumando a fazer quando estava perto dele, e senti um pulsar vindo do meu centro de maneira forte, ele se afastou dois passos e me olhou de cima abaixo, engoli em seco.
- Peço desculpas se o que fizermos acabar rápido. – ele disse tirando a camisa e naquele momento eu entendi totalmente o que ele disse, provavelmente aquilo acabaria muito rápido considerando a excitação que assumia o controle do meu corpo.
- Então eu acho melhor começarmos logo. – parti para cima dele o empurrando e o fazendo cair sentado na cama, em seguida montei nele, fazendo um grande véu de fios vermelhos rodearem seu rosto enquanto eu o olhava, abaixo de mim enquanto fazia leves movimentos de vai e vem, eu sentia sua ereção explodindo abaixo do tecido da calça e da cueca, suas mãos foram para as minhas coxas, elas as alisavam com desejo, um desejo palpável.  Em seguida foram até minha bunda onde ele apertou com força me fazendo arquear em sua boca, ele se desligou dela e desceu seus beijos para meu pescoço, lambendo, mordendo e assoprando me fazendo desejar ainda mais aquele homem. Conforme seus lábios iam em direção ao meu colo, sua mão que se ocupava em meus membros inferiores subiu para meu ombro, onde puxou a alça da minha lingerie, peça a qual durou pouco mais de dez segundos ainda cobrindo meus seios, por que quando vi, estava jogando minha cabeça para trás ao sentir os lábios famintos de Rapp circundando minha aréola. 
Em algum momento sua mão desceu, ela desceu, e seus dedos tocaram meu centro o incentivando, gemi me escondendo na curva de seu pescoço.
- Você está tão molhada. – ele sussurrou surpreso com essa “descoberta”, e incrivelmente satisfeito com ela. – Mas ainda não me parece suficiente. – ele me desencostou do seu ombro e tirou as mãos de lá, fiz um lamurio de descontentamento e ele me mostrou seus dedos – Chupa. – falei em tom imperativo, demorei alguns milésimos de segundos para o fazer, segurei sua mão com a minha e chupei a extensão de seus dedos olhando diretamente para ele, seus lábios foram umedecidos e ele parecia extasiado com a cena. 
Ele desceu a mão novamente, agora por dentro da calcinha, ele introduziu um dedo, agora umedecido, eu soltei um murmúrio e me escondi na curva de seu pescoço novamente, meu quadril começava movimentos sutis sobre seus maravilhosos dedos, enquanto ele trabalhava isso ainda mais, aquela sensação de explosão estava cada vez mais próxima, minhas mãos estavam espalhadas entre arranhar sua costas ou puxar com veemência seu cabelo,  eu gemia contra seu pescoço e quando vi estrelas surgindo em minha frente eu mordi aquele local de modo forte, sentindo minhas pernas estremecerem assim como o restante do meu corpo, fiquei um tempo imóvel ali em seu colo,  mas ele não deixou que isso durasse por muito tempo, a mão subiu e quando vi ela estava na boca dele.
- Docinha. – riu me observando, provavelmente eu estava ofegante e com cara de idiota, mas depois daquilo, quem não estaria? 
- Cala boca Mitch Rapp. – sorri ladina para ele – Que agora, eu irei constatar se você é docinho. – empurrei seu tronco em direção da cama, arranquei meus sapatos usando dos meus próprios pés enquanto meus dedos desabotoaram sua calça – Mas considerando o quão azedo você é as vezes, acredito que terei que colocar um pouco de açúcar.  – me ajoelhei tirando seus sapatos e meias, prontamente puxando sua calça e cueca de uma vez, ele respirou fundo, só não sei se de alivio por não ter mais nada apertando sua ereção ou de apreensão sobre o que viria a seguir. 
Ele elevou um pouco o tronco, se sustentando com os antebraços para que pudesse olhar. 
- Se quer saber – dizia tão próximo ao seu membro que o vento que saia de minha boca fez Mitch Rapp arrepiar – Estou verdadeiramente impressionada. – antes que ele pudesse dizer algo beijei a cabeça, e ele perdeu a coerência de qualquer coisa.
- Meu Deus. – foi o que conseguiu dizer depois de algumas lambidas. 
- Você não tinha dito que não acreditava em Deus? – ri quando ele me olhou com aquele olhar, aquele olhar imperativo, que me fazia querer ser submissa  ali e agora, deixar que ele fizesse coisas comigo que... meu santo Deus.
Continuei meu trabalho, e ele se sentou, senti as mãos dele no meu cabelo, os segurando em um rabo de cavalo entre os dedos, ele gemeu meu nome algumas vezes e acho que nunca havia gostado tanto de uma palavra saindo da boca dele. 
- Chega. – ele me puxou firme, para longe de seu membro, em seguida me conduziu para cima, para ele, para a boca dele, para um beijo quente que acabou quando ele me penetrou e eu precisei gemer. – Se isso acabar rápido eu sinto muito, é que você é boa com essa boca. – ele passou o dedão pelo meu lábio, sem resposta ele se inclinou e pegou a carteira na cômoda, tirando de lá um pacote de camisinhas, abriu uma e colocou.
- Sabe, não importa que acabe rápido, temos a noite toda para repetir. – sentei sobre ele, enquanto seu pênis deslizava lentamente para dentro de mim, ambos prendemos a respiração e depois a soltamos de uma vez, rimos um para o outro – Você dá conta, não dá? – o aperto em meu cabelo intensificou segurando pendendo a minha cabeça para o lado, para que conseguisse ter meu pescoço a seu dispor. 
- Então se prepare cara Martin.– ele gemeu quando comecei a me movimentar e demorou um tempo para voltar e completar o que dizia – Vai ficar difícil sentar amanhã pela manhã. 
- Digo o mesmo a você, Mitch Rapp. – nossa troca de olhares formou um desafio, e nossos movimentos se intensificaram, ele me mordia, me lambia, me puxava e me batia, de um modo que me deixava ainda mais excitada... não era pra ser diferente? Depois de eu experimentar Rapp, nunca mais o querer?
Ainda bem que não.
Não sei quantas vezes naquela dia nós transamos, não sei quantas vezes gemi seu nome, ou quantas vezes eu pedi por mais, e nem quantas vezes o provoquei para em seguida receber uma pegada bruta  e me derreter em seguida nos seus braços.
Eu só sei que a última vez foi quando o sol atravessava a cortina do quarto, eu me lembro claramente: ele estava sobre mim, estávamos cansados, mas ainda com tesão, eu me derramei e ele também, em seguida ele se jogou ao meu lado e pediu trégua de olhos fechados, eu concedi rindo. Estava tão cansada, olhando para o teto e alguns minutos depois eu olhei para ele, seu semblante era calmo, ele dormiu, dormiu como uma pedra, rolei para o lado dele, não a ponto de fazer que acordasse, e fiquei olhando seu rosto, tão parecido com Stiles... 
- A não ser por essa cicatriz – sussurrei passando o dedo por cima dela - Ou por essa pintinha... – fiz uma trilha nos pontos que os diferenciavam, foi como contar carneirinhos e quando vi meus olhos pesavam, e pesavam, até que finalmente adormeci.


Notas Finais


Com sinceridade, o que acharam?
Juro que tentei deixar o melhor possível, espero ter conseguido.
Após esse capítulo vai rolar muito desenvolvimento.
No próximo capítulo vai ter surpresa... Se preparem.
Um beijo, um queijo e até lá!


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