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História O Anti Cristo. - Interativa - Capítulo 5


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Notas do Autor


Gente do céu eu voltei! Acham mesmo que eu vou abandonar essa coisa linda chamada de fic? Não, definidovamete não. Gente esse capítulo tem muita interação e bastante coisas interessantes com o meu trisal favorito, vou calar a boca pq já é spoler. Enfim a parte da interação e muita conversa mesmo entre coisinhas a mais pq sou má. Queria pedir desculpas pela demora mais é sério, toda vez que eu vou postar o capitulo o spirit buga e eu não consigo publicar, mais estou eu.


Bem é só isso mesmo e quero desejar a vocês uma boa leitura.


Beijos alcateia Stilinski <.

Capítulo 5 - Canção de Ninar.


Fanfic / Fanfiction O Anti Cristo. - Interativa - Capítulo 5 - Canção de Ninar.

História - Anti Cristo.

Por - Maria_Novak.

Capítulo 5 - Canção de Ninar.

O céu se transformou em trevas e como um protesto o sol escureceu mesmo que estivesse noite.. Trave uma batalha entre dois irmãos e desperte a fúria de ambos. As folhas das árvores se remeixaram em um ritmo constante e se desgrudaram dos galhos indo para o ar, seguindo um rumo onde somente o vento saberia dizer para onde iam. Demônios enlouquecidos e anjos sem controle se olhavam com fúria, de um lado Lúcifer, a estrela da manhã. Do outro o grande protetor, Miguel, aquele que se tornou um pai furioso quando Deus sumiu. Os irmãos se olharam em choque, como se fosse uma revanche que esperavam por séculos. Lúcifer foi o primeiro a dar o primeiro passo, o sorriso irônico e sarcástico pintado nos lábios. O segundo passo foi de Miguel, o olhar sério, seus olhos azuis gelidos como o céu azul estrelado, mais não haviam estrelas e na boca o sorriso vitorioso que nem ao menos tinha conquistado ainda.

- Miguel.. - Lúcifer susurrou olhando o irmão mais velho aquele que deferia o proteger que tinha ensinado os truques mais incríveis que um arcanjo poderia ter, porém Miguel não era mesmo. Ele queria sua cabeça em uma bandeja de ouro.

- Lúcifer.. - Miguel pronunciou, uma agonia tão grande se formou em sua garganta, um desfecho tão grande prestes a explodir, como uma bola gigante de energia. Um 'ki' avalasador.

- PEGUEM A ESTRELA DA MANHÃ! - Um anjo gritou e todos avançaram sobre Lúcifer. Um muro se formou em frente ao corpo de Sam Winchester, uma energia negativa que todos sentiam pelos demônios protegendo seu rei.

- Essa guerra é nossa! - Miguel exclamou. Ele moveu sua mão para o lado e fez todos os anjos e demônios voarem para o lado em uma velocidade que nem a luz alcançaria. Sobrevoando o céu ficou apenas ele e Lúcifer se encarando. - Lúcifer é um prazer vê lo novamente.

- não posso dizer o mesmo querido irmão. - Lúcifer debochou cruzando os braços, suas asas brancas tomaram uma cor preta, assim como as de Miguel.

- Eu estou aqui para acabar com você. - Sem mais delongas Miguel avançou sobre o caído sendo desferido vários socos contra o corpo de Sam.

Um barulho estrondo se instalou pelo lugar, tudo voou pelos ares, árvores desgrudaram se de sua raiz e foram para um lugar sem rumo. Os anjos de classe baixa firmaram seus pés no chão para não serem levados quando um buraco preto se formou no chão. Como ambos estavam no cemitério, as tumbas e covas foram se deslocando e indo para baixo, podia se ouvir as almas do inferno e do céu sobrevoando aquela imensa escuridão, era um limite. Perde se o controle que todas as almas vagam soltas pela terra, aqueles que Sam e Dean tinham matados, caçados e quase foram mortas finalmente estavam livres.

Os dois arcanjos enrolaram suas asas uma na outra e rolaram sobre o chão, Miguel voou para o alto enquanto viu Lúcifer ser jogado contra o chão quando usou seus poderes no mesmo. Miguel fez uma bola de energia formar se em sua mão e ele atacou em Lúcifer que desviou usando seu teletrasporte para ir atrás do outro socando com força as costas do mesmo com um punho formado em mãos.

- acha mesmo que pode me derrotar usando golpes baratos que eu te ensinei lucifer? - Miguel perguntou de forma debochada,uma gotícula de sangue escorreu do rosto do caído. - você já foi melhor!

"Use manipulação nele Lúcifer. " - O caído ouviu a voz de Sam e logo uma risada. "Ah esqueci você já foi melhor".

- CALA A BOCA! - Lúcifer foi em direção oposta de Miguel girando suas asas encobrindo seu corpo e voou por debaixo do corpo do outro o arremessando no chão. Miguel forçou suas asas para trás para não cair. - EU AINDA SOU MELHOR QUE ESSA PORRA TODA MIGUEL.

- percebi. - falou sarcástico, seus pés tocaram a terra novamente. - porque está fazendo isso?

- Eu estou fazendo isso? Seu ódio pelos humanos é maior que o meu. - falou o caído repetindo os passos do irmão.

- você se auto destruiu Lúcifer, se papai foi embora é sua culpa que ele nos abandonou. E por mais que trate de mentir você sabe que vai cair cada vez mais se ficar no lado oposto.

- Eu tenho nojo de você. - O caído energizou uma bola preta em mãos pronto para atacar no mais velho. - se for para se aliar aos humanos e deter você eu faço.

Lúcifer usou sua magia e mudou o espaço a sua volta o tornando totalmente branco, não havia anjos e demônios ali era apenas os dois. O caído se teletransportou para frente de Miguel e socou sua barriga fazendo colocar as mãos sobre a mesma e dar um passo em vão para trás uma brecha perfeita para Lúcifer o golpear mais uma vez, desta certamente foi sobre a nuca. Miguel gemeu e foi sua vez de pegar o corpo de Sam e rodar sobre o ar o jogando para o chão, o impacto foi grande que fez o espaço se desmanchar voltando para o cemitério.

- Eu vou te matar aqui e agora Lúcifer, ninguém vai vir te salvar nem mesmo Sam. Ou você vai negar até quando que o ama e é incapaz de dizer isso? você me da repulsa. - Miguel se aproximou do corpo caído do outro e o pegou pelo colarinho, Lúcifer estava bastante machucando. - é isso mesmo Sam, Lúcifer te ama, e isso é tão doentio. - Ele riu no final da frase.

Miguel fez uma foice mágica formar se em mãos, ela era afiada. Ele logo a penetrou sobre o coração do caído o fazendo gemer alto de dor e contorcer, o sangue logo manchou as roupas e a mão do arcanjo Miguel.

- Miguel.. - O moreno se assustou quando ouviu aquele voz, ele ficou pálido derrepende e por mais que ela fosse doce e melodiosa era o suficiente para colocar medo em Miguel. - pra matar Lúcifer você vai ter que me matar primeiro.

- C-Chuck. - Miguel susurrou engolindo a seco e jogando o corpo de Lúcifer no chão. Ele ansiava para encontrar seu pai porém ele temia, porque em sua frente ainda era deus.

- porque brigam filhos meus? - Deus questionou um olhar triste em sua face. - não os criei para isso.

- claro que não. - Miguel ironizou. - Eu rezei para o senhor, supliquei e quando todos se foram foi de mim que o senhor ficou contra, quando Lúcifer se rebelou e agora neste exato momento eu irei dar toda a razão para ele, os humanos não merecem nosso perdão!

Miguel falou e sumiu em uma luz branca, Chuck tomou o corpo de Lúcifer nós braços e o curou logo deixando o mesmo desacordado, não queria explicações agora e foi naquele momento que Deus tinha chorado pela primeira vez.

[...]

- Stiles..Você sentiu isso? - Maria perguntou quando conseguiu acalmar o castanho. Uma coisa que Stiles tinha percebido era que Chuck não estava mais em sua cabeça.

- Senti. - Stiles respondeu, ele levantou da cama e foi até janela o abrindo ele logo notou que a lua se encontrava em uma tonalidade vermelha. Maria logo foi ao seu lado. - é Chuck e..Lúcifer.

- Por mais que.. - Maria engoliu o choro e fitou o Stilinski. - por mais que seja Lúcifer eu não o temo e eu não quero que ele morra.

- pode haver vários pecados Mari mais Chuck seria incapaz de matar seus filhos até mesmo Lúcifer, ele pode até ter se rebelado contra todos mais Chuck o ama.

- e mesmo assim você tem ódio dele.

- Eu não consigo perdoar o que ele fez. - Stiles suspirou e caminhou até o armário de centro e pegou sua chave do jeep. - e apesar de tudo ele é deus.

- a onde você vai?

- Eu vou ver o Derek. - Stiles falou e Maria cruzou os braços levantando uma sobrancelha.

- Eu vou com você. - A castanha falou e Stiles concordou. Os dois desceram as escadas em silêncio, Noah dormia e Castiel estava na mansão com os outros. Assim que entraram no jeep Maria suspirou. - eu estava pensando, pensando em nós e o que vamos fazer. Tenho medo de perder você, Castiel e o papai. Foram tudo que me restaram.

- não tivemos essa conversa sobre a morte de Anne. - Stiles diz dando partida e logo sentiu um tremor.

- Eu não queria. - confessou. - Mais eu vou enlouquecer se não contar para alguém o que se passa comigo. - Maria escorou sua cabeça no vidro. - estou com medo do que pode acontecer e do que eu posso perder, sinto falta de minha mãe e eu não quero imaginar onde ela está Stiles sabemos que não é um lugar bom com tudo que está acontecendo e isso vem acabando comigo.

- quando Chuck entrou em minha cabeça ele me mostrou seus planos, não foram ruins a humanidade seria melhor se Deus os colocasse em prática. - Stiles aponta para sua mente a híbrida o fita confusa.

- que planos?

- ele queria que Lúcifer e Miguel fossem capazes de amar alguém sem ambição e orgulho. Existem anjos bons Maria assim como demônios, me arrependo até hoje das vítimas que eu fiz mais eu não mudaria o que aconteceu, talvez fosse tudo para ser assim desde o começo. Talvez estivesse escrito. - Stiles estacionou em frente a mansão. - chegamos.

Os dois se guiaram até o col da entrada e Stiles sem bater na porta abriu e ele e Maria entraram, estava tudo em silêncio, menos pelo barulho da televisão ligada, Isaac estava no sofá e fitava a tv com curiosidade.

- Isaac o Derek já dormiu? e o Devon? - Stiles questionou assim que o loiro desligou a televisão para o fitar.

- hey Sti ele está em seu quarto o Devon saiu e eu não sei para onde ele foi. - Isaac respondeu e olhou Maria. - oi pra você também. - Ela não respondeu.

- por favor não se matem. - Stiles sorriu e subiu para o andar de cima deixando ambos sozinhos.

- Eu realmente não posso acreditar que você seja tão egoísta ao ponto de não me dar um "oi". - Fala Isaac fazendo as aspas com o dedo.

- oi. - Fala Maria. - está satisfeito?

- muito. - respondeu e ligou a tv novamente. - então querida quanto vai me pagar para ser seu babá particular? - debochou.

- Eu não preciso de babá Isaac. - a castanha alcançou uma almofada e tacou no loiro que segurou com uma mão. - e não é legal você ficar jogando na minha cara que fui sequestrada por Miguel, você não sabe o que aconteceu.

- então me explica. - ele desligou novamente a televisão, Maria sentou ao seu lado e colocou uma almofada no colo fitando o Lahey.

- é complicado.

- nossa vida é complicada. - Isaac sorriu, Maria jurou ser o sorriso mais lindo que tinha visto mais ele não falaria aquilo em voz alta por mais que seu rosto tinha corado com a fala.

- Miguel me sequestrou por que queria informações valiosas sobre Stiles mais eu jamais contaria a ele sobre o que sabia sobre meu irmão por isso me manteve presa e me torturou por dias até que ele conseguiu um meio de quebrar o feitiço que o mantivesse longe de Beacon Hills e entrasse o que, eu ainda não soube a razão pelo qual ele me entregou tão facilmente para Stiles. Eu jurava que ele iria me matar na primeira oportunidade. - diz Maria.

- como você sobreviveu com um arcanjo de torturando?

- Eu sou uma híbrida. - Ela brilhou seus olhos em uma cor rosa. Por algum motivo aquele ato fez o lobo de Isaac se agitar mais ele ignorou aquilo. - metade vampira e metade feiticeira.

- você bebe sangue?

- não. - Ela deu uma risada pela cara do loiro. - meu lado feiticeiro não permite. Lua me contou sobre seu pai.

- Ela é uma idiota. Não era pra você saber disso. - Lahey diz se levantando irritado, ele odiava tocar nesse assunto. Maria segurou seu pulso.

- porque não quer me contar, o que eu fiz? - a castanha o olhou chorosa, odiava seu lado bom porque ele era sensivel, já seu lado mal era debochado e as vezes em certas situações Maria o preferia.

- porque não é da sua conta Maria, você mal chegou não tem direito nenhum de ficar sabendo sobre minha vida, eu não vou te contar.

O loiro se soltou da castanha e saiu andando.

[...]

Stiles bateu com cautela na porta, o castanho não sabia porque estava tão ansioso para falar com Derek. Ele sabia que os quartos da mansão eram a prova de som e Derek não sabia que ele estava ali, o anti cristo suspirou e abriu a porta, suas mãos tremerem levemente e ele se praguejou, por mais que nao admitisse em voz alta Derek Hale causava um efeito diferente em si. Stiles já estava começando a se perguntar se ainda gostava de Lydia.

- Derek? - Stiles chamou assim que abriu a porta, seus olhos logo caíram em um Hale deitado na cama com a cabeça escorado na cabeceira enquanto lia um livro. ' Puta merda, Derek fica um gato de óculos' Stiles pensou assim que viu o lobo endireitar os óculos que estava usando para ler. Definitivamente Derek ficava sexy de óculos.

- Stiles, o que está fazendo aqui a essa hora? - o lobo perguntou sentando se na beirada da cama, retirou os óculos e deixou seu livro de lado para prestar atenção em Stiles.

- vim conversar com você. - o castanho se encaminhou para uma poltrona que havia ali no quarto e se sentou, Stiles dava graças a "deus" que Derek tinha reformado a mansão, ela estava bem mais confortável.

- Fala. - O Hale cruzou os braços, Stiles suspirou.

- vim ver como você está lidando com esse negócio do Devon e do Peter sabe.. não é normal descobrir que você tem um irmão gêmeo e ele aparece do nada, hahahaha. - Stiles riu sem graça sem saber o porque. Derek moveu a cabeça para o lado encarando confuso o Stilinski. - acho que já falei demais né?

- Eu estou bem Stiles. - Derek sorriu mostrando seus dentes branquinhos, causando um arrepio leve em Stiles. - mais você não venho aqui só pra ver se estou bem, não é mesmo?

- yeah. - Stiles ficou sério. - Eu vim aqui para ver se você sentiu isso, Chuck e Lúcifer estão pertos.

- você o encontrou?

- ele ouviu minhas preces. - O Stilinski respondeu inflando a bochecha. - nós discutimos então ele me atormentou por algumas horas e agora sumiu, mais ainda sinto que está por perto.

- você quer falar sobre isso? - Derek arqueou as sobrancelhas.

- tem coisas que é melhor você não saber. - Stiles virou o rosto.

- como o fato que você me escondeu que eu tenho um filho? - O Hale jogou na cara soltando um rosnado logo em seguida. - não dá pra confiar em você Stiles, você só fica escondendo coisas que deveríamos saber.

- Eu nem deveria ter vindo aqui, isso que dá tentar ser legal e tirar o sarcasmo de mim com pessoas que não merecem. - O castanho se levantou da poltrona com raiva, Derek segurou seu braço. - Derek me solta se você não quiser se machucar.

- ah e você vai fazer o que? me matar como mata pessoas inocentes todos os dias? - Derek falou e Stiles desferiu um tapa sobre seu rosto.

- cala a porra da sua boca Derek, eu vim nessa merda ver como você está e assim que você me trata?! Derek na moral vai se foder. - Stiles falou com raiva e Derek o apertou mais forte contra seu braço, riu de forma irônica. - é só isso que sabe lobinho?

- sei muitas coisas Stiles agora você vai sentar naquela poltrona e vai me explicar tudo que Chuck lhe disse. - Derek puxou ou melhor jogou o castanho encima da poltrona que cruzou os braços irritado, Stiles se recusou a olhar Derek. - podemos civilizadamente conversar sobre isso ou ficar aqui a noite inteira.

- desde quando você conversa de forma civilizada seu lobo azedo? - Stiles falou sarcástico e logo mordeu os lábios.

- Stiles..

- Ah Derek você não estenderia. - Stiles suspirou chateado. - você não entende as coisas e como elas são de forma simplistas, o mundo está acabando em nossas voltas e estamos aqui brigando. Me desculpe.

Stiles era tão misterioso e Derek queria entender porque aquilo o fascinava, era claro que o lobo gostaria de arrancar o máximo de verdades do castanho mais ele também tinha que entender que ainda era Stiles ali, o momento certo ele abriria o jogo. Derek sentia as sensações que eram emitidas de Stiles, preocupação, angústia, solidão e até mesmo medo. O Hale estava apaixonado pelo garoto verborragico que estava carregando o peso do mundo em costas. Derek o olhou estático quando ouviu um choro baixo de Stiles ser emitido no quarto sem som.

- Stiles porque você está chorando? - Derek perguntou se ajoelhando perto da poltrona, ato que não passou despercebido por seu lobo anterior.

- porque chorar alivia... - murmurou dedilhando a própria bochecha em uma tentativa falha de limpar suas lágrimas sendo totalmente em vão.

- Sti..não chora. - Derek abraçou o garoto, o lobo parecia um cãozinho triste vendo seu dono chorar.

- Eu estou fisicamente exausto Der..todos os dias estão sendo difíceis pra mim porque em breve... daqui uns dias partiremos para uma luta onde não sabe quem irá sair vivo ou não. - diz o Stilinski. - Eu escondi tantas coisas de vocês e da alcateia que isso está se tornando uma aglomeração tão grande dentro dentro de mim, e ainda tem você, Devon, minha irmã e os filhotes..suas vidas estão em riscos.

- Sti.. - Derek segurou seu rosto puxando o para si, encontrado seus olhos âmbar em um verde esmeralda profundo. - quantas vezes tenho que te dizer que eu estou aqui com você? que vai ficar tudo bem e iremos lutar para deter Miguel e os outros, quantas vezes preciso dizer que apesar de tudo eu me preucupo com você Stilinski?

- Der.. - Stiles ofegou quando o polegar do lobo fez um leve carinho em seu rosto o fazendo ofegar e fechar os olhos por aquela sensação ser tão boa e prazerosa sem ser um ato malicioso.

- Stiles..Eu gosto de você. - Derek falou sussurrando com os olhos fechados, seus lábios estavam entreabertos e próximo demais da boca de Stiles.

- então me beija. - O Stilinski susurrou de forma roçando devagar seus lábios com o do lobo, dando início a um beijo lento e apaixonante.

Derek penetrou de maneira lenta sua língua na boca de Stiles as entrelaçando, o beijo era lento. O lobo estava de joelhos diante do anti cristo que puxou seus cabelos aprofundado para algo mais molhado porém não era maldoso, era desejado de uma maneira que havia ali, amor, carinho, respeito e atenção que ambos precisavam naquele momento. Os dois se separaram do beijo com pequenos selinhos e ficaram olhando um pro outro com cara de bobos apaixonandos, sendo conectado por um único fio de saliva. Stiles sorriu e sentiu seu rosto queimar, Derek também porém por conta de sua barba não a deixou transparecer.

- ah Derek.. não devia ter feito isso. - Stiles negou com a cabeça levantando da poltrona, afastando se do lobo e correndo para a porta. - você não gosta de mim, isso foi momentâneo.

- então quer dizer que não vai mais acontecer? - Derek perguntou chateado levando o polegar até a boca.

- como eu disso foi momentâneo. - Stiles sorriu triste e saiu pela porta deixando Derek só.

[...]

Marilyn estacionou seu carro em frente a mansão dos Hale e fitou Kaire que estava em silêncio. A Salvatore suspirou e tocou o ombro da rosada que despertou de seu pequeno transe e fitou a morena com desconfiança. Mesmo que não quisesse Karina era uma pessoa muito desconfiada e isso não era a toa, Kaire tinha vários motivos para ser assim.

- Kaire você está bem? - Silver perguntou tirando a chave e desligando o carro, olhou para o banco de trás e viu algumas malas e uma gaiola que tinha um gato dentro. Marilyn sorriu quando ouviu o gato miar. - Juliette eu já lhe dei comida. - fitou a gatinha de olhos azuis quando a ouviu miar novamente.

- yeah, estou, só preciso de um tempo sozinha. - A garota de olhos verdes olhou para a floresta. - você se importa?

- claro que não. - Marilyn negou com a cabeça e abriu a porta do carro e saiu. A morena sabia perfeitamente que Kaire precisava de um tempo sozinha para colocar seus pensamentos no lugar.

A Salvatore olhou para frente observando a grande mansão, herege ouviu sons abafados virem lá de dentro. Eram sete de manhã e Beacon Hills se encontrava totalmente nublada com uma garoa leve, com um gosto de inverno que se aproximava. A morena olhou uma última vez para o carro onde Kaire estava com a cabeça encostada no vidro e caminhou até a porta, batendo na mesma de maneira silenciosa. Nah cruzou os braços e colocou uma mecha solta de seu cabelo para trás esperando que alguém abrisse a porta o que logo foi feito, revelando um homem loiro de olhos azuis.

- Eu estou a procura do alfa Hale. - Marilyn falou não deixando ser intimidada pelo lobo.

- está falando com o próprio. - O loiro debochou notando o decote que a herege usava.

- você não tem cheiro de ter uma alcateia, mais é um alfa. - diz Nah. - Sou Marilyn Silver Salvatore.

- Sou Peter Hale. - O loiro puxou a mão da Salvatore e beijou a fazendo sorrir. - acho que está a procura de meu sobrinho que provavelmente não quer nem olhar pra minha cara.

- não o julgo. - diz a morena. - talvez eu faria a mesma coisa, você tem cara de piscopata.

- isso é porque eu sou um. - diz o lobo sorrindo de forma maliciosa, Marilyn acompanhou o sorriso do mesmo. Peter logo deu espaço para a mesma entrar, não antes de farejar mais um cheiro, o cheiro de Kaire. - não está sozinha certo?

- não. - Nah respondeu e entrou na mansão.

Peter suspirou olhando a bela mulher a sua frente, o Hale no momento que a viu sentiu seu coração de pedra falhar batidas e seu lobo agitar como não fazia a tempos desde que conheceu a mãe de Malia. O loiro sentiu uma conexão de imediato se formar ali, Peter não queria admitir mais os poucos segundos que colocou seus olhos em Marilyn Silver ele se apaixonou e droga não é essa a vida que ele queria, um piscopata não ama, ele faz sexo, ele não pede perdão mais era isso que Peter faria quando encontrasse Devon e Derek nos corredores daquela mansão, mais sua natureza verdadeira não seria de forma alguma apagada.

- pode se sentar se quiser. - Peter falou sorrindo e logo se praguejou, porra ele não era assim.

- yeah, obrigada. - A morena sorriu e se sentou. - tem muitos filhotes por aqui? Eu consigo sentir de longe a movimentação de ambos.

- São todos filhotes de meu sobrinho e do companheiro idiota dele que ele não percebe. - fala Peter um pouco emotivo. - O que você é? tem um cheiro forte e doce demais para ser humana.

- Sou uma herege. - diz Marilyn e Peter a olha surpreso, fazia anos que não tinha ouvido falar de uma e aquilo realmente foi uma surpresa para o Hale.

- Eu estou muito surpreso. - diz Peter se encostando na parede. - há tempos não ouço falar de uma herege e sinto que você é poderosa e está aqui a mais tempo do que eu.

- um século talvez. - Nah deu de ombros, ambos logo escutam um barulho e Derek aparece com cara de poucos amigos sem camisa e com algumas partes do peitoral manchado de barro. Marilyn logo ficou de pé fitando o alfa.

- Derek eu preciso falar com você. - diz Peter e Derek rosna em sua direção.

- não tenho assunto com você Peter, mais eu acho que com ela eu tenho não é mesmo. - diz olhando a Salvatore. - qual seu nome?

- Marilyn Silver Salvatore. - Peter responde por ela e Derek o olha debochado.

- não sabia que agora falava pelos outros Peter. - Derek ironiza.

- Eu quero conversar com você. - Peter diz e Derek revira os olhos, irritado com a possibilidade de ficar perto do loiro já que o mesmo o dava repulsa. - com você e com Devon..

- você tem dois minutos. - Derek falou sério e Peter concordou com a cabeça e foi para a biblioteca enquanto o moreno foi buscar Devon que estava na cozinha. Peter fechou os olhos com força tentanto não baixar sua guarda, afinak um piscopata que nem ele não faria o que aconteceria nos próximos minutos.

- fala Peter.. - Derek falou assim que entrou na sala, o lobo se encostou na parede com o rosto sério, Devon puxou uma cadeira e se sentou.

- Eu queria pedir desculpa para vocês. - disse Peter olhando fixamente para os gémeos, Derek riu sarcástico e Devon ficou confuso.

- Peter,eu já te perdoei, não tenho motivos para brigar com você..Não agora. - fala Devon, Derek o olha incrédulo.

- ele praticamente nós vendeu e isso não é um motivo? - pergunta Derek com raiva.

- Derek eu perdi parte da minha vida por cauaa dessa merda e agora que estamos em uma guerra, podemos simplesmente recomeçar ou virar as costas um para o outro. - diz Devon. - Eu perdoei Peter mesmo com vários motivos e coisas pra jogar na cara dele.

- Eu não estou pedindo perdão. - O loiro ri, e os lobos o olham. - Eu estou pedindo desculpas, o perdão não se aplica a mim, não me arrependo do que fiz e se você necessário eu faria de novo. Derek e Devon eu não nego minha natureza.

- ninguém aqui está dizendo pra mudar seu jeito piscopata tio Peter. - Derek debocha. - oh esqueci, tio você nunca foi, porque na primeira oportunidade matou Laura.

- Derek aqueles que estão presos no passado estão condenados a repetir ló. - diz Devon, ele toca o ombro do gêmeo e suspira. O ômega odiava o fato de Derek não gostar de Peter, era óbvio que o loiro tinha errado mais todos comediam erros, sendo pequenos ou não. - irmão, todos cometem erros, podem ser pequenos ou não, ou certamente perdoados. Peter está aqui nós pedindo desculpas mais sabe o que mais me impressiona? - Derek nega com. a cabeça. - é o fato de ser ele.

Derek conteu um rosnado quando escutou Peter rir, mas o lobo tinha que levar em conta que o tio merecia desculpas. Peter assim como ele já havia perdido demais, filhos e esposa em um incêndio e tudo que o loiro não deseja era ter perdido a infância de Malia e isso era como uma facada para Peter e Derek sabia disso. O moreno de olhos verdes sentia a dor de Peter quando Malia o negava como pai, e em pouco tempo ele próprio descobre ter um filho. O Hale fechou os olhos e o abriu, com o seguinte pensamento, o que ele faria no lugar de Peter?

- Eu não tenho ódio de você Peter.. - Derek sussurrou se aproximando do loiro, assim que chegou bem perto do mesmo em um ato involuntário o moreno o abraçou. - não consigo apesar de você ter traído minha confiança. - Ele olhou pra Devon e sorriu.

- Eu não quero perder vocês, não agora. - Peter diz e logo rosna, seu lado emocional era ridículo. - São as únicas coisas que me restaram. - Então Devon se juntou ao abraço.

- é tio Peter você é nossa família. - diz Devon sorrindo.

- é Peter, nós perdoamos você.

Derek diz e abraça o tio novamente.

[...]

Abbie colocou sua bolsa encima da mesa e tirou de lá um livro e colocou também sobre a mesa. A Martin suspirou e olhou a sua volta, estava em total silêncio, era claro afinal todas estavam em outros cômodos da mansão. A híbrida observou as janelas cobertas por uma cortina de tecido fino da cor verde, Abbie colocou sua mão sobre o queixo de forma pensativa, ela precisava arrumar um meio de aumentar seus poderes para ajudar Stiles. Oh Stiles, como a ruiva era apaixonada pelo Stilinski que nem se quer a dava bola, afinal o castanho era um anti cristo e talvez não prestasse atenção em garotinhas como ela.

- Okay, chega de pensar no Stiles. - falou consigo mesmo e caminhou até seu livro o abrindo na página 67. O livro contia vários tipos de feitiço variados e aquele em que a ruiva estudaria era um feitiço de proteção.

' pense em algo que te faça feliz, que te acalme e que não queira perder. '

Ela leu a primeira linha e mordeu os lábios inferior. O que mais a fazia feliz? Tinha tantas coisas. Abbie era uma pessoa tímida com que não conhecia, mais com seus verdadeiros amigos tipo Isaac e Scott era uma garota agitada que se embolava em um assunto sem sentido algum quando estava animada.

- O Stiles, te faz feliz mais ele não gosta de você..Oh droga! - praguejou se e puxou uma cadeira para poder ler melhor seu livro, então uma vasta lembrança invadiu sua mente.

Era uma lembrança vaga de quanto tinha 15 anos, foi em sua festa de debutante quando beijou pela primeira fez uma garota loira de olhos verdes. Abbie nunca soube o nome da misteriosa garota que fez seu estômago borbulhar de forma que causasse arrepios em seu corpo e toda vez que ela lembrava daquilo sentia suas bochechas ficarem quentes, afinal foi seu primeiro beijo. É aquilo era uma lembrança feliz, talvez funcionasse.

- tudo bem, você consegue Abbie. - Ela murmurou e fechou os olhos, era um feitiço de proteção simples então não precisava de muitas coisas. Alguns objetos da sala começaram a levitar e Abbie sorriu quando sentiu suas ficarem leves como se fossem flutuar, uma energia positiva passou por seu corpo mais ela logo se decipou assustando a ruiva. - porque?

- porque você não tem auto controle. - Lua entrou na sala acompanhada de Maria. - está muito dispersa Abbie.

- acho que são os barulhos. - diz Abbie.

- pelo que eu soube os quarto são aprova de som. - diz Maria e Abbie dá de ombros. - temos poderes parecidos mais com diferenças.

- que feitiço você ia fazer? - pergunta Lua acendendo um cigarro e o levando a boca.

- proteção. - Responde a Martin e fecha os olhos novamente procurando concentração.

- Deixa eu adivinhar... É pro Stiles não é? - Lua diz maliciosa deixando a menor corada.

- alguém mais é apaixonado pelo meu irmão que eu não sei. - Maria dá uma risadinha e Abbie sorri.

- Eu não sou apaixonada por ele, é só uma quedinha. - A Hudson fala e bufa sentando se na cadeira.

- olha um feitiço de proteção só funciona com extrema concentração. - fala Maria, a feiticeira caminha até Abbie e pega o livro de suas mãos e o fecha. - não é uma técnica que se domina com ajuda, porque precisa aprender sozinha. Mais eu posso te ensinar outra coisa.

- Que tipo de coisa? - Lua a fita curiosa.

- Tato hipnose. - Maria sorri e Abbie a olha surpresa.

- Quando começamos? - Pergunta Lua.

- agora mesmo. - diz Maria.

As três híbridas sorriem.

[...]

- Scott meu amor, o que aconteceu? - Alisson chegou na clínica de Deaton se jogando pra cima do moreno dando um beijo no mesmo que virá o rosto deixando a caçadora confusa. - Scott?

- nada. - Responde o Mccall a ignorando.

- nada? como assim nada Scott? você me deixou sozinha quando o Deaton ligou pra você vim ver essa garota.

- Alisson por favor fique quieta eu estou com dor de cabeça. - Scott fala observando o corpo de Andrea ainda desacordado, Deaton tinha saído e pediu para o moreno ficar de olho na garota. - acho que precisamos conversar.

- Eu sei amor. - Alisson parecia animada, Scott fez uma careta. - Eu falei com meu pai e ele aprova nós casamos no final do ano, isso não é incrível?

- Alisson, eu quero terminar com você. - O alfa diz e a caçadora fica estática, seu semblante animado logo se torna um raivoso.

- terminar? por acaso está me traindo com alguma puta por aí? responde Mccall! - Alisson dizia chacoalhando o ombro do moreno que a olha de forma seria e segura seu braço.

- Alisson para! Eu nunca te traí para começo de conversa, está fazendo um escândalo desnecessário. - Fala Scott.

- Então o que é? - A caçadora cruzou os braços exigindo uma resposta clara do namorado.

- Eu achei minha mate. - diz Scott sorrindo.

Nesse momento a mão de Alisson gela, ela divide seu olhar entre Andrea e Scott e percebe o sorriso bobo nos lábios do moreno enquanto olhava a garota. A Argent dá um gritinho baixo de raiva e começa a chorar, ela odiava esse negócio de mate por mais que tivesse conhecimento sobre isso, ela não poderia acreditar que Scott tinha encontrado sua solmate. Não aquilo definitivamente não ia acontecer, pensou a caçadora.

- É ela não é? - A castanha aponta para Andrea e vai caminhando até a cama da mesma, Scott a segura virando seu corpo a deixando prendida entre o vínculo de seu peitoral. - Eu vou acabar com essa vadia.

- Alisson vai embora daqui, eu não tenho nada mais pra conversar com você. Acabou tudo, namoro ou até mesmo um noivado. - Diz Scott e logo ri. - e não finja a santa eu sei muito bem que você me traí com qualquer cara que vê por ai.

- Scott, e-eu nunca te traí. - A caçadora diz abaixando a guarda.

- ah claro, você não tem explicação nenhuma pra dizer de onde vinha aqueles cheiros de você. Vá embora Argent, está tudo acabado.

Scott a empurra e vai perto de Andréa e segura sua mão, a respiração de Alisson começa a pesar, as lágrimas molharam seu rosto. Mais não eram lágrimas de tristeza e sim de raiva, ela gostava de Scott por mais que na opinião da mesma o moreno fosse um grande idiota, e não era uma garotinha desacorda que iria roubar seu homem de si. Sem Scott perceber ela sacou uma flecha que estava em sua bolsa e mirou na direção de Scott, mais antes que pudesse acertar o moreno ela atingiu outra pessoa.

Ela atingiu Andréa que tinha acabado de acordar.

[...]

Kaire agradeceu a Marilyn e Peter quando ambos terminaram de guardar suas coisas em um dos quartos da mansão, a rosada então se sentou bem na beirada da cama e retirou seu casaco de cor branca, por mais que tivesse fazendo um frio extremo em Beacon Hills a filha de Amara não o sentia. Karina era filha da escuridão, já tinha vívido o suficiente para saber um pouco dos humanos não totalmente tudo porém o suficiente, e ela ficou se perguntando o que seria a palavra amor. Tudo bem que ela sempre seduzia suas vítimas e depois as matava mais Kaire nunca tocava alguém de forma mais íntima, e nunca tinha sido tocada da mesma maneira. Era apenas seduzir e matar, mais por um motivo desconhecido por ela a curiosidade, de saber o que era o amor estava a atormentando.

- será que um dia eu serei amada? sendo que eu não sei o que essa simples palavra humana significa para mim. - Ela olhou para sua joaninha que andava sobre a cama esperando que o pequeno inseto a respondesse, mais era óbvio que não. Karina tinha a capacidade de ouvir os animais porém nunca tinha o feito pois achava estranho demais, não que ela não fosse só que era diferente.

- Sabe eu me fazia a mesma pergunta. - Ela ouviu a voz de sua mãe, a rosada se vira para encarar a escuridão que a olhava com um sorriso de lado. - Mais eu nunca encontrei uma resposta, porque o amor é bonito mais ele também é estúpido.

- Amará o que está fazendo aqui? - Kaire a questionou, um fato sobre Kaire era que ela em vários séculos vividos nunca havia chamado Kaire de mãe, pois Amara não merecia. Uma mãe ambiciosa que queria destruir tudo, uma bela criação que a própria filha aprendeu a conviver.

- vim fazer uma pequena visita para minha querida filha, não posso mais? - Amara perguntou e se aproximou da rosada tocando sua bochecha com o polegar deixando a filha desconfortável.

- para! - Kaire bate em sua mãe. - não sou sua filha. - Ela se afasta da morena que ri de forma amarga.

- se não fosse por mim você não estaria aqui garota ingrata. Mais não vou discutir com você, estou aqui apenas para lhe dar um aviso. - Diz a escuridão.

- Se você não percebeu eu vivo de avisos "mamãe". - Kaire debocha fazendo aspas. - Oh esqueci Amara.

- você pode escolher dois lados, pode vir comigo e se livrar dessa guerra ou ficar com seus novos amiguinhos. Só uma última coisa.. - Amará anda pelo quarto e aponta sua mão para um espelho o quebrando em vários. - Eu não medirei esforços para matar todos que estão aqui.

- e eu não medirei esforços para te matar se machucar meus amigos. - Fala Karina brilhando seus olhos.

Amara riu e sumiu em uma fumaça preta.

[...]

Stiles se esfregou na cama e grunhiu de forma irritada, o castanho não conseguia tirar aquele beijo com Derek da cabeça, aquilo tinha sido emotivo não foi planejado por mais que tivesse sentido "animais" se mecherem em seu estômago. O Anti cristo suspirou e jogou algumas peças de roupas na cama que retirou de sua mala, estava praticamente morando na mansão já que era melhor para ficarem perto um dos outros. Três dias que sua cabeça doía e nada anormal digamos assim acontecia na cidade, tirando o duro treinamento que seus filhotes estavam tendo a casa minuto, e a boa relação que agora Devon, Peter e Derek estavam tendo. Não havia uma hora marcada para que as coisas tivessem seu desfecho final, pelo menos mortes tinham se encerrado por enquanto, era o que Stiles pensava.

- se você não parar eu vou socar sua cara Stiles. - Akira falou, a filha de lilith apenas observava seu primo conversar sozinho.

- não estou fazendo nada okay? só estou com sono..É isso sono! - Stiles falou e se jogou na cama afundando seu rosto no travesseiro. Akira bufou.

- já estou com saudades do silêncio do Bunker. - Diz a Masters e Stiles revira os olhos.

- Então volta pra lá.

- não, eu gosto de apreciar a compania do meu querido primo, é..cômodo. - Fala Akira, a ruiva da um pequeno suspiro e puxa Stiles para que o mesmo deitasse sua cabeça em seu colo.

- como está sua irmã? - pergunta o castanho.

- na mesma, Niih está traumatizada pelo que Dean tentou fazer a ela.

- Akira eu acho que deveria contar a ela que são irmãs. - Fala Stiles e a ruiva nega com a cabeça.

- Sem chance, não quero que ela tenha um passado perturbado que nem eu tive com Lilith, eu sou a irmã mais velha dela Sti, é minha responsabilidade cuidar dela.

- Eu sei, mais não seria mais fácil se contasse a ela, pelo amor Akira você são praticamente a cópia uma da outra mesmo que não sejam gêmeas. Niih uma hora ou outra irá descobrir e isso ficará pior. - Fala Stiles. - Eu não quero que as coisas se compliquem que nem estão pra mim.

- tudo bem, no momento certo eu irei contar. - Akira sorri. - Agora me diz o que tanto de incômoda pra você ter chegado ao ponto de falar sozinho?

- Derek me beijou ou melhor eu pedi isso pra ele. - Fala Stiles e Akira fica surpresa.

- Uau.

- Eu não sei o que vou fazer Akira, Derek está apaixonado por mim e não é só isso tem mais.

- Devon também está não é? - Akira pergunta e Stiles concorda com a cabeça.

- Eu não posso ficar com os dois não dá, eu amo outra pessoa mais eles me fazem sentir coisas estranhas.

- se você falar que ama a Lydia eu vou te bater porque isso é papo furado. Mais olha pelo lado bom Stiles é só você escolher um.

- não é bem assim, eu não sei se posso escolher apenas um.

Akira suspira, seu primo era tão confuso. A Masters desde que chegou na cidade junto de Niih já havia notado bastante como as coisas agiam ali, e o que mais tinha observado e prestado atenção foi em Stiles e Derek. Era óbvio que o cabeça duro de seu primo gostava do lobo, mas tinha mais um no jogo que era Devon. Deaton tinha a explicado que se Stiles rejeitasse um dos lobos, o mais machucado poderia morrer e Stiles não tinha rejeitado apenas um e sim os dois, Akira só precisava arrumar um jeito bem "delicado" de contar isso para o Stilinski mais seria difícil.

- Faça o que for melhor pra você Sti. - Ela sorriu e logo se xingou mentalmente e balançou os fios castanhos de Stiles que sorriu com o ato. - preciso sair um pouco, e..se precisar de qualquer coisa eu não estarei aqui.

- Idiota. - Stiles diz e a ruiva lhe mostra o dedo do meio e sai pela porta o deixando só não por muito tempo porque Devon logo entra. 'Puta que pariu era tudo o que menos eu precisava agora' Pensa Stiles. - Olá Devon.

- É verdade que você beijou o Derek? - O ômega nascido foi direto e jogou as palavras na cara de Stiles que ficou pasmo. Os olhos verdes do lobo eram intimidadores e intensos na maneira que ele olhava o anti cristo como um animal feroz.

- ele me beijou.. - Murmurar o Stilinski quebrando o contato visual com o lobo.

- Eu acho que deixei bem claro que gosto de você, Stiles.. - Devon se sentou ao seu lado e começou a esfregar seu nariz no pescoço do castanho que sente seus pelinhos arrepiando. - Você é meu porto seguro Sti.

- Devon não podemos..Eu não gosto de você, não desta maneira. - Droga Stiles para de mentir, quem você está enganando? o castanho pensa fechando os punhos com força.

- Não gosta? - O ômega faz uma carinha triste, Stiles jurou ouvir o lobo interior do moreno choramingar.

- Não Devon, você e o Derek são apenas amigos.

O castanho diz então saiu correndo antes que Devon pudesse dizer mais alguma coisa.

[...]

O garoto pálido de sete anos engoliu sua bala enquanto olhava sua nova casa a sua frente, ele sorriu maldoso e lambeu os lábios sentido o gosto delicioso de açúcar. Vitor Rose Krasikeva tinha acabado de colocar seus pés em Beacon Hills, não era a melhor coisa que o adolescente preso em um corpo de criança esperava mais tava para o gasto. O híbrido riu sem saber o motivo, ele nem acreditava que depois de anos finalmente iria conhecer seu pai e certamente estava com raiva do mesmo, porque o próprio tinha abandonado sua mãe grávida de si, era essa a história que Vitor conhecia.

- Olá novo lar. - O garoto falou estacionou seu carro ali na frente da mansão dos Hale. Vitor ouvia vários sons e cheiros virem de lá.

Vitor era o filho de Derek que o mesmo não conhecia, o garoto pálido venho o mais rápido possível para Beacon Hills quando Stiles o telefonou dizendo que tinha abrido o jogo para Derek e contado toda a verdade para o mesmo. Vitor claramente não queria vir, ele não tinha uma boa visão de Derek pelo que Paige dizia, e ele tinha acreditado em cada palavra da bruxa antes dela morrer. O garoto tinha sete anos e estava preso em um corpo de adulto e até que era melhor assim no seu ponto de vista, ele conseguia facilmente as coisas que desejava e não culpava Paige nem um pouco pelo feitiço que tinha lançando em si antes de seu leito de morte.

- Que cheiro de lobos. - Fez cara de nojo então com um estalar fez todas as coisas bagunçados do carro ficarem em seu lugar.

Vitor era um híbrido de feiticeiro com banchee, seu lado lobo tinha sido morto por causa de um feitiço. Durante seus sete anos de vida até agora dedicou sua vida totalmente a magia, era bom demais no que fazia, e seu grito de banchee poderia matar qualquer um, se estivesse perto ou não. O filho Derek era pálido, olhos verdes e cabelos pretos como a noite, e um corpo bem definido para seus sete anos. Se dissessem que era uma criança ninguém acreditaria.

- Vamos. - Falou consigo mesmo pegando a chave de seu carro e indo até a porta, ele bateu de forma devagar, com cautela a porta de madeira e sorriu entre dentes quando Derek abriu a porta.

- Vitor? - O alfa falou surpreso sentindo o corpo ficar 'serelepe'. A ligação de pai e filho tinha acabado de se formar.

- Olá papai. - Diz Vitor sorrindo.

Aquilo não era um sorriso bom, tinha malícia ali e Derek sabia que tinha mais problemas para resolver.

[...]

Castiel concentrou sua magia para poder curar o braço de Misaiah que estava cortado, corte causado pelo próprio arcanjo pois ele precisava treinar o anjo e recuperar seus poderes. O moreno suspirou e apertou com força o braço de seu irmão mais de nada adiantou, o ferimento não sumia.

- E-eu não consigo. - Castiel falou sentindo seu olhos arderem, o anjo soltou o ar que ao menos sabia estar segurando.

- Eu sei que consegue. - Incetivava o arcanjo. Castiel negou com a cabeça e ouviu Misaiah suspirar.

Ambos estavam no meio da floresta para que ninguém os incomodasse pois Castiel precisava de concentração por isso Misaiah tinha sugerido que eles treinassem ali, mais de nada estava adiantando pois Castiel não se concentrava.

- se não tentar não irá conseguir. - Diz o arcanjo, mais ele não duvidava da capacidade do menor.

- o que você acha que estou fazendo? estamos aqui o dia inteiro já e eu não consigo curar um simples corte. Será que não podemos aceitar o fato de eu estar virando humano? - Castiel fala com irritação e se senta no chão.

- As coisas requer esforços, consequências e preparação. - Fala Misaiah sentando ao lado do anjo. - para um beber dormir o que você precisa fazer para ele cair em um sono profundo Castiel?

- Cante uma canção de ninar. - O moreno fala confuso e fita o irmão. - O que isso quer dizer?

- finja que eu estou em perigo que eu sou uma criança que chora, que perdeu a mãe e está sozinho. Mais se não consegue se isso não é o bastante para curar um simples corte duvidarei de sua capacidade.

Aquilo tinha irritado Castiel de uma maneira que ele tirasse forças de um lugar que não sabia. Odiava que as pessoas duvidassem de si e de sua capacidade, era capaz e poderia provar isso. O moreno então puxou o braço de Misaiah com violência, ato que fez o arcanjo sorrir e apertou o mesmo. Castiel fechou seus olhos tentanto passar sua energia para aquele corte se curar e ele só os abriu quando viu o ferimento fechar.

- não disse que conseguiria? - Pergunta Misaiah com um sorriso.

- era mais fácil você fazer isso, afinal é só um treinamento. - Murmurar o anjo encolhido.

- Que lindo, que lindo essa reunião em família. Mais porque não me chamaram?

As folhas do chão voaram e Castiel logo ficou de pé fitando Miguel que apenas sorria.

- ainda com canções de ninar Misaiah? - Miguel debocha olhando o aracnjo mais novo. - Vim ver se o Stilinski está cumprindo nosso acordo mais parece que não.

- Vá embora Miguel. - Misaiah coloca Castiel atrás de si. - A hora do nosso acordo não chegou ainda.

- Que pena eu só pensei em matar você antes, é mais prazeroso pra mim. - Fala Miguel em uma velocidade rápida ele puxa Castiel para seu lado. - Que feio Castiel, rejeitando minha marca. - Fala Miguel então aperta o pescoço do moreno onde a marca ficava porém agora ela tinha sumido.

- Miguel cala a boca. - Fala Castiel brilhando seus olhos em azuis, ambos os arcanjos ficaram confusos quando o moreno riu. - Tá na hora de eu te colocar pra dormir irmãozinho.

Castiel ironiza, o anjo não era assim e Misaiah e Miguel ficaram estáticos com o comportamento do moreno pois ele nunca tinha agido assim. Castiel colocou seu dedo no peitoral de Miguel e murmurou uma canção enquanto ria baixo, Miguel só se deu conta quando seu corpo foi jogado pra longe e Castiel avançou em si.


Notas Finais


Ah o capítulo não foi betado ainda então se tiver erros me desculpem por favor. <.>


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