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História Anyone can play guitar


Escrita por:


Fanfic / Fanfiction Anyone can play guitar
Sinopse:
Quando mais jovem, Kim Jiwon, perdida no carrossel nauseante que é a sua mente pueril, certa tarde veranil, ouviu do Destino, numa voz sacarina e esperançosa, bem assim contra o seu ouvido:

“Qualquer um pode tocar guitarra!”.
Iniciado
Atualizada
Idioma Português
Visualizações 88
Favoritos 77
Comentários 7
Listas de Leitura 16
Palavras 1.200
Concluído Sim
Categorias Red Square
Personagens Green
Tags Angst, Drama, Green, Jupiterie, Redsquare, Slice Of Life, To Tef

NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama / Tragédia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de difamar ou violar as imagens dos artistas.

Lista de Capítulos

Capítulo
Palavras
1.
Destiny, hold my hand, protect me from the world
7
88
1.200

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Comentários em Destaque

Postado por sttangerine
Capítulo 1 - Destiny, hold my hand, protect me from the world
Usuário: sttangerine
Usuário
Oi riezinha meu momozin' florido ♡


Tô comentando agora de madrugada porque meu plano finalmente renovou; eu já não tava aguentando essa miséria aqui de conexão pinga-pinga.


*a minha mãe pensa que eu tô dormindo porque a gente vai ter que sair em algumas horas, e eu tô que nem um bandido digitando no escuro; mas eu me recuso a tirar uma soneca sem finalmente deixar aqui alguns pareceres legais, acho que muito eu já disse antes pra ti em DM né, mas pode servir pra caso alguém leia os comentários e procure algo mais "técnico".


Enfim, pra começar que eu não sou lá nenhuma grande doutora em letras, mas quero muito enfatizar aqui – que isso sirva a quem ler também – que possuo conhecimento o suficiente pra apontar que tu sabe o que faz, mesmo que (por raios sabe lá o porquê) tu viva argumentando de que não é tudo isso.


*off 1: se tu estiver revirando estes teus lindos olhinhos saiba que eu vou te espancar com toda minha boiolice e abichonar na sua DM pro resto dos teus (e meus) dias >:(*


*off 2: em algum lugar machadinho de assado se revira em cinzas e inveja*


Certo, vou começar o meu viés apontando algo que esqueci de comentar contigo antes e que quero muito voltar nisso depois; eu percebi essa semelhança vivaz da solitude e da jovialidade que as tuas personagens apresentam rie, o conto varia, o cenário, a forma como tu resolve contar também, mas tem algo que só tu sabe fazer e que eu não consigo medir ou soletrar, não sei ao certo, não há palavras pra descrever a forma como tu nos cativa pela singularidade de cada personagem que habita o teu universo, cada qual possui seu próprio desfecho e não se assemelha em nada com o outro. Tô abismada e encantada e só tô no começo.


Eu ainda não acredito que tu não saiba o que tá fazendo rie, porque tu me deixou boquiaberta por tomar esse risco de fazer um conto sem diálogos tão naturalmente, partiu do teu inato e pelo amor de Caio Fernando de Abreu (meu segundo escritor preferido), tu sabe quantos anos alguém leva reescrevendo crônicas para criar um pingo do que tu fizeste? Nem eu em três anos me submeti a isso pelo pavor de encarar a dureza de um 'doutor magister' chamando meu trabalho de resquício infanto-juvenil.


Rie eu poderia sentar aqui nessa madrugada infame e te encher de um bocado de adjetivos que infelizmente não servem nem pra fazer jus à tua pessoa, o jeito é criar uns terminhos aqui pra te enaltecer e bem vamos nessa, por que não?


*off 3: fiquei cinco minutos no escuro contemplando o cal da parede que já foi branca pra achar como começar o elogio mas não achei nada*


Certo rie, achei algo legal que vou aderir pra te elogiar daqui por diante, neofictio-psicogalactica-arteliteral-filomiticia,essa será sua palavra e não usarei pra mais ninguém.


Perfeito, agora voltando a psicodelia que foi apresentada no teu conto e cujo tu fizeste a utilização de Pablo Honey como apoio para enfasar trechos da história; eu percebi algo muito legal rie que é o fato de mesmo que tu não tivesse citado a lírica ou o York ou feito trocadilhos aqui e ali com as faixas, a história continuaria fazendo sentido e isso me deixou uma impressão fatídica de profundidade.


Céus rie, se para cada epifania tua eu tiver um ataque (e eu vou ter) preciso me alimentar palavras novas para não desgastar o repertório porque temo, de verdade, que um dia tu se enjoe de ler isso.


E eu tenho uns adendos aqui da história pra fazer e não sei bem se é um off, mas acho que é e vou escrever mesmo assim; eu amei essa intransigência que tu fez da Jiwon adolescente seguir por todos os caminhos arbitrários e desse sabor ferroso de sangue que ela vai acumulando sob a língua quando se vê crescida e vê que não, poxa, que nem todo mundo pode tocar guitarra e que talvez o Tom tenha se enganado e muito sobre a pessoa dela (e minha e sua, porque não?), mas que isso não diminuiu a paixão dela por ter arriscado tudo e tentado e falhado.


*off 4: eu reli a parte do corte de cabelo e chorei muito porque ontem era meu dia especial e não pude celebrar esse ano; 22 de setembro de 2014 foi o dia em que raspei a cabeça de pura raiva pra recomeçar do zero e agora fazem seis anos. E ler tudo aquilo me deixou muito emotiva porque revivi tudo de novo e foi tão bom porque eu me vi nos esquerdos que ela segue e fiquei deprimida porque uau já faz tanto tempo assim que eu tô aqui?*


Enfim, voltando ao texto (eu to enxugando as lágrimas porque eu sou tão bobona) eu não tenho o que dizer e tenho tudo pra dizer sobre a tua escrita. Rie eu posso te garantir que da primeira letra ao último ponto eu senti a pureza despejada nas tuas palavras todinhas; eu tô desacreditada ainda e sem fôlego. Foi um mergulho ao abissal sem direito a fôlego, foi o salto no abismo sem previsão de queda, foi o amargor da ambrosia e a vontade de repetir até enjoar; contudo não enjoa nunca.


São duas e quarenta e cinco e estou chorando e me sentindo orgulhosa por poder agraciar do teu crescimento a partir de agora rie; tu é alguém que tá muito a frente do nosso próprio tempo: vide na forma como tu te expressa com teus vocábulos, tu não se repete, e se o faz é trabalhado sutilmente rie, de leitora para escritora, o teu texto seduz até o mais fiel dos litero-clássicos e eu lamentoque uma joia de brilho tão esplendoroso esteja escondida em meio ao cardume  (juntamente com outras de sua família); torço para que um dia o reconhecimento venha e te cubra como um manto, da mesma forma que a coroa bem se encaixa na cabeça do nobre.


A coroa no caso deveria ser sua.


Rie, estou perdida no tempo e preciso dormir mas fica o parecer aqui de que tu é muito mais do que uma simples escritora; tu é o composto inteiro e as normas que lutem para se encaixar em ti (perfeição no meu dicionário é rie sabia?).


Amo tu, mais tarde te mimo de amores por DM ♡♡♡


ps. Eu queria escrever muito muito mais, mas estou com frio e só queria garantir de te dar motivos pra sorrir nessa madrugada primaveril; rie, obrigada por nos agraciar com teu dom e sinta-se abraçada, de coração, porque eu tô bicha e carente e é isso 💖
Postado por whalien-52
Capítulo 1 - Destiny, hold my hand, protect me from the world
Usuário: whalien-52
Usuário
toda vez eh uma luta pra eu pensar exatamente >o que< eu quero dizer de alguma historia sua. ter o que dizer acho q sempre tenho, principalmente depois de ficar mais relaxada na hora de comentar e tal... eu gosto quando sinto q estou vendo a mesma coisa q o autor numa historia. eu adoro personagens cheios de sonhos q ou uma hora jogam eles fora ou simplesmente veem eles se deteriorarem. as vezes sao sonhos tao pequenos, tao simples, q poderiam ser um sonho de padaria, mas n deixam de serem importantes em si. oq eh um sonho de padaria pra gente as vezes eh aquela nuvem enorme la no ceu pro outro, ne? acho q o da jiwon aqui era uma dessas nuvens no ceu, e eu a admiro por ter corrido atras dela o quanto pôde. enquanto os céus ainda eram coloridos e tal... alias, esse paralelo q vc fez no começo e no fim, relacionando a infância/juventude mais fervente e a juventude mais tardia/fase adulta foi mt incrivel. vc sempre me pega na maneira como fala as coisas, n tem jeito!!!

e ah, eu tbm adoro como sempre me deparo com algo original. acho q vc sabe do q eu falo. talvez nao, mas enfim. eh oq eu te falei uma vez sobre por ex seu gosto musical ser genuíno, assim como tudo q vc transmite por aqui. as ideias, as visões. pode ser q a gente nem concorde em tudo, tenha varias experiencias diferentes, mas eu sempre vou adorar ler oq vc pensa. oq seus personagens pensam. oq seus mundos (!!) pensam e tem a oferecer. eu definitivamente nao seria a mesma pessoa se nao tivesse encontrado suas historias :-)
Postado por magichour
Capítulo 1 - Destiny, hold my hand, protect me from the world
Usuário: magichour
Usuário
Tuas histórias definitivamente são como música. Possui melodia serena e mágica, tendo a capacidade de nos embalar em sonhos sinestésicos, em contraste com uma letra agridoce, crítica, repleta de significados nas entrelinhas de cada palavra pomposa, bem colocada, de metáforas sublime. Ler o que tu escreve, é como viajar por uma galáxia de cores; traz sensações inexplicáveis e surreais.

Eu nunca terei palavras para expressar devidamente as emoções efervescentes que teus textos me causam. Digo isso sempre, mas realmente não existem adjetivos o suficiente para definir a magnificência do que sai das tuas mãos talentosas. Posso falar o dia inteiro o quanto tu é maravilhosa, talentosa, fabulosa, esplêndida, espetacular, fantástica; porém ainda parece insuficiente, porque não chega nem perto do quão verdadeiramente incrível cada coisinha que tu faz é.

Aqui temos 1,2k de palavras tão ricas, delicadas e ao mesmo tempo ácidas, pois apesar da beleza extraordinária; excelsa, demonstram também o amargo da vida em sua mais pura essência, da maneira que nos faz parar para refletir. Digo e repito: tudo o que sai das tuas mãos é de uma magnificência inigualável!! Obrigada por escrever, por ser luz nos meus dias mais escuros, por existir. Ainda bem que tu existe e nos agracia com textos de excelsior esplendor.

Quero destacar aqui alguns trechos:

“época onde o céu ainda conhecia a pigmentação mais saudável e tenra do azul-amor, do laranja-saturado e do roxo-floral, o Sol pendia que nem ioiô, a liberdade tinha gosto gaseificado de guaraná, e a imaginação era mais fértil e livre de preocupações sufocantes.”
Na moral…… tu já começou a história assim e eu não sei como expressar o quanto esse trecho mexeu comigo. As tuas comparações e descrições sempre tornam tudo tão mágico, eu me sinto numa verdadeira galáxia sinestésica. E é por isso que gosto de dizer que tuas histórias são melodias mágicas de Júpiter.

Aí nesse comecinho, temos uma Jiwon de ares pueril, muito sonhadora e também determinada quanto ao que deseja. Ela encontra na música a inspiração e ao decorrer do que percebo nessa curta trajetória de evolução da personagem, também torna a própria história inspiradora, porque apesar do final mais amargo, ela provou o sabor da liberdade, de realizar o que desejava. Liberdade é uma palavra um tanto ambígua, do meu ponto de vista, ela pode ter tantos significados dependendo do contexto, há ainda a questão controversa se um dia já chegamos a conhecê-la de fato. Pra mim, ela é fugaz e pode estar até mesmo em detalhes triviais. Divaguei aqui do nada askdgakd ENFIM!!!!!!

Lá pro finalzinho, também tem o seguinte trecho:

“época onde o céu conhece a pigmentação mais apodrecida do cinza-fosco, o Sol pende, carmesim, entre as nuvens tristonhas, a liberdade tem gosto de nicotina mofada, e a imaginação… se dissipou.”
Aqui, já temos uma Jiwon que provou o gosto amargo da vida também, viu cores mórbidas além das mais vibrantes e percebeu que nem sempre os sonhos se realizam da maneira mais bela como em histórias infantis. Qualquer um pode tocar guitarra, de fato, assim como tocar teclado, viajar o mundo, se formar no que deseja; realizar seus mais doces sonhos. Mas há também implicações, a realização destes desejos pode acabar sendo de uma maneira um tanto cruel, tudo tem seu lado positivo e o lado negativo, como uma balança com dois pesos servindo de equilíbrio. E dependendo de cada pessoa, há um lado que pode pesar mais do que outro (não sei se isso ta fazendo sentido). Acho que eu queria ser como essa Jiwon, que apesar de tudo, não se arrepende de nada e está até satisfeita com suas realizações.

E vamos de mais um trecho que preciso destacar:

“E ela fantasiou; porque imaginar é livre, afinal de contas, e há segurança nos cumes floridos da sua mente de menina.”
…… nada a declarar, só sentir….

Ah, eu nem sei como expressar o quanto sou grata por essa história que precisava mesmo sem saber. Melhorou minha semana inteira, me sinto quase revigorada. Muito obrigada por ser o Sol que ilumina os meus dias, por ser essa pessoa admirável que me inspira tanto. Te amo muito, muito mesmo. Obrigada por tudo ♡

ps: sabe, o pablo honey me lembra muito de ti…. e do beomgyu também kj
Postado por maneunji
Capítulo 1 - Destiny, hold my hand, protect me from the world
Usuário: maneunji
Usuário
BOA NOITE TO TRISTE
Postado por jeongeun
Capítulo 1 - Destiny, hold my hand, protect me from the world
Usuário: jeongeun
Usuário
numa boa noite que se encosta no dia, que despenca numa tardezinha em que imagino a Bomin e a Jiwon tomando um chá de canela com mel, com pãezinhos de mel, pão de queijo com doce de leite num pôr do sol neon, as cores do arco-íris — até mesmo as cores renegadas — estão chovendo uma salva de palmas num abraço colorido após ler essa obra (inclusive eu estou TÃO feliz por finalmente conhecer o REDSQUARE, o problema é que tá muito complicado decidir minha utt :( ) de arte que ressoa num quartinho cheio de buracos de rato e goteiras, um som adorável de uma guitarra que continua em verde-esperança numa lonjura só, ela está tocando Pablo Honey!!!
sinto muito por não ter palavras suficientes — mesmo que eu procure em todos os dicionários de uma bibliotecazinha decadente de luz amarelada, aquelas perto do terminal vazio de ônibus — para descrever o quanto eu amo as suas histórias (e nem o quanto eu acho a palavra "crisálida" e "efervescente" interessantíssimas!), acho que nem os jupiterianos ou os marcianos possuem adjetivos belos o suficiente, ou que consigam chegar bem pertinho dessa história, pois é algo impossível!!! espero que você esteja bem, se cuidando, que já tenha tomado seu cafezinho — as quatro da tarde, espero! — da tarde, comido, bebido água e que seu dia tenha sido em tons fluorescentes de uma guitarra verde-esperança, e todas as cores juntinhas num milk-shake boiola. te amo!! 👉🍓👈