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História Ao estilo dos anos 50 - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Oiiieee gente. Esse é o último capítulo de Ao estilo dos anos 50.
Primeiramente, eu estou muito feliz pela proporção que a história tomou. Alguns não sabem, mas quando escrevi o primeiro capítulo, era pra ser uma one. Mas eu a transformei em uma long.
Segundo, meu muito obrigada aos que me apoiaram e comentaram pedindo continuação. Meu muito obrigado as opiniões e as sugestões e obrigada pelos favoritos.
Essa história não seria nada sem vocês. Eu amo muito vocês.
Agora, vamos deixar o sentimentalismo pra depois. Espero que vcs gostem desse último capitulo, aproveitem a leitura e desculpa qualquer errinho.

Capítulo 16 - Minha escapatória


Fanfic / Fanfiction Ao estilo dos anos 50 - Capítulo 16 - Minha escapatória

Já fazia uma semana que ela fora para a Inglaterra, sem dar explicações para ninguém exceto os pais e Alya.

Um tempo longe de tudo faria bem à ela, um tempo onde ela poderia colocar os sentimentos em perspectiva, para analisá-los bem.

Um tempo longe do emprego e principalmente, de Adrien.

Não que ela ficasse sem fazer nada, ela ainda desenhava e pensava sobre sua próxima coleção. Mas ela se afastara das preocupações. Tudo que ela fazia era mandar os comandos para seu assistente e bum, tudo resolvido.

O clima de Londres estava ameno, com uma temperatura agradável. Então ela apostou em botas, coturnos cachecóis, a maioria feito por ela.

Marinette gostava de andar pela cidade ao amanhã, em que os raios do sol, um tanto tímidos, davam o ar da graça para saudar o dia.

Naquela manhã em especial, a cidade estava enevoada, devido à garoa que cobriu a cidade de madrugada. Os vidros dos carros estavam embaçados e com gotículas minúsculas de orvalho matinal.

A temperatura estava mais fria, quase 10°, algumas pessoas eram vistas já trafegando pelas ruas da capital inglesa, indo para o trabalho.

A semana que a azulada passou na capital a fez aprender muito sobre a cultura da cidade e do país. E tinha uma coisa que os ingleses gostavam e tinham o hábito de fazer: o tão famoso chá. Não era necessariamente às cinco, como muitos dizem. Os ingleses tomavam quando quisessem, de manhã, de tarde e alguns a noite.

A mestiça caminhou até o cafe a que estava acostumada a ir de manhã. Outra coisa que mudou na rotina da azulada foi a comida. Seu café da manhã que antes era panquecas e croassants fresquinhos, se tornou ovos, salsichas e bacon. Podendo haver uma chá fraco com leite para acompanhar.

Mas tudo era muito saboroso e fazia a mestiça ficar de bom humor para o resto do dia.

A maioria dos ingleses que ela conheceu eram educados e simpáticos para com ela, mas ainda assim havia alguns mau humorados no metrô pela manhã.

Marinette estava gostando mesmo de passar seus dias de descanso - como a própria nomeara – em um lugar tão adorável.

Ela alugara um apê perto da entrada principal do metrô, e com isso ouvia alguns ruídos do trem passado pelos trilhos. Mas nada muito importunante.

Naquela manhã, ela decidiu focar mais no seu trabalho, então assim que terminou seu café da manhã, voltou para o apê.

O apê não era cheio de regalias, mas era acima de tudo aconchegante e o melhor, quentinho.

Pegou seu computador e se sentou no sofá, com o aparelho a tiracolo, pronta para resolver suas pendências.

Seu e-mail estava cheios de mensagens dos pais e de suas amigas, principalmente Alya. Todos mandavam os emails pela manhã, já que o fuso horário era meio complicado, mas não tão tardio, apenas algumas horas de diferença.

Os emails que sua empresa mandavam eram fixados e ela viu vinte da empresa que seu assistente mandara.

Depois que resolveu as questões da empresa, passou a cuidar do seu pessoal. Mandou mensagens para seus pais, repletos de emojis de coração e de flocos de neve. E mandou mensagens para suas amigas, relatando seus dias e como era bom não ter ninguém no seu pé pedindo para lhe trazer mais desenhos e criações. Como a própria descreveu, era libertador.

Com Alya, foi diferente. Elas passaram boa parte da manhã e do almoço em uma vídeo chamada, com a caucasiana informando a azulada de tudo que acontecera na capital francesa.

“ O tempo aqui está meio friozinho, mas não tanto”

Marinette, que havia feito um chá para si, assoprou a caneca, sentindo o vapor quente em sua face.

“ Aqui está bem frio, 12 °C, e eu estou parecendo um pinguim” azulada comentou, ajeitando a manta com estampa xadrez ao redor dos ombros.

“ Posso ver” Alya riu, sorrindo para a amiga.

“ Como estão as coisas por aí?”

Alya suspirou.

“ Luka já veio tirar satisfação do seu sumiço, Adrien também. Tem certeza que quer que eles continuem não sabendo onde você está? Eles pareciam desesperados quando falaram comigo”

Marinette mordeu o lábio inferior, meio receosa. Foi decisão sua deixar os meninos na escuridão por quê sabia que se eles soubessem, não mediriam esforços para virem até ela.

“ É melhor continuar assim, Luka é capaz de vir a nado até Londres, se fosse possível” a azulada comentou, brincalhona.

“ Acho que você deveria se preocupar com outra pessoa” murmurou a morena, para si, mas a mestiça escutou.

“ O que você quer dizer com isso?” ela perguntou, deixando a caneca pousada no meio da mesa central da sala.

“ Nada interessante. Só acho que você deveria contar, antes que eles descubram por si mesmos”

A mestiça deu de ombros, relaxada.

“ Mesmo que descubram que estou em Londres, a chance de souberem onde estou morando é mínima. A não ser que alguém conte....” ela lançou um olhar cortante na direção da amiga, que mesmo separada por um computador, por quilômetros de distância, sentiu.

“ Eu não vou dizer, sabe que eu não conto nada que ela não mereçam saber”

Marinette relaxou os ombros.

“ Obrigada”

“ Não precisa agradecer, preciso desligar. O dever me chama” Alya acenou para a câmera, a mestiça retribuiu o aceno.

A tela se tornou negra, refletindo o rosto de Marinette, que abaixou a tela.

Recostou-se no sofá, puxando a manta até o pescoço, querendo escapar do frio londrino.

[...]

Ela acordou no finalzinho da tarde, em que um azul turquesa pincelava o céu aos poucos e as estrelas eram visíveis.

Todos sabiam que as noites londrinas eram tão movimentadas e animadas quando as de New York, o que poucos sabiam era que o lado leste da capital inglesa era cheia de bares antigos e festas lendárias.

Marinette não era muito de festas, na maioria das vezes amava a companhia do seu plano na Netflix à uma festa. Mas algo naquele dia a fez se motivar a sair.

Já que ela estava naquele lugar repleto de festas e bares, por que não aproveitar?

Ela tomou um banho relaxante, passando alguns bons minutos mergulhada até o pescoço na água quente que enchia a banheira em seu quarto.

Preparou uma maquiagem um tanto elaborada e vestiu um vestido que costurou para si, mas que nunca tinha visto a passarela de desfiles.

Um coturno e um sobretudo terminaram o look e ao se admirar no espelho antes de sair, Marinette se achou a própria londrina que conquista as noites.

Alugou um Celta 2017 e dirigiu até o lado leste de Londres.

Muitas pessoas aproveitavam a noite, algumas sentadas em frente à bares, com uma taça de vinho nas mãos. Outras apenas caminhavam sem pressa pela rua, afinal, a noite é uma criança.

Não deveria ser muito difícil aproveitar a noite em uma cidade com tantas variedades de entretenimento.

A fachada antiga de um bar chamou sua atenção: os tijolos à mostra, de um tom mais amarronzado. Pessoas estavam sentadas em bancos na entrada, todas conversando entre si, como se fossem conhecidos.

Ela estacionou em frente ao estabelecimento.

Quando se aproximou do bar – que chamava Sparkle of the London – ela pode apreciar mais o interior do local. Se por fora parecia um lugar antigo, o interior era o oposto. Tudo era decorado com uma temática mais atual, os lustres com lâmpadas pendiam do teto, o piso de madeira rústica era lustroso e tudo exalava um ar de familiaridade.

Isso a incentivou a entrar e pedir uma bebida.

No início, ela apenas ficou sentada, observando as pessoas interagirem ao seu redor, tomando um gole do seu vinho tinto.

Não demorou muito para que algumas pessoas viessem falar com ela, algumas bem interessantes. Uma escocesa que passava as férias com o namorado conversou com ela por muito tempo.

A escocesa se chama Melin, e possuía um olhar penetrante e cabelos escuros constratando com a pele pálida.

O papo rendeu muito, até Melin precisar ir embora.

Depois que a escocesa se foi, Marinette tentou puxar assunto com algumas jovens sentadas ao seu lado, mas o olhar gélido que recebeu a fez recuar.

Aos poucos, ela foi perdido o interesse e cogitou voltar ao seu apê e aquecer o macarrão que comeu no almoço.

Ela pagou pela bebida e voltou para o seu carro, meio desapontada com a noite que tivera. Marinette era uma mulher de grandes expectativas e não era bom quando se decepcionava.

Assim que entrou na rua de seu apê, encontrou uma visita nada esperada na porta, com um buquê nas mãos.

[...]

- Achei que tinha falado para Alya ficar de boca fechada, acho foi pedir de mais – azulada cruzou os braços na frente do corpo, as chaves do apartamento tinindo em sua mão.

- Não foi Alya que me disse, fiquei sabendo por outros meios.

Ela encarou os olhos azuis claros do moreno.

- Foi a Ju, não foi?

Luka tentou negar, mas ele era um péssimo mentiroso.

- Ela viu como fiquei preocupado com você e me contou, eu já estava surtando.

A mestiça revirou os olhos.

- Você sempre foi exagerado. Eu sou uma mulher adulta e sei me cuidar, não sou criança.

Ele se aproximou da azulada, o buquê sacolejando ao lado do corpo.

- Eu fiz algo? Falei algo que não deveria ou você só está me evitando por que quer?

Ela suspirou.

- A segunda opção – ao ver que ele abria a boca para dizer algo, ela o interrompeu com um olhar – e me deixa explicar.

- Sou todo ouvidos.

Ela tomou fôlego, brincando com a chave do apê nós dedos.

- É melhor a gente entrar no meu apê, os vizinhos costumam escutar coisas.

Luka assentiu, acompanhando a azulada. Assim que entraram, o moreno percorreu o local com os olhos.

- É pequeno.

- Não vim para ficar. Eu queria ficar por uma semana ou duas, mas eu gostei daqui. O povo é bem acolhedor, mais do que eu imaginei.

Ela se sentou no sofá, fazendo um gesto para o moreno se sentar ao seu lado. Assim que o moreno o fez, ela começou:

- Como você sabe, nesse último mês meus sentimentos ficaram bem ...confusos, eu não sabia que eu ainda gostava o Adrien e você já sabe a história. O problema é que eu nutria sentimentos por você também.

O moreno prestava atenção em cada palavra, aceitando-as como presentes.

- Em todos esses anos, você sempre esteve ao meu lado, me animando, me apoiando e me fazendo rir. No dia da sessão de fotos, eu e o Adrien....bem, digamos que ele ficou sabendo que eu gostava dele no ensino médio e resolveu me contar que talvez poderia ter me correspondido se soubesse na época.

Ela fez uma pausa, para que Luka pudesse absorver toda a história.

- Ele havia levado um fora da Kagami, lembra dela? – o moreno assentiu com a cabeça – então, as meninas e eu desconfiamos que eu estava sendo uma tapa buraco. Já que ele não tinha a Kagami, pelos menos tinha a mim. Eu sei que isso é horrível, não precisa dizer nada. Só me escuta. Mas eu estava tão confusa no dia com a aproximação dele que....me deixei levar, a gente se pegou no carro.

Ela abaixou a voz na última frase, para que o impacto fosse menor, mas mesmo assim Luka prendeu o fôlego.

- Depois disso, as meninas me aconselharam a dar um tempo, de vocês dois, para descobrir o que eu realmente sentia....o que nos leva ao desfile. Eu não falava com vocês dois e tentei de verdade entender o que vocês dois eram pra' mim. O Adrien chegou no desfile e eu acho que ele achava que estávamos namorando ou saindo, mas já aviso que não.

“ depois de tudo isso, decidi vir até Londres tirar um tempo pra' mim. E ainda tentei entender o que sinto” Marinette respirou fundo, lembrando das noites sem dormir que passara tentando se entender “e finalmente pude entender o que eu sinto por ele. É algo que fincou raízes dentro de mim, ele foi meu primeiro amor e isso não se esquece. Há uma semana atrás eu achava que o amava, mas isso não é amor, só sinto por ele uma saudade forte”.

Então, pela primeira vez, Luka falou, com a voz acanhada.

- E quanto à mim?

Marinette mordeu o lábio inferior.

- Eu entendo se não quiser falar – ele sussurrou.

- Você sempre foi meu melhor amigo, aquele a quem eu escuto sem pensar duas vezes. Sempre esteve do meu lado, mesmo nos piores momentos e nunca mediu esforços para me fazer feliz. Talvez o meu amor pelo Adrien possa sempre estar dentro de mim, mas....você se tornou o dono do meu coração.

Luka ergueu o olhar, descrente do que ouvia.

- Marin – ele se adiantou para mais perto dela, a envolvendo em seus braços – você não merece ser uma tapa buraco, ninguém merece – ele afagou o topo da cabeça dela, com carinho – você sempre foi a primeira – Luka emoldurou o rosto da mestiça com suas mãos – e sempre vai ser.

Marinette simplesmente aproximou o rosto do moreno, tomando seus lábios nos dela e a primeira coisa que pensou foi ainda me lembro dos seus lábios. Ela se lembrou do modo que a beijou na sala de estar do seu apartamento em Paris, em como seus lábios se encaixavam. O gosto inebriante dos lábios dele, o modo como ele tocava a língua na dela, tudo a levou a crer que aquilo era para ser.

O beijo continuou até ambos perderem o fôlego, e chegou a um ponto que as roupas que eles trajavam parecia demais.

Luka tomou a azulada nos braços, e a levou até o quarto, sendo guiado pela mesma.

Como já estava escuro, o moreno bateu o dedo mindinho em algum lugar e isso o fez praguejar:

- Maldito!

Marinette soltou um risinho enquanto era deitada na cama com todo o cuidado pelo moreno.

Aquela seria a primeira vez deles e Luka tornaria o momento memorável.

Começou tirando as próprias roupas, permanecendo apenas com a cueca. Depois, passou a despir a mestiça, sendo ajudado pela mesma algumas vezes.

Quando ficou na sua frente, vestindo apenas um conjunto de lingerie branca com rendinhas. Ele tomou um momento para apreciar o que via pela primeira vez.

Amava a azulada desde que se conheceram e ele estaria mentindo para si se falasse que nunca a imaginara nua, já que naquela idade, os hormônios pipocavam. O corpo esguio, a cintura bem marcada e o modo como sua pele era salpicada por sardas era adorável.

- Você é linda – ele sussurrou, as bochechas da mestiça ficando vermelhas em reposta.

Enquanto Luka contemplava o corpo da azulada, Marinette fazia o mesmo com Luka.

Pelo que ela podia ver – por causa da falta de luz no cômodo – o peito do moreno era bem delineado, assim como ela podia imaginar. A luz do luar refletia nos gominhos em relevo na pele dele.

Luka aproximou a boca do pescoço branquinho exposto, distribuindo selares e chupões na pele, vendo a vermelhidão que esse ato acarretou.

Marinette nem se esforçava para tentar abafar os gemidos que escapavam se parar de sua boca, ela já começava a perder sua capacidade de raciocínio.

- Luka.... – a primeira vez que o nome dele saiu dos lábios da franco-chinesa fez o desejo do Couffaine aumentar de tamanho, ficando duro como pedra.

Ele continuou o caminho de beijos pelo corpo dela, até chegar nos seios, ainda cobertos pelo sutiã. A abertura era frontal, facilitando a remoção do mesmo pelo moreno.

Os seios dela eram admiráveis, o mamilo era rosinha e os bicos estavam entumecidos, indicando o prazer dela aos seus beijos.

- Vou dar atenção à eles – a voz de Luka saiu mais rouca, um tanto sexy, que acabou de vez com o raciocínio da Dupain Cheng.

Ele tocou os seios com as mãos, roçando os mamilos com a palma em um ritmo lento e delicioso. Ele roçou o mamilo esquerdo entre o indicador e o polegar, fazendo a azulada arquear-se em busca de mais contato.

O moreno sorriu, ladiano, amando o efeito que tinha sobre a mestiça.

Quando ficou satisfeito, passou a passar a língua pela auréola rosa do seio esquerdo, Marinette se contorcendo de prazer abaixo de si.

Dado por satisfeito, ele trilhou um caminho pelo corpo da mestiça com os dedos, chegando ao monte de vênus.

A princípio, ele manteve a mão bem na região do monte, para torturá-la mais. Mas não por muito tempo, ele passou a dedilhar o sexo dela com os dedos, por cima da calcinha, se deliciando ao ver a região um tanto molhada pela lubrificação.

Ele sorriu para ela, capturando seus lábios nos dela em uma beijo lento mas picante. Os movimentos dos dedos dele não paravam e a azulada suspirava, implorando por mais, mexendo o quadril na direção dos dedos.

Luka, então, mexeu a calcinha para o lado, agora tocando a pele da boceta dela pela primeira vez. Ele prendeu um gemido, mordendo os lábios ao sentir a umidade do local. Marinette o queria tanto quanto ele a queria.

Ele enfiou dois dedos para dentro dela, sentindo o sexo dela aperta-lhe os dedos e ele admitiu que ela uma sensação muito boa.

Moveu os dedos com lentidão, para acelerar em alguns momentos, mas não a deixando gozar. Toda vez que ele a sentia perto o clímax, mudava o ritmo.

E isso a frustrava imensamente.

- Oh! Luka... Me deixe....gozar.

Ele a encarou, parando os movimentos.

- Eu deixo, contato que... – ele aproximou a boca perto do ouvido da mestiça – seja no meu pau.

A voz rouca e sexy dele tornou a aparecer e a azulada se sentiu derreter.

Luka se levantou, procurando pela calça que trajara, ao achá-la, pegou uma embalagem prateada do bolso.

- Sempre precavido – disse, rasgando a embalagem e retirando a camisinha de dentro.

Nesse momento, ele abaixou a cueca, o membro saltando e pulsando. Pela escuridão, Marinette não conseguiu apreciar o membro como gostaria, mas aquela não seria a primeira vez deles e ela tinha certeza.

Luka caminhou até a cama, como um predador à caça de uma presa, quando chegou na beira da cama, segurou a Dupain Cheng pelas pernas e a puxou – de um modo meio agressivo – para perto de si.

- Eu amo você – ele sussurrou, antes de tocar o clitóris dela com a cabeça do membro, fazendo a mestiça ficar ainda mais sedenta.

Ele enfiou o membro aos poucos, esperando que ela relaxasse o corpo ao redor dele.

A respiração ofegante dos dois encheu o quarto quando eles se tornaram apenas um. Os movimentos começaram, Luka sendo o mais carinhoso possível e Marinette, bem, aproveitando ao máximo cada instante.

A sensação de ter Luka dentro de si era sublime.

Quando ambos chegaram ao clímax, ele aninhou a azulada em seu peito, beijando-lhe a testa.

- Isso foi.... – ele tentou descrever, mas foi interrompido por um selinho da mestiça.

- Maravilhoso.

- Eu amo você, Marin. Você sempre foi a minha primeira.

[...]

Pela manhã, os dois permaneciam dormindo, o peito de Luka exposto sendo abraçado por Marinette. Não pretendiam acordar tão cedo, devido ao cansaço e em como a noite foi animada.

O computador, deixado na sala, soltou um sonoro “Pin”, indicando a recebida de um email.

 "Marinette? Sou eu, Adrien, eu já sei que você está em Londres e eu queria dizer que eu vou lutar."


Notas Finais


Pois eh, agora acabou. Estou muito sentimental sllslslslslsl
Espero que vocês tenham gostado de como a história terminou. Essa não vai a ser a minha última long, eu tenho certeza, então novas coisas virão.
E de novo, meu muito obrigado a quem acompanhou a história.
Comentários, sugestões, opiniões e perguntas sempre bem vindaass.
Até a próxima e um beijo no coração de vcs.


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