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História Ao Extremo - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oieee.... Mais um capítulo quentinho ♥️

Capítulo 3 - Cap 3


Fanfic / Fanfiction Ao Extremo - Capítulo 3 - Cap 3

Assim que Midoriya deu banho no seu baby, ele fez uma comida rápida já que não havia se preparado antes de sair de casa. Deu janta para seu marido e para seu pequeno e depois colocou Eri para dormir, tomou um banho já que não estava com fome depois daquele sorvete e dos bolinhos que Todoroki havia lhe dado.

Izuku sorriu só lembrar da gentileza do garoto do café.

Depois do banho, Midoriya saiu do banheiro com um blusa larga e um short curto mostrando suas belas pernas para seu marido que estava deitado na cama mexendo no controle da tv. Izuku guardou as coisas de Shigaraki que o mesmo havia espalhado pelo chão e depois deitou-se apagando seu lado do abajur.

- Estou com fome.— Tomura fala fazendo o esverdeado abrir os olhos e se virar para o marido.

- Mas você acabou de jantar.

- Macarronada no almoço e no jantar. Tá de sacanagem né? Eu quase não comi aquela gororoba que você chama de comida.— Izuku levantou, sentou esfregando o rosto.— Faz um sanduíche e um suco de laranja e traz aqui para mim.

Midoriya tinha escolha? Ele apenas se levantou fez o que seu marido havia pedido e depois deu uma olhada no Eri que dormia tranquilamente fazendo o esverdeado sorrir... Era por Eri que Midoriya estava suportando tudo aquilo, se não fosse pelo seu pequeno, Izuku já havia ido embora a muito tempo.

...

Era três da manhã quando Midoriya sentiu a mão boba de Tomura deslizando pelo seu corpo, na hora o esverdeado sentiu náuseas quando Shigaraki começou a lhe beijar no pescoço. Seus lábios rachados arranhava a pele de Midoriya, mas o garoto não podia fazer nada, seria pior se o mesmo negasse... Izuku lembrou quando ele negou dizendo que estava sem vontade e até mesmo com dor de cabeça, o prateado o forçou a fazer algo que ele não queria e além dos xingamentos e tapas, Tomura disse que Midoriya já não estava tão atraente e que preferiria foder as putas da rua do que seu próprio marido. Não que o esverdeado estivesse reclamando, era melhor seu marido procurar as putas da rua do que transar sem satisfazer o garoto de sardas.

Mesmo assim não adiantou muito, Shigaraki continuou se esfregando em Midoriya tentando tirar o short do verdinho que chorava em silêncio no escuro do quarto. Izuku queria que aquela sensação acabasse logo e então ele abriu as pernas fazendo Tomura se encaixasse entre elas colocando um dedo dentro do interior de Izuku que continuava a chorar agora pela invasão sem cuidado. O prateado enfiou o segundo dedo, ele deitou por cima de Midoriya distribuindo beijo por todo seu dorso até chegar em seu pescoço e em sua boca enfiando a língua dentro logo em seguida que tentavam esconder ao máximo seu soluços.

Aquela sensação era terrível, assim que Tomura finalmente colocou seu membro tirando seus dedos do interior do Izuku, fez com que Midoriya desse um pequeno grito, mas não era um grito de tesão longe disso.. Tomura não tinha cuidado e quase sempre machucava o esverdeado.

- Você está tomando seu remédio anticoncepcional, néh?— Shigaraki perguntou, por mais que amasse o pequeno Eri, ele não queria ter outro filho ainda mais com Midoriya que não sabia fazer nada direito... A única coisa que seu marido fez de bom foi seu filho e mais nada.

Shigaraki continuou estocando Midoriya até gozar assim que o mesmo disse que estava tomando o remédio, Izuku nem sonhava em engravidar novamente, ele seria louco se engravidasse de novo... Midoriya não queria passar por tudo aquilo novamente.

No dia seguinte, Shigaraki levantou-se, tomou banho para ir ao trabalho. Midoriya fez a mesma coisa minutos antes de Tomura para preparar a mamadeira de Eri e fazer o café do marido.

- Hoje eu vou chegar um pouco mais tarde, deixa o jantar pronto.

- Você não vai vir para almoçar?

Shigaraki negou com a cabeça dando um gole em seu café.

- Tenho umas entregas pra receber.

- Entendi.— Já que seu marido não almoçaria em casa, Midoriya pensou em pedir para o mesmo deixar dinheiro para levar Eri no parquinho.— Já que você não vai voltar a tarde, eu posso levar o Eri pra passear um pouco?

- Ué, já não foi ontem?

- É que eu não quero ficar o dia todo sem você.— Tomura riu, mas concordou com o marido em deixá-lo sair um pouco.

- OK! Vou deixar meu cartão com você.— Deu mais um gole no café antes de se levantar.— Mas escuta, se caso você for com aquele loiro petulante.. diz a ele, que na próxima vez que ele me questionar não vou deixar por isso mesmo. Blz!

Midoriya balançou a cabeça, Shigaraki abaixou beijando seu pequeno príncipe e beijou Midoriya demorando mais que o necessário.. Izuku sabia que esse bom humor do marido era passageiro, era só o verdinho fazer as vontades do marido que tudo ficava bem.

- Juízo... Te ligo mais tarde.— Disse dando outra beijo em Midoriya antes de sair.

Já era na hora do almoço quando Izuku estava se arrumando para sair com seu filho e o seu melhor amigo. Eles iriam no café almoçar já que o namorado de Bakugou estava de serviço novamente, então era um pretexto para encontrar o de cabelos vermelhos e dentes pontiagudos... Mas não era isso que estava interessando o esverdeado e sim um garoto de cabelos bicolores.

Será que Todoroki vai estar no café a essa hora?

Midoriya sabia que estava pensando demais no tal garoto, mas ninguém em anos havia o tratado tão bem a não ser o Bakugou, mas não era a mesma coisa.

O interfone tocou e por motivos insignificante Tomura proibiu Bakugou de entrar em sua casa desde uns anos pra cá. Izuku desceu encontrando um loiro irritado encostado no carro com as mãos no bolsos jeans.

- Porra, estou aqui a quase uma hora te esperando.— Reclamou o loiro mostrando seu bico.

- Tem cinco minutos que você chegou. Está de TPM querido?— Izuku disse rindo e Katsuki mostrou o dedo do meio para o esverdeado antes de beijar as bochechas gordas de seu afilhado.

- Quem e o pestinha mais lindo do tio?— Eri sorriu pedindo colo ao loiro que negou pois iria dirigir.— O tio vai dirigir agora meu amor.— Disse assim que Eri fez biquinho para chorar.

Minutos depois, os dois haviam chegado ao café e para alívio de ambos o local estava meio vazio. Eles sentaram em uma mesa perto de um aquário e logo Kirishima apareceu nada surpreso pois Bakugou já tinha avisado que viria almoçar.

Café com almoço? Isso era novidade para Izuku, mas a comida era de lamber os dedos, também pudera os pratos eram os olhos da cara de tão caros.

- Midoriya né?!— Kirishima se sentou ao lado do esverdeado que balançou a cabeça concordando.— O meu chefinho gostou de você ontem.

Essas palavras fizeram Midoriya corar de vergonha, mas isso era errado, ele é casado e não pode ficar corado por qualquer pessoa. Ou pode?

- Ele ainda não chegou, mas assim que o Bakugou disse que estava vindo para cá, eu liguei pra ele e Todoroki disse que era pra eu atender você bem até ele chegar.

Bakugou só escutava a conversa e observava o amigo com as bochechas vermelhas como se tivesse pegando fogo, não que ele ache que Midoriya deve-se trair o marido, mas ele queria ver seu melhor amigo feliz sem essas marcas de abusos domésticos... Sim, o loiro havia percebido que o rosto de Midoriya estava com marcas de dedos o que quer dizer que o desgraçado do Tomura bateu em seu amigo novamente. Aquilo revoltava Bakugou, só que toda vez que o mesmo perguntava o que tinha acontecido, Izuku sempre inventava uma desculpa dizendo que caiu, ou que bateu com o rosto no armário da cozinha... Bakugou sabia o que estava acontecendo, só que não podia fazer muita coisa se o de sardas não conversasse com ele.

Mesmo assim, Bakugou um dia quase pegou Shigaraki e se pegasse o mataria, o loiro ficou esperando na porta do prédio que Izuku morava. Nesse mesmo dia, o prateado bateu tanto no esverdeado que o mesmo chegou a ficar em observação no hospital e o pior que Midoriya mentiu para os médicos dizendo que ele havia se metido em uma briga e que não foi bem sucedida. E agora vendo o amigo corado por causa de outra cara, enchia o coração de bakugou de esperança por seu amigo te se interessado por outra pessoa que não fosse do desgraçado de Shigaraki.

- Isso é bom, quer dizer que vamos comer e beber de graça nessas espelunca.— Kirishima gargalhou com a expressão de Bakugou e beijou saindo já que havia chegado mais clientes, ele precisava atender já que seu apoio estava na hora do almoço.

Já se passaram quase duas horas e Eri já estava adormecido no colo de Izuku que conversava coisas aleatórias com o loiro até que o sino da porta soou ao abrir revelando o garoto de olhos heterocromáticos a poucos metros de sua mesa.

Todoroki estava usando uma calça jeans escura, uma blusa branca e jaqueta de algodão por cima. Ele estava lindo e seus olhos brilharam quando viu o garoto de sardas.

Midoriya sorriu assim que viu o bicolor vindo em sua direção.

- Oi, boa tarde.— Disse ele cumprimentando os dois rapazes na mesa, mas seus olhos estavam grudados em uma só pessoa.— É um prazer ter vocês aqui novamente, espero que estejam gostando do ambiente e principalmente da comida.

- Já fui em lugares melhores.— Respondeu Bakugou.

- Entendo, e você, já foi em lugares melhores?— Como sempre Midoriya negou com a cabeça, era mais fácil que usar palavras.— Vocês querem mais alguma coisa?

- De graça?— Como sempre Bakugou era incoveniente, mas Todoroki não ligava pra isso, pelo que Eijirou havia dito a ele, o esverdeado só podia sair acompanhado por Katsuki e Shouto não via problemas de suportar o loiro se o preço era ver lindos olhos verdes e sordas que não saia de sua cabeça.

- Por conta da casa.— Respondeu.

- Não é necessário, já almoçamos... Muito obrigado.— Midoriya disse desviando o olhar e Todoroki sorriu ao ver as bochechas vermelhas do garoto.

- Posso pelo menos te oferecer um sundae de chocolate?

Midoriya aceitou depois de muita insistência do bicolor, mas quem estava gostando era Bakugou que sorria se orelha a orelha.

- Que foi?— Perguntou Midoriya ao se virar para o loiro.

- Nada, não posso rir?

Minutos depois o sundae foi entregue na mesa, um para Midoriya e outro para Bakugou.

- Porra, aí eu vi vantagem desse relacionamento.— Izuku olhou para o sundae e pensou.. "Não era justo ganhar presentes, ele é casado e nunca poderia trair o marido"— Deku, relaxa e coma antes que derreta.

- Kacchan, você não acha errado receber cortesia assim?

- Você brincou né, o meio a meio só está querendo ser gentil.— Falou o loiro com a boca cheia.— Não vejo problema nenhum.

Já era de tardezinha quando os dois amigos resolveram ir embora assim que o turno de Kirishima havia terminado, Eri também estava cansado já que nunca ficará tanto tempo assim fora de casa... Então ele pegou a bolsa do seu pequeno e Bakugou pegou Eri no colo caminhando até a saída, mas Midoriya não achou justo sair sem ao mesmo agradecer ao bicolor pela sorvete.

- Eu queria agradecer ao seu chefe, você pode chamá-lo para mim?— Midoriya disse meio que nervoso.

- Claro, eu vou chamá-lo pra você.— Kirishima sorriu grande antes de deixar Izuku perto do balcão esperando o mesmo que voltou mais rápido do que tinha ido.— Midoriya, ele pediu para você ir até sua sala.

- Eu não acho uma boa ideia, já que ele está trabalhando.

- Não seja tímido, o Todoroki é bem legal, não vai te morder.

Não era com isso que Midoriya estava preocupado, ele nunca ficou sozinho assim com ninguém depois que conheceu seu marido. Izuku estava nervoso, mas ele tinha que pedir obrigado e desculpas pelo comportamento de Kacchan.

Ele seguiu Eijirou até a sala de Todoroki e o vermelhinho bateu na porta antes de abri-la. Midoriya adentrou vendo o bicolor sentado enquanto mexia em alguns papéis encima da mesa.

- Entre.— Disse Todoroki se levantando e indo em direção ao esverdeado.

- chefinho, eu vou esperar lá fora com o Bakugou, blz? Qualquer coisa e só mandar me chamar.— Kirishima fechou a porta deixando um Midoriya nervoso e trêmulo para trás.

Por alguns segundos nenhum dos dois garotos disseram uma só palavra, mas Midoriya sabia que precisava sair daquela sala o mais rápido possível, se caso Shigaraki visse Eri sozinho com Bakugou, ou se ele tivesse o espionando... Midoriya estava suando frio com esses pensamentos... Ele melhor que ninguém conhecia Shigaraki e sabia o que o prateado é capaz.

- E-eu vim te agradecer e também pedir desculpas pelo meu amigo, Kacchan é assim mesmo, mas ele é uma pessoa legal.

- Tudo bem, e não tem de quê.— Falou Todoroki sorrindo torto.— Como estava o sorvete?

- Estava bom, mas eu acho que você não precisa da cortesia toda vez que eu vier aqui.— Izuku respirou fundo antes de começar a falar novamente.— Eu não sei quais são suas intenções, mas.....

- Minhas intenções?— O bicolor interrompeu.— Não tenho intenções alguma, não me entenda mal. Eu só quis ser gentil por vocês serem amigos de Eijirou.

Izuku se sentiu patético naquele momento, então o bicolor só estava sendo gentil por causa do Kirishima? Mas e aquele papo de que que Todoroki tinha interesse no verdinho, era invenção do de cabelos vermelhos?

Midoriya abaixou a cabeça negando em olhar para Todoroki, ele estava com vergonha de ter interpretado tudo errado.

- No entanto, não vou mentir que te acho bem atraente.— O esverdeado levantou a cabeça quase sendo devorado pelos olhos heterocromáticos de Todoroki.— Mas fique tranquilo, não vou tentar nada se você não quiser.

Todoroki estava sendo ousado, ele nunca tinha agido assim em toda sua vida... Shouto é um garoto tímido, e com uma personalidade tão forte e rebelde que nunca pensou em outra pessoa como ele estava pensando em Midoriya. Ele sabia que não estava apaixonado já que eles se viram pela primeira vez ontem, mas com tudo aqueles olhos verdes emanavam tristeza e por causa disso Todoroki gostou tanto do garoto de sardas. Ele queria cuidar se Midoriya e tenta tirar aquela tristeza daquele garoto que tanto mexeu com sua cabeça.

Todoroki sabia que Midoriya não podia se relacionar com ninguém, Kirishima havia dito que também conheceu o esverdeado ontem, mas que seu namorado sempre falava o quão problemático era o casamento de Izuku e por causa disso, Todoroki não podia se aproximar tanto como ele gostaria.



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