História Ao seu lado ( hiatus ) - Capítulo 2


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Maria Luiza Ramos (MoonKase)
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê Bueno, Felps, Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", MoonKase, Pedro Afonso Rezende Posso
Tags Amor, Authentic, Baixakase, Baixamemoria, Malena0202, Malethentic, Melhores Shipps Ever!, Moonkase, Romance, Shipps, Youtubers
Visualizações 58
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma atualização da fanfic, graças a Deus estão vindo ideias para escrever essa história. Eu prometo que vou escrever capítulos maiores, não desistam de mim!!

Capítulo 2 - São Paulo, finalmente


Fanfic / Fanfiction Ao seu lado ( hiatus ) - Capítulo 2 - São Paulo, finalmente

A viagem não foi tão longa quanto eu imaginei. Apesar de termos chegado em São Paulo quase na hora do almoço, conseguimos pegar uma boa quantidade de táxistas, ainda trabalhando no local perto do aeroporto. Mais quarenta minutos de viagem foram feitas e quando chegamos no local dito pelo meu pai, tínhamos que carregar várias malas, principalmente as minhas, onde tinham várias coisas da qual não tive coragem de me desfazer.

Pelo jeito, a primeira noite naquela casa seria dormindo no chão com alguns lençóis, pois o caminhão de mudanças só iria chegar no dia seguinte.

Ótimo, com certeza, ótimo! Pensei.

- Mãe, me diz que a gente não vai precisar dormir no chão cheio de poeira. - reclamei, após checar os quartos do segundo andar e constatar que morreria de alergia até o meio da madrugada se não tirasse o pó daquele lugar.

- Não vamos, eu vou buscar alguma vassoura, ou comprar em um mercado aqui perto. Ainda é de tarde, temos o dia todo para fazer isso. - fiquei mais tranquilo, apesar de saber que ela gostaria de tirar o dia todo para conhecer a cidade.

Realmente estávamos passando por um momento sensível de habituação à cidade nova, levaria um tempo para nos identificarmos com São Paulo, ainda mais eu que não estava nem um pouco contente com aquilo.

Andrei olhava tudo o que podia, andava de um lado para o outro, parecendo fascinado com cada pedaço da casa, até o banheiro ele achou legal. Parecia uma criança, e realmente era uma, só que no corpo de um adolescente de 18 anos, quase adulto. Eu não o julgava, se minha personalidade não mudasse tanto de uns anos para cá estaria fazendo o mesmo que ele.

Havia um guarda-roupa em um dos quartos de madeira e bem limpo até, não devia fazer muito tempo que estava ali. Abri uma das portas dele e dei de cara com uma pequena teia de aranha em um canto, a retirei antes que fizesse uma maior e abri minha mala, retirando algumas roupas já dobradas e botando nas gavetas.

A casa era bem grande, observei. Era velha, com alguns móveis antigos e pinturas já descascadas das paredes, dei a ideia de um dia pintar tudo com novas cores. Imagino a cara dos vizinhos quando forem nos visitar e verem isso, acharão que somos fantasmas.

Faltavam dez minutos para as três da tarde, a vizinhança parecia calma àquele horário. Era uma parte de São Paulo que me parecia bastante diferente da cidade grande. Só haviam casas, alguns prédios, praças e vários mercados e bares. Nada de estradas muito grandes ou edifícios enormes. Nenhuma criança perturbada ou irritante a vista na rua, isso significava que ninguém jogava bola na rua ou gritava de madrugada. Meu Deus, que alívio.

Uma vez, vários garotos estavam jogando futebol na rua de madrugada ( ainda não sei como isso foi possível, onde estava as mães daquelas crianças? ) e a bola foi parar dentro do meu quarto, com metade do vidro da janela e lama no meu cobertor.

Assim que acabei decidi ir para o andar de baixo. A cozinha não era pequena, já estava toda mobiliada antes de chegarmos. Sabia que seria o cômodo da casa onde minha mãe passaria a maior parte do tempo. A sala continha apenas um sofá e uma bancada, e onde deveria ter uma televisão tinha alguns fios e tomadas.

- Acho que deveríamos arrumar isso tudo antes que alguém tome um choque sério. - Meu pai comentou, percebendo que eu havia encarado o emaranhado de fios na sala. - Por que não anda pela cidade com o seu irmão? Sua mãe vai fazer talharim, vocês podem voltar daqui a duas horas.

- Boa ideia... Mas acho que não quero me acostumar tão cedo à vizinhança, ainda tenho muito tempo para fazer isso. - Respondi, me sentando no sofá que tinha ali. Ele estava sentado em uma poltrona e já havia guardado suas coisas. - E Andrei sempre foi uma péssima presença quando a questão era sair...

Eu sabia que ele não tinha culpa, porém era bem chato ter que lidar com meu irmão andando rápido e indo para lugares onde eu não queria ir. Eu gostava de ter o meu próprio ponto de vista do local, e ele fazia com que esse ponto de vista ficasse arruinado. Me levantei dali e peguei meu celular para deixá-lo em meu bolso e abrir a porta, iria fazer um curto passeio e voltaria mais tarde.

Eu não tinha como me perder com o celular em mãos, do contrário ligaria para minha mãe me buscar já que meus pais conheciam São Paulo melhor do que eu.

Alguns lugares eram bastante movimentados e outros nem tanto, como as praças, bares e locais onde frequentavam vários estudantes. Estava de fones de ouvido enquanto atravessava uma rua, era faixa de pedestres e várias pessoas passavam então não tinha perigo nenhum... Bom, até que acabo esbarrando em uma moça.

- Meu Deus, toma cuidado por onde anda! - ela disse com grosseria e apenas tirei os fones, sem entender nada do que ela havia dito. - Você é surdo? Não vai pedir desculpas?

- Tá bem, desculpa por ter esbarrado em você... Sendo que você também estava distraída o bastante para não ter se desviado, não é mesmo? - rebati no mesmo tom e ela me olhou com raiva, o sinal ficou verde e logo os carros começaram a buzinar, pedindo para que saíssemos da frente. 

- Sim, e pelo menos estou pedindo desculpas a mim mesma, você deveria ter pelo menos ter se desculpado de uma forma melhor! - Ela nem ao menos tinha visto que eu estava de fones!

- Ótimo, além de sonsa é cega. - ela não me ouviu, apenas voltou a andar para o outro lado da rua.

A garota usava fones de ouvido e seu cabelo tinha uma mecha branca, platinado, apesar de o resto ser preto, bem escuro. Usava piercing no nariz e estava de blusa branca e calças.

Quem usa calças em São Paulo? Pensei.

Respirei fundo, atravessei a rua e continuei a caminhada pela cidade.


Notas Finais


A você que chegou até aqui, muito obrigada!!
Eu realmente não ando muito bem, mas logo que estiver vou poder escrever para vocês com muito orgulho!
Até o próximo capítulo!


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