História Ao seu lado - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Maria Luiza Ramos (MoonKase)
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Cauê Bueno, Felps, Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", MoonKase, Pedro Afonso Rezende Posso
Tags Amor, Authentic, Baixakase, Baixamemoria, Malena0202, Malethentic, Melhores Shipps Ever!, Moonkase, Romance, Shipps, Youtubers
Visualizações 34
Palavras 687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acharam QUE EU NÃO IRIA VOLTAR!?
EU SEMPRE VOLTO.

Capítulo 2 - Vocês não vão fazer isso comigo!


Fanfic / Fanfiction Ao seu lado - Capítulo 2 - Vocês não vão fazer isso comigo!

Eu deveria saber que aquele dia estava mais estranho que o normal.

Pela primeira vez em muitos anos, Andrei não havia me acordado para tomar café da manhã. Na maioria das vezes, por causa da linda e bela insônia, eu costumava acordar 10:00, isso quando eu dormia muito tarde, e ele sempre me acordava para evitar que eu me acostumasse à essa rotina. Devia ser 11:10 agora.

Ok, algo está errado, pensei.

Fiquei um tempo deitado na cama até que tomei coragem suficiente para me levantar, ficando um pouco tonto por ter feito o ato rápido demais. O quarto se encontrava em estado normal, como se nada tivesse acontecido ( e não aconteceu mesmo ). Ouvi o barulho do movimento e falatório das pessoas na rua, olhei pela janela e vi várias delas conversando ao celular ou fazendo caminhada com fones de ouvido. Tudo voltou ao normal quando ouvi panelas caindo no andar de baixo.

Ok, tudo bem, era dia do meu pai preparar o café da manhã, derrubar panelas hoje seria uma coisa bastante normal. Cocei os meus olhos e andei até a porta, para ir à sala ver o que estava acontecendo. Na maioria das vezes eu podia imaginar que tinha ouvido o som de caixas de papelão caindo no chão, ou várias coisas se quebrando.

Pois é, a casa dos Bueno nunca era lá muito organizada como deveria ser, mas dá para o gasto.

Desci as escadas rapidamente e me deparei com uma cena que achei nunca ver em minha vida.

Caixas de papelão jogadas para um lado enquanto meus pais botavam as coisas organizadamente dentro delas, Andrei chegou com uma caixa, aparentemente pesada, onde dizia: Cuidado, conteúdo que pode quebrar. As estantes da sala sumiram e diante de toda àquela bagunça, me lembrei de algo.

- Ah, não. Hoje é o dia da mudança! - eles me olharam assustados, me observando de cima para baixo, provavelmente por que eu ainda estava de pijama.

- Ainda bem que acordou, Cauê. Vamos precisar de mais ajuda com as caixas, ainda precisamos empacotar as coisas do seu quarto... - Minha mãe se pronunciou diante do silêncio e me fez a olhar com cara de preguiça.

- Precisamos mesmo sair de Belo Horizonte? Ainda dá tempo de mudar de ideia e renovar minha matrícula no colégio...

- Ninguém da nossa família vai ficar. Seu tio já se mudou faz alguns meses para lá, é nossa vez agora; Cauê, meu amor, troca de roupa e nos ajude a guardar as coisas, por favor? - ela saiu do local, indo direto para a cozinha e eu olhei para meu pai com uma expressão confusa, querendo saber o que aconteceu para ela ter ficado tão brava.

- É a sua mãe... Você a conhece. Ela só está nervosa por reencontrar toda a família na cidade onde iremos morar. - Ele explica, dando de ombros em seguida.

Voltei para meu quarto e troquei de roupa o mais rápido possível, já que havia acordado mais tarde não dava tempo de tomar um banho, logo o caminhão de mudanças chegaria para levar os móveis e, junto com ele, toda a minha infância naquela casa.

Ajudei todos com o que podia, e a única coisa que ganhei foi uma dor nas costas insuportável por todo o meu trabalho duro e esforço para carregar aquelas caixas cheias de peso e acessórios que...

- Cauê, o táxi já chegou, filho! - minha mãe gritou do lado de fora da casa e me assustei, interrompendo meus pensamentos. No dia anterior, minha mala já estava pronta e então só faltava carregar tudo para dentro do caminhão mesmo. Corri com elas para dentro do táxi, já que o porta-malas estava cheio, fechei a porta e olhei pela janela, observando a casa que continha todos os anos de adolescência ( ou parte ) e da minha infância. Olhei para a pintura vermelha e velha que cobria a casa e dei um tchau para ela.

Eu estava triste, nunca tive que me despedir de algo a não ser coisas banais que não fazem sentido para mim hoje. Me despedir de algo/ alguém que eu nunca mais veria doía muito.

Nunca imaginei que sentiria tanta falta da minha cidade.


Notas Finais


Não sei quando vou voltar a postar com mais frequência, mas espero que consiga a criatividade que preciso para isso.
Bye, amores ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...