História Apaixonada pelo Estuprador - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Drogas, Escolar, Sexo, Suspense
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Palavras 775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heyy, mesmo sem um capítulo postado, já temos um favorito. Muito obrigada.
Curto? Sim, porém necessário!!. Nos vemos lá em baixo.
Boa Leitura.

Capítulo 1 - Pensamentos


Tudo era normal.

Bem era isso, que esta menina pensava.

Digamos que esta história vai mexer com a tua cabeça. Com os seus pensamentos, crenças... Enfim, talvez perderá um pouco de tua lucidez.

21 de Dezembro, de 2017.

Pâmela estava ansiosa para o Natal. Sempre gostara desse feriado, por reunir a família. Não que a sua família separada, mas não era uma coisa: unida. E gostara principalmente por ser o nascimento do menino Jesus. Pâmela sempre foi crente a Deus, desde muito nova. 

Sua família também.

Breno não gostara de Natal. Sua família o incetiva a gostar, mas isso acabava fazendo-o odiar ainda mais. Não acreditara em Jesus, tudo era bobeira, besteira para ele. Não fazia sentido.

 

Shine bright like a diamond - Cantava  adoidadamente a moça, com os fones no ouvido conectado em seu smartphone. Esta estava trabalhando, 

Pâmela trabalha em uma lanchonete, que está prestes a fechar. Já está noite, e ela está limpando o restabelecimento, para o dia a seguir. Está encarregada de trancar as portas, mais uma vez, como na noite passada, e na noite retrasada. Resta apenas um casal, que já abocanharam o sanduíche quase por completo.  Não via a hora deles pedirem a conta, e se retirassem. Afinal, o local já estava limpo, e tantos clientes que passaram pela lanchonete, o deixara ela exausta. Pronta para adormecer. 

E finalmente o casal sai. Formando um sorrriso vitorioso em seus lábios. Todo dia era assim. Já estava acostumada.

Agora é a vez  dela partir em direção a casa, e mais uma vez de ônibus, com os fones, celular, e as chaves. Estava cansada, sonolenta, e ao som de Halo, Queen Bey, percebera que antes precisava de um banho relaxante. 

Got me looking so crazy right now, your love's- Mais uma vez cantou adoidadamente. Acabara de trocar a música para esta, para não adormecer ali mesmo no banco do ônibus. 

Esse foi seu pensamento, mas acabou de dormir. Sim no ônibus. Talvez fosse melhor Single Ladies...

Mas já foi. A desgraça já foi feita. E não há nada que poderá mudar.

O destino foi lançado. Vidas foram mudadas. Talvez o erro foi ter ido de ônibus com muito sono, ou talvez ido ao trabalho. Ou nunca ter saído da vagina de sua mãe, ou do espermatozoide do saco de seu pai.

Enfim, creio que independente de como, ou por onde, o que está por vir, iria acontecer. Talvez mais doloroso, ou talvez mais prazeroso, não sei. O que importa é; a vida é complexa, palavras minhas não vão conseguir mudar.

 

Breno estava em uma festa; Entediante, já havia bebido, mas não estava bêbado. Nem se lembra da última vez que  ficou bêbado.

Várias garotas já havia beijado. Sem sexo. O por quê? Nem o moço mesmo sabe. Mas hoje estava diferente, tudo estava. Normalmente numa noite já teria ejaculado algumas vezes. Mas nessa, oportunidades apareceram, mas nenhuma rolou. Gerando insultos como viadãoboiola, de seus amigos. Mas nenhum o importou, nenhum... E mais vez você quer o motivo? Se sim, ele não sabe! Talvez eu saiba, mas não vou contar, não agora, agora senta lá Claudia. 

Existem coisas, que tem tempo. Não se pode se apressar, e querer mudar o tempo das coisas. Tudo tem o seu tempo. E no final, talvez você o descubra e me agradeça. Então: não foi nada.

Ele foi para fora. Vômito não tem cheiro agradável. Não, ele não vomitou, mas seu amigo sim. E quase em cima dele. Eu teria rido da cena, sim.

Estava pensante, coisa anormal. Não que ele não pense, mas que ele age e depois e pensa. Isso é o Breno.

Decidiu ir embora, sem mais ou menos. Sem avisar seus amigos, evitando um drama digno de Oscar de seus amigos.

 Foi de carona com seu amigo, mas não iria voltar com ele, já que este estava louco de tanto álcool. Digamos que um nível acima de bêbado.

Ir a pé? Talvez. Mas estava longe do centro da cidade. Longe de casa. 

Uber? Cidade pequena, nem isso possuí. Sem bateria, tirando a opção de chamar um táxi, ou alguém.

Ônibus? Faz tempo que não sobe em algum. Bom, única solução. Certo? Não.

Está foi umas das piores escolhas. Lembre-se disso.

O melhor para ele e para ela, seria ele ter voltado para dentro, e se acabado de beber, beijar, talvez transar.

Mas não, ele foi burro, em ter subido o ônibus, e se deparar com uma garota dormindo pesado num banco. Só havia ela, e mais duas pessoas dentro do ônibus.

O que vem por aí é doloroso. Triste é pouco, eu diria.

Mas, ele escolheu subir, e ela obedeceu o sono.


Notas Finais


Comentem o que acharam, é sério. A única coisa que necessito para postar mais um capítulo ainda hoje.


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