História Apaixonada Pelo Meu Vizinho - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Carrossel, Léother
Visualizações 20
Palavras 1.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiiii meus amores. Tudo bem com vocês?
Fiquei sumida há bastante tempo... mas voltei!
Encontrei a inspiração que faltava (Amém!) e resolvi continuar a história. Espero que gostem e não me matem.
Boa leitura! ;))
Beijos

Capítulo 19 - Quem é Giovanna?


Fanfic / Fanfiction Apaixonada Pelo Meu Vizinho - Capítulo 19 - Quem é Giovanna?

Apartamento 124

 Três meses do pior dia da minha vida... Não tenho vivido pra mim nesses últimos 3 meses porque um idiota não atendeu o celular e me deixou preocupada por um dia inteiro.
 Olhei para o leito a minha frente e segurei a mão da pessoa que eu mais amava nesse mundo, senti uma lágrima descer pelo meu rosto. Respirei fundo e comecei a conversar com ele.
 - Oi, meu amor. Sinto sua falta me esperando no hall do nosso andar, na escola, na piscina... na verdade não tenho ido à piscina. Parece sem sentido ir até lá sem você. Queria tanto poder passar a noite aqui com você, te observar na mínima reação de melhora; mas não posso. O hospital não permite. – Sequei mais uma lágrima que havia caído e continuei a conversar com ele. – Hoje, depois que tanto insisti, permitiram que eu entrasse com o violão – soltei um riso fraco – e queria te mostrar uma resposta que fiz para uma música... ainda não está pronta, mas o que tenho é suficiente.
 Levantei, peguei o violão e voltei a me sentar perto dele.
 - Vai ser por um breve momento que não vou segurar sua mão nessa visita, eu prometo. – E comecei a cantar: - Eu sempre estarei aqui
Buscando as mil versões irreais de mim

 

Pra sempre aqui, apesar desse caos
Que a vida se fez

 

Nunca te desconheci no temporal

Te espero

Sei que a chuva vai passar e volta já

Te espero

 

Eu que também me perdi

Em sombras e impressões irreais de mim

 

E hoje sou melhor por mim e por você

 

Nunca te desconheci no temporal
Te espero

Sei que a chuva vai passar e volta já
Te espero
– Dedilhei os últimos acordes quando a dona Adriana entrou no quarto pedindo para que eu fosse comer alguma coisa.
 - Minha querida, vai comer alguma coisa na cantina, eu fico com o Léo. – disse segurando minha mão.
 - Não estou com fome. Obrigada! – agradeci afirmando que não sairia do lado de Léo. A mãe dele saiu e eu voltei a conversar com ele. – Espero que tenha gostado da música, meu amor. Eu to aqui te esperando... sempre!
 A porta se abriu novamente e Maísa entrou no quarto.
 - Amiga? – disse me abraçando. – Como ele está?
 - Tá do mesmo jeito há 3 meses, amiga. Mexeu o dedo uma vez só, mas ele vai sair do coma. Eu sei que vai!

 - Só vim pra te avisar que hoje vou dormir na sua casa e o Caio está lá embaixo querendo falar com você.
 Ouvimos um barulho insistente vindo dos aparelhos ligados ao Léo.
 - Amiga, chama uma enfermeira, rápido! – apertei mais forte a mão de Léo, na esperança que ele apertasse minha mão também.
 Um grupo de enfermeiros se aproximou rapidamente, me afastando do meu namorado. Eles mexiam em tudo e não me deixavam ficar do lado dele. Dona Adriana entrou no quarto sem entender e me amparou. Vários pensamentos negativos rondavam minha cabeça e eu desabei agarrada a minha sogra.
 - Vem comigo, filha. – Dona Adriana em levou para fora do quarto. Eu não queria sair de perto dele.
 - Ele não pode me deixar. Não pode! – falei aos prantos. Talvez eu estivesse sendo um pouco egoísta em relação a isso, mas eu precisava do meu melhor amigo comigo. Eu queria o meu namorado comigo.
 - Ele não vai deixar a gente, minha linda. Fique despreocupada.
 - Dona Adriana, ele ta nessa há 3 meses. Se mexeu uma vez e eu não estava aqui do lado dele. Eu não posso estar do lado dele o tempo todo ou quando eu quero, porque o hospital não permite. – desabafei para minha sogra o que estava entalado na minha garganta. – A sra. sabe o quanto eu queria estar aqui, o tempo todo, do lado dele.
 - Minha linda, ore por ele. Peça pra Deus cuidar da saúde do Léo e traga ele de volta pra gente.
 - Eu to orando, tia. – Era a primeira vez que eu chamava minha sogra assim. – Eu só quero meu namorado de volta, só isso.
 Os enfermeiros saíram do quarto e eu entrei correndo. Queria voltar a segurar a mão dele novamente.
 - Meu amor, você me deu um susto. Temos mais alguns minutos antes de acabar o horário de visitas. – Não falei mais nada desde então. Fiquei apenas segurando a mão dele, orando para que ele saísse do coma.
 - Esther, infelizmente é hora de dizer tchau. – disse Dona Adriana.
 - Eu volto amanhã, meu amor. Eu te amo, Leonardo Mohana. Tchau, dona Adriana. – e saí do quarto com uma sensação estranha no peito.
 Não sei definir se era uma sensação ruim ou boa, mas eu queria ser otimista e pensar que era um aviso de Deus dizendo que ele iria acordar.

 Cheguei em casa e meus pais estavam sentados no sofá. Dei um beijo na bochecha dos dois, fui para o meu quarto e coloquei uma calça de moletom.
 Peguei o violão e comecei a dedilhar. Não estava tocando uma música específica, mas a melodia era triste e o pensamento foi parar nele.
 Entramos em semanas de provas e eu não fui visitar o Léo no hospital. Precisava de boas notas para poder passar mais tempo com ele.

 

Apartamento 122 – Dona Encrenca

 

 Não sei o que é pior: não saber o que aconteceu com o seu filho ou vê-lo em coma no hospital.

 Há 3 meses o meu menino está desacordado e a única coisa que eu escuto é o bip do monitor cardíaco, mas essa noite foi diferente. O celular de Léo tocava insistentemente. Pensei que era algo a Esther e atendi desacreditando no nome que aparecia no visor.

 - Léo? – disse aquela voz que eu não escutava há pouco mais de 3 anos. – Preciso falar com você sobre a Giovanna.
 - O Leonardo não pode atender no momento. Quem gostaria? – perguntei tentando esconder a surpresa na voz.
 - Adriana? Posso falar com o Léo?
 - O que você quer com o meu filho? Já não magoou ele o suficiente? Ele não pode falar no momento. Quer deixar recado? – fui para o lado de fora do quarto.
 - Gostaria de falar com ele sobre a Giovanna. Ele sabe do que estou falando.
 - Quem é Giovanna? – perguntei.
 - Filha dele.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Até o próximo capítulo! ;))


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