História Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Candice Accola, Dove Cameron, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Lauren Cohan, Mark Pellegrino, Mark Sheppard, Misha Collins, Nina Dobrev, Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Garth Fitzgerald IV, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Elisa Claire, Impala 67, Sam Winchester
Visualizações 242
Palavras 7.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo.

Boa leitura...

Capítulo 19 - •Rota 666•


Fanfic / Fanfiction Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 19 - •Rota 666•

Cape Girardeau, Missouri.

"Com a temperatura abaixo de zero, temos uma previsão de grandes chuvas e névoa" é o que diz a mulher do tempo no rádio do carro de um homem que dirige pela estrada de volta para casa depois de um dia cansativo de trabalho. "Principalmente na rota 55... Com... Hora...

De repente o rádio começa a falhar e o homem o desliga. Em seguida um caminho surge atrás do carro em alta velocidade em sua direção.

- Mas... O que é isso? - o homem pergunta assustado olhando pelo retrovisor do teto. Ele acelera, mas o caminhão acelera também, batendo em sua traseira em seguida some.

- "Republicanos prevêem gastos de 10 bilhões de dólares até o fim do mês" - recomeça o rádio assustando o homem.

Este olha para trás, não vê nada, nenhum rastro do caminhão e se acalma, pensando que tudo não passou de alucinação. Mas de repente o grande automóvel e escuro reaparece à sua frente e acelera novamente. O homem freia o carro bruscamente, da meia volta e vai embora pelo outro sentido, mas o caminhão o segue. O homem se apavora cada vez mais sem saber o que está acontecendo e sem saber o que fazer para isso parar. O caminhão bate com, mais força na traseira do carro, o homem perde o controle e capota na estrada. O caminhão para bem ao lado do carro destruído e some em seguidas sem deixar rastros.

No dia seguinte.

Em um posto de gasolina, Elisa, Sam e Dean pensam em que estrada pegar.

- Tudo bem, acho que achei uma forma de pegarmos um atalho pela construção há leste daqui. Sam diz olhando o mapa. - Nós talvez, passaremos para Pensilvânia mais rápido do que pensávamos.

Dean que falava no celular o desliga.

- Mas, não vamos para a Pensilvânia. - Elisa diz, Sam e Dean a olham. - Não é, Dean?

- Eu recebi uma ligação de uma antiga amiga. - Dean responde olhando para Elisa. - O pai dela foi morto ontem à noite e ela acha que pode ser um trabalho para nós.

- O que? - Sam pergunta. - Como assim?

- Sim, acredite... Ela nunca ligaria ao menos que realmente precisasse de nós. - Dean responde, ele estra no carro e Elisa faz o mesmo, mas Sam não se mexe. - Vamos? Você vem ou o que?

Sam olha para os lados sem entender mas cede e entra no carro.

- Com uma "antiga amiga", você quer dizer... - Sam começa com um sorriso para Dean.

- Uma amiga que não é tao nova. - Dean completa.

- É, obrigado. - Sam diz revirando os olhos.

- Então o nome dela é Cassie, certo? - Sam continua com um questionário. - Você nunca mencionou ela.

- Nunca? - Dean pergunta.

- Não. - Sam responde.

- Nós saímos uma vez. - Dean diz a ele.

- Ele quer dizer que namorou um tempo com ela. - Elisa diz com um sorriso, Dean a olha pelo retrovisor nervoso.

- Entendi. - Sam diz com um sorriso também.

- O que foi que eu fiz para merecer vocês dois? - Dean pergunta vermelho, Sam e Elisa dão risada. - Papai e eu estávamos trabalhando em algumas coisas em Athens, Ohio... Ela estava acabando o colegial, então nós saímos por algumas semanas.

- Escuta é terrível o que aconteceu com o pai dela. - Sam comenta. - Mas isso parece um acidente normal de carro. Eu não estou vendo como isso se encaixa com o que nós fazemos... Que a propósito.... Como ela sabe o que nós fazemos?

- Tava demorando. - Elisa diz. - Pensei que nunca ia perguntar.

Dean não responde.

- Você contou a ela. Você contou nosso segredo a ela. - Sam diz nervoso a Dean. - A grande regra número um da família. Nós fazemos o que fazemos e ficamos calados sobre isso. Por um ano e meio, eu não fiz nada além de mentir para Jessica. E você saiu com essa garota em Ohio algumas vezes e contou tudo para ela?

Dean novamente não responde.

- Dean! - Sam diz nervoso sem acreditar.

- É, algo do tipo. - ele responde sem olhá-lo.

Horas depois.

Eles chegam a Cape Girardeau e vão diretamente para a delegacia, onde o lai da suposta amiga de Dean trabalhava.

- Isso é apenas um jornalzinho, não um boletim de um jornal de respeito. - um detetive comenta a uma garota e depois olha para um senhor baixo ao lado dela. - Saia da sarjeta Jimmy. Desejo apenas um pouco de discrição.

- Não, acho que você esteja nos dizendo o que quer que publiquemos e o que quer que abafemos. - diz uma moça de médio porte, cabelos compridos e cacheados, preto escuro, e olhos castanhos.

- Eu sei que você está chateada, Cassie... Eu gostava do seu pai. - o detetive diz. - Mas acho que o sofrimento está cobrindo o seu julgamento.

- Duas pessoas já foram mortas no mesmo trecho da estrada e da mesma forma em três semanas. - Jimmy diz a ele. - 

Em seguida Dean, Sam e Elisa entram na delegacia.

- Olha, sei o que estão sentindo. - diz o detetive. - Aquelas pessoas eram seus amigos... Novamente, eu sinto muito pela perda de vocês.

Ele se afasta deixando Jimmy e Cassie sozinhos, esta olha para o chão chateada e em seguida olha para a porta. Ela vê os três a olhando. Dean lhe da um sorriso junto de um aceno com de mão.

- Dean. - ela diz mais aliviada indo até eles.

- Oi Cassie. - diz o mais velho a ela. Elisa e Sam se dão um sorriso. - Esse é meu irmão Sam e essa é Elisa, uma amiga nossa. - Cassie da um sorriso para os dois. - Eu sinto muito pelo seu pai.

- É, eu também. - ela diz. Os dois ficam se olhando carinhosamente. Elisa continua com um sorriso para eles e Sam a olha.

À noite em sua casa.

Cassie recebe os três em sua casa, e eles se sentam no sofá da sala.

- Minha mãe está muito mal. - Cassie diz trazendo café para eles da cozinha. - Tenho estado apoiando ela. Eu queria que ela não estivesse sofrendo sozinha. Ela está tão nervosa e amedrontada. Ela estava preocupada com o papai.

- Por que? - Sam pergunta.

- Ela estava com medo... Vendo coisas. - Cassie responde. - Meu pai jurou que viu um terrível caminhão preto o seguindo.

- Um caminhão? - Elisa pergunta. - Quem era o motorista?

- Ele não falava do motorista, apenas do caminhão. - Cassie responde colocando açúcar no café deles. - Ele disse que o caminhão aparecia e desaparecia... E no acidente, o carro do papai foi prensado, como se tivesse batido em algo grande.

Cassie os entrega suas xícaras, eles agradecem.

- Você tem certeza que esse "prensado" não estava lá antes? - Sam pergunta a ela.

- Ele vendia carros, sempre dirigia o último modelo. - Cassie responde. - Não tinha um arranhão naquela coisa, e choveu forte naquela noite. Tinha lama em todo lugar. Havia marcas do carro do papai na lama que ia para a direita...

- E a primeira pessoa que foi morta, era amigo do seu pai? - Elisa pergunta.

- Melhor amigo, Clayton Solmes. - ela responde. - Eles foram donos da agência de carros... A mesma coisa, amassos sem pistas. E a policia disse exatamente o que eles disseram sobre o meu pai. "Ele perdeu o controle do carro, só isso."

- Você pode imaginar porque o seu pai e o sócio poderiam ser alvos? - Dean pergunta.

- Não. - ela responde.

- E você acha que esse caminhão desaparecido os tirou da estrada? - Sam pergunta.

- Quando você fala assim... Olha eu sou um pouco cética em relação a isso. - Cassie diz a ele. - Fantasmas, espíritos ou o que quer que vocês enfrentem.

- Cética. - Dean diz depois de dar uma risada baixa. - Se eu me lembro bem... Você disse que eu havia enlouquecido.

- Isso foi antes. - Cassie diz a ele, Dean concorda com a cabeça. - Eu só sei que... Eu não posso explicar o que está acontecendo. Por isso eu liguei para vocês.

Em seguida uma mulher entra na casa com uma expressão séria.

- Mãe! - Cassie diz se levantando e indo até ela. - Onde você esteve?

- Não sabia que tinha trazido amigos. - Denise diz à filha olhando para Sam, Dean e Elisa que se levantam do sofá.

- Mãe... Esse é Dean, um amigo da... Faculdade. Cassie apresenta. - Esse é o irmão dele, Sam e esta é a amiga deles, Elisa.

- Bom... Eu não vou interrompê-los. - Denise diz a eles, se virando com um ar apressado.

- Sra. Diniz. - Dean diz a ela. Denise se vira para ele. - Sentimos por sua perda. Nós gostaríamos de conversar com você por um minuto, se não for importar.

- Não quero fazer isso agora. - ela diz se retirando. Sam, Dean e Elisa se olham.

Na estrada, no mesmo trecho dos acidentes, se encontra outro carro capotado e destruído. Ao lado dele está o caminhão preto que desaparece novamente. Jimmy, preso no cinto de segurança, tomba morto para o lado.

No dia seguinte nesse mesmo local.

- Jimmy significa algo nessa cidade. Ele era um dos melhores ajudantes que eu já tive. - diz o detetive de antes da delegacia. - Não será o mesmo sem ele.

- Nossos melhores parecem estar morrendo. - Cassie diz a ele. - Clayton, meu pai, Jimmy.

- O que você quer que eu faça? - ele pergunta nevoso.

- Que tal fechar a estrada principal? - Cassie pergunta nervosa.

- Fechar a estrada principal? pergunta o detetive. - A única para entrar e sair da cidade? Acidentes acontecem, Cassie. É isso o que eles são... Acidentes.

- Os policiais verificaram marcas no carro de Jimmy. - Elisa diz se aproximando deles. Cassie se vira e a vê com Dean e Sam atrás.

- Quem são eles? - o policial pergunta a Cassie.

- Dean, Elisa e Sam. - ela responde. - Amigos da família. Esse é o prefeito Harold Todd.

- Existem uma série de pistas. - Harold diz a eles. - Primeira, não parece nenhum tipo de delito.

- Prefeito, a policia e os oficiais usam o senhor como exemplo. - Cassie diz a eles. - Se vai ser indiferente...

- Indiferente? - pergunta o prefeito.

- Isso não parece ser só um acidente. - diz Cassie a ele. - E o senhor não está fazendo nada para ajudar.

- Sou a última pessoa a quem você deve se dirigir assim. - Harold diz a ela.

- Por que? - Cassie pergunta.

- Porque não pergunta a sua mãe? - ele diz e se retira.

Em um motel ali perto.

- Uma coisa é verdade... Ela é destemida. - Elisa diz sentada na cama de Sam já arrumada se referindo a Cassie. Dean concorda, dando um sorriso.

- Aposto que ela que terminou com você. - Sam diz ao irmão enquanto coloca seu terno, Dean lhe da um sorriso sarcástico. - O interessante é que vocês nunca olharam um para o outro ao mesmo tempo.

- É verdade. - Elisa concorda. - Você olha quando ela não está olhando, ela olha quando você desvia o olhar. É só uma... Só uma observação interessante em uma, você sabe, maneira interessante de observar.

- Então... Vocês acham que a causa dessas mortes são trabalho para nós? - Dean pergunta mudando de assunto.

- Ei, se estamos te deixando nervoso... - Sam comeca.

- Vamos logo. - Dean diz saindo do quarto agora nervoso, Sam e Elisa se olham e dão risada.

Em seguida os três vão até onde Jimmy trabalhava.

- Com licença, você é Ron Stubbins? - Dean pergunta a um homem que joga xadrez com seu parceiro. - Amigos de Jimmy Anderson?

- Quem são vocês? - o homem pergunta.

- Trabalhávamos com o Sr. Anderson na Companhia. - Elisa responde a ele. - Estamos aqui para perguntar algumas coisas.

- Estávamos pensando, o falecido mencionou algum acontecimento? - Sam pergunta a eles. - Algum acontecimento estranho?

- Como assim, estranhos?  - pergunta Ron sem entender o motivo das perguntas.

- Visões, alucinações. - Dean responde.

- Faz parte da examinação médica. - Elisa explica.

- De que companhia disseram que eram? - Ron pergunta desconfiado.

- All Nautural LTDA. - Dean responde enquanto pega uma identificação de dentro do paletó.

- Ele mencionou ter visto um caminhão preto e grande? - Elisa pergunta a Ron e seu amigo.

- De que diabos você está falando? - Rin pergunta cada vez mais nervoso.

- Garota... Esse caminhão... É um grande e assustador? - pergunta o amigo de Ron a seu lado.

- Sim. - Elisa responde a ele. O homem dá uma risada sarcástica. - O que?

- Eu ouvi sobre um caminhão. - o homem diz a ela.

- Ouviu? - Sam pergunta. - Onde?

- Não onde... Quando... - ele começa. - Nos anos 60, houve uma série de mortes. A história diz que as pessoas desapareciam em um grande caminhão preto.

- Pegaram o motorista desse caminhão? - Dean pergunta.

- Nunca o acharam. - o homem responde. - Acho que nunca procuraram. Sabe havia um tempo em que essa cidade era boa com todos os moradores.

- Obrigada. - Elisa agradece a ele.

O homem acena com a cabeça e os três vão embora.

- Caminhão. - Dean diz.

- Continua aparecendo, não? - Elisa pergunta.

- Eu estava pensando. Já ouviram falar do Holandês Voador? - Dean pergunta a eles.

- Sim, um navio fantasma com o espirito malvado do capitão. - Sam responde.

- Era basicamente parte dele. - Elisa completa.

- E se estivermos lidando com a mesma coisa? - Dean pergunta.- Um caminhão fantasma que é uma extensão do fantasma de um desgraçado re-executando crimes passados.

- É e tem mais. - Elisa diz. - Parece estar ligada a Cassie e sua família. Dean, você trabalha nessa parte, vá falar com ela.

- E eu vou. - Dean diz a ela. Sam lhe dá um sorriso.

- E você talvez queira mencionar aquela outra coisa. - Sam diz a ele se referindo ao relacionamento dos dois.

- Que outra coisa? - Dean pergunta sem entender.

Aquele sério assunto inacabado. - Elisa responde. - Sabe... O que realmente aconteceu entre vocês dois que você não quer nos contar.

- Talvez nós tenhamos nos envolvido um pouco mais do que eu disse. - Dean explica.

- Só um pouco? - Elisa pergunta com um sorriso para ele. Sam da risada. - Não é o que sua mente está dizendo.

- TA BOM!! Ficamos bastantes envolvidos.... Talvez. - Dean diz nervoso. Sam e Elisa se Olham com um sorriso. - E contei o segredo sobre o que fazemos e sei que eu não deveria ter feito isso.

- Olha cara... Todos temos que nos abrir para alguém uma hora. - Sam diz ao irmão. Elisa muda de expressão.

- É, eu não. - Dean diz a eles. - Foi estupidez ficarmos íntimos daquela forma... Quero dizer... Olha como acabou.

Sam e Elisa continuam o olhando.

- Da pra parar?! - Dean pede. - Pisquem ou façam alguma coisa.

- Você a ama. - Sam diz a ele com um sorriso carinhosos.

- Oh Deus. - Dean diz revirando os olhos e indo em direção ao carro. Sam e Elisa o seguem.

.....

Quando cria coragem o suficiente, Dean sai do motel, entra no Impala e vai até a casa de Cassie que abre a porta na primeira batida.

- Dean. - ela diz surpresa. - Oi.

- Oi. - ele responde com as mãos no bolso da calça. 

- Entre. - ela diz dando espaço para ele passar.

- Então... Você está ocupada? - Dean pergunta limpando os pés no tapete e entrando.

- O jornal está fazendo um tributo a Jimmy. - ela responde. - Eu estava só verificando as coisas dele, os prêmios, tentando achar as palavras.

- Deve ser duro. - Dean diz a ela se encostando na parede da sala.

- Por anos essa família foi dona do jornal... Os Dorians. - ela explica. - Eles não gostavam muito da minha família naquele tempo. Jimmy me ensinou tudo que eu sei até hoje. Onde estão seu irmão e a Elisa?

- Não estão aqui. - Dean diz com um sorriso. - Devem estar dando uma volta... Eles precisam.

- Ok... Mas, o que o traz aqui? - ela pergunta curiosa.

- Estou tentando achar uma conexão ente as vitimas. - Dean responde. - A propósito... Você disse à sua mãe sobre Todd não querer fechar a estrada?

- Disse. - ela responde. - Ela não quer falar sobre o assunto. 

- Então... Porque você perguntou onde estão meu irmão e a Elisa? - Dean pergunta mudando totalmente de assunto.

- Nada... Nada importante. - ela responde sem olhá-lo.

- Significa que sem eles, somos só você e eu... E não só você e eles o que seria mais fácil? - Dean pergunta se aproximando.

- Não é nais fácil. - Cassie respinde. - Olha...

- Não, esqueça. Tudo bem. - Dean diz indo em direção a porta de entrada. - Vamos ser profissionais.

- Eu havia m esquecido que fazia isso. - ela diz se virando para ele com uma risada sarcástica.

- Isso o que? - Dean pergunta também se virando para ela.

- Bom... Toda vez que ficamos, qual é a palavra?... Íntimos. - ela começa. - Qualquer lugar próximos à vulnerabilidade emocional, você se afasta ou faz uma piada ou acha uma forma de fechar a porta na minha cara.

- Isso é hilário. - Dean diz também com uma risada sarcástica. -  Não fui eu que peguei a última porta e bateu com força nas minhas costas.

- Espere um pouco... - ela começa.

- E não fui eu que peguei a chave e a enterrou. - Dean continua a interrompendo.

- Acabamos com essa metáfora? - ela pergunta.

- Só estou dizendo que eu era todo ouvidos, e você desperdiçou. - ele continua.

- O cara com quem espero fazer meu futuro me diz que ele, profissionalmente, caça fantasmas? - ela diz nervosa.

- Não foram essas palavras que eu usei. - Dean reclama.

- E que ele tem que sair pra trabalhar com o pai. - Cassie continua nervosa.

- Eu fui! - Dean diz nervoso.

- Tudo o que eu pensei foi, se ele quer ir embora, tudo bem. - ela continua. - Mas não invente essas histórias malucas.

- Foi a verdade Cassie. - Dean diz a ela. - E não pareceu tão maluco quando você pensou que eu pudesse ajudá-lá. Por que me ligou então? 

- Antes eu pensava que você só queria dar o fora em mim. - Cassie explica.

- Opa! Não se esqueça quem deu o fora em quem. - Dean diz.

- Achei que era isso o que você queria. - ela diz.

- Bom... Não era! - ele fala.

- Não queria magoar você! - Cassie diz com uma expressão triste.

- Sério? Porque machucou... E feio. - ele diz a ela com a mesma expressão.

- Sinto muito. - ela pede com lágrimas começando a cair de seus olhos.

- Eu também. - Dean diz. 

Os dois ficam se olhando por um tempo. Até que Cassie se aproxima mais e o beija, Dean a olha surpreso, mas a pega e a beija novamente com mais intensidade. Cassie tira a camisa de Dean e ele tira a dela, eles continuam se beijando apenas com as roupas de baixo. Dean a pega no colo e a leva até o andar de cima, no quarto. Cassie o joga na cama e tira sua roupa de baixo enquanto sorri para ele. Dean lhe da um sorriso sexy.

Ela vai até ele e o beija enquanto prende os braços dele na cabeceira da cama. Cassie começa a beijar todo o corpo de Dean que olha para o teto com prazer. Em seguida ele a pega pelo braços e fica em cima dela. Dean começa a fazer movimentos lentos para frente e para trás. Cassie geme em seu ouvido o excitando mais. Ele a beija mais, Dean põem a mão em suas costas e senta em seu colo na cama. Ele a beija no pescoço enquanto faz movimentos intensos. Um tempo depois eles adormecem com o corpo todo suado.

.....

Enquanto isso, Elisa deita em sua cama do quarto do motel e Sam tenta achar algo em seu laptop sobre o caminhão preto que aterroriza a família de Cassie.

- Conseguiu alguma coisa? - Elisa diz pensativa olhando para o teto.

- Por enquanto nada. - ele responde procurando em todo lugar possível na internet. Em seguida ele olha para a porta.

- O que foi? - Elisa pergunta se recostando na cabeceira da cama.

- Estou pensando... O que eles devem estar fazendo agora? - Sam pergunta aina olhando para a porta com um sorriso.

- Isso eu não posso lhe dizer... Acho que não posso ler mentes de longe. - ela responde. - Mas que devem estar se entendendo.... Devem.

- E você? - Sam pergunta.

A garota fica muda, ela olha para o chão e Sam se aproxima dela.

- Eu... Eu tive um namorado, quando o John disse que eu poderia ir, eu fui pra Stanford e reencontrei o Alex.

- Espera ai... Alex e aquele.... - Sam continua.

- Sim... Esse mesmo. Bom... Eu o encontrei novamente e começamos a namorar de novo, eu e ele tínhamos planos, só que então... Ele morreu. - ela diz com um olhar triste.

- Eu... Sinto muito. - Sam diz olhando para a garota.

- Não sinta, já fazem sete meses. - ela diz mudando de expressão.

- Mas... E agora? - Sam pergunta curioso.

- Não... Agora eu não tenho tempo para isso. - Elisa diz olhando nos olhos de Sam.

- Impossível. - Sam diz. - Você... Você é tão bonita.

- Não sei... Não consigo pensar nisso agora. - ela diz.

- Você tem razão, com o trabalho que temos, isso é meio que impossível. - Sam diz.

- Com certeza. - Elisa concorda olhando para o vazio com uma expressão solitária.

Sam a olha por um instante, engole a seco e põe a mão no rosto da garota. Elisa fica surpresa quando sente o toque acolhedor dele.

- Por alguma razão... Você me faz esquecer de que um dia eu amei outra pessoa. - Sam diz. Elisa arregala os olhos e pensa "O que está fazendo?". Sam se aproxima enquanto segura seu rosto, Elisa não se move. Não sabe o que fazer. Os lábios dele pousam sobre os dela lhe causando uma sensação calma, como se nada mais importasse, Elisa retribui o beijo apaixonadamente. Ela passa a mão pelos cabelos lisos e castanhos de Sam. Ele a aperta em seus braços e e vão deitando na cama, Sam coloca suas mãos na nuca de Elisa e o beijo deles vai ficando mais intenso. Mas de repente imagens vêm na cabeça de Elisa. A sombra de um homem, John e Jessica. Elisa para de beijá-lo e se afasta rapidamente, se levantando da cama.

- Não podemos. - ela diz. Sam se levanta da cama surpreso.

- O que? Por que? - Sam pergunta sem entender a reação da garota.

- É errado. - Elisa diz se virando para o lado. - Você não pode esquecer a Jessica desse jeito... Você não gosta de mim... Só quer achar que eu posso tomar o lugar dela sem você se machucar. Sem precisar se apaixonar de novo.

- Não. - Sam diz arregalando os olhos e se aproximando dela. - Claro que não!

- Sam. - isa diz se afastando mais, ela anda para trás mas chega no limite quando sente a parede en suas costas. - Não preciso ler sua mente para saber que é isso o que você pensa.

- Então leia. - Sam diz indo até ela rapidamente sem que ela se mova. - Leia e me diga que é isso o que eu penso.

Elisa olha bem nos olhos azuis meio esverdeados de Sam... E só vê sinceridade dentro deles.

- Sinto muito Sam. - Elisa diz isso e se tranca no banheiro, encostando a cabeça n porta e fechando os olhos. - Eu não posso me envolver com ele... Não posso.

.....

No dia seguinte.

O prefeito Harold analisa alguns papéis em uma rua, ele faz um movimento de negação com a cabeça e guarda os papéis no porta-malas do carro. De repente atrás dele aparece o caminhão grande e preto. Harold se assusta e começa a correr, mas o caminhão o persegue e o alcança. Harold e jogado para frente caido morto no chão. Em seguida o caminhão desparece.

.....

- Deveríamos brigar mais vezes. - diz Cassie deitada no peito de Dean.

- Com certeza. - Dean diz com um sorriso.

- Na verdade, sempre fomos muito bons em brigar. - Cassie comenta. - Nisso nós somos bons. Nas outras coisas, nem tanto.

- Ei! Eu tentei. - Dean diz a ela. - Eu contei quem eu realmente era, foi um grande começo pra mim.

- Por que você me contou? - Cassie pergunta o olhando.

- Não sei. - ele responde. - Acho que não conseguia mentir para você.

- Dean... Quando me contou aquilo, me assustou muito. - ela comenta. - Pensei que fosse malucos e até perigoso. Na verdade... Talvez eu estivesse procurando uma razão para me afastar.

- No meu trabalho, eu vi coisas horríveis. - Dean diz. - Coisas que não podem ser explicadas. Eu lido com elas, mas resolver as coisas com você?

- Sou assustadora, não sou? - Cassie pergunta com um sorriso. Dean lhe da outro. -  Bom geralmente, as coisas se resolvem quando querem.

- Sim, mas ainda estou ligado ao trabalho do meu pai. - ele explica.

- Sem mais desculpas, está bem? - ela pede a ele. - Minhas ou suas.

- Tudo bem. - Dean diz olhando em seus olhos. Em seguida eles se beijam. O celular toca e ele atende. - Alô?

Alguém diz algo do outro lado da linha.

- Está brincando. - Dean diz surpreso, Cassie o olha preocupada. 

Um tempo depois.

- O que fizeram ontem a noite? - Elisa pergunta com um sorriso a Dean.

- É... Você não voltou ao motel. - Sam completa

- Acho que você é a Cassie resolveram as coisas, certo? - Elisa diz.

- Calem a boca. - Dean diz olhando para os dois. - Então? O que houve aqui?

- Todos os ossos quebrados. Os órgãos viraram pudim. - Sam responde ele.

- Os policiais estão enrolando, mas algo o atropelou com certeza. - Elisa completa.

- O caminhão? - Dean pergunta.

- É. - Sam e Elisa respondem juntos.

- Mas, a morte não foi na estrada, o que não entra no padrão. - Elisa diz a eles. Os três se olham.

Em seguida Dean vai até o jornal que pertence a família de Cassie. Esta pega duas xícaras de café e entrega uma a ele que pesquisa algo em um dos computadores.

- Obrigado. - Dean agradece. - Estou tentando achar uma ligação entre as mortes dos anos 60 e as de hoje. Não há muito sobre isso no jornal.

- Não me surpreende. Devia ser algo do segundo policial. - Cassie comenta. - Há algum tempo, a justiça era igual sob a lei, não era tão literal por aqui.

O celular de Dean toca.

- Sim? - ele pergunta.

- Tudo bem, de acordo com as provas dos registros do prefeito, ele e a esposa compraram a propriedade abandonada onde Harold se encontrava no acidente. Os antigos donos eram a família Dorian, por uns 150 anos. - Sam diz.

- Dorian? - Dean pergunta.

- Sim. - Sam responde.

- Você não disse que a família Dorian era dona desse jornal? - Dean pergunta a Cassie.

- Sim, como a maioria de tudo ao redor daqui. - ela concorda. - O sustento genuíno da cidade.

- Certo... Certo... - Dean diz pesquisando sobre a família no computador, em uma das respostas do Google aparece um homem da família Dorian permanece desaparecido. - Isso é interessante.

- O que? - Sam pergunta no celular.

- Cyrus Dorian, desapareceu em abril de 63. - Dean responde a ele. - O caso foi investigado, mas nunca resolvido. Isso explica a onda de assassinatos que está acontecendo.

- Bom eu e Elisa puxamos uma papelada sobre a casa dos Dorian. - Sam comenta. - Isso deve ter estado em uma má forma quando o prefeito comprou.

- Por que? - Dean pergunta.

- A primeira coisa que ele fez foi demolir a casa. - Sam responde.

- O prefeito Harold demoliu a casa dos Dorian? - Dean pergunta a Cassi.

- Isso foi uma grande coisa. - ela responde. - A casa mais velha da cidade foi destruída. O prefeito colocou na primeira página dos jornais.

- Vocês tem uma data? - Dean pergunta a Sam.

- Foi no dia 3 do mês passado. - Elisa diz olhando um papel e Sam avisa Dean pelo celular. Este pesquisa novamente no computador.

- Prefeito Harold demoliu a casa da família Dorian no dia 3. A primeira morte foi no dia seguinte. - Dean diz lendo uma reportagem no computado e em seguida olha para Cassie que o olha preocupada.

......

À noite Cassie está andando por sua casa enquanto bebe um colo de água. As luzes começam a piscar e ela se assusta e as olha com medo, até que houve um barulho de motor fora de casa. O caminhão rodeia sua casa. O automóvel grande e preto acende a luz da frente, Cassie olha na direção da luz e se aproxima da janela. Ela vê o caminhão e começa a fechar todas as janelas do aposento. O caminhão acelera na direção das janelas abertas, assustando Cassie que corre para o canto da casa. O caminhão vai até a porta da entrada e acelera mais o motor. Cassie pega rapidamente o telefone ao deu lado e disca. Alguém atende do outro lado da linha.

- Dean! Dean! - ela grita.

Um tempo depois, Elisa, Sam e Dean se encontram na sala de sua casa. Cassie permanece sentada em um dos sofás com as mãos no rosto assustada.

- Talvez vocês poderiam dar uns tiros naquilo. - ela diz aos três. Dean lhe entrega uma xícara de café e se senta ao seu lado.

- Você viu quem estava dirigindo o caminhão? - Elisa pergunta.

- Parecia não haver ninguém no caminhão. - ela responde. - Foi tão rápido. Então... Ele se foi. Por que não nos matou?

- Seja o que for que dirigi aquele caminhão, quer te assustar primeiro. - Dean responde.

- Sra. Diniz. Cassie disse que seu marido viu um caminhão antes de morrer. - Sam comenta com a mãe de Cassie.

- Mãe? - a garota diz a olhando.

- Martin sempre andava sobre estresse. Você não pode ter certeza sobre o que ele viu. - Denise responde evitando o assunto.

- Bem, depois dessa noite acho que podemos estar razoavelmente certos de que ele estava vendo um caminhão. - Elisa diz a ela. - O que aconteceu hoje à noite... Você e Cassie estão em perigo, certo? Sua filha pode morrer. Então se você sabe de alguma coisa, agora e a melhor hora para nos dizer.

Cassie e Denise a olham assustadas.

- Sim... Ele viu um caminhão. - Denise diz a ela.

- Ele sabia quem era o dono? - Sam pergunta.

- Acho que sabia. - ela responde.

- Quem era? - Dean pergunta.

- Cyrus... Um homem chamado Cyrus. - ela responde. Sam e Dean se olham surpresos. Dean pega uma repostagem de sua bolsa.

- Mas é claro. - Elisa diz juntando tudo em sua cabeça.

- Esse é o Cyrus? - Dean pergunta lhe mostrando a reportagem que tem a foto do homem desaparecido.

- Cyrus Dorian morreu à 40 anos. - ela diz a eles.

- Como você sabe que ele morreu Sr. Robinson? - Elisa pergunta. - O jornal diz que ele desapareceu, como sabe que ele morreu?

- Nós éramos jovens. - Denise responde. - Eu namorei com Cyrus na época, mas via Martin em segredo... Quando eu terminei com Cyrus e ele descobriu sobre Martin... Eu não sei... Ele mudou... Ele odiou... Ele odiou o amigo.

- Essas séries de assassinatos. - Sam começa...

- Havia boatos, pessoas que desapareciam em algum tipo de caminhão. - Denise continua. - Martin e eu, nós iamos nos casar naquela pequena igreja perto daqui... No último minuto decidimos fugir, porque ninguém estava olhando para nós.

- E Cyrus? - Dean pergunta.

- O dia... Que marcamos para o casamento... Foi o dia que alguém colocou fogo na igreja. - Denise continua começando a chorar. - Havia num coro de crianças que cantavam lá. Todos eles morreram.

- Os ataques pararam depois disso? - Elisa pergunta se sentando ao lado dela e ao lado de Sam.

- Não... Havia mais um... - Denise responde. - Uma noite aquele caminhão veio para cima de Martin, Cyrus bateu nele de uma forma terrível, mas Martin Escapou e começou a bater em Cyrus, em apenas um lugar, batendo e batendo mais forte.

Denise para de falar e chora mais forte.

- Por que não ligou para a polícia? - Dean pergunta.

- Isso foi há 40 anos. - Denise diz surpresa. - Ele chamou os amigos. Clayton, Solmes e Jimmy Anderson... Eles colocaram o corpo de Cyrus dentro do caminhão e empurraram para dentro do pântano... Os três mantiveram esse segredo por todos esses anos.

- E agora esse três se foram. - Sam diz a ela.

- Assim como o prefeito Harold. - Elisa completa.

- Agora Harold disse... Que você de todo mundo saberia que ele não era racista. - Dean comenta. - Foi o que ele disse.

- Ele era um bom homem. - Denise diz a ele. - Ele era um jovem deputado, investigando o desaparecimento de Cyrus. Logo que descobriu o que Martin e os outros fizeram, ele... Ele não fez nada. Por que ele também soube o que Cyrus tinha feito.

- Por que não me contou isso? - Cassie pergunta para ela.

- Eu pensava que estava protegendo você. - Denise diz a olhando. - E agora, não tem ninguém para proteger.

- Tem sim. - Elisa diz de repente. Todos a olham.

......

Fora da casa, Dean, Sam e Elisa se encontram no Impala.

- Ah... Minha vida era tão normal. - Sam diz a Dean. - Apenas faculdade, provas, papéis e centros culturais.

- Então, acho que te salvei do tédio existente. - Dean diz com um sorriso a ele.

- É... Só que de vez em quando... Eu sinto falta desse tédio. - Sam diz olhando para frente.

- Então... Esse caminhão matador. - Elisa diz mudando de assunto, se desencostando do carro e parando na frente deles.

- Eu não sinto falta dessa conversa que começa com "Caminhão desgovernado" - Sam diz.

- Certo... O tal de Cyrus e tão mal que infectou até o caminhão dele. - Dean diz.

- Quando ele morreu o pântano se tornou sua tumba e seu espírito ficou adormecido por 40 anos. - Elisa completa.

- Então... O que o despertou? - Sam pergunta.

- A construção da casa dele ou a destruição. - Elisa responde.

- Certo. - Dean concorda com ela. 

- É... Demolição ou reconstrução pode despertar o espirito, deixando ele irritado. - Sam diz. - Tipo aquele teatro em Illinois.

- Sim... - Dean concorda. - É o cara que destruiu a terra da familia Harold Todd. O mesmo cara que manteve o assassinato de Cyrus quieto e não resolvido.

- Então, agora esse espirito despertou e está atrás de sague. - Elisa diz.

- Sim... De qualquer forma vai saber o que os fantasmas pensam. - Dean fala.

- Vocês sabem. - Sam.começa. - Que vamos ter que tirar aquele corpo do pântano, certo? 

- Cara... - Dean diz sem humor para nada.

- Se é o que você diz. - Elisa completa. Em seguida Cassie aparece.

- Oi. - Dean diz a ela.

- Oi. - ela responde. - Minha mãe foi se deitar. E agora?

- Você não pode tirar os olhos dela. - Dean responde. - Nós já voltamos. Nem pena em sair de casa.

- Não vai achando que tem alguma autoridade sobre mim. - diz Cassie a ele com um sorriso. - Eu odeio isso.

Elisa e Sam se olham por num instante, mas desviam o olhar novamente. Dean olha para eles e olha em seguida para Cassie de novo.

- Não saia de casa, por favor. - Dean pede com umanvoz grossa. Cassie da um sorriso para ele. Em seguida eles se beijam, Sam tosse para chamar a atenção do irmão. Este lhe faz um gesto não muito agradável com umandas mãos. Sam e Elisa dão risada.

- Vocês ainda nem entraram no carro. Do que estão reclamando? - diz o mais velho entrando no Impala sorrindo. Os três vão  direção a estrada. No pântano, com a ajuda de um guindaste "pego" por Dean, eles puxam o caminhão preto e enterrado.

- Agora eu sei o que ela viu em você. - Sam diz ao irmão enquanto vão em direção ao caminhão.

- O que? - Dean pergunta.

- Qual é cara... Você só não consegue admitir. Você ainda a ama... - Sam responde.

- Podemos nos concentrar por favor? - Dean pergunta a ele.

- Só estou dizendo, Dean. - Sam diz.

- Segure isso. - ele diz entregando gasolina e um isqueiro a Elisa.

- Tudo bem, vamos terminar logo com isso.- Elisa diz a eles.

- Certo. - Sam e Dean dizem juntos.

Eles vão até o caminhão e Dean abre a porta do motorista, lá há um cadáver apodrecido de Cyrus. Sam faz uma cara de desgosto.

- Certo, vamos tirá-lo daqui. - Dean diz a eles. Os três retiram o cadáver, jogam gasolina nele e em seguida fogo. Eles ficam olhando em cadáver virar cinzas.

- Acham que vai dar certo? - Sam pergunta a eles. 

De repente a frente deles aparece o caminhão preto, as luzes acendem e o motor acelera. Elisa pega na mão de Sam.

- Eu acho que não. - ela responde.

- Então, queimar o corpo não faz efeito nessa coisa? - Sam pergunta.

- Eu garanto que agora... Ele está muito nervoso. - Dean diz a eles.

- Mas o fantasma de Cyrus se foi, certo? - Sam pergunta.

- Aparentemente não a parte que se parece com o caminhão. - Elisa responde. Dean corre até o Impala e entra nele.

- Onde você está indo? - Sam pergunta.

- Dar uma volta. - Dean responde.

- O que?! - Sam pergunta surpreso.

- Vou fazer aquela coisa ir embora. - Dean diz a eles. - Aqueles pedaços de bosta enferrujada, vocês precisam queimá-lo.

- Com o que diabos se queima um caminhão, Dean? - Sam pergunta nervoso. Elisa olha para os lados pensativa.

- Eu não sei... Se virem. - Dean diz dando a partida e acelerando pela estrada. Em seguida o caminhão o segue, Sam pega a lanterna e Elisa pega o diário de John, ela sente que pode ajudar. Cada vez mais o caminhão se aproxima da traseira de Dean. Elisa começa a folhear as paginas, encontra um mapa e o analisa. Em seguida o celular de Dean toca.

- Você tem um minuto? - Sam pergunta.

- Não, eu não tenho um minuto! - Dean grita nervoso enquanto acelera o carro. - O que vamos fazer?!

Imagens vem na cabeça de Elisa de repente, Cyrus... A igreja.

- Espera... Eu já te ligo de volta. - Sam diz ao irmão quando vê Elisa com uma mão na cabeça e expressão de dor. Ele corre até ela. - Você está bem?!

- Me dá o telefone. - ela pede para Sam lhe entregar o aparelho. - Alô, Cassie? E a Elisa. Eu preciso de uma informação e preciso que seja exata.

Depois de receber as informações, Elisa liga para Dean.  

- Dean. - ela diz no telefone. - Tenho uma ideia.

- É melhor que seja boa! - Dean diz nervoso, olhando pelo retrovisor.

- Onde você está? - ela pergunta.

- Eu estou no meio do nada. - Dean diz. - Com um caminhão assombrado na minha cola! E como se ele soubesse que queimei o Cyrus!

- Dean, me escuta.- Elisa pede. - É importante saber aonde você está.

- Estrada Decatur a umas duas milhas da auto-estrada. - ele responde olhando a placa que passa por ele.

- Tudo bem. - Elisa diz enquanto Sam lhe entrega o mapa. - Você dobrou o leste?

- Sim. - ele responde. De repente o caminhão bate com força em sua traseira.

- Filho da Puta! - ele grita.

- Tudo bem... Vite a esquerda. - Elisa diz a ele. Dean vira. - Você fez a volta? 

- Sim, eu fiz a volta! - Dean grita. - Faz essa coisa ir mais rápido.

- Certo, você vê a estrada a sua frente? - Elisa pergunta.

- Não. - ele reponde. - Espera... Sim, sim eu a vejo.

- Tudo bem... Vire a esquerda novamente. - a diz.

- O que? - Dean pergunta. O caminhão fica lado a lado com seu carro. Em seguida ele desacelera o Impala e vira a esquerda por trás do caminhão que continua reto.

- Certo, e agora? - ele pergunta a Elisa.

- Ande exatamente 7|10 de milha e pare. - ela responde.

- Parar?! - Dean pergunta.

- Exatamente 7|10 de milha, Dean! - Elisa grita. Dean faz o que ela manda e vira o carro na direção contrária. O caminhão aparece na sua frente.

- Dean, você está ai? - Elisa pergunta depois de um tempo sem ouvir a voz dele.

- Sim. - ele responde.

- O que aconteceu? - Elisa pergunta.

- Ele está aoenas me encarando. O que eu faço? - Dean pergunta.

- Faça a mesma coisa que está fazendo agora. - ela fala.

Em seguida o caminhão acelera com tudo na direção de Dean. Ele agarra o volante assustado.

- Vamos lá, vamos lá. - Dean pede. Quando o caminhão vai bater com tudo na frente com o Impala, ele é destruído no ar e desaparece. Dean abre os olhos lentamente.

- Dean? - Elisa pergunta no celular. - Ai da está ai? Dean?

- Para onde ele foi?- Dean pergunta olhando para os lados.

- Dean, você está onde a igreja era. - Elisa diz.

- Que igreja? - ele pergunta.

- O lugar aonde Cyrus botou fogobe matou todas aquelas crianças. - Elisa responde. Dean percebe que há algumas partes da parede destruídas ali ainda.

- É... Não sobrou muita coisa. - Dean diz olhando a ela.

- O solo da igreja é sagrado, esteja ela ai ou não. - ela diz. - Pensei que talvez desse certo.

- Talvez? Talvez?! - Dean grita nervoso a ela. - E se você estivesse errada?

- Umm... Honestamente, isso não passou pela minha cabeça. - Elisa responde com um sorriso e desliga o celular, Dean faz o mesmo.

.....

No dia seguinte de manhã os três se reúnem novamente com Cassie na frente da sua casa.

- Minha mãe pediu para agradecê-los de novo. - Cassie diz a Dean. Elisa e Sam vão no carro. - Este adeus está sendo melhor que o outro.

- Bom... Talvez dessa vez seja um pouco permanente. - Dean diz a ela.

- Quer saber? - Cassie pergunta a ele com um sorriso. - Eu sou realista. Não vejo muita esperança para nós dois.

- Bem, eu vi muitas coisas estranhas acontecerem. - ele diz a ela com um sorriso. - Muitas.

- Adeus Dean. - Cassie lhe da um sorriso também.

- Você ver você de novo, Cassie. - Dean diz a ela. Esta concorda com a cabeça. - Vou mesmo.

Em seguida ele a beija. Sam e Elisa apenas olham.

- Ás vezes, eu tenho inveja dele. - Sam diz e Elisa o olha. - Ele consegue ser feliz mesmo fazendo o que faz.

- Você também pode ser feliz Sam. - Elisa diz pomde sua mão em cima da dele. - Você também pode ser feliz assim.

- É... Eu sei. - Sam diz retirando sua mão e colocando em cima da dela. Eles se olham. Sam se aproxima do rosto dela, ele toca em seu rosto. - Mas se não for com você... Não vai ser mais ninguém.

- Sam... Eu... - Elisa o olha com uma expressão triste.

- Tá... Já sei... - Sam diz se afastando. - Você tem seus motivos para não querer se envolver comigo... Mas quais são eles?

Elisa olha para os lados sem saber o que dizer.

- Bom, vamos embora. - Dean diz entrando no carro e os interrompe, Elisa fica aliviada. Em seguida,  eles partem pela estrada.

- Eu gosto dela. - Sam diz ao irmão enquanto dirigi. - Vocês combinam.

- É. - Dean responde. - Você é Elisa também combinam.

Elisa e Sam olham rapidamente para ele.

- Conhecer alguem como ela. - Sam começa. - Senpre faz você pensar se vale a pena deixar tudo de lado, fazer o que fazermos.

 Dean olha Lara Sam com um sorriso carinhoso.

- Ainda acho que você e a Elisa combinam. - Dean diz novamente.

- Dean! - Elisa grita. Sam apenas olha para a estrada a sua frente. Dean pega seus óculos de sol e os põe.

- Me acordem quando for a minha vez de dirigir. - Dean diz a Sam. Este lha da uma risada sarcástica. Elisa olha para janela e Sam acelera para outra aventura.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Desculpem os erros ortográficos.
Até ♥


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