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História Apaixonado Pelo Meu Primo - Capítulo 6


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Notas do Autor


instagram: @byelsobrinho

Capítulo 6 - 06


Nicolas

Danilo disse que iria estacionar. Decidi ficar dentro do carro. Ele dirigiu um pouco mais para frente, até que ele vira para o lado direito e entra em um canto onde tinha várias motos, carros e bicicletas. Um típico estacionamento. Abri a porta do carro e Danilo desce ativando as travas de segurança. Fiquei esperando ele vir em minha direção, até que ele passa na minha frente. 

— Danilo, poderia me levar na diretoria? — Perguntei com um tom de voz baixo.

Ele se virou para mim e disse. — Vá você sozinho. Não vou ser sua babá aqui no colégio. — Ele fala indo na direção de alguns garotos.

Passei na frente dos mesmos e alguns começaram a falar besteiras.

— Olha o viadinho passando na nossa frente. — Disse um de cabelo preto.

— Parece que ele não tem medo de voltar para casa de cadeira de rodas não. — Falou outro.

Começaram a rir e eu viro à esquerda, entrando finalmente naquele colégio. Na minha vista, o colégio era enorme, tinha vários quadros nas paredes e alguns troféus. Fui até a um quadro que tinha um troféu ao lado. Olhei um pouco mais para foto e percebi que Danilo estava nela.

— Esses são os jogadores do Nosso time. 

Aquela voz me deu um susto tão grande que quase quebrei o vidro que protegia o troféu.

— Desculpa, não foi minha intenção te assustar. — Um garoto um pouco mais alto que eu fala. 

— Meu nome é Rafael. — Ele fala estendendo sua mão e dando um sorriso. 

Fiquei com um pouco de receio, até que aperto a sua mão.

— O meu é Nicolas. — Falei tentando forçar um sorriso.

— Você é novo por aqui? Nunca tinha visto você.

Afirmei com a cabeça e me lembro de algo.

— Poderia me levar até a diretoria? Gostaria muito de saber quais eram os meus horários e minha sala. — Falei.

— Claro, vamos.

O colégio era enorme, eu pensava que iria chegar rápido na diretoria, só que foi um pouco demorado. 

— Essa aqui é a sala do diretor.

— Obrigado. — Falei batendo na porta.

Não demorou muito para que o diretor me mandasse entrar. Quando entro percebo que ele estava procurando algo debaixo da mesa, e escuto uma pancada. O Diretor sai debaixo da mesa bem rápido.

— Desculpa pelo inconveniente. —  Ele fala dando um sorriso Colgate. 

Não parecia ser um direto de muita idade e sim um garoto de 24 anos. Fiquei encarando ele com uma cara de surpreso.

— O que Foi? Tem alguma coisa no meu rosto? — Perguntou ele passando as mãos em seu rosto. 

— Não, não. É porque você parece ser tão jovem.

Ele deu um sorriso e disse. — Eu sou jovem. Tenho 25 anos. — Fala tentando se ajeitar na cadeira.

— Sente-se aí.

Me sentei e fiquei o encarando um pouco mais. 

— Bom, você deve ser o Nicolas não é mesmo?

Só confirmei com a cabeça.

— Espere só um minutinho que eu irei pegar o seu horário com o número de sua sala. — Fala se levantando e indo na direção de um armário de ferro. 

Ele gira a chave e tira uma papelada de dentro do armário e volta a se sentar em sua mesa.

— Pronto, aqui está. — Falou ele arrancando um papel preto com algumas letras brancas e entregando para mim.

— Tenha um bom dia e mande um beijo para sua tia. — Fala se levantando e colocando os papéis no armário. 

Me levantei calmamente e fui até a porta com uma cara de espantado com a idade do diretor. Quando abro a porta, me deparo com Rafael em pé na minha frente.

— Você está bem? — Perguntou ele me olhando com uma cara estranha.

— Sim. 

— O que foi que o diretor te disse? — Perguntou ele me olhando.

— Ele disse que tinha 25 anos. — Falei me escorando na parede.

Rafael deu um sorriso. — Quando ele tinha 23 era mais assustador.

23? Como é que ele conseguiu virar diretor tão rápido assim?. Decidi sair desses devaneios e ver o que tinha escrito naquele papel.

— Não estou entendendo nada.

Rafael tirou o papel das minhas mãos e começou a olhá-lo. 

— Sua sala é a 5A, e seu horário de hoje é história, geografia, matemática e matemática. — E me entrega o papel.

— Vamos, eu te levo até o 5A. — Ele me puxa pelo braço.

Danilo

Ele ainda queria que eu levasse ele para a diretora. Só poderia estar de brincadeira com a minha cara mesmo. Avistei meus amigos de longe. Nicolas passa em nossa frente e Doug fala. — Olha o viadinho passando na nossa frente.

Logo chegou a vez do Lucas falar. — Parece que ele não tem medo de voltar para casa de cadeira de rodas. 

Os garotos começaram a rir e Nicolas vira à esquerda entrando no colégio.

— Quem é esse garoto Dan? — Perguntou Lucas.

— Esse é o famoso garoto que perdeu a mãe em um acidente. Meu primo.

— Então é ele que está em sua casa? — Perguntou Caio.

— É, e ainda tenho que escutar esse viadinho de porra chorar à noite inteira.

— Hmm, então quer dizer que à noite foi quente, não é? — Perguntou Doug.

— Sai fora Doug. Nem sou tu pra ficar comendo os viados aqui do colégio.

Os garotos começaram a rir e Douglas fecha a cara para mim.

— O treinador disse que queria a gente no ginásio na aula de física. — Disse lucas.

— Ainda bem, odeio as aulas daquela gorda filha da puta. — Falei com uma cara que nem eu sabia que conseguia fazer.

— Parece que o time dos Ruffes'ts vai jogar esse ano.

— Vai ser como no ano retrasado. Vai perder feio para a gente de novo.

— Cara, estão dizendo que agora eles melhoraram pra caramba, até conseguiram vencer dos Dongles. — Caio fala.

— Está com medinho Caio? Se quiser eu falo com o treinador para ele te tirar dessa semifinal. — Falei.

Até que escuto o sino tocar, e percebe que alguns alunos estão indo na direção de suas salas.

— Vamos, as aulas já vão começar.



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