História Apaixonados e Insanos - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Alcoolismo, Apaixonados, Bebidas, Colegial, Daegu, Depressão, Drogas, Fanfic, Festa, Homofobia, Insanos, Jikook, Longfic, Loucura, Morte, Namjin, Palavras De Baixo Escalão, Seul, Vmin, Yaoi, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 84
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 10 - Extra " Jin "


Fanfic / Fanfiction Apaixonados e Insanos - Capítulo 10 - Extra " Jin "

Sábado, 20:46...
                                              Daegu-
                                         Seokjin

        As pessoas dizem que velórios são feito para os mortos, mas não... Triste iludido, o velório é feito para os vivos.
         Mortos não precisam de uma festa comemorando sua morte. Eles não sentem, eles não falam, eles não vivem mais.
        Então não tem como eles curtir, certo?
        O velório acolhe pessoas para se despedir pela ultima vez de um ente querido. Mesmo que você não tenha contato frequente com elas, mesmo que você nunca as tenha visto na vida, elas sempre aparecem!
       Foi o que eu percebi no dia do enterro do meu pai. Todos estavam lá e isso era estranho pra mim. Via as pessoas, presenciava suas falsas tristezas, tão incontentáveis e exageradas que chegavam a fazer escândalo pra chamar atenção. Era deplorante. Como se importassem de verdade com o morto que estava sendo velado.
        Falsos, hipócritas, mesquinhos insolentes que só souberam se aproveitar das bondades do meu pai.
        Bando de víboras que não respeitaram nem mesmo meu direito de ficar sozinho naquele momento. Eu com certeza tinha todo o direito de ficar longe de gente tão avarenta quanto os meus parentes.
         Sempre soube que falavam mal do meu pai.
         Seus próprios familiares, além de aproveitadores, sempre o caluniando...
          A maior das atrozes do qual já o acusaram foi dele se aproveitar de uma garota que seria muitos anos mais jovem que ele.
        Minha omma...
        Ele tinha 38 enquanto ela apenas 17.
        Mas não foi um aproveitamento. Eles se casaram, viveram uma vida. Meu appa amara de verdade minha mãe.
        É uma pena que não havia durado, só o amor pareceu não ser o suficiente pra mante-la atada a ele.
         Appa nunca fora um homem despótico. Era tranquilo e empático, por isso sempre acusavam que sua falta de dominação sobre as coisas fora a causa que levara sua família à se desmanchar. Nunca concordei com eles.
      Papai era o melhor appa  do mundo e um ótimo marido também.
      Ouvia outros dizerem que se ele a amasse de verdade nunca a teria deixado partir, mas pra mim se meu  pai a deixou ir, era porque realmente a amava e queria sua felicidade.
       É apenas uma pena que ela não a tenha a encontrado...
       Estava na banheira do meu quarto suite, banhado a base de alguns sais aromáticos que eu sabia o quanto em particular Namjoon gostava.
        Bom, dali a poucas horas me encontraria com ele para sairmos e de acordo com a descrição de seus planos receberia a surpresa que ele andava tanto planejando pra mim. Reparei que ele escolhera a data de hoje justamente por ontem eu estar meio deprê. Ontem meu pai completava seis anos de falecimento e ainda era difícil acreditar.
        Uma das pessoas que mais amei  havia me deixado.
        Na verdade, mais uma.
        Naquela manhã acordei um caco, como em todos os mesmos dias de cada ano. Eu acabava me lembrando do meu pai em meia madrugada e chorava a noite toda, as vezes baixinho pra que Nam não me ouvisse e acordasse preocupado.
         Nammie..
         Estava tão mal pelos últimos tempos em que me mantive meio distante dele por conta da morte do meu pai. Mesmo com tudo, ele continuava ao meu lado, sendo paciente comigo, sendo a base psicológica que andei precisando pra enfrentar toda essa situação. Eu o devia muito e por isso não contestei seu pedido de sair aquela semana... eu lhe devia ao menos isso de consideração.
        Recordo-me do pôs-depressão que acarretei há 6 anos atrás - pôs porque eu já estava debilitado com aquele sentimento muito antes de meu pai morrer. Toda a estadia dele dentro de um quarto de hospital com máquinas ligadas a seu corpo fora uma experiência que acabara comigo. Eu me mostrava forte em sua frente mas quando chegava em casa admitia o caco que eu realmente estava.  Eu não conseguia comer sem pensar que ele não podia fazer o mesmo pelo seu diagnóstico.
            Quando fora constatado eu ainda não sabia. Meu appa escondera de mim dando outras atribuições à todos os mal-estás que eu presenciava. Mas uma tarde ele não pode mas esconder. E eu descobri da pior maneira possível que tinha pouco tempo com meu pai.
  Depois de tudo fora difícil pra mim passar as primeiras semanas dentro daquele casarão onde tudo lembrava dolorosamente ele, quando sua presença eu não tinha mais. Eu quase não saia do meu quarto e  quase não falava com Namjoon, mas mesmo assim ele intendia e respeitava meu espaço. Mas admito que até eu mesmo cheguei a ficar insuportável. Eu estava tão deprimente que contagiava qualquer um com minha tristeza e o Nam não aguentava mais isso.
        Lembro que no dia que ele resolveu tomar uma atitude quanto à mim ainda vivíamos no antigo sobrado, que era bem afastado da civilização,- isso me fez me sentir mais isolado aliás - mas à alugamos não muito tempo depois para meu "próprio bem" como ele mesmo me consolara e nos mudamos para o centro urbano, alugando um dúplex  na área de classe média alta.
         Estávamos a pouco mais de 5 anos vivendo ali, e poderia dizer que viver longe do casarão era bem melhor e menos sufocante do que eu esperava.
        Consto as horas no relógio presente numa prateleira do banheiro e me assusto ao ver o quanto estou atrasado, prometi me encontrar com Nam as 09:00 no restaurante e mal estava arrumado. Rapidamente levanto tomando uma das toalhas estendidas. Me cubro e saio imediatamente do banheiro fazendo uma molhadeira até o chão do quarto. Aff, depois eu seco.
        Sigo para meu closet buscando as peças de roupa que eu havia separado para a ocasião. Me distraia com uma música qualquer que havia vindo em minha mente quando escuto o telefone tocar. Ah, merda.
        Quem será num momento desses?
       Caralho, só me ligam quanto eu tô ocupado!
        Passo pela porta do meu quarto seguindo para o andar de baixo. Acabei descendo em pulinhos os degraus da escada com um sorriso aflorado no rosto ao  pensar que seria Namjoon todo acuado ao admitir que teria quebrado mais uma vez seu celular e sem saber meu número novo de cor acabou tendo que ligar para o fixo mesmo. Acabei me apressando mais pelos toques incessantes e quando atendi de uma vez até um pouco irritado pela impaciência do ser do outro lado, grito:
       - O QUE É?
       - A-alô?
        Por um momento arqueei a sobrancelha, a voz não era do meu Nam.
        Acabo ficando sem graça pelo modo que atendi o estranho do outro lado, já que sua voz não era nada familiar.
        - Ah... desculpe.- cabisbaixo não sabendo onde por a cara de tanta vergonha.
         - Eu... queria falar com Kim Kyato.
          Meu coração pareceu ter parado por um momento. Ele queria falar com meu pai?
         - Ele...não estar- noto minha própria voz se embargar de uma hora pra outra- Por quê? Quem quer falar com ele?
        - É... Park Jimin.
        -...Park... Jimin?
        Sim, eu conhecia esse nome-principalmente o sobrenome. Meu pai havia me contado sobre a outra família. A família da minha mãe da qual ela atribuirá o "Park".
Eles *rs*. A segunda família de Park Zaeji que ela formou e escolhera para ficar e nos abandonar - Eu e papai.
E seu fantasma volta para me atormentar. Encarnado num garoto de prováveis 18 anos que de alguma forma conseguira meu telefone.
Mas o que ele queria?

 


Notas Finais


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E o Jin apareceuuuu 😍😍😍😍😍 amoooo Omma Jin, o melhor do mundo ❤❤❤ espero que tenham gostado do extra >_< e lembrem-se: ele não é um bônus. São partes da história vistas em outro ângulo. Acho que com esse extra vcs já se deram conta de alguma coisa né rsrdesrs 😏
Pra quem se sentiu confuso esse extra esta adiantado no horário. A coisa da ligação aconteceu no sábado à noite, mas eu começarei relatando normalmente no próximo capítulo o que aconteceu na manhã e tarde desse dia, antes de Jimin ligar pro Jinnie, certo rsrsrrsrs
Amooooo vcs
Chu Chu ⌒.⌒
___________
© EvyMi18


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