História Aparências - Capítulo 16


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Aparências, Nabrina, Nalya, Nathloé
Visualizações 107
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, gente! Sentiu minha falta? Pois eu voltei, com mais um capítulo novo!

Boa leitura e nos vemos lá embaixo? ❤

Capítulo 16 - Capítulo 16


Fanfic / Fanfiction Aparências - Capítulo 16 - Capítulo 16

Aparências

Capítulo 16


(…)


Nathanael, realmente, devia ter suspeitado quando Marinette apareceu na porta de sua casa, para que fossem ao colégio…

Quando apareceu sozinha.

Mas, como sempre, Nathanael foi inocente demais para não suspeitar da amiga. E nem das perguntas sugestivas sobre namoradas e a sua solteirice.

Por segundos, ele achou que tudo tinha ido a baixo e que, a qualquer momento, ela iria contar a ele que descobrira sobre seus sentimentos por ela.

Mas, não. Era bem pior que isso.

Ele quase gemeu de forma descontente ao perceber que estava sendo guiado para a mesa dos casais… Acompanhado.

Ao seu lado, estava Juleika, ao lado de uma Alya estranhamente mais feliz que de costume. Nem sinal de Nino ou Adrien.

Algo ali estava extremamente errado.

-- Vamos nos sentar? -- Marinette sorriu, quase que de maneira inocente.

-- Certo. -- Juleika assentiu.

Sem alternativas, Nathanael sentou-se com eles.

O garoto apertou o saco de caneles recém comprados.

Havia combinado com Chloé no dia anterior de que iria comprá-los desta vez, quando fossem sentar nos fundos da escola durante o intervalo.

O que lhe lembrou que Chloé poderia já estar esperando-o no lugar.

Tinha que arranjar um jeito de sair dali, ou Chloé arrancaria sua cabeça.

Sentaram-se os seis, enquanto via Marinette e Alya se olharem, parecendo extremamente cúmplice.

-- E então, Nath, como a sua mãe tem estado? -- Perguntou Marinette, forçando-o sair de seus pensamentos. -- Não temos nos falado muito estes dias...

Nathanael sorriu.

-- Bem. -- O ruivo deu de ombros. -- Para mais no hospital que em casa, mas diria que bem.

-- No hospital? Sua mãe é doente? -- Juleika arregalou os olhos.

-- Não, não, por Deus, não! -- Ele negou, rapidamente. -- Mamãe é enfermeira. Só isso. Nada de doença.

-- Oh, sim. -- Ela sorriu. -- Fico feliz que sua mãe não esteja doente... Imagino que não seja algo que gostaria de passar.

Ele assentiu, com um sorriso de canto.

-- Realmente, não é.

Alya sorriu.

-- E então, Juleika, como está a vida? -- Nathanael sentiu Alya olhar para ele, sugestivamente. -- Namorando? A gente também não se fala mais um tempo.

-- Ah, não. Já tive alguns lances com um ou outro, mas nada muito duradouro. -- Ela admitiu. -- Eu estou de olho em outra pessoa.

E desta vez, ele sentiu o olhar da garota de cabelos roxos vindo em sua direção, mesmo que de maneira rápida.

OK, aquilo estava tomando um rumo bem estranho.

-- E você, Nathanael? -- Alya encarou. -- Também solteiro?

O garoto arregalou os olhos, sentindo a espinha gelar.

-- Como? -- Ele disse, com a voz falha.

-- Eu perguntei se não tem ninguém, Kurtzberg. -- A garota foi direta. -- Porque, você sabe, a Juleika também está solteira… Não é, Ju?

-- Bem… -- A garota corou, olhando para Nathanael de maneira sem graça. -- Sim?

E então, ele soube exatamente o que se passava: Marinette e Alya haviam armado aquilo tudo.

Ou melhor: Alya tinha. Porque ele conhecia muito bem Marinette para saber que a mestiça não havia percebido o quão deslocado ele estava no meio dos dois casais.

E tinha mesmo de ser Juleika?

-- E-Eu preciso ir… -- Ele disse baixo, se levantando de súbito.

-- Ir? Para onde? -- Marinette se apressou em falar. -- Tem alguém para encontrar agora!?

Nathanael sorriu.

Ele sabia que aquilo não era, realmente, preocupação, e sim medo do plano das duas ter ido a baixo. Marinette preocupava-se sim, com ele. Fora isso que a fizera colocá-lo naquela constrangedora situação.

Mas, felizmente, Chloé salvava sua vida novamente. Que coincidência, não?

-- Na verdade... -- Ele a encarou. -- Eu tenho sim.

Alya e Marinette arregalaram os olhos.

-- E onde essa pessoa tá, afinal? -- Alya arqueou a sobrancelha.

Ele olhou pelo refeitório, procurando a pessoa desejada.

E viu exatamente a pessoa que queria cruzando o refeitório, indo em direção à cantina.

Provavelmente, o procurando para um assassinato lento e doloroso.

Ele sorriu.

-- Ali. -- Ele apontou para a garota. -- Vou chamar… Formiguinha!

A garota olhou para ele de olhos arregalados, como se perguntasse o que diabos ele estava fazendo… Ou se queria perder a vida, claro.

Mas foi só fitar a mesa onde ele estava, que ela percebeu o que estava acontecendo. Parece que alguém havia entrado em uma enrascada...

Então, ela abriu um sorriso, levantando o braço graciosamente.

-- Chloé Bourgeois!? -- Alya se engasgou.

Ele sorriu para as garotas na mesa.

-- Desculpa, gente. Eu tenho que ir. -- Ele se desculpou de maneira desajeitada, se levantando da mesa e indo até a loura com um saco de caneles quentinhos que nenhuma das garotas se dera conta de estarem ao lado dele.

-- Aquilo eram caneles? -- Marinette indagou, surpresa.

-- Eu gosto de caneles… -- Murmurou Juleika, tristonha.

-- Eu também! -- Marinette sorriu, alheia. -- Espera, que cara é essa? Aconteceu alguma coisa…?

E tudo o que Alya pôde fazer, foi bater a mão na própria testa e suspirar.

O plano dera errado e estava mais claro que água.


(…)


Ele suspirou, aliviado enquanto os dois se sentavam nos fundos da escola.

-- Tá legal... Aquilo foi bizarro. -- Ela declarou. -- Te dou cinco minutos para me convencer a não te bater ou gritar com você… Valendo.

Ele abaixou a cabeça.

-- Alya e Marinette... -- Ele riu. -- As duas armaram pra mim.

-- Armaram? -- Chloé franziu as sobrancelhas.

-- Sim. -- Ele assentiu. -- Você deve ter percebido que Juleika também estava lá, certo?

Ela assentiu e então, seu cérebro rapidamente maquinou tudo.

-- Oh, caramba! -- Ela riu. -- Armaram mesmo pra você!

-- Eu que o diga... -- Ele murmurou.

-- É por isso que Nino e Adrien não estavam lá, né? -- Nathanael assentiu. -- Nossa, eu poderia esperar isso de todos, menos da Marinette...

-- Não foi Marinette. Ao menos, não sozinha. -- Ele negou, com um sorriso. -- A mente maligna por trás das duas é sempre a Alya. Marinette é a que tira conclusões precipitadas.

A garota assentiu.

-- Entendo. -- Chloé mordeu seu canele. -- Mas, nesse caso, por quê fugiu?

-- Hã? -- Ele arqueou uma sobrancelha.

-- É que, sabe, as duas terem armado não é ao todo ruim. E nem a Juleika ter estado lá. -- Ela foi sincera. -- Você sabe, acabou de levar um fora. Outra pessoa na sua vida amorosa seria legal... Mesmo que seja a Juleika.

Ele riu

-- Não quando se tem um amigo que gosta dela. -- Chloé arregalou os olhos. -- Digamos que, esse amigo é apaixonado pela Juleika.

-- Wow…

-- E seria um grande problema se eu me envolvesse com ela desse jeito. -- Ele riu.

Chloé o encarou.

-- Bom, teria sido um problema mesmo. -- Foi direta. -- Porque ela gosta de você.

Nathanael arregalou os olhos.

-- Como é?

Ela riu.

-- Uma garota sabe quando a outra está afim de um cara, Nathanael. -- A loura afirmou. -- O olhar que ela estava te lançando, não era o de uma pessoa que quer simplesmente ser amiga da outra. Aquilo se chama olhar de admiração. E era com o mesmo olhar, que você encarava Marinette​.

Nathanael corou.

-- Vocês garotas são rápidas... -- Ele murmurou.

-- Excluiu a Marinette desta lista? -- Perguntou, de maneira inocente.

-- Chloé! -- Ele ralhou.

Entretanto, algo aconteceu. Os dois se encararam e, em vez de começarem uma discussão feia, Chloé deu risada. E em seguida, o fez dar risada também.

No final, os dois concordavam que Marinette era realmente avoada.

-- Achei que ia brigar comigo. -- Ela disse rindo.

-- Contra fatos, não há argumentos. -- Ele riu. -- Marinette é uma ótima pessoa, entretanto, é bem lenta. Ela nunca que iria perceber uma coisa destas em relação à Juleika.

-- Mas a Alya percebeu. -- Chloé lembrou.

-- A Alya percebeu. -- Ele concordou.

Chloé o encarou, com um sorriso suspeito.

-- Você está ferrado.

Ele franziu as sobrancelhas ruivas.

-- Por que?

-- Alya não vai desistir desse plano, Nathanael. E pelo pouco que entendi, Marinette também não. -- Ela revelou. -- Marinette deve acreditar firmemente que o problema é estar solteiro, então, elas não vão te deixar em paz até que a sua situação mude.

Ele abriu a boca, tentando contestar. Entretanto, a versão de Chloé fazia sentido.

-- Aaaah, por que vocês garotas são assim, hein? -- Ele gemeu. -- Isso é complicado, poxa!

A garota riu.

-- Acho que isso já vem da nossa natureza.

Ele a olhou, ultrajado.

-- Você acha!? -- Ele exclamou, a fazendo gargalhar. -- Neste caso, acho que não terei outra escolha...

Ela o encarou.

-- O que pretende fazer, neste caso? -- Indagou.

-- Aceita lanchar comigo em todos os intervalos? -- Ele indagou.

A garota pareceu ponderar.

-- Vai ter caneles?

Ele sorriu.

-- Quantos você quiser.

-- Nesse caso… -- Ela lhe deu um tapa.

-- Ai! -- Ele gemeu, massageando o braço esquerdo onde foi desferido o tapa. -- Por que?

-- Por ter me chamado de formiguinha em público! -- Ela exclamou. -- Sabe como isso é constrangedor!?

Ele piscou os olhos, a encarando.

-- Em público? -- Indagou, sorridente. -- Então quando estivermos sozinhos, pode?

-- E-Eu não disse isso! -- Ela cruzou os braços e virou para o lado, com as bochechas infladas. Aquilo foi adorável.

-- Você é fofa. -- Ele soltou, a fazendo fitá-lo, vermelha.

Ele não soube dizer se era de vergonha ou raiva.

-- Não sou nada… -- Ele sorriu. -- Já disse que não… Oras, pare com isso!

Ela cruzou os braços novamente, fazendo um biquinho.

Novamente, não havia outro modo de descrever isto, sem ser com a palavra "adorável".

Então, Nathanael gargalhou. E, é claro, levou mais um belo tapa. O que não o impediu de rir mais.

Não tinha dúvidas, Chloé era uma menininha adorável, mesmo que arrogante, ainda sim; adorável.


Notas Finais


Aqui termina esse capítulo recheado de cenas Nathloé. Espero que tenha gostado tanto quanto eu!

Até o próximo capítulo. ♪


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