História Apartment 17 - Jaehyun (Nct) - Capítulo 15


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, XiaoJun, YangYang, Yuta
Tags Chenle, Fanficjaehyun, Fanfickpop, Fanficnct, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Nct, Nct127, Nctdream, Nctu, Popular, Taeil, Taeyong, Yuta
Visualizações 242
Palavras 1.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem os erros. Boa leitura. 💕

Capítulo 15 - I'll be there for you


Fanfic / Fanfiction Apartment 17 - Jaehyun (Nct) - Capítulo 15 - I'll be there for you

Volto para o hospital depois de alguns minutos, sentando em uma das cadeiras, já que Jaehyun e a mãe estão com o homem.

Cochilo com a cabeça encostada na parede, despertando ao escutar um choro alto.

Meu coração bate forte, olho para a mulher que cobre a boca com as mãos, enquanto três enfermeiras entram no quarto 12.

Logo o garoto abraça a mais velha, sem deixar uma lágrima sequer escapar, tentando dar forças a ela.

Nesse momento pude ter certeza, Sr. Jung havia deixado seu filho e sua esposa.

Não sei se é o momento certo para que eu me aproxime, por isso, permaneço sentada, encarando o chão, tentando manter as lembranças longe dos meus pensamentos.

Sra. Jung é levada a uma sala, recebendo um calmante em sua veia para que a situação não piore.

Observo Jaehyun agachado com as costas na parede em frente ao quarto, suas mãos cobriam o seu rosto.

Ando em sua direção, sentando ao seu lado no chão. Sutilmente, o puxo, fazendo com que se encaixe em meus braços, seu rosto afunda-se em meu pescoço.

— Eu sinto muito, Jae. - não consigo dizer nada além, sentindo suas lágrimas molharem minha camiseta.

Apenas seus soluços quebram o silêncio presente no corredor. Aperto seu corpo em um abraço que parece tentar acabar com aquela dor.

Quase uma hora se passou, levanto-me, ajudando o garoto a fazer o mesmo. Sentamos perto da recepção, esperando os inúmeros papéis que precisam ser assinados.

O mais velho havia parado de chorar, agora, com os cotovelos apoiados em suas coxas, encara o médico que anda em nossa direção.

— Precisamos de alguém que seja maior de idade para assinar. - Jaehyun  concorda, seguindo o homem.

Lamento cada segundo pela situação, sentindo um aperto em meu peito ao saber sobre a dor que ambos estão sentindo.

Após alguns minutos, o vejo voltar.

— Preciso esperar a liberação do corpo. - fala baixo, voltando à cadeira - Pode ir para casa, Luna, eu pago a passagem. Você não precisa passar por esse momento mais uma vez.

— Prometi que estaria ao seu lado. - seguro sua mão, entrelaçando nossos dedos, enquanto seus olhos inchados encaram os meus - Não irei voltar para casa.

O garoto deita sua cabeça em meu ombro, apenas aceitando minhas palavras.

— Obrigado. - diz como em um sussurro.

— Não precisa agradecer. - beijo o topo de sua cabeça - Amigos devem cuidar um do outro, nos momentos bons e ruins.

— Desculpa por tudo que fiz, sinto-me ainda pior por lembrar da maneira como lhe tratei por tantos meses e... - interrompo sua fala, fazendo o mais velho encarar-me.

— Passou, Jae, fique tranquilo. Já vivemos muitos momentos que apagaram tudo que aconteceu antes. - sorrio sincera, selando seus lábios, sussurrando as últimas palavras - Iremos viver o que o futuro tem preparado para nós e nosso passado não conseguirá interferir.

Seu pequeno sorriso naquele momento demonstra tanta dor escondida que não consigo correspondê-lo, apenas passo minha mão por suas bochechas.

(...)

Domingo de manhã, o corpo está sendo velado, o garoto não sai um minuto sequer do lado do caixão. Olhando a cena, pareço ver-me nele quando perdi meu pai.

Após algumas horas, todos caminham até o local em que seria enterrado. Lamento profundamente ao escutar o barulho da terra indo de encontro a madeira.

Permaneço distante, enquanto o filho e a esposa estão abraçados.

Nesse momento apenas penso em algo: Não deixarei que os sonhos de Jaehyun sejam enterrados juntos de seu pai.

Estarei ao seu lado lhe dando forças, Jae, eu prometo.

Afasto-me com os familiares e amigos, deixando apenas os dois no local. Sei que é um momento que precisam estar juntos.

Pela primeira vez no dia, retiro meu celular do bolso, vendo mais de dez chamadas de Jane e Lucas.

Ligo para o meu amigo, sendo atendida de imediato.

— O que aconteceu com vocês? - pergunta irritado - Por que sumiram?

— O pai dele faleceu. - digo baixo.

— Eu sinto muito. - responde, suspirando alto - Onde vocês estão?

Passo o endereço, escutando dizer que iria até o local, encerrando a ligação.

Vejo Jaehyun e a mãe saindo do cemitério, indo de encontro a alguns familiares.

Ligo para Jane.

— Desculpa por não avisar sobre nada que aconteceu, mas... - sou interrompida.

— Tudo bem, amiga. Lucas e eu estamos indo para encontrar vocês.

— Quero passar o máximo de conforto para ele, mas não sei se sou capaz. - afirmo, sentindo meus olhos se encherem - Você sabe o quanto a perda do meu pai ainda me machuca.

— Fique tranquila. Sei que Jae é grato apenas por estar ao lado dele.

Sinto as lágrimas rolarem por meu rosto, secando rapidamente para que ninguém veja.

Encerro a ligação ao ver o garoto acenar em minha direção. Caminho devagar, vendo que se afasta de sua família, enquanto sua mãe é consolada.

— Desculpa, mas eu não sei o que dizer. - afirmo baixo, o abraçando.

— Apenas sua companhia já me faz bem, Luna. - fala, enquanto apoia de leve seu queixo em minha cabeça.

Passamos alguns minutos assim, era como se nossos corpos insistissem em tentar acalmar um ao outro.

Todos decidem ir para a casa da mulher, entro em um dos carros da família, segurando a mão do garoto.

Ao chegarmos, o clima é tão pesado que chego a desesperar-me apenas por entrar no local.

Volto para o quintal, tentando acalmar-me, observando as flores do grande jardim.

Recebo uma mensagem de Jane, avisando que haviam chegado. Saio, passando pelo portão, vendo o carro.

A garota corre em minha direção, abraçando-me apertado, logo Lucas a segue.

— Os familiares dele estão juntos, irei chamá-lo. - digo, soltando-me.

Entro novamente, aproximando-me do mais velho, o puxando para fora.

Ao ver ambos, os abraça, agradecendo por estarem ali.

— Meus pêsames. - a garota diz, enquanto passa a mão por suas costas.

— Eu sinto muito. - o mais novo diz sincero, enquanto o outro agradece.

— Obrigado por virem até aqui. - fala com algumas lágrimas brilhando em suas bochechas vermelhas.

— Não sei se deveria, mas conversei com o Yuta sobre a situação. Ele disse que você não precisa ir ao trabalho essa semana. - minha amiga o conforta, arrumando seu cabelo.

— Podemos conversar? - pergunta baixo, enquanto apenas concordo, o seguindo.

Sou levada ao seu antigo quarto, sento na cama, sem reparar no local.

— Desculpa por lhe fazer passar por essa situação. - acomoda-se ao meu lado, segurando minha mão.

— Não precisa se desculpar. - suspiro, deitando minha cabeça em seu ombro - Isso que os amigos fazem, não é?

— Promete que irá me apoiar em todas as minhas decisões? - apenas o encaro, sem concordar - Não sei se poderei voltar.

— O que? - pergunto séria.

— Minha mãe precisa de mim, não posso deixá-la. - deita na cama, cobrindo o rosto - Prefiro deixar tudo e permanecer ao lado dela.

— Não, Jae. Podemos encontrar uma outra maneira. - digo, enquanto algumas lágrimas insistentes escapam.

— Por que está chorando? - seca meu rosto, abraçando-me de lado.

— Não posso deixá-lo desistir de tudo mais uma vez. - desvio o olhar - Prometi ao seu pai que estaria ao seu lado, mas não é apenas por isso.

— Sua vida voltará ao normal.

— Eu não quero, Jae. Você faz parte da minha vida, então, o normal acontece quando está comigo. - digo sincera - Não é o momento certo para essas decisões.

— Luna, não... - interrompo sua fala, levantando-me, o puxando.

— Não pense nisso agora, por favor. - peço, selando seus lábios.

Saímos do local, voltando para rua, onde estavam nossos amigos.

Enquanto Lucas conversa com o garoto, Jane puxa-me pelas mãos até o carro, abrindo a porta, entrando.

Ao sentar no banco, toda minha tristeza parece vir a tona. Abaixo a cabeça, chorando.

— Ele quer desistir de tudo. O que eu faço? - pergunto em meio aos soluços.

— Jaehyun está agindo pela emoção, não leve em consideração as decisões que ele pretende tomar. - passa as mãos pelas minhas costas.

— Não quero perdê-lo e ver que deixou o trabalho e a faculdade. - choro alto.

— Posso ser sincera? - continua quando a encaro - Ele gosta de você, sei que será a única que poderá impedí-lo de desistir. Já o escutei diversas vezes dizendo para o Lucas o que sente, mas prefere não demonstrar porque disse que a relação que existe entre vocês é diferente. Aliás, melhor do que esperava.

— Esse não é o problema agora. - apoio minha cabeça no banco, suspirando alto enquanto seco meu rosto.

— Ele não é próximo da família então, agora, têm apenas a mãe, você, eu e o Lucas. - afirma sincera - Daremos um tempo para que decida, mas sei que encontraremos uma maneira para que não nos deixe. Fique tranquila.

Permanecemos alguns minutos, até que eu estivesse calma.

Saímos, indo ao encontro dos dois que conversam apoiados no muro da casa.

O mais novo passa a mão em meu ombro, beijando minha bochecha, dizendo baixo para que eu seja forte.

Apenas concordo, andando até Jaehyun o abraçando de lado.

— Sei que é um momento ruim, mas conte com a nossa ajuda, amigo. - Jane diz sincera.

— Encontraremos uma maneira para que não precise deixar nada e nem ninguém. - Lucas sorri.

Agradeço mentalmente por tê-los ao nosso lado, feliz por saber que temos com quem contar nesse momento.


Notas Finais


Ai, gente, que vontade de abraçar o Jae, estou tocada por esses momentos.

Gosto tanto de escrever essa fic.

Espero que tenham gostado. 🥰


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