História "apenas a morte" - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Morte, Romance, Sequestro
Visualizações 1
Palavras 652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Qual será essa vida que Laila insiste em manter em segredo????

Capítulo 2 - De volta ao "inferno"


Fanfic / Fanfiction "apenas a morte" - Capítulo 2 - De volta ao "inferno"

Mal levantei e Mateus perguntava sobre o tal que apareceu no dia anterior:

— Não sei, não estava aqui.

— Sabe sim, ele te conhece. — insistiu.

— Qualquer um é capaz de saber um nome. Talvez fosse um vendedor. — eu comecei a imaginar quem poderia ser mas ele não faria isso, não assim.

— Que parte de assunto particular não ouviu? — Começou a ficar irritado, algo não tão incomum.

— Eu não tenho culpa tá bem?! Ou acha que tenho bola de cristal pra saber todos que batem na porta! 

— Ele ficou surpreso com o nome dela. — falou muito calmo enquanto me encarava.

Só isso faltava para ter certeza. Fui em direção a porta com um frasco de perfume, que ia para mala, na mão.

— Ficou surpresa é? — provocou. — Anda Laila quem é?

— kine, kine, kine... — disse tão baixo que nem eu ouvia direito. Em Murian quer dizer "não".

— Que foi que disse?

— Disse que o conheço! — explodi, jogei o perfume na parede deixando lá uma marca cheirosa, no chão cacos de vidro. O insistente recuou. — Feliz? É, pode ser quem estou pensando. — conclui abrindo os braços e largando-os.

Andei uns dois passos de costas antes de me virar para sair do quarto. 

Era tão surreal imaginar Artur na porta falando com a Neime. Lembrei de tudo, sete anos da minha vida passaram na frente dos meus olhos em alguns minutos, claro que não havia deixado de pensar em tudo aquilo, em todos eles, mas ter aquele cara na minha porta só podia significado duas coisas, ou de alguma forma os murian se libertaram, ou imaginavam que podiamos fazer isso. Mesmo com o perigo eminente, mesmo, talvez, desenvolvendo um tralma incurável eu diria sim a libertação, aquelas pessoas salvaram minha vida de todas as formas possíveis, chegou a hora de retribuir.

Estava sentada no chão do corredor no piso de cima quando ouvi a porta abrir:

— Ela tá em casa hoje. — sempre direta.

— Pode chamá-la por favor? — pediu a voz que a tanto não ouvia. Apesar das mudanças naturais há um toque, um jeito de falar, que nunca muda.

Já na escada assisti a cena onde apenas o sujeito da porta me via:

— Você voltou. — desapontado.

— Pois é, infelizmente ontem não pude falar com ela e sendo o assunto urgente achei melhor voltar hoje.

— Pode ir embora, ela não está. 

— Tá sim! — desmentiu a menina.

Mateus a segurou pelo braço derrubando-a no chão, desci os degraus que faltavam correndo, até aquele momento não havia passado pela minha cabeça que ele poderia fazer isso. Mesmo se não estivesse espantado, Artur não conseguiria se aproximar rápido o suficiente para evitar o ocorrido.

— Que merda foi essa?! — esbravejei ajudando Neime a levantar. Sem resposta. — Que passou pela sua cabeça? 

— Ela me desrespeitou, deve aprender a não fazer isso. — folou com uma calma assustadora.

— Sobe Neime. — esperei alguns segundos. — E você sai da minha casa. — desta vez mais séria falando a Mateus.

Ele só passou pela porta, Artur desviou dele tornando o esbarro proposital em um desequilíbrio

O motivo da vinda era o que imaginava, como disse, aceitei a proposta. Sim, pensei na garota, a deixei na Olívia, minha irmã. Ela é capaz de protege-la se necessário, foi treinada por Taico, mandan gaie de Murian — é como a chefe das forças armadas por lá, nem mesmo o filho dela sabia que a mesma estava viva.

                      ★★★★★

O ponto de encontro era uma fábrica abandonada nos limites da cidade, iríamos à meia-noite desse mesmo dia, eu, Artur, Kimi e Key — os gêmios — e Panden gaie de Murian — o pai deles — esse era nosso exercito, o imenso exercício que lutaria contra os capangas "D'os irmãos", os reis do "inferno", como chamávamos a rede de estabelecimentos...








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