História APENAS (MAIS QUE) IRMÃOS.- (Taekook - Vkook - Incesto) - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Incesto, Kooktae, Kookv, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonminseok
Visualizações 1.423
Palavras 1.760
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiii minhas princesas e meus princesos, como estão? Espero que bem! ❤

Perdão pelos erros e boa leitura! ❤📚

Capítulo 10 - Capítulo 10 - Apenas (mais que) uma mera desculpa.


Apenas (mais que) Irmãos.

 

- Ah, oi Baek! Entra. – dei passagem para o mais velho entrar e fechei a porta.

- Tem alguém em casa? – perguntou baixo.

- Baekhyun estaria com vergonha?

- Não, jamais! – arqueei a sobrancelha e cruzei os braços ao ver que ele mentia.

- Respondendo sua pergunta. Não se preocupe, o meu appa e minha omma saíram para decidirem coisas sobre o casamento.

- Ah sim. – sorriu. – E o que vamos fazer?

- O que quer fazer?

- Te beijar. – fez um biquinho exagerado e eu o empurrei rindo.

- Idiota.

- Você não resiste a mim.

- Ok, vamos fazer uma aposta?

- Ok... Se eu ganhar você me beija, se você ganhar eu te beijo e se empatar nós nos beijamos.

- O quê?

- Isso mesmo.

- Nem sabe qual a aposta. – revirei os olhos e ele riu.

- Apenas revire os olhos quando eu estiver dentro de você. – ouvi a voz de... Espera.

Ok... Seria estranho eu dizer que eu estou ouvindo a voz de Jungkook?

POR QUE EU ESTOU OUVINDO A VOZ DE JUNGKOOK.

- Taehyung?

- Hã... Sim?

- Eu te perguntei qual a aposta.

- Aé, vamos jogar algo no vídeo game? – assentiu.

Subimos as escadas e entramos no meu quarto. Peguei os controles e liguei o jogo me sentando ao lado dele no chão.

- Quem ganhar-

- Vai ser aquela aposta que eu falei.

- Mas, Baek eu-

- Não aceito não como resposta. – disse decidido.

Mas, Baek eu quero beijar apenas o Jungkook – era o que eu poderia falar.

Eu não falei. Não quero o magoar.

Eu gosto da amizade dele, e prefiro me afastar aos poucos para não perder a amizade.

E pretendo continuar com as carícias. Jungkook têm a Sunbin, e quando ele parar com as pegações – eu sei que ele pega várias pessoas, os boatos correm -, eu paro com o Baekhyun.

- Ok, pode ser de sua escolha.

 

(...)

- PORRA BAEKHYUN, EU NÃO ACREDITO NISSO! – gritei rindo.

- Eu era uma criança inocente. – disse rindo.

- ‘Tá conta mais... – respirei fundo e tentei parar de rir me sentando na cama.

- Aos cinco anos, fui ao mercado com meu pai. Eu tava de saco cheio, querendo ir pra casa e meu pai conversando com uma amiga de escola. Eu nem lembro o que eu tava fazendo, só sei que peguei uma banana, fiquei segurando em cima da bermuda e fui gritando "Olha o meu piru" em direção aos dois. Resultado: meu pai encurtou o assunto e fomos embora

- O quê? – comecei a rir mais alto que antes. – C-como assim cara? Você continua o mesmo sem noção pervertido.

Ele me olhou incrédulo e eu ri mais ainda, acabando por cair deitado na cama com as mãos na barriga sentindo a mesma já doer.

- S-socorro, eu na-não consigo pa-rar.

- Aish... – ele ficou em pé me encarando e eu apenas ria reclamando da barriga doer.

Até que ele decidiu subir em cima de mim e segurar as mãos acima da minha cabeça.

- Ou você para de rir, ou eu te jogo um machado na cabeça. – me encarou e eu ri mais.

- V-você fica fofo com raiva. – disse cessando os risos.

- Sem graça.

- Sério? – perguntei e inverti as posições.

- Você é sem graça. – sorriu malicioso. – Mas você fica sexy quando é dominante.

- Ei! – cruzei os braços. – Você só sabe me envergonhar, e eu já disse que é pervertido? Porque você é pervertido.

- Uh... Se eu bem me lembro você me deve um beijo, não?

- O qu-

Mal terminei a frase e ele me deu um selinho.

PORÉM, ENTRE TANTO, TODAVIA... COMO EU SOU UM SER QUE DE TÃO GOSTOSO O UNIVERSO AMA FODER.

ADIVINHA?

JEON JUNGKOOK ABRIU A PORTA.

REPITO: JEON JUNGKOOK ABRIU A PORTA BEM NA HORA QUE BYUN BAEKHYUN SELOU OS MEUS LINDOS LÁBIOS EM UM SELAR DEMORADO, COM DIREITO A MÃO NA CINTURA E TUDO MAIS...

- Jungkook? – me levantei do colo de Baekhyun assustado.

- Hã... Eu acho que atrapalho algo, né? – me encarou.

- Você não tinha que estar no treino? Você só deveria voltar às oito da noite. – disse com o coração na boca de tão assustado.

Poxa... O senpai me pegou na intimidade – mesmo que roubada – com outro.

- Eu voltei mais cedo, recebi uma mensagem do appa dizendo que eles vão voltar apenas amanhã e eu não queria te deixar sozinho. Sei como odeia ficar sozinho, mas parece que eu não tinha com o que me preocupar. – saiu batendo a porta.

- Acho melhor eu ir embora, né?

- Sim, eu também acho. – cocei a nuca. – Mas, nos vemos depois, ok?

- Eu te ligo mais tarde, assim conversamos melhor e eu vejo se você está bem. – assenti.

Descemos as escadas e Jungkook estava entrando na cozinha quando passamos pela sala.

- Até mais Tae!

- Até Baek! – sorri.

O mais velho se aproximou para selar meus lábios, mas eu me afastei.

- Acho melhor não fazermos isso, não mais. – olhei para minhas mãos. – Melhor sermos apenas amigos, ok?

- Se você diz, mas eu quero conversar algo sério com você.

- Ok, conversamos amanhã.

- Podemos ir à sorveteria? – assenti e o olhei. – Um abraço?

- Claro. – sorri.

O abracei e o mais velho rodeou minha cintura com seus braços me apertando.

- Eu quero que confie em mim, eu sei o que sente. A sociedade não pode mudar o que você sente, mas... – me olhou e acariciou minha bochecha rindo fraco. – Vocês têm que passar por isso um ao lado do outro, se vocês estiverem separados será um ponto para aqueles que querem seu mal, e eu sei que vocês dois odeiam perder.

- Você sabe?

- Acabei de descobrir, mas tinha minhas dúvidas. – sorriu. – Eu te amo, mas sei que ama outro. Por isso quero continuar com sua amizade.

- É o que mais quero. – sorri. – Eu te amo hyung, obrigado por ser meu amigo.

Riu fraco e beijou minha testa. O mais velho acenou e eu fiz o mesmo fechando a porta assim que ele se aproximou do carro.

Respirei fundo e me direcionei a cozinha onde Jungkook parecia brigar com um dos funcionários.

- Desculpe Senhor Jeon eu-

- O que ‘tá acontecendo aqui? – perguntei ao ver que a expressão de Jungkook raivosa.

- No que isso te interessa?

- Me interessa ao ponto de preocupar não com você, mas com ele. – apontei para o garoto. – Você deveria ter mais respeito, é ele quem limpa o que você suja, arruma o que bagunça e ainda deve cozinhar o que você come. Sem ao menos um obrigado, e você ainda vem fazer desaforo?

- Taehyung, me erra! – ele saiu da cozinha.

- Desculpe Senhor Kim. – se curvou.

- O que aconteceu?

- O Senhor Jeon queria algo que aqui não tem. – suspirou. – Nos perdoe, mas a noona está doente e não conseguiu ir ao mercado, ela é a encarregada.

- Tudo bem, o Jungkook é mesmo uma criança. – bufei. – Você se refere à noona Lee, que me ajudou no primeiro dia que estive aqui? – assentiu. – Não se preocupe, eu mesmo irei comprar tudo e pagarei pelos remédios da noona, ok?

- Não será necessário, eu mesmo posso cuidar da minha avó.

- Ela é sua avó? – assentiu. – Agora sim irei pagar pelos remédios. Agora irei atrás daquela criança encrenqueira. – sorri e subi as escadas.

Entrei no quarto sem bater e vi Jungkook xingando os ares.

- Novo hobbie xingar o ar?

- O que você quer?

- Você. – sorri malicioso.

- Sério?

- Também. – dei de ombros e me sentei na cama. – Você não pode descontar sua raiva nas pessoas que zelam para o seu melhor.

- É a obrigação deles.

- E é sua obrigação poder comprar o que quer, cozinhar o que quer e limpar tudo que suja.

- Não vou escutar sermão de você.

- Vai sim. Você já passou por alguma humilhação Jungkook?

Fiquei frente a frente com ele.

- Não Jungkook! Você não sabe o que é ser humilhado, pois é você quem humilha. – pressionei meu dedo em seu peito. – Você não sabe que seu respeito anda lado a lado com o respeito que a pessoa tem que ter por você. E o respeito dela acaba quando o seu acaba também.

- Aigoo... Eu ‘tô estressado, ok?

- Com o quê?

- EU QUASE VI VOCÊ TRASANDO E NÃO ERA COMIGO. PORRA, EU TE AMO E MUITAS VEZES SAI PEGANDO PESSOAS PARA TE ESQUECER E NO MEIO DA TRANSA EU GEMIA SEU NOME TAEHYUNG, POR QUE EU QUERIA VOCÊ ME CHUPANDO OU VOCÊ ARRANHANDO MINHA COSTA ENQUANTO EU VIA VOCÊ REVIRAR OS OLHOS DE PRAZER.

- Você gemia meu nome? – perguntei corado.

- Em alto e bom som... Você não sabe com quantas pessoas eu fiquei para tentar ocupar o vazio que tinha em meu peito. Mas, apenas você completa essa parte que falta em mim. Nenhum par de peitos, sorriso quadrado, jeito marrento pode substituir você. A pessoa mais próxima de tudo que você é foi a Sunbin e ela é inocente em certo ponto, por acreditar que teríamos algo quando na verdade eu só queria você.

- Eu não fazia ideia que você ficava com ela por isso. – disse baixo.

- Ela parece com você. E eu quero você.

Sem ao menos perceber o mais novo selou meus lábios em um beijo afoito e necessitado. Minhas mãos foram apoiadas em sua nuca e as mãos dele escorregaram até minha cintura.

Bom... Este era o beijo mais selvagem que já tivemos. E eu assumo ter sentido falta desses lábios.

Falta desse tipo de contato, ter sentido falta dele. Ter sentido falta de Jeon Jeongguk.

Assim que a falta de ar se fez presente nos separamos e sorrimos ofegantes. Ele me abraçou e eu retribuo o apertando.

- Posso te perguntar uma coisa que vêm me atormentando?

- Pode sim. – olhei em seus olhos.

- Por que me pediu desculpa quando nos beijamos pela primeira vez?

- Eu não te pedi desculpa pelo beijo em si.

- Não? – o olhei espantado.

- Você me cortou, mas eu não ia pedir desculpa pelo beijo e sim outra coisa.

Jimin tinha razão.

- Iria pedir desculpa pelo o quê?

- Me desculpa por te amar tanto? – sorriu e acariciou meu rosto. – Era esse o motivo de eu ter que pedir desculpa. Eu te amo tanto, que deveria ser considerado crime e por isso senti a obrigação de me desculpar.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até o próximo meus amoressss ❤


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